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Alemanha



DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: Rep�blica Federal da Alemanha (Bundesrepublik Deutschland).
Nacionalidade: alem�.
Data nacional: 3 de outubro (Reunifica��o).
Capital: Berlim.
Cidades principais: Berlim (3.446.600), Hamburgo (1.706.800), Munique (1.216.500), Col�nia (965.000), Frankfurt-am-Main (646.800) (1997).
Idioma: alem�o (oficial), dialetos regionais.
Religi�o: cristianismo 85,1% (cat�licos 42,9%, luteranos 41,6%, calvinistas 0,6%), islamismo 2,7%, juda�smo 0,1%, outras 12,1% (ex-Alemanha Ocidental) (1987); cristianismo 54% (protestantes 47%, cat�licos 7%), sem filia��o 46% (ex-Alemanha Oriental) (1990).

GEOGRAFIA:
Localiza��o: centro-norte da Europa.
Hora local: +4h.
�rea: 356.733 km2.
Clima: temperado.
�rea de floresta: 107 mil km2 (1995).

POPULA��O:
Total: 84,2 milh�es (2006), sendo alem�es 95%, turcos 2%, outros 3% (1996).
Densidade: 230,42 hab./km2.
Popula��o urbana: 87% (1998).
Popula��o rural: 13% (1998).
Crescimento demogr�fico: 0,1% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 1,3 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 74/80 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 5 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: menor do que 5% (2000).
IDH (0-1): 0,911 (1998).

POL�TICA:
Forma de governo: Rep�blica parlamentarista.
Divis�o administrativa: 16 estados.
Principais partidos: Social-Democrata (SPD), Uni�o Democrata-Crist� (CDU), Uni�o Social-Crist� (CSU), Verde.
Legislativo: bicameral - Conselho Federal, com 69 membros que representam os estados (o n�mero de cadeiras e os mandatos variam de acordo com o estado); Assembl�ia Federal, com 672 deputados eleitos por voto direto para mandato de 4 anos. Constitui��o em vigor: 1949.

ECONOMIA:
Moeda: Euro.
PIB: US$ 2,1 trilh�es (1998).
PIB agropecu�ria: 1,3% (1998).
PIB ind�stria: 30,7% (1998).
PIB servi�os: 68% (1998).
Crescimento do PIB: 1,5% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 26.570 (1998).
For�a de trabalho: 41 milh�es (1998).
Agricultura: batata, beterraba, cevada, trigo.
Pecu�ria: bovinos, su�nos, ovinos, aves.
Pesca: 318,8 mil t (1997).
Minera��o: carv�o, linhito, minerio de ferro, sais de pot�ssio, turfa.
Ind�stria: equipamentos de transporte, m�quinas (n�o el�tricas), aliment�cia, qu�mica, automobil�stica.
Exporta��es: US$ 539,7 bilh�es (1998).
Importa��es: US$ 466,6 bilh�es (1998).
Principais parceiros comerciais: pa�ses-membros da UE (principal: Fran�a).

DEFESA:
Efetivo total: 333,5 mil (1998).
Gastos: US$ 32,4 bilh�es (1998).

RELA��ES EXTERIORES:
Organiza��es: Banco Mundial, FMI, G-7, OCDE, OMC, ONU, Otan, UE .
Embaixada: Tel. (61) 3443-7330, fax (61) 3443-7508, e-mail: germanembassy@terra.com.br - Bras�lia, DF.



Alemanha (em alem�o: Deutschland), oficialmente Rep�blica Federal da Alemanha (em alem�o: Bundesrepublik Deutschland, AFI: [ˈbʊndəsʁepuˌbliːk ˈdɔʏtʃlant] ou�a), � um pa�s localizado na Europa central. � limitado a norte pelo Mar do Norte, Dinamarca e pelo Mar B�ltico, a leste pela Pol�nia e pela Rep�blica Checa, a sul pela �ustria e pela Su��a e a oeste pela Fran�a, Luxemburgo, B�lgica e Pa�ses Baixos. O territ�rio da Alemanha abrange 357 021 quil�metros quadrados e � influenciado por um clima temperado sazonal. Com 81,8 milh�es de habitantes em janeiro de 2010,2 o pa�s tem a maior popula��o entre os Estados membros da Uni�o Europeia e � tamb�m o lar da terceira maior popula��o de migrantes internacionais em todo o mundo.

