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DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: República da Costa do Marfim (République de Côte-d'Ivoire).
Nacionalidade: marfinense.
Data nacional: 7 de dezembro (Independência).
Capitais: Abidjan (sede do governo), Yamoussoukro (administrativa).
Cidades principais: Abidjan (2.168.000) (1990); Bouaké (329.850), Daloa (121.842), Korhogo (109.445), Yamoussoukro (106.786) (1988).
Idioma: francês (oficial), diula, baulê.
Religião: islamismo 38,7%, cristianismo 26,1% (católicos 20,8%, protestantes 5,3%), animismo 17%, ateísmo 13,4%, outras 4,8% (1988).

GEOGRAFIA:
Localização: oeste da África.
Hora Local: + 3h.
Área: 322.463 km2.
Clima: subequatorial de floresta (S), tropical úmido (NO), tropical seco (NE - savana e floresta clara).
Área de floresta: 55 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO:
Total: 14,8 milhões (2000), sendo bauleses 23%, betes 18%, senufus 15%, mandingas 11%, outros 33% (1996).
Densidade: 45,9 hab./km2.
População urbana: 45% (1998).
População rural: 55% (1998).
Crescimento demográfico: 1,8% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 5,1 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 46/47 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 87 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 53,2% (2000). IDH (0-1): 0,420 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo: República presidencialista (ditadura militar desde 1999).
Divisão administrativa: 16 regiões subdivididas em departamentos.
Principais partidos: União dos Republicanos (RDR), União Democrática Africana (RDA), Frente Popular Marfinense (FPI).
Legislativo: não há.
Constituição em vigor: 2000.

ECONOMIA:
Moeda: franco CFA.
PIB: US$ 11 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 26% (1998).
PIB indústria: 23% (1998).
PIB serviços: 51% (1998).
Crescimento do PIB: 3,5% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 700 (1998).
Força de trabalho: 6 milhões (1998).
Agricultura: cacau, café, látex, palmito, banana, abacaxi, fibra e semente de algodão, fruto de palma.
Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 67,1 mil t (1997).
Mineração: petróleo, diamante, ouro, gás natural. Reservas não exploradas de minério de ferro, manganês e bauxita.
Indústria: alimentícia (principais: cacau, café, palmito e peixe), têxtil (algodão), refino de petróleo.
Exportações: US$ 4,1 bilhões (1998).
Importações: US$ 2,8 bilhões (1998).
Parceiros comerciais: França, EUA, Holanda (Países Baixos), Gana, Itália, Burkina Fasso.

DEFESA:
Efetivo total: 8,4 mil (1998).
Gastos: US$ 116 milhões (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações: Banco Mundial, FMI, OMC, ONU, OUA.
Embaixada: Tel. (61) 3321-4656, fax (61) 3321-1306, e-mail: embcostamarfim@sagres.com.br - Brasília, DF.


A Costa do Marfim5 (em francês: Côte d'Ivoire), oficialmente República da Costa do Marfim (em francês: République de Côte d'Ivoire), é um país africano, limitado a norte pelo Mali e pelo Burkina Faso, a leste pelo Gana, a sul pelo Oceano Atlântico e a oeste pela Libéria e pela Guiné. Sua capital é Yamoussoukro.

Denomina-se ebúrneo, marfinês, costa-marfinês ou ainda costa-marfinense a quem é natural da Costa do Marfim.

Apesar de que o governo marfinês solicitou à comunidade internacional em outubro de 1985 que o país seja designado apenas pelo nome francês Côte d'Ivoire, em português o país é comummente designado pelo seu nome traduzido Costa do Marfim. O mesmo ocorre em outras línguas, como Ivory Coast em inglês e Elfenbeinküste em alemão.

História



As populações indígenas estiveram política e socialmente isoladas até épocas muito recentes. Os antecessores da população atual se instalaram na área entre os séculos XVIII e XIX. Os exploradores portugueses chegaram no século XV e iniciaram o comércio de marfim e escravos do litoral. No século XVII estabeleceram-se diferentes Estados negros, entre os quais se destacou o dos baules por suas atividades artísticas. No final do século, os franceses fundaram os entrepostos de Assini e Grand-Bassam e, no século XIX, celebraram uma política de pactos com os chefes locais com o objetivo de estabelecer uma colônia. Em 1887 iniciou-se a penetração para o interior. A região se tornou uma colônia autônoma em 1893. Em 1899, passou a fazer parte da Federação da África Ocidental Francesa. A ocupação militar ocorreu entre 1908 e 1918, enquanto se construía a linha férrea entre o litoral e Bobo-Dioulasso, hoje pertencente a Burkina Faso.

