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DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: República Democrática e Popular da Argélia (Al-Jumhuriya al-Jaza'iriya ad-dimuqratia ash-sha'biya).
Nacionalidade: Argelina.
Data nacional: 1º de novembro (aniversário da Revolução); 5 de julho (Independência).
Capital: Argel.
Cidades principais: Argel (2.561.992) (1998); Oran (609.823), Constantine (443.727) (1987).
Idioma: árabe (oficial), francês, berbere.
Religião: islamismo 99,9% (sunitas 99,5%, abaditas 0,4%), cristianismo 0,1% (católicos) (1990).

GEOGRAFIA:
Localização: norte da África.
Hora local: + 3h.
Área: 2.381.741 km2.
Clima: árido subtropical, mediterrâneo (litoral).
Área de floresta: 19 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO:
Total: 31,5 milhões (2000), sendo árabes argelinos 83%, berberes 17% (1996).
Densidade: 13,23 hab./km2.
População urbana: 59% (1998).
População rural: 41% (1998).
Crescimento demográfico: 2,3% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 3,81 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 67,5/70 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 44 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 36,7% (2000).
IDH (0-1): 0,683 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo: República com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 48 departamentos subdivididos em comunas.
Principais partidos: Reunião Nacional Democrática (RND), Movimento da Sociedade pela Paz (MSP), Frente de Libertação Nacional (FLN), Frente Islâmica de Salvação (FIS) (ilegal desde 1992).
Legislativo: bicameral - Assembléia Nacional Popular, com 380 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos; Conselho da Nação, com 144 membros (96 eleitos por autoridades regionais e municipais, 48 indicados pelo presidente).
Constituição em vigor: 1976.

ECONOMIA:
Moeda: dinar argelino.
PIB: US$ 47,3 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 12% (1998).
PIB indústria: 47% (1998).
PIB serviços: 41% (1998).
Crescimento do PIB: 1,2% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 1.550 (1998).
Força de trabalho: 10 milhões (1998).
Agricultura: trigo, cevada, batata, tâmara.
Pecuária: ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 99,3 mil t (1997).
Mineração: gás natural, petróleo, mercúrio.
Indústria: extração e refino de petróleo, alimentícia, máquinas, equipamentos de transporte, tabaco, bebidas.
Exportações: US$ 10,3 bilhões (1998).
Importações: US$ 9,3 bilhões (1998).
Parceiros comerciais: França, Itália, EUA, Espanha, Alemanha.

DEFESA:
Efetivo total: 122 mil (1998).
Gastos: US$ 2,3 bilhões (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações: Banco Mundial, FMI, ONU, Opep, OUA.
Embaixada: Tel. (61) 3248-4039, fax (61) 3248-4691 - Brasília, DF.

Argélia (em arabe: الجزائر, oficialmente República Democrática e Popular da Argélia, é um país da África do Norte que faz parte do Magreb. Sua capital é Argel, no norte do país, na costa do Mediterrâneo. Com uma superfície de 2 381 741 km², é o maior país à volta do Mediterrâneo e o mais extenso da África, após a divisão entre o Sudão e o Sudão do Sul. Partilha suas fronteiras terrestres ao nordeste com a Tunísia, a leste com a Líbia, ao sul com o Níger e o Mali, a sudoeste com a Mauritânia e o território contestado do Saara Ocidental, e ao oeste com Marrocos.

A Argélia é membro da Organização das Nações Unidas (ONU), da União Africana (UA) e da Liga Árabe praticamente depois de sua independência, em 1962, e integra a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) desde 1969. Em fevereiro de 1989, a Argélia participou com os outros estados magrebinos, para a criação da União do Maghreb Árabe.

A Constituição argelina define "o islã, os árabes e os berberes" como "componentes fundamentais" da identidade do povo argelino, e o país como "terra do islã, parte integrante do Grande Magreb, do Mediterrâneo e da África".

A Argélia tem sido habitada pelos berberes desde pelo menos 10.000 a.C.. A partir de 1.000 a.C. os cartagineses passaram a exercer influência sobre os berberes ao instalarem assentamentos ao longo da costa. Os primeiros reinos berberes começaram a surgir, destacando-se o reino da Numídia, e aproveitaram a oportunidade oferecida pelas guerras púnicas para se tornarem independentes de Cartago. Sua independência, no entanto, não durou muito já que em 200 a.C. eles foram anexados por Roma, então uma república. Com a queda do Império Romano do Ocidente os berberes tornaram-se independentes outra vez retomando o controle da maior parte do seu antigo território, com exceção de algumas zonas que foram ocupadas pelos vândalos que por sua vez foram expulsos pelos bizantinos. Com sua vitória o Império Bizantino manteve, ainda que com dificuldades, o domínio sobre a parte leste do país até à chegada dos Árabes no século VIII.