A regi�o chamada Germ�nia habitada por v�rios povos germ�nicos foi conhecida e documentada pelos romanos antes de 100 d.C. A partir do s�culo X, os territ�rios alem�es formaram a parte central do Sacro Imp�rio Romano-Germ�nico, que durou at� 1806. Durante o s�culo XVI, o norte da Alemanha tornou-se o centro da Reforma Protestante. Como um moderno Estado-na��o, o pa�s foi unificado pela primeira vez em consequ�ncia da Guerra Franco-Prussiana em 1871. Em 1949, ap�s a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi dividida em dois estados, a Alemanha Ocidental, oficialmente "Rep�blica Federal da Alemanha", e a Alemanha Oriental, oficialmente "Rep�blica Democr�tica Alem�", ao longo das linhas de ocupa��o aliadas. A Alemanha foi reunificada em 1990. A Alemanha Ocidental foi um dos membros fundadores da Comunidade Europeia (CE), em 1957, que posteriormente se tornou na Uni�o Europeia, em 1993. O pa�s � parte do espa�o Schengen e adotou a moeda europeia, o euro, em 1999.

A Alemanha � uma rep�blica parlamentar federal de dezesseis estados (L�nder) . A capital e maior cidade do pa�s � Berlim, localizada no norte do territ�rio alem�o. O pa�s � membro das Na��es Unidas, da OTAN, G8, G20, da OCDE e da OMC. � uma grande pot�ncia com a quarta maior economia do mundo por PIB nominal e a quinta maior em paridade do poder de compra. � o segundo maior exportador e o segundo maior importador de mercadorias. Em termos absolutos, a Alemanha atribui o segundo maior or�amento anual de ajudas ao desenvolvimento no mundo,9 enquanto est� em sexto lugar em despesas militares. O pa�s tem desenvolvido um alto padr�o de vida e estabeleceu um sistema global de seguran�a social. A Alemanha ocupa uma posi��o-chave nos assuntos europeus e mant�m uma s�rie de parcerias estreitas em um n�vel global. O pa�s tamb�m � reconhecido como l�der cient�fico e tecnol�gico em v�rios dom�nios

Povos germ�nicos e cristianiza��o da Germ�nia




Assume-se que a etnog�nese dos povos germ�nicos ocorreu durante a Idade do Bronze n�rdica ou, ao mais tardar, durante a Idade do Ferro pr�-romana. A partir do sul da Escandin�via e do norte da atual Alemanha, as "tribos" come�aram, no s�culo I a.C., a se expandir para o sul, leste e oeste e entraram em contato com os povos celtas da G�lia, e tamb�m com povos iranianos, b�lticos e eslavos. Pouco se sabe sobre a hist�ria germ�nica antes disso, exceto atrav�s das suas intera��es com o Imp�rio Romano, de pesquisas etimol�gicas e de achados arqueol�gicos.



Por ordens do imperador Augusto, o general romano P�blio Quint�lio Varo come�ou a invadir a Germ�nia (um termo usado pelos romanos para definir um territ�rio que come�ava no rio Reno e ia at� os Urais), e foi nesse per�odo que as tribos germ�nicas se tornaram familiarizadas com as t�ticas de guerra romanas, mantendo no entanto a sua identidade tribal. Em 9 d.C., tr�s legi�es romanas lideradas por Varo foram derrotadas pelo l�der Querusco Arm�nio na Batalha da Floresta de Teutoburgo. O territ�rio da atual Alemanha, assim como os vales dos rios Reno e Dan�bio, permaneceram fora do Imp�rio Romano. Em 100 d.C., na �poca do livro Germania de T�cito, as tribos germ�nicas assentadas ao longo do Reno e do Dan�bio (a Limes Germanicus) ocupavam a maior parte da �rea da atual Alemanha. O s�culo III viu o surgimento de um grande n�mero de tribos germ�nicas ocidentais: alamanos, francos, catos, sax�es, fr�sios, anglos, suevos, v�ndalos, godos (ostrogodos e visigodos), lombardos, sicambros e tur�ngios. Por volta de 260, os povos germ�nicos romperam as suas fronteiras do Dan�bio e expandiram a Limes para as terras romanas.

No ano de 723, o territ�rio da Germ�nia central foi objeto da prega��o do ap�stolo ingl�s Winfrid, que adotou o nome latino Bonifacius, com o qual foi canonizado; ali fundou um c�lebre mosteiro em Fulda, que foi mais tarde um n�cleo de civiliza��o no pa�s.