Em 1919, a parte norte da colônia se tornou independente. Abidjan permaneceu sob jurisdição francesa durante a Segunda Guerra Mundial, embora a França estivesse ocupada pelos alemães. Em 1944, foi criado o Sindicato Agrícola Africano, que deu origem ao Partido Democrático da Costa do Marfim (Parti Démocratique de la Côte d'Ivoire). Entre 1950 e 1954, foi construído seu porto. Em 1958, foi proclamada a República da Costa do Marfim, como república autônoma dentro da Communauté française (Comunidade Francesa) e, em 1960, alcançou a independência plena.

Foi eleito presidente Félix Houphouët-Boigny, líder do Parti Démocratique de la Côte d'Ivoire--Rassemblement Démocratique Africain, até 1990 foi a única agremiação política legal no país. Com um alinhamento político pró-ocidental, a Costa do Marfim esteve em foco na década de 1970, ao tentar intervir pela via das negociações na resolução do apartheid na África do Sul.

As eleições de 1990, a primeira em que houve uma disputa real pelo poder, foram disputadas por todos os partidos políticos já legalizados, tendo o presidente Houphouët-Boigny sido reeleito para um sétimo mandato. Também em 1990 o Papa João Paulo II visitou a Costa do Marfim, onde consagrou, em Yamoussoukro, uma suntuosa basílica, oficialmente construída às expensas do presidente. Houphouët-Boigny, apesar de numerosas tentativas de golpes de estado e da instabilidade social provocada por crises econômicas, manteve-se no poder desde a independência até dezembro de 1993, quando faleceu.

O antigo presidente da Assembléia Nacional (Parlamento), Henri Konan Bedié, assumiu a presidência da República em 1993 e foi confirmado no cargo em 1995. No dia 24 de dezembro de 1999, um golpe de Estado, comandado pelo general Robert Guel (Robert Guéï), destituiu o presidente Konan Bedié, que se refugiou na Embaixada da França e depois no Togo. O general Guel convocou todos os partidos políticos para formarem um governo de transição e prometeu que o retorno à democracia seria rápido. Esse foi o primeiro golpe de estado no país desde a sua independência em 1960.

Robert Guéï foi assassinado durante um levantamento encabeçado pelo Movimento Patriótico da Costa do Marfim em 2002. Foi sucedido por Laurent Gbagbo.

A Costa do Marfim desempenha importante papel na África e dentro da Entente.

Guerra civil da Costa do Marfim (2002-2004): O norte se rebelou. 10.000 boinas azuis da ONUCM (Força de Paz da ONU na Costa do Marfim), dentre os quais 4600 soldados franceses da Licorne (operação militar francesa para a Costa do Marfim) foram posicionadas entre os beligerantes.

Clima


A Costa do Marfim situa-se em plena região tropical, com o clima habitual destas zonas; a temperatura média situa-se nos 30°C (descendo ligeiramente à noite) durante praticamente todo o ano, com exceção da estação das chuvas onde a temperatura baixa para os 25°C. Há duas estações de chuvas (de Maio a Agosto e, com menos intensidade, em Novembro). Há duas grandes zonas climáticas; no Norte a paisagem é árida sendo o clima quente e seco; o Sul é bastante úmido com vegetação muito rica.

O clima da costa do marfim é tropical, ao longo da costa é semi-árido no extremo norte, muito quente e seco, no norte durante o dia e a noite chega a quase entre 20 e 25°C. E no sul o clima já muda, é bastante úmido, o que possibilita o cultivo de plantas.

Demografia



76% da população é cidadã da Costa do Marfim e fala, predominantemente, francês. Desde que se estabeleceu como uma das economicamente mais prósperas nações de África ocidental que cerca de 20 % da sua população consiste em trabalhadores da vizinha Libéria, Burkina Faso e Guiné. Este fato tem originado permanentemente uma tensão crescente em anos recentes, principalmente devido ao facto de que grande parte destes trabalhadores são muçulmanos, enquanto que a população natural da Costa do Marfim é, essencialmente Cristã (principalmente católica romana) e animista. Ainda que não totalmente branca, 4% da população é de origem não africana. Há muitos descendentes de libaneses,cidadãos franceses, britânicos, e espanhóis. Há ainda uma minoria de missionários protestantes norte-americanos e canadianos. Ultimamente, cerca de 50 000 franceses e outros europeus têm saído da Costa do Marfim devido a fortes tensões sociais incitadas pelas forças revolucionárias locais que clamam ser contra a ocupação estrangeira em seu território, especialmente contra os franceses.

Economia




Rodovia no centro de Abidjã, capital de facto do país.
A economia da Costa do Marfim é baseada no cultivo principalmente do cacau, ele é um dos maiores exportadores do mundo, o maior exportador de óleo de palma (256 mil toneladas) e o terceiro produtor de algodão (106 mil toneladas de fibras - 1995) - ainda que a dívida desse pais chega a quase 15608 milhões. As produções de borracha (83 mil toneladas - 1995) e de copra (43 mil toneladas - 1995), inexistentes antes 1960, bem como as lavouras de abacaxi (170 mil toneladas - 1995), bananas (211 mil toneladas - 1995) e açúcar (125 mil toneladas - 1995), se tornaram itens importantes da balança comercial. A recuperação do setor de madeira, que, em 1988, correspondia a um terço da receita de exportação, é mais recente.

