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Dinamarca



DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: Reino da Dinamarca (Kongeriget Danmark).
Nacionalidade: dinamarquesa.
Data nacional: 5 de junho (Dia da Constitui��o).
Capital: Copenhague.
Cidades principais: Copenhague (491.082), �rhus (216.564), Odense (144.940), �lborg (119.431), Esbjerg (73.350) (1999).
Idioma: dinamarqu�s (oficial).
Religi�o: cristianismo 88,7% (luteranos 87%, outros crist�os 1,7%), islamismo 1,5%, sem filia��o e outras 9,8% (1995).

GEOGRAFIA:
Localiza��o: norte da Europa.
Hora local: +4h.
�rea: 43.093 km2.
Clima: temperado oce�nico.
�rea de floresta: 4 mil km2 (1995).

POPULA��O:
Total: 5,3 milh�es (2000), sendo dinamarqueses 57%, europeus alem�es e n�rdicos 40%, outros 3% (1996).
Densidade: 122,99 hab./km2.
Popula��o urbana: 85% (1998).
Popula��o rural: 15% (1998).
Crescimento demogr�fico: 0,3% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 1,72 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 73/78 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 7 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: menor do que 5% (2000).
IDH (0-1): 0,911 (1998).

POL�TICA:
Forma de governo: Monarquia parlamentarista.
Divis�o administrativa: 14 condados, 1 cidade e 1 distrito.
Principais partidos: Social-Democrata (SD), Liberal (V), Conservador do Povo (KF).
Legislativo: unicameral - Parlamento, com 179 membros (175 representantes da metr�pole, 2 das ilhas Faroe e 2 da Groenl�ndia), eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.
Constitui��o em vigor: 1953. Territ�rios administrados: Groenl�ndia e ilhas Faroe.

ECONOMIA:
Moeda: coroa dinamarquesa.
PIB: US$ 174,9 bilh�es (1998).
PIB agropecu�ria: 4% (1998).
PIB Ind�stria: 27% (1998).
PIB servi�os: 69% (1995).
Crescimento do PIB: 2,9% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 33.040 (1998).
For�a de trabalho: 3 milh�es (1998).
Agricultura: trigo, cevada, batata, beterraba.
Pecu�ria: bovinos, su�nos, aves.
Pesca: 1,9 milh�o de t (1997).
Minera��o: g�s natural, petr�leo.
Ind�stria: aliment�cia, qu�mica, m�quinas, produtos eletroeletr�nicos (dom�sticos).
Exporta��es: US$ 47,8 bilh�es (1998).
Importa��es: US$ 45,9 bilh�es (1998).
Principais parceiros comerciais: Noruega, Alemanha, Su�cia, Holanda (Pa�ses Baixos), Reino Unido, Fran�a.

DEFESA:
Efetivo total: 32,1 mil (1998).
Gastos: US$ 2,8 bilh�es (1998).

RELA��ES EXTERIORES:
Organiza��es: Banco Mundial, FMI, OCDE, OMC, ONU, Otan, UE.
Embaixada: Telefax (61) 3443-5232, e-mail: danmark@tba.com.br - Bras�lia, DF.





Dinamarca (em Inglês e dinamarquês: Danmark, ), oficialmente Reino da Dinamarca, é um país nórdico da Europa setentrional e membro sênior do Reino da Dinamarca. É o mais meridional dos países nórdicos, a sudoeste da Suécia e ao sul da Noruega, delimitado no sul pela Alemanha. As fronteiras da Dinamarca estão no Mar Báltico e no Mar do Norte. O país é composto por uma grande península, a Jutlândia, e 443 ilhas, das quais 78 habitadas, com destaque para a Zelândia (Sjælland), Funen (Fyn), Vendsyssel-Thy, Lolland, Falster e Bornholm, assim como centenas de ilhas menores, muitas vezes referidas como o Arquipélago Dinamarquês. A Dinamarca há muito tempo controla a entrada e a saída do mar Báltico, já que isso só pode acontecer através de três canais, que também são conhecidos como os "Estreitos Dinamarqueses".