A Argélia foi anexada ao Império Otomano por Khair-ad-Don e seu irmão Aruj que estabeleceram as atuais fronteiras argelinas ao norte e fizeram da costa uma importante base de corsários. As atividades dos corsários atingiram seu pico por volta do século XVII. Ataques constantes a navios norte americanos no mediterrâneo resultaram na primeira e segunda guerra berbere. Sob o pretexto de falta de respeito para com seu cônsul, a França invade a Argélia em 1830. A forte resistência de personalidades locais e da população dificultou a tarefa da França, que só no século XX obtém o completo controle do país.

Mesmo antes da obtenção efetiva desse controle, a França já havia tornado a Argélia parte integrante de seu território, uma situação que só acabaria com o colapso da Quarta República. Milhares de colonizadores da França, Itália, Espanha e Malta se mudaram para a Argélia para cultivar as planícies costeiras e morar nas melhores partes das cidades argelinas, beneficiando-se do confisco de terras populares realizado pelo governo francês. Pessoas de descendência europeia (conhecidos como pieds-noirs, ou pés pretos), assim como judeus argelinos eram considerados cidadãos franceses, enquanto que a maioria da população muçulmana argelina não era coberta pelas leis francesas, não tinha cidadania francesa e não tinha direito a voto. A crise social chegou ao seu limite neste período, com índices de analfabetismo subindo cada vez mais enquanto que a tomada de terras desapropriou boa parte da população.

A Argélia é obrigada a enfrentar uma guerra prolongada de libertação em virtude da resistência dos colonos franceses, que dominam as melhores terras. Em 1947, a França estende a cidadania francesa aos argelinos e permite o acesso dos muçulmanos aos postos governamentais, mas os franceses da Argélia resistem a qualquer concessão aos nativos. Nesse mesmo ano é fundada a Frente de Libertação Nacional (FLN), para organizar a luta pela independência. Uma campanha de atentados antiárabes (1950-1953) desencadeada por colonos direitistas, tem como reação da FLN uma onda de atentados nas cidades e guerra de guerrilha no campo. Em 1958, rebeldes exilados fundam no Cairo um governo provisório republicano. A intervenção de tropas de elite da metrópole (Legião Estrangeira e paraquedistas) amplia a guerra. Ações terroristas, tortura e deportações caracterizam a ação militar da França. Os nacionalistas e oficiais ultradireitistas dão um golpe militar na Argélia em 1958.

No ano seguinte o presidente francês, Charles de Gaulle, concede autodeterminação aos argelinos. Mas a guerra se intensifica em 1961, pela entrada em ação da organização terrorista de direita OAS (Organização do Exército Secreto), comandada pelo general Salan, um dos protagonistas do golpe de 1958. Ao terrorismo da OAS a FLN responde com mais terrorismo. Nesse mesmo ano fracassam as negociações franco-argelinas, por discordâncias em torno do aproveitamento do petróleo descoberto em 1945. Em 1962 é acertado o Armistício de Evian, com o reconhecimento da independência argelina pela França em troca de garantias aos franceses na Argélia. A República Popular Democrática da Argélia é proclamada após eleições em que a FLN apresenta-se como partido único. Ben Bella torna-se presidente.

Com a saída dos franceses, após a independência, os cristãos ficaram reduzidos a 1% da população, dos quais, 0,5% são estrangeiros. Foi aprovado o Decreto 06-03 que restringe cultos não islâmicos e a minoria cristã passou a ser perseguida. Apesar da legislação local tentar evitar medidas extremas contra minorias religiosas, incidentes contra pregadores e padres são constantes. Em dezembro de 2009, uma igreja foi incendiada e seu pastor ameaçado


A Argélia tem duas regiões geográficas principais, a região norte e a região do deserto do Saara, na região ao sul do país. A região norte é formada por quatro zonas: uma pequena faixa de planície acompanhando a costa do Mediterrâneo; a região da cadeia de montanhas do Atlas, que possuem um clima mediterrâneo e solo fértil abundante; a região semi-árida e parcamente povoada do Chotts, o qual contém lagos salgados (chotts) e onde se localizam em maior número os criadores de ovelhas e cabras; e a região das montanhas do Atlas do Saara, uma série de montanhas e massivos, também sendo uma região semi-árida e usada essencialmente como pastagem. O rio Chéliff é o maior do país. A maior parte da região árida do Saara é coberta com cascalhos e pedras, com pouca vegetação; há também grandes áreas de dunas de areia no norte e no leste. Alguns oásis importantes são: Touggourt, Biskra, Chenachane, In Zize, e Tin Rerhoh.