A convers�o dos sax�es do norte deu-se apenas durante o imp�rio carol�ngio (in�cio do s�culo IX), ao custo de numerosas expedi��es militares, pois eles resistiram aos esfor�os dos mission�rios. Ali eles adoravam, al�m dos deuses teut�nicos comuns, a Irminsul - tronco que acreditavam sustentar a ab�boda celeste. Mesmo vencidos, retomavam as armas e destru�am os mosteiros, numa resist�ncia chefiada sobretudo pelo guerreiro Viduquind. Com a sua convers�o, Carlos Magno p�de afinal dominar sua regi�o, incorporando-a no seu imp�rio, e estendendo o padr�o cultural romano-crist�o � quase totalidade do territ�rio correspondente � Alemanha de hoje.

Sacro Imp�rio Romano-Germ�nico (962-1806)



O imp�rio medieval foi criado em 843 com a divis�o do Imp�rio Carol�ngio, fundado por Carlos Magno em 25 de Dezembro de 800, e em diferentes formas existiu at� 1806, estendendo-se desde o Rio Eider, no norte do pa�s, at� o Mediterr�neo, no litoral sul. Muitas vezes referido como o Sacro Imp�rio Romano (ou o Antigo Imp�rio), foi oficialmente chamado de o Sacro Imp�rio Romano da Na��o Alem� ("Sacro Romanum Imperium Nationis Germanic�" em latim) a partir de 1448, para ajustar o nome ao seu territ�rio de ent�o.





Martinho Lutero (1483-1546) deu in�cio � Reforma Protestante.
Sob o reinado dos imperadores Otonianos (919-1024), os ducados de Lorena e da Sax�nia, a Franc�nia, a Su�bia, a Tur�ngia e a Baviera foram consolidados, e o rei alem�o Oto I foi coroado Sacro Imperador Romano dessas regi�es em 962. Sob o reinado dos imperadores Salianos (1024-1125), o Sacro Imp�rio Romano absorveu o norte da It�lia e a Borgonha, embora o imperador tenha perdido parte do poder atrav�s da Quest�o das investiduras com a Igreja Cat�lica Romana. Sob os imperadores Hohenstaufen (1138-1254), os pr�ncipes alem�es aumentaram a sua influ�ncia para o sul e para o leste (Ostsiedlung), territ�rios habitados por povos eslavos, b�lticos e estonianos antes da ocupa��o alem� na regi�o.

Com o colapso do poder imperial em 1250, devido � constante briga com a Igreja de Roma, fez-se necess�rio a cria��o de um novo sistema de escolha do imperador. Criou-se, com a edi��o da Bula Dourada, o conselho dos sete pr�ncipes-eleitores, que tinham o poder de escolher o comandante do Sacro Imp�rio. Durante esse per�odo conturbado, as cidades comerciais se uniram para proteger seus interesses comuns; a mais conhecida delas foi a Liga Hanse�tica, que reunia poderosas cidades do norte alem�o como Hamburgo e Bremen. A partir do s�culo XV, os imperadores foram eleitos quase exclusivamente a partir da dinastia Habsburgo da �ustria.

O monge Martinho Lutero publicou suas 95 Teses em 1517, desafiando as pr�ticas da Igreja Cat�lica Romana e dando in�cio � Reforma Protestante. O Luteranismo tornou-se a religi�o oficial de muitos estados alem�es ap�s 1530, o que levou a conflitos religiosos resultantes da divis�o religiosa no imp�rio, que, por sua vez, geraram a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), que devastou os territ�rios alem�es. A populacao dos estados alemaes foi reduzida em cerca de 30%. A Paz de Vestf�lia (1648) acabou com a guerra religiosa entre os estados alemaes, mas o imperio estava de fato totalmente dividido em in�meros principados independentes. De meados do ano 1740 em diante, o dualismo entre a monarquia austr�aca dos Habsburgo e o Reino da Prossia dominou a hist�ria alem�. Em 1806, o Imperium foi dissolvido como resultado das Guerras Napole�nicas.


O Parlamento de Frankfurt época de (1848).
Depois da queda de Napoleao Bonaparte, o Congresso de Viena reuniu-se em 1814, e sua resolu��o fundou a Confedera��o germ�nica (Deutscher Bund em alem�o), a uni�o de 39 estados soberanos.