No setor da pecuária e diante do problema de abastecimento em proteínas animais, a Côte d’Ivoire é obrigada a importar grandes quantidades de carne. Portanto, um amplo programa visando a desenvolver o potencial nacional foi lançado.

A economia também é baseada nas 1.600 indústrias do país, no total em todos os setores são 2.283 empresas privadas e 140 em que o estado é acionista majoritário. 74% das empresas se encontram na região de Abidjã, 4% em Bouaké e 2% em San Pedro, 20% em outras regiões. O sistema bancário marfinense é um dos mais desenvolvidos da África. Ele é composto de um banco de desenvolvimento, de 16 bancos comerciais, de uma dezena de representações internacionais e de 16 estabelecimentos financeiros. A Côte d’Ivoire pertence à “zona franca”, institucionalizada pela União Monetária Oeste Africana. Os sete estados membros (Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Níger, Senegal e Togo) entregaram a emissão da moeda, o Franco CFA, e de maneira geral, as suas políticas monetárias a uma instituição, o Banco Central dos Estados da África do Oeste, cuja sede fica em Dacar (Senegal).

A Costa do Marfim é o maior produtor e exportador de cacau do mundo. Entre os principais produtos de exportação estão: banana, abacaxi, café e, até a segunda metade do século XX, era o maior explorador de marfim, daí o nome do país.

Cultura

Esporte

O Futebol é o esporte mais praticado do país, a seleção marfinense de futebol se classificou para as copas do mundo de 2006 e 2010,7 mas não conseguiu classificação para as oitavas de final, porém, venceu a Copa das Nações Africanas de 1992 e a seleção conta com as estrelas Didier Drogba, Salomon Kalou e Kolo Touré que brilham nos principais clubes da Europa. O Rugby tem também papel de destaque na história esportiva da Costa do Marfim é um esporte bem disputado e foi introduzido no país pela colonização francesa, outros
esportes ainda incluem o Basquetebol e Atletismo.


Ivory Coast (i/ˌaɪvəri ˈkoʊst/) or Côte d'Ivoire (i/ˌkoʊt dɨˈvwɑr/; French: [kot d‿ivwaʁ] ( listen)), officially the Republic of Côte d'Ivoire (French: République de Côte d'Ivoire), is a country in West Africa. It has an area of 322,462 square kilometres (124,503 sq mi), and borders the countries Liberia, Guinea, Mali, Burkina Faso, and Ghana; its southern boundary is along the Gulf of Guinea. The country's population was 15,366,672 in 1998[5] and was estimated to be 20,617,068 in 2009. Ivory Coast's first national census in 1975 counted 6.7 million inhabitants.

Prior to its colonization by Europeans, Ivory Coast was home to several states, including Gyaaman, the Kong Empire, and Baoulé. There were two Anyi kingdoms, Indénié and Sanwi, which attempted to retain their separate identity through the French colonial period and after independence. An 1843–1844 treaty made Ivory Coast a protectorate of France and in 1893, it became a French colony as part of the European scramble for Africa. Ivory Coast became independent on 7 August 1960. From 1960 to 1993, the country was led by Félix Houphouët-Boigny. It maintained close political and economic association with its West African neighbours, while at the same time maintaining close ties to the West, especially to France. Since the end of Houphouët-Boigny's rule, Ivory Coast has experienced one coup d’état, in 1999, and a civil war, which broke out in 2002. A political agreement between the government and the rebels brought a return to peace.

Ivory Coast is a republic with a strong executive power invested in the President of Ivory Coast. Its de jure capital is Yamoussoukro and the biggest city is the port city of Abidjan. The country is divided into 19 regions and 81 departments. It is a member of the Organisation of Islamic Cooperation, African Union, La Francophonie, Latin Union, Economic Community of West African States and South Atlantic Peace and Cooperation Zone. Through production of coffee and cocoa, the country was an economic powerhouse during the 1960s and 1970s in West Africa. However, Ivory Coast went through an economic crisis in the 1980s, leading to the country's period of political and social turmoil. The 21st century Ivoirian economy is largely market-based and relies heavily on agriculture, with smallholder cash crop production being dominant.

The official language is French, although many of the local languages are widely used, including Baoulé, Dioula, Dan, Anyin and Cebaara Senufo. The main religions are Islam, Christianity (primarily Roman Catholic) and various indigenous religions.