O norte argelino está sujeito a terremotos e, como em 1954, 1980 e 2003, podem causar grande devastação.

A maior parte da área costeira da Argélia é acidentada, por vezes mesmo montanhosa, e há poucos bons portos. A área imediatamente a sul da costa, conhecida como o Tell, é fértil. Mais para sul situam-se os montes Atlas e o deserto do Saara. Argel, Oran e Constantina são as principais cidades.

O clima da Argélia é árido e quente, se bem que o clima da costa seja suave, e os invernos nas áreas montanhosas possam ser rigorosos. A Argélia é afectada pelo siroco, um vento quente e carregado de pó e areia, especialmente comum no verão.

A população da Argélia ascende a 32 531 853 habitantes (2005). Aproximadamente 75% dos argelinos usam línguas berberes (cerca de 25 milhões de habitantes) e mais de 85% usam o árabe (cerca de 28 milhões de habitantes), as duas línguas oficiais. Entre 25% e 33% da população fala francês (cerca de 9 a 11 milhões de habitantes). Na Argélia, os árabes normalmente usam uma variante do idioma local, que difere em parte, da língua árabe clássica. Desde a independência, os governos da Argélia têm procurado promover a expansão do árabe clássico, as expensas das variantes locais, e em contraste com francês e tamazigth. Estima-se que em 2025 a população seja cerca de 44 milhões de habitantes.

Dos milhões de colonos franceses que viviam na Argélia antes da independência, há agora 576 mil. A adição de todos os europeus e seus descendentes é estimada para formar 18% da população da Argélia (6,5 milhões).

Em muitos lares argelinos, há pelo menos duas televisões, uma para mulheres e menores (com canais que transmitem a sua produção em árabe), e um para os homens adultos (com canais que a programação televisiva em francês). A língua dentro do governo argelino e a política é o árabe, enquanto a maioria que usa a linguagem para o comércio e a cultura usa o francês (embora não seja oficial, o francês é a segunda língua). O tamazigth é frequentemente marginalizada pelo Estado, mas um resultado da pressão dos berberes foi finalmente reconhecido como língua cooficial na Argélia.

A taxa de mortalidade infantil é 31,1 por mil e a expectativa de vida de 72,3 anos
. Fora das grandes cidades, a assistência médica é rudimentar. A taxa de fecundidade é de 2,38 filhos por mulher, uma das mais baixas do continente africano.


A Argélia é governada sob a Constituição de 1976, a qual foi revisada inúmeras vezes. O poder Executivo é liderado pelo presidente, eleito pelo voto popular para um mandato de 5 anos. O primeiro-ministro é indicado pelo presidente. O Parlamento bicameral consiste em 380 cadeiras para a Assembleia Nacional Popular e 144 assentos no Conselho de Nações. O sistema legal argelino é baseado nas leis francesa e islâmica.

Após a independência, a Frente de Libertação Nacional (FLN) torna-se o único partido do país. Após os motins de outubro de 1988 o multipartidarismo é instaurado. O país conta com mais de 30 partidos políticos, porém o mais importante continua sendo a FLN.

A imprensa argelina obteve uma relativa independência nos anos 90, apesar do assassinato de vários jornalistas. Em contrapartida, o Estado manteve seu monopólio no setor audiovisual. Desde 2004, a imprensa enfrenta novamente uma pressão das autoridades. A década de terrorismo entre 1992 e fim dos anos 90 custou a vida de vários jornalistas, intelectuais e agentes de Estado. 1992 é o ano da instauração do estado de urgência. Esta foi decretada pelo Exército após a vitória dos islamistas do FIS (Frente Islâmica de Salvação) nas eleições legislativas.