A língua nacional, o dinamarquês, é próxima do sueco e do norueguês. A Dinamarca compartilha fortes laços históricos e culturais com a Suécia e com a Noruega. 82,0% dos habitantes da Dinamarca e 90,3% da etnia dinamarquesa são membros da Igreja Estatal Luterana. Cerca de 9% da população tem nacionalidade estrangeira, sendo que uma grande parte deles são provenientes de outros países escandinavos.

O país é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo. Possui um governo central e outros locais em 98 municípios. O país é membro da União Europeia desde 1973, embora não tenha aderido ao euro, e um dos membros fundadores da Organização do Tratado do Atlântico Norte e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.

A Dinamarca, com uma economia mista capitalista e um estado de bem-estar social, possui o mais alto nível de igualdade de riqueza do mundo, sendo considerado em 2011, o país com menor índice de desigualdade social do mundo. A Dinamarca tem o melhor clima de negócios no mundo, segundo a revista estadunidense Forbes. De 2006 a 2008, pesquisas classificaram a Dinamarca como "o lugar mais feliz do mundo", com base em seu princípio de saúde, bem-estar, assistência social e educação universal; O Índice Global da Paz de 2009 classificou a Dinamarca como o segundo país mais pacífico do mundo, depois da Nova Zelândia. A Dinamarca também foi classificada como o país menos corrupto do mundo em 2008, pelo Índice de Percepção de Corrupção,compartilhando o primeiro lugar com a Suécia e a Nova Zelândia.



Etimologia

A etimologia da palavra Dinamarca e, especialmente, a relação entre os dinamarqueses e a Dinamarca e a unificação do país como um único reino, ainda são assuntos que atraem debate. Esta discussão é centrada principalmente no prefixo "Dan" e se refere aos danos ou uma pessoa histórica chamada Dan. A questão é ainda mais complicada por uma série de referências a vários danos na Escandinávia ou em outros lugares na Europa em fontes gregas e romanas (como Ptolomeu, Jordanes e Gregório de Tours), bem como na literatura medieval (como Adão de Bremen, Beowulf, Widsith e Edda em verso).

A maioria dos manuais consideram a origem da primeira parte da palavra, bem como o nome das pessoas, de uma palavra que significa "terra plana" , relacionada com as palavras em alemão tenne e em sânscrito dhanus (धनुस् ; "deserto"). O sufixo marca provavelmente significa "floresta" ou "fronteira", com referências prováveis ​​para as florestas de fronteira no sul do Schleswig.

História




A vila viking de Aarhus em 950.
A origem da Dinamarca está perdida na pré-história. Sua fortaleza mais velha é datada do século VII, ao mesmo tempo que o novo alfabeto rúnico. A Dinamarca foi unida por Haroldo Dente-Azul) por volta 456.

Após o século XI, os dinamarqueses ficaram conhecidos como vikings, colonizando, invadindo e negociando em toda a Europa.

Em vários momentos da história, a Dinamarca controlou a Inglaterra, Noruega, Suécia, Islândia, parte das Ilhas Virgens, partes da costa Báltica e o que é agora o norte da Alemanha. A Escânia foi parte da Dinamarca na maior parte de sua história, mas foi perdida para a Suécia em 1658.

Século XIX

A união com a Noruega foi dissolvida em 1814, quando Noruega entrou em uma nova união com a Suécia (até 1905). O movimento liberal e nacional dinamarquês teve seu momento culminante em 1830, e após as revoluções europeias de 1848, a Dinamarca tornou-se uma monarquia constitucional em 1849. O ducado de Schleswig tornou-se propriedade pessoal do rei da Dinamarca em 1460. As tentativas feitas a partir de 1846 pela Dinamarca para anexar o ducado de Schleswig, assim como também o ducado de Holstein, fracassaram durante a guerra dos Ducados (1864). Depois da guerra austro-prussiana em 1866, a Prússia, vitoriosa na guerra, anexou ambos os ducados e aproveitou para dissolvê-los transformando-os numa única unidade a província do Schleswig-Holstein. Estes ducados sempre fizeram parte do Sacro Império Romano Germânico até Napoleão dissolver este Império em 1806.