Names

Portuguese and French merchant-explorers in the 15th and 16th centuries divided the west coast of Africa, very roughly, into five coasts reflecting local economies. The coast that the French named the Côte d'Ivoire and the Portuguese named the Costa do Marfim—both, literally, being "Ivory Coast"—lay between what was known as the Guiné de Cabo Verde, so-called "Upper Guinea" at Cabo Verde, and Lower Guinea. There were also a "Grain Coast", a "Gold Coast", and a "Slave Coast", and, like those three, the name "Ivory Coast" reflected the major trade that occurred on that particular stretch of the coast: the export of ivory.

Other names for the coast of ivory included the Côte de Dents, literally "Teeth Coast", again reflecting the trade in ivory; the Côte de Quaqua, after the people that the Dutch named the Quaqua (alternatively Kwa Kwa); the Coast of the Five and Six Stripes, after a type of cotton fabric also traded there; and the Côte du Vent, the Windward Coast, after perennial local off-shore weather conditions. One can find the name Cote de(s) Dents regularly used in older works.It was used in Duckett's Dictionnaire (Duckett 1853) and by Nicolas Villault de Bellefond, for examples, although Antoine François Prévost used Côte d'Ivoire. But in the 19th century it died out in favour of Côte d'Ivoire.

The coastline of the modern state is not quite coterminous with what the 15th and 16th century merchants knew as the "Teeth" or "Ivory" coast, which was considered to stretch from Cape Palmas to Cape Three Points and which is thus now divided between the modern states of Ghana and Ivory Coast (with a minute portion of Liberia). But it retained the name through French rule and independence in 1960. The name had long since been translated literally into other languages which the post-independence government considered to be increasingly troublesome whenever its international dealings extended beyond the Francophone sphere. Therefore, in April 1986, the government declared Côte d'Ivoire (or, more fully, République de Côte d'Ivoire[22]) to be its formal name for the purposes of diplomatic protocol, and officially refuses to recognize or accept any translation from French to another language in its international dealings.

Despite the Ivorian government's request, the English translation "Ivory Coast" (sometimes "the Ivory Coast") is still frequently used in English, by various media outlets and publications


Land migration





Prehistoric polished stone celt from Boundiali in northern Ivory Coast. Photo taken at the IFAN Museum of African Arts in Dakar, Senegal.
The first human presence in Ivory Coast has been difficult to determine because human remains have not been well preserved in the country's humid climate. However, the presence of newly found weapon and tool fragments (specifically, polished axes cut through shale and remnants of cooking and fishing) has been interpreted as a possible indication of a large human presence during the Upper Paleolithic period (15,000 to 10,000 BC), or at the minimum, the Neolithic period.

The earliest known inhabitants of Ivory Coast have left traces scattered throughout the territory. Historians believe that they were all either displaced or absorbed by the ancestors of the present indigenous inhabitants, who migrated south into the area before the 16th century. Such groups included the Ehotilé (Aboisso), Kotrowou (Fresco), Zéhiri (Grand Lahou), Ega and Diès (Divo).

Pre-Islamic and Islamic periods[edit source]

The first recorded history is found in the chronicles of North African (Berber) traders, who, from early Roman times, conducted a caravan trade across the Sahara in salt, slaves, gold, and other goods. The southern terminals of the trans-Saharan trade routes were located on the edge of the desert, and from there supplemental trade extended as far south as the edge of the rain forest. The more important terminals—Djenné, Gao, and Timbuctu—grew into major commercial centres around which the great Sudanic empires developed.

By controlling the trade routes with their powerful military forces, these empires were able to dominate neighbouring states. The Sudanic empires also became centres of Islamic education. Islam had been introduced in the western Sudan (today's Mali) by Muslim Berber traders from North Africa; it spread rapidly after the conversion of many important rulers. From the eleventh century, by which time the rulers of the Sudanic empires had embraced Islam, it spread south into the northern areas of contemporary Ivory Coast.

The Ghana empire, the earliest of the Sudanic empires, flourished in present-day eastern Mauritania from the fourth to the thirteenth century. At the peak of its power in the eleventh century, its realms extended from the Atlantic Ocean to Timbuctu. After the decline of Ghana, the Mali Empire grew into a powerful Muslim state, which reached its apogee in the early part of the fourteenth century. The territory of the Mali Empire in Ivory Coast was limited to the north-west corner around Odienné.

Its slow decline starting at the end of the fourteenth century followed internal discord and revolts by vassal states, one of which, Songhai, flourished as an empire between the fourteenth and sixteenth centuries. Songhai was also weakened by internal discord, which led to factional warfare. This discord spurred most of the migrations of peoples southward toward the forest belt. The dense rain forest, covering the southern half of the country, created barriers to the large-scale political organizations that had arisen in the north. Inhabitants lived in villages or clusters of villages; their contacts with the outside world were filtered through long-distance traders. Villagers subsisted on agriculture and hunting.