Em 1999, e novamente em 2005, a política de paz e segurança nacional levada a cabo pelo presidente Bouteflika tenta erradicar os focos radicais.


officially The People's Democratic Republic of Algeria, is a country in North Africa on the Mediterranean coast. Its capital and most populous city is Algiers. Algeria is a semi-presidential republic, it consists of 48 provinces and 1541 communes. With a population exceeding 37 million, it is the 34th most populated country on Earth. With an economy based on oil resources, manufacturing has suffered from what is called Dutch disease. Sonatrach, the national oil company, is the largest company in Africa. Algeria has the second largest army with the largest defense budget in Africa. Algeria had a peaceful Nuclear Program by the 1990s.

With a total area of 2,381,741 square kilometres (919,595 sq mi), Algeria is the tenth-largest country in the world, and the largest in Africa and in the Mediterranean. The country is bordered in the northeast by Tunisia, in the east by Libya, in the west by Morocco, in the southwest by Western Sahara, Mauritania, and Mali, in the southeast by Niger, and in the north by the Mediterranean Sea. Algeria is a member of the African Union, the Arab League, OPEC and the United Nations, and is a founding member of the Arab Maghreb Union.

The territory of today's Algeria was the home of many ancient prehistoric cultures, including Aterian and Capsian cultures. Its area has known many empires and dynasties, including ancient Berber Numidians, Carthaginians, Romans, Vandals, Byzantines, Arab Umayyads, Berber Fatimids, Berber Almoravids, Berber Almohads and later Turkish Ottomans.


Democratic Republic of Algeria, is a country in the Tamazɣa or Maghreb region of North Africa on the Mediterranean coast. Its capital and most populous city is Algiers. With a total area of 2,381,741 square kilometres (919,595 sq mi), Algeria is the tenth-largest country in the world, and the largest in Africa and in the Mediterranean. The country is bordered in the northeast by Tunisia, in the east by Libya, in the west by Morocco, in the southwest by Western Sahara, Mauritania, and Mali, in the southeast by Niger, and in the north by the Mediterranean Sea.

The territory of today's Algeria was the home of many prehistoric cultures, including Aterian and Capsian and the "Proto-Imaziɣen" cultures. Its area has known many empires and dynasties, including ancient Amaziɣ Numidians, Phoenecians, Lybio-Punic Carthaginians, Romans, Vandals, Byzantines, Arab Umayyads, Arab Abbasids, Multi-Ethnic Fatimids, Amaziɣ Almoravids, Amaziɣ Almohads, Turkish Ottomans and the French colonial empire. Algeria is a semi-presidential republic, it consists of 48 provinces and 1541 communes. With a population of 37.9 million, it is the 35th most populated country on Earth. Abdelaziz Bouteflika has been the President of Algeria since 1999 and has won four consecutive elections. However, according to the Democracy Index Algeria is an authoritarian regime.

Algeria's economy is largely based on hydrocarbons, due to which manufacturing has suffered from Dutch disease. The country supplies large amounts of natural gas to Europe and energy exports are the backbone of the economy. According to OPEC Algeria has 17th largest reserves of oil in the world, and second largest in Africa, while it has the 9th largest reserves of natural gas. Sonatrach, the national oil company, is the largest company in Africa.

Algeria has the second largest military in North Africa with the largest defense budget in Africa. Algeria has had a peaceful nuclear program since the 1990s. Algeria is a member of the African Union, the Arab League, OPEC and the United Nations, and is a founding member of the Arab Maghreb Union.






Etymology

The country's name derives from the city of Algiers. The city's name in turn derives from the Arabic al-Jazā'ir (الجزائر, "The Islands"), a truncated form of the older Jazā'ir Banī Mazghanna (جزائر بني مزغنة, "Islands of the Mazghanna Tribe"),[page needed][16][page needed] employed by medieval geographers such as al-Idrisi.

History


Detail of Tassili rock paintings dating from about 3000 BC relating a probably lost civilization in what was known as the Green Sahara
In the region of Ain Hanech (Saïda Province), early remnants (200,000 BC) of hominid occupation in North Africa were found. Neanderthal tool makers produced hand axes in the Levalloisian and Mousterian styles (43,000 BC) similar to those in the Levant.

Algeria was the site of the highest state of development of Middle Paleolithic Flake tool techniques. Tools of this era, starting about 30,000 BC, are called Aterian (after the archeological site of Bir el Ater, south of Tebessa).