Desentendimentos com a restauracao politica propriamente proposta pelo Congresso de Viena levaram, em parte, ao surgimento de movimentos liberais, exigindo unidade e liberdade. Estes, por�m, foram reprimidos com novas medidas por parte do estadista austriaco Metternich. O Zollverein, uma uni�o tarif�ria, buscava uma profunda unidade econ�mica dos estados alem�es. Durante essa �poca, muitos alem�es foram agitados pelos ideais da Revolu��o Francesa, e o nacionalismo passou a ser uma forca mais significativa, especialmente entre os jovens intelectuais. Nesta fase as cores ficarm no ponto forte da escolha. Pela primeira vez, o preto, o vermelho e o dourado foram escolhidos para representar o movimento, tornando-se, mais tarde, as cores da bandeira da Alemanha.

Em funcao da serie de movimentos revolucionarios na Europa, que estabeleceram com �xito uma republica na Fran�a, intelectuais e burgueses come�aram a Revolu��o de 1848 nos Estados alemaes. Os monarcas inicialmente aceitaram as exig�ncias dos revolucionarios liberais para conter a movimenta��o popular. Ao rei Frederico Guilherme IV da Prussia foi oferecido o t�tulo de imperador, mas sem poder absoluto. Ele entretanto rejeitou a coroa e a proposta de Constitui��o, o que conduziu a um rev�s tempor�rio no movimento.

O conflito entre o rei Guilherme I da Pr�ssia e também o parlamento cada vez mais liberal foi rompido durante a reforma militar em 1862, quando o rei nomeou Otto von Bismarck o novo Primeiro-ministro da Pr�ssia. Bismarck travou com sucesso uma guerra com a Dinamarca, em 1864. A vit�ria prussiana na Guerra Austro-Prussiana de 1866 permitiu criar a Confedera��o Norte-Germ�nica (Norddeutscher Bund), que exclu�a a �ustria, ex-l�der dos estados alem�es, dos assuntos dos estados alem�es restantes.

Imperio alemao de: (1871-1918)



Funda��o da moderna Alemanha, em Versalhes, Fran�a, em 1871. Bismarck aparece no centro com um uniforme branco.
O estado conhecido como Alemanha foi unificado como um moderno Estado-na��o em 1871, quando o Imp�rio alem�o foi criado, tendo o Reino da Pr�ssia como seu maior constituinte.

Ap�s a derrota francesa na guerra franco-prussiana, o Imp�rio alem�o foi proclamado no Versalhes em 18 de Janeiro de 1871. A Dinastia de Hohenzollern da Pr�ssia declarou o novo imp�rio, cuja capital era Berlim, at� ent�o a capital prussiana. O imperio era uma unifica��o de todas as partes da Alemanha com exce��o da Austria (Kleindeutschland, ou "Alemanha Menor"). A partir do in�cio de 1884, a Alemanha comecou a estabelecer diversas col�nias fora da Europa, primeiro pela iniciativa privada, depois com aval estatal.Durante esse periodo, a Alemanha experimentou um grande crescimento econ�mico, com uma forte industrializa��o, especialmente das ind�strias de minera��o, metal�rgica e derivadas das engenharias el�trica, mec�nica e qu�mica.

No per�odo Gr�nderzeit, seguinte � unifica��o da Alemanha, a pol�tica externa do imperador Guilherme I garantiu a posi��o do Imp�rio Alem�o como uma grande na��o europeia por fazer alian�as comerciais e pol�ticas com outros pa�ses europeus, isolando a Fran�a por meios diplom�ticos, atrav�s de intrincados acordos secretos. Bismarck objetivava, assim, consolidar a unifica��o, tendo a R�ssia por principal aliada.





A Alemanha Imperial (1871-1918), com o l�der Reino da Pr�ssia em azul.
Mas o imperador Guilherme II, no entanto, como outras pot�ncias europeias, tomou um curso imperialista devido ao atrito com os pa�ses vizinhos. A maior parte das alian�as que a Alemanha fizera n�o foram renovadas, e as novas alian�as das demais pot�ncias exclu�am o pa�s. Especificamente, a Fran�a estabeleceu novas rela��es com a assinatura da entente cordiale com o Reino Unido e garantiu os la�os com o Imp�rio russo. E embora ainda mantivesse seus contatos com a �ustria-Hungria, a Alemanha tornou-se cada vez mais isolada. Teve inicio o per�odo armamentista, chamado de Paz Armada.

O Imperialismo Alem�o (Weltpolitik) ultrapassou as fronteiras do seu pr�prio pa�s e se juntou a muitos outros poderes na Europa, que reivindicavam a sua quota na �frica. A Confer�ncia de Berlim dividiu a �frica entre as pot�ncias europeias. A Alemanha obteve v�rios peda�os da �frica, incluindo a �frica Oriental Alem�, o Sudoeste Africano Alem�o, a Togol�ndia e