Pre-European era


Pre-Colonial kingdoms.
Five important states flourished in Ivory Coast in the pre-European era. The Muslim Kong Empire was established by the Juula in the early eighteenth century in the north-central region inhabited by the Sénoufo, who had fled Islamization under the Mali Empire. Although Kong became a prosperous center of agriculture, trade, and crafts, ethnic diversity and religious discord gradually weakened the kingdom. The city of Kong was destroyed in 1895 by Samori Ture.

The Abron kingdom of Gyaaman was established in the seventeenth century by an Akan group, the Abron, who had fled the developing Ashanti confederation of Asanteman in what is present-day Ghana. From their settlement south of Bondoukou, the Abron gradually extended their hegemony over the Dyula people in Bondoukou, who were recent émigrés from the market city of Begho. Bondoukou developed into a major centre of commerce and Islam. The kingdom's Quranic scholars attracted students from all parts of West Africa. In the mid-seventeenth century in east-central Ivory Coast, other Akan groups' fleeing the Asante established a Baoulé kingdom at Sakasso and two Agni kingdoms, Indénié and Sanwi.

The Baoulé, like the Ashanti, developed a highly centralized political and administrative structure under three successive rulers. It finally split into smaller chiefdoms. Despite the breakup of their kingdom, the Baoulé strongly resisted French subjugation. The descendants of the rulers of the Agni kingdoms tried to retain their separate identity long after Ivory Coast's independence; as late as 1969, the Sanwi attempted to break away from Ivory Coast and form an independent kingdom. Michael Jackson visited Krinjabo, the capital of Sanwi, in 1992 and met with the king. The current king of Sanwi is Nana Amon Ndoufou V (since 2002).

Establishment of French rule

Compared to neighbouring Ghana, Ivory Coast suffered little from the slave trade, as European slaving and merchant ships preferred other areas along the coast with better harbours. The earliest recorded European voyage to West Africa was made by the Portuguese and took place in 1482. The first West African French settlement, Saint Louis, was founded in the mid-seventeenth century in Senegal while, at about the same time, the Dutch ceded to the French a settlement at Goree Island off Dakar. A French mission was established in 1637 Assinie near the border with the Gold Coast (now Ghana).

Assinie's survival was precarious, however. It was not until the mid-nineteenth century that the French were firmly established in Ivory Coast. In 1843–1844, French admiral Bouët-Willaumez signed treaties with the kings of the Grand Bassam and Assinie regions, placing their territories under a French protectorate. French explorers, missionaries, trading companies, and soldiers gradually extended the area under French control inland from the lagoon region. Pacification was not accomplished until 1915.

Activity along the coast stimulated European interest in the interior, especially along the two great rivers, the Senegal and the Niger. Concerted French exploration of West Africa began in the mid-nineteenth century but moved slowly, based more on individual initiative than on government policy. In the 1840s, the French concluded a series of treaties with local West African rulers that enabled the French to build fortified posts along the Gulf of Guinea to serve as permanent trading centres.





Louis-Gustave Binger of French West Africa in 1892 treaty signing with Famienkro leaders, in present day N'zi-Comoé Region, Ivory Coast.
The first posts in Ivory Coast included one at Assinie and another at Grand Bassam, which became the colony's first capital. The treaties provided for French sovereignty within the posts, and for trading privileges in exchange for fees or coutumes paid annually to the local rulers for the use of the land. The arrangement was not entirely satisfactory to the French, because trade was limited and misunderstandings over treaty obligations often arose. Nevertheless, the French government maintained the treaties, hoping to expand trade.

France also wanted to maintain a presence in the region to stem the increasing influence of the British along the Gulf of Guinea coast. The French built naval bases to keep out non-French traders and began a systematic conquest of the interior. (They accomplished this only after a long war in the 1890s against Mandinka forces, mostly from Gambia. Guerrilla warfare by the Baoulé and other eastern groups continued until 1917).[citation needed]

The defeat of France in the Franco-Prussian War in 1871 and the subsequent annexation by Germany of the French province of Alsace Lorraine caused the French government to abandon its colonial ambitions and withdraw its military garrisons from its French West African trading posts, leaving them in the care of resident merchants. The trading post at Grand Bassam in Ivory Coast was left in the care of a shipper from Marseille, Arthur Verdier, who in 1878 was named Resident of the Establishment of Ivory Coast.