Derrotado Napoleão, após o Congresso de Viena em 1815, os ducados Schleswig e Holstein passaram a fazer parte da Confederação Germânica, herdeira natural do Sacro Império Romano Germânico, visto que estes ducados nunca pertenceram à Dinamarca, mas eram apenas propriedade pessoal dos seus soberanos simultaneamente reis da Dinamarca. (Em 1920, através de plebiscito realizado devido à derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, uma das regiões plebiscitárias o norte do Schleswig (Abstimmungsgebiet) foi cedida à Dinamarca, onde ainda hoje há alguns núcleos populacionais maioritariamente de língua alemã, cujos direitos como minoria nacional estão reconhecidos internacionalmente.) Depois da segunda guerra de Schleswig em 1864, o rei da Dinamarca teve que ceder os ducados de Schleswig e Holstein à Prússia em resultado da sua derrota pessoal, este episódio por simbiose marcou profundamente a identidade nacional dinamarquesa.

Século XX





Durante a ocupação alemã, o rei Cristiano X tornou-se um poderoso símbolo da soberania nacional. Esta imagem data do aniversário do rei, em 26 de setembro de 1940.
Após a derrota frente à Prússia, a Dinamarca adotou uma política de neutralidade, permanecendo neutra na Primeira Guerra Mundial. Em 9 de abril de 1940, a Dinamarca foi invadida pela Alemanha Nazista (operação Weserübung) e permaneceu ocupada durante toda a Segunda Guerra Mundial, apesar de alguma pequena resistência interna. O país tentou ser o mais neutro possível e não ceder o seu poder interno ao controle nazista, sendo socialista na época, tentando inclusive persuadir dinamarqueses a não se afiliarem ao exército alemão, que ao fim da guerra, começou a intensificar este. Ao fim de 1944, poucos dinamarqueses apoiavam o regime de Hitler - ainda menos do que em 1940, justificando assim o aumento da resistência interna com atentados a soldados nazistas.

A mudança constitucional em 1953 levou a um parlamento de câmara única eleito por representação proporcional, a adesão feminina ao trono dinamarquês, e da Groenlândia se tornando parte integrante da Dinamarca. Os social-democratas lideraram uma série de governos de coalizão pela maior parte da segunda metade do século XX em um país geralmente conhecida por suas tradições liberais.

Após a Segunda Guerra Mundial, a Dinamarca tornou-se um dos membros fundadores da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e das Nações Unidas. Durante os anos 1960 , os países da EFTA eram muitas vezes referidos como os Sete Exteriores, ao contrário dos Seis Interiores do que era então a Comunidade Econômica Europeia (CEE).

Em 1973, juntamente com o Reino Unido e a Irlanda, a Dinamarca aderiu à Comunidade Econômica Europeia, que posteriormente iria formar a União Europeia (UE) após um referendo público. O Tratado de Maastricht, que envolvia uma maior integração europeia, foi rejeitado pelo povo dinamarquês em 1992; ele só foi aceito depois de um segundo referendo, em 1993, e pela adição de certas disposições para a Dinamarca. Os dinamarqueses rejeitaram o Euro como moeda nacional em um referendo em 2000. A Groenlândia ganhou governo próprio em 1979 e foi premiada com a autodeterminação em 2009. A Groenlândia e as Ilhas Faroé não são membros da UE; as Ilhas Faroé saíram da CEE em 1973 e a Groenlândia em 1986, em ambos os casos por causa de políticas de pesca.



Referência para busca:
Dinamarca europa dinamarqu�s
Fotos de Dinamarca.

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