The earliest blade industries in North Africa are called Iberomaurusian (located mainly in Oran region). This industry appears to have spread throughout the coastal regions of the Maghreb between 15,000 and 10,000 BC. Neolithic civilization (animal domestication and agriculture) developed in the Saharan and Mediterranean Maghreb perhaps as early as 13,000 BP or as late as between 6000 and 2000 BC. This life, richly depicted in the Tassili n'Ajjer paintings, predominated in Algeria until the classical period.

The amalgam of peoples of North Africa coalesced eventually into a distinct native population that came to be called Berbers, who are the indigenous peoples of northern Africa.





Ancient Roman Empire ruins of Timgad. Street leading to the Arch of Trajan.




Ancient Roman theatre in Djémila
From their principal center of power at Carthage, the Carthaginians expanded and established small settlements along the North African coast; by 600 BC, a Phoenician presence existed at Tipasa, east of Cherchell, Hippo Regius (modern Annaba) and Rusicade (modern Skikda). These settlements served as market towns as well as anchorages.

As Carthaginian power grew, its impact on the indigenous population increased dramatically. Berber civilization was already at a stage in which agriculture, manufacturing, trade, and political organization supported several states. Trade links between Carthage and the Berbers in the interior grew, but territorial expansion also resulted in the enslavement or military recruitment of some Berbers and in the extraction of tribute from others.





Numidia along with Egypt, Rome, and Carthage 200 BCE
By the early 4th century BC, Berbers formed the single largest element of the Carthaginian army. In the Revolt of the Mercenaries, Berber soldiers rebelled from 241 to 238 BC after being unpaid following the defeat of Carthage in the First Punic War. They succeeded in obtaining control of much of Carthage's North African territory, and they minted coins bearing the name Libyan, used in Greek to describe natives of North Africa. The Carthaginian state declined because of successive defeats by the Romans in the Punic Wars.

In 146 BC the city of Carthage was destroyed. As Carthaginian power waned, the influence of Berber leaders in the hinterland grew. By the 2nd century BC, several large but loosely administered Berber kingdoms had emerged. Two of them were established in Numidia, behind the coastal areas controlled by Carthage. West of Numidia lay Mauretania, which extended across the Moulouya River in modern day Morocco to the Atlantic Ocean. The high point of Berber civilization, unequaled until the coming of the Almohads and Almoravids more than a millennium later, was reached during the reign of Massinissa in the 2nd century BC.

After Masinissa's death in 148 BC, the Berber kingdoms were divided and reunited several times. Massinissa's line survived until 24 AD, when the remaining Berber territory was annexed to the Roman Empire.





Berber King Masinissa
For several centuries Algeria was ruled by the Romans, who founded many colonies in the region. Like the rest of North Africa, Algeria was one of the breadbaskets of the empire, exporting cereals and other agricultural products. The Vandals of Geiseric moved into North Africa in 429, and by 435 controlled coastal Numidia. They did not make any significant settlement on the land, as they were harassed by local tribes, in fact by the time the Byzantines arrived Lepcis Magna was abandoned and the Msellata region was occupied by the indigenous Laguatan.





Jugurtha
Middle Ages

Fatimid Caliphate 969 A.D.
After fierce resistance from the locals the Muslims conquered Algeria in the mid-7th century and a large number of the indigenous people converted to the new faith. After the fall of the Umayyad Caliphate in 751, numerous local dynasties emerged, including the Aghlabids, Almohads, Abdalwadid, Zirids, Rustamids, Hammadids, Almoravids and the Fatimids.

During the Middle Ages North Africa and Algeria more specifically was home to many great Scholars, Saints and Sovereigns including Judah Ibn Quryash the first grammarian to suggest the Afro-Asiatic Language Family the great Sufi masters Sidi Boumediene (Abu Madyan) and Sidi El Houari, as well as the Emirs Abd al-Mu'min and Yaghmurasen. It was during this time that the Fatimids or the sons of Fatima daughter of Muhammad, according to Fatimid claims came to the Maghreb. These "Fatimids" went on to found a long lasting dynasty stretching across the Maghreb, Hejaz, and the Levant, boasting a secular inner government, as well as a powerful army and navy, primarily made up of the native North Africans or the Imaziɣen. The Fatimid caliphate began to collapse when it's African governors the Zirids seceded. In order to punish them the Fatimids sent the Arab Banu Hilal and Banu Sulaym against them. The resultant war is recounted in the epic Taghribat. In Taghribat the Amaziɣ Zirid Hero Khalifa al-Zanati asks daily, for duels, defeating the Hilalan hero Ābu Zayd al-Hilalī and many other Arab knights in a string of victories. The Zirids however were unexpectedly defeated ushering in an influx of Arab customs and culture. The Indigenous Imaziɣen however remained largely independent, and depending on tribe, location, and time controlled varying parts of the Maghreb, at times unifying it (as under the Fatimids) as well as overseas conquests of Portugal, Senegal, Spain, Sicily, Egypt, Sudan, Syria, Saudi Arabia, Israel, Palestine, Jordan, Iraq, and Yemen. Caliphates from Northern Africa traded tit for tat with the other empires of their time, as well as forming part of a confederated support and trade network with other Islamic states during the highly competitive Islamic Era.