In 1886, to support its claims of effective occupation, France again assumed direct control of its West African coastal trading posts and embarked on an accelerated program of exploration in the interior. In 1887 Lieutenant Louis Gustave Binger began a two-year journey that traversed parts of Ivory Coast's interior. By the end of the journey, he had concluded four treaties establishing French protectorates in Ivory Coast. Also in 1887, Verdier's agent, Marcel Treich-Laplène, negotiated five additional agreements that extended French influence from the headwaters of the Niger River Basin through Ivory Coast

French colonial era





Arrival in Kong of new French West Africa governor Louis-Gustave Binger in 1892.
By the end of the 1880s, France had established what passed for control over the coastal regions of Ivory Coast, and in 1889 Britain recognized French sovereignty in the area. That same year, France named Treich-Laplène titular governor of the territory. In 1893 Ivory Coast was made a French colony, and then Captain Binger was appointed governor. Agreements with Liberia in 1892 and with Britain in 1893 determined the eastern and western boundaries of the colony, but the northern boundary was not fixed until 1947 because of efforts by the French government to attach parts of Upper Volta (present-day Burkina Faso) and French Sudan (present-day Mali) to Ivory Coast for economic and administrative reasons.

France's main goal was to stimulate the production of exports. Coffee, cocoa and palm oil crops were soon planted along the coast. Ivory Coast stood out as the only West African country with a sizeable population of settlers; elsewhere in West and Central Africa, the French and British were largely bureaucrats.[citation needed] As a result, French citizens owned one third of the cocoa, coffee and banana plantations and adopted a forced-labour system.

Throughout the early years of French rule, French military contingents were sent inland to establish new posts. Some of the native population resisted French penetration and settlement. Among those offering greatest resistance was Samori Ture, who in the 1880s and 1890s was establishing the Wassoulou Empire, which extended over large parts of present-day Guinea, Mali, Burkina Faso, and Ivory Coast. Samori Ture's large, well-equipped army, which could manufacture and repair its own firearms, attracted strong support throughout the region. The French responded to Samori Ture's expansion of regional control with military pressure. French campaigns against Samori Ture, which were met with fierce resistance, intensified in the mid-1890s until he was captured in 1898.

France's imposition of a head tax in 1900 to support the colony in a public works program, provoked a number of revolts. Ivoirians viewed the tax as a violation of the terms of the protectorate treaties, because they thought that France was demanding the equivalent of a coutume from the local kings, rather than the reverse. Much of the population, especially in the interior, considered the tax a humiliating symbol of submission. In 1905, the French officially abolished slavery in most of French West Africa.





Samori Touré
From 1904 to 1958, Ivory Coast was a constituent unit of the Federation of French West Africa. It was a colony and an overseas territory under the Third Republic. Until the period following World War II, governmental affairs in French West Africa were administered from Paris. France's policy in West Africa was reflected mainly in its philosophy of "association", meaning that all Africans in Ivory Coast were officially French "subjects", but without rights to representation in Africa or France.

French colonial policy incorporated concepts of assimilation and association. Based on an assumption of the superiority of French culture over all others, in practice the assimilation policy meant extension of the French language, institutions, laws, and customs in the colonies. The policy of association also affirmed the superiority of the French in the colonies, but it entailed different institutions and systems of laws for the colonizer and the colonized. Under this policy, the Africans in Ivory Coast were allowed to preserve their own customs insofar as they were compatible with French interests.

An indigenous elite trained in French administrative practice formed an intermediary group between the French and the Africans. Assimilation was practiced in Ivory Coast to the extent that after 1930, a small number of Westernized Ivoirians were granted the right to apply for French citizenship. Most Ivoirians, however, were classified as French subjects and were governed under the principle of association. As subjects of France, they had no political rights. They were drafted for work in mines, on plantations, as porters, and on public projects as part of their tax responsibility. They were expected to serve in the military and were subject to the indigénat, a separate system of law.

In World War II, the Vichy regime remained in control until 1943, when members of General Charles de Gaulle's provisional government assumed control of all French West Africa. The Brazzaville Conference of 1944, the first Constituent Assembly of the Fourth Republic in 1946, and France's gratitude for African loyalty during World War II led to far-reaching governmental reforms in 1946. French citizenship was granted to all African "subjects," the right to organize politically was recognized, and various forms of forced labour were abolished.

Until 1958, governors appointed in Paris administered the colony of Ivory Coast, using a system of direct, centralized administration that left little room for Ivoirian participation in policy making. Whereas British colonial administration adopted divide-and-rule policies elsewhere, applying ideas of assimilation only to the educated elite, the French were interested in ensuring that the small but influential elite was sufficiently satisfied with the status quo to refrain from any anti-French sentiment. Although strongly opposed to the practices of association, educated Ivoirians believed that they would achieve equality with their French peers through assimilation rather than through complete independence from France. But, after the assimilation doctrine was implemented entirely through the postwar reforms, Ivoirian leaders realized that even assimilation implied the superiority of the French over the Ivoirians, and that discrimination and political inequality would end only with independence.




Costa de Marfil3 (en francés y oficialmente: République de Côte d’Ivoire o sencillamente Côte d’Ivoire) es un país ubicado en África occidental. Limita con Liberia y Guinea al oeste; Malí y Burkina Faso al norte; Ghana al este, y con el golfo de Guinea al sur. Costa de Marfil es el 53° país más poblado y el 68° más grande del mundo, con una población estimada de 20 millones de habitantes y un área de 322.462 km². Su capital es Yamusukro.

Toponimia

El nombre le fue dado por los colonos franceses debido a que en la región se practicaba un intenso comercio de este material extraído de los colmillos del elefante africano. En los años ochenta, el gobierno del país pidió que se utilizase el nombre francés, Côte d’Ivoire, en todos los idiomas, para evitar la confusión causada por la diversidad de los exónimos (Ivory Coast, Costa de Marfil, Elfenbeinküste, Norsunluurannikko, etcétera). Sin embargo, la Asociación de Academias de la Lengua Española continúa utilizando el nombre tradicional en español.

Historia

Artículo principal: Historia de Costa de Marfil.

La historia propia de Costa de Marfil es virtualmente desconocida, aunque se cree que existió ahí una cultura neolítica. Desde el siglo XVIII, el país fue invadido por dos grupos relacionados con los grupos akan. En 1843-1844, el almirante Bouet-Williaumez firmó tratados con los reyes de las regiones del Gran Bassam y Assinie, poniendo sus territorios bajo protectorado francés.

Período precolonial

El territorio está habitado desde el paleolítico superior, como prueban algunos restos encontrados, pese a las dificultades para la arqueología por las condiciones del terreno y por la falta de tradición de excavaciones en el país. En la época antigua en el norte se establecieron pueblos saharianos y en el sur los Krus, venidos de Liberia. Los diferentes pueblos se organizaron en ciudades-estado que sobrevivían gracias a las rutas comerciales y sin límites precisos.

Los primeros colonizadores europeos fueron los portugueses, quienes bautizaron al país por la cantidad de marfil que encontraron. A finales del siglo XVIII se inició el colonialismo francés, con la conversión al catolicismo de los principales líderes tribales, aunque no se convirtió en propiedad oficial de Francia hasta 1893.

Período francés

Francia hizo su primer contacto con Costa de Marfil en 1637, cuando llegaron misioneros a Assinie, cerca de la frontera de la Costa de Oro (hoy Ghana), y se convirtió oficialmente en colonia el 10 de marzo de 1893. El capitán Binger, quien había explorado la frontera de la Costa de Oro, fue nombrado el primer gobernador. Negoció tratados limítrofes con Liberia y el Reino Unido (por la Costa de Oro). Exploradores, misioneros, compañías comerciales y soldados franceses extendieron gradualmente el área bajo control francés tierra adentro desde la región de la laguna. No obstante, la pacificación no se cumplió hasta 1915.

De 1904 hasta 1958 fue una unidad constituyente de la federación de África Occidental Francesa, administrada desde París. Fue colonia y territorio de ultramar bajo la Tercera República.

Durante la Segunda Guerra Mundial, el régimen de Vichy permaneció en el control hasta 1943. Tras los enfrentamientos, la ciudadanía francesa fue concedida a todos los "sujetos" africanos, se reconoció el derecho a organizarse políticamente y varias formas de trabajo forzado fueron abolidas.[cita requerida]

Se alcanzó un punto decisivo en las relaciones con Francia con el Acta de Reforma de Ultramar (Loi Cadre) de 1956, la cual transfería un número de poderes desde París a gobiernos territoriales elegidos en África Occidental Francesa y también removía las restantes inequidades votantes.

Independencia

En diciembre de 1958, Costa de Marfil se convertía en una república autónoma dentro de la Comunidad Francesa como resultado de un referéndum que trajo el estatus de comunidad a todos los miembros de la antigua federación de África Occidental Francesa excepto Guinea, la cual había votado contra la asociación. Costa de Marfil se independizó el 7 de agosto de 1960, y permitió que su membresía comunitaria caducara. Estableció la ciudad comercial de Abiyán como su capital.

La historia política contemporánea de Costa de Marfil está asociada de cerca con la carrera de Félix Houphouët-Boigny, presidente de la república y líder del Parti Démocratique de la Côte d’Ivoire (PDCI) hasta su muerte, el 7 de diciembre de 1993. Fue uno de los fundadores de la Rassemblement Démocratique Africain (RDA), el principal partido político interterritorial pre-independencia para todos los territorios africanos occidentales franceses excepto Mauritania.

Houphouët-Boigny vino primero a la prominencia política en 1944 como fundador del Syndicat Agricole Africain, una organización que ganó condiciones mejoradas para los granjeros africanos y formó un núcleo para el PDCI. Tras la Segunda Guerra, fue elegido por un estrecho margen para la primera Asamblea Consituyente. Representando a Costa de Marfil en la Asamblea Nacional Francesa desde 1946 hasta 1959, dedicó gran parte de su esfuerzo a la organización política interterritorial y posterior mejoramiento de las condiciones laborales. Tras sus trece años de servicio en la Asamblea Nacional Francesa, incluyendo casi tres años como ministro en el gobierno francés, se convirtió en el primer ministro de Côte d'Ivoire en abril de 1959, y al año siguiente fue elegido como su primer presidente.