The Imaziɣen historically consisted of several tribes. The two main branches were the Botr and Barnès tribes, who were divided into tribes, and again into sub-tribes. Each region of the Maghreb contained several tribes (for example, Sanhadja, Houaras, Zenata, Masmouda, Kutama, Awarba, and Berghwata). All these tribes made independent territorial decisions.

Several Imaziɣen dynasties emerged during the Middle Ages in the Maghreb and other nearby lands. Ibn Khaldun provides a table summarizing the Imaziɣen dynasties of the Maghreb region, the Zirid, Banu Ifran, Maghrawa, Almoravid, Hammadid, Almohad, Merinid, Abdalwadid, Wattasid, Meknassa and Hafsid dynasties.

In the early 16th century, Spain constructed fortified outposts (presidios) on or near the Algerian coast. Spain took control of Mers el Kebir in 1505; Oran in 1509; and Tlemcen, Mostaganem, and Ténès, in 1510. In the same year, the merchants of Algiers ceded one of the rocky islets in their harbor to Spain, which built a fort on it. The presidios in North Africa turned out to be a costly and largely ineffective military endeavor that did not guarantee access for Spain's merchant fleet.

Ottoman Algeria


Old Algiers in the 16th century, with the Spanish-built Peñón of Algiers in the forefront
In 1516 the Muslim privateer brothers Aruj and Hayreddin Barbarossa, who operated successfully under the Hafsids, moved their base of operations to Algiers. When Aruj was killed in 1518 during his invasion of Tlemcen, Hayreddin succeeded him as military commander of Algiers. The Ottoman sultan gave him the title of beylerbey and a contingent of some 2,000 janissaries. With the aid of this force, Hayreddin sub-dued the coastal region between Constantine and Oran (although the city of Oran remained in Spanish hands until 1791).

The next beylerbey was Hayreddin's son Hasan, who assumed the position in 1544. Until 1587 the area was governed by officers who served terms with no fixed limits. Subsequently, with the institution of a regular Ottoman administration, governors with the title of pasha ruled for three-year terms. The pasha was assisted by janissaries, known in Algeria as the ojaq and led by an agha. Discontent among the ojaq rose in the mid-1600s because they were not paid regularly, and they repeatedly revolted against the pasha. As a result, the agha charged the pasha with corruption and incompetence and seized power in 1659.[29]

Plague had repeatedly struck the cities of North Africa. Algiers lost from 30,000 to 50,000 inhabitants to the plague in 1620–21, and suffered high fatalities in 1654–57, 1665, 1691, and 1740–42.

In 1671, the taifa rebelled, killed the agha, and placed one of its own in power. The new leader received the title of dey. After 1689, the right to select the dey passed to the divan, a council of some sixty notables. It was at first dominated by the ojaq; but by the 18th century, it had become the dey's instrument. In 1710, the dey persuaded the sultan to recognize him and his successors as regent, replacing the pasha in that role. Although Algiers remained a part of the Ottoman Empire, the Ottoman government ceased to have effective influence there.

The dey was in effect a constitutional autocrat. The dey was elected for a life term, but in the 159 years (1671–1830) that the system survived, fourteen of the twenty-nine deys were assassinated. Despite usurpation, military coups, and occasional mob rule, the day-to-day operation of government was remarkably orderly. Although the regency patronized the tribal chieftains, it never had the unanimous allegiance of the countryside, where heavy taxation frequently provoked unrest. Autonomous tribal states were tolerated, and the regency's authority was seldom applied in the Kabylie.


Referência para busca:
Argélia argel islamismo sunitas
Fotos de Argélia.

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