En mayo de 1959, Houphouët-Boigny reforzó su posición como figura dominante en África Occidental al llevar a Costa de Marfil, Níger, Alto Volta (Burkina Faso), y Dahomey (Benín) al Consejo de la Entente, una organización regional que promovía el desarrollo económico. Mantuvo que el camino hacia la solidaridad africana era a través de la cooperación económica y política paso-a-paso, reconociendo el principio de la no intervención en los asuntos de otros estados africanos.

Las primeras elecciones multipartidarias se realizaron en octubre de 1990 y Houphouët-Boigny ganó de forma convincente con más del 85% de los votos.

Tras la muerte de Houphouët-Boigny[editar fuente]

Houphouët-Boigny murió el 7 de diciembre de 1993, y fue sucedido por su diputado Henri Konan Bédié quien era presidente del Parlamento.

Fue derrocado el 24 de diciembre de 1999 por el general Robert Guéï, un ex comandante de ejército sacado por Bédié. Este fue el primer golpe de estado en la historia de Costa de Marfil. Siguió un descenso de la actividad económica y la junta prometió devolver el país al gobierno democrático en el año 2000.

Guéï permitió que se hicieran elecciones al año siguiente, pero cuando éstas fueron ganadas por Laurent Gbagbo, él se rehusó en un principio a aceptar su derrota. Pero las protestas callejeras lo obligaron a renunciar y Gbagbo se convirtió en presidente el 26 de octubre de 2000.

El 19 de septiembre de 2002, surgió una rebelión en el norte y el oeste y el país quedó dividido en tres partes. Ocurrieron asesinatos masivos, notablemente en Abiyán desde el 25 hasta el 27 de marzo, cuando fuerzas del gobierno mataron a más de 200 protestantes, y el 20 y 21 de junio en Bouaké y Korhogo, donde las purgas llevaron a la ejecución de más de 100 personas. Un proceso de reconciliación bajo auspicios internacionales comenzó en 2003. Varias miles de tropas francesas y africanas occidentales permanecieron en Costa de Marfil para mantener la paz y a ayudar a implementar los acuerdos de paz.

Se suponía que se llevaría a cabo un desarme el 15 de octubre de 2004, pero fue un fracaso. Costa de Marfil ahora está dividida entre el líder rebelde Guillaume Soro y el presidente Laurent Gbagbo, quien ha bloqueado los avances diplomáticos hechos en Marcoussis y Accra—de las leyes relacionadas con las reformas políticas prometidas por Gbagbo en Accra, sólo dos de diez se han votado hasta ahora. El lado rebelde tampoco ha mantenido sus promesas, lo cual resulta en un estado de guerra cuasi–civil.

La frustración es ahora un sentimiento dominante en la población, especialmente debido a que la calidad de vida promedio ha caído desde la era de Félix Houphouët-Boigny. La responsabilidad por el empeoramiento de la situación es ampliamente atribuida al pueblo del Norte, aunque la calidad de vida bajo el gobierno de Houphouët-Boigny fue debido principalmente al patrocinio a través del sistema "Françafrique" (diseñado para consolidar la influencia de Francia en África), y la economía funcionó principalmente gracias a una mal pagada clase trabajadora burkinabé e inmigrantes de Malí.

Las tensiones entre Costa de Marfil y Francia aumentaron el 6 de noviembre de 2004, después que ataques aéreos marfileños mataron a 9 soldados franceses y a un trabajador de socorro. En respuesta, las fuerzas francesas atacaron el aeropuerto de Yamusukro, destruyendo todos los aviones de la fuerza aérea marfileña. Violentas protestas surgieron en Abiyán y Yamusukro, y estuvieron marcadas por la violencia entre marfileños y soldados franceses. Miles de extranjeros, especialmente ciudadanos franceses, evacuaron las dos ciudades.

Costa de Marfil, ex-colonia francesa, obtuvo su independencia en 1960. Su primer presidente después de la independencia fue Félix Houphouët-Boigny hasta su muerte en 1993. Luego fue elegido Henri Konan Bédié que mantuvo el perfil que dio estabilidad política y desarrollo económico al país. Después vino el militar golpista Robert Guéï, que fue asesinado por un golpe de Estado fallido de Mouvement Patriotique de Côte d'Ivoire en 2002. El 26 de octubre de 2000 ocupó el cargo Laurent Gbagbo.

Entre 2002 y 2004 se produjo la Guerra civil en Costa de Marfil.

La situación se desarrolló en tranquilidad hasta las elecciones democráticas realizadas en diciembre del 2010, que a dos días de terminadas ambos candidatos se proclamaron vencedores
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Referência para busca:
Costa Marfim áfrica francês
Fotos de Costa do Marfim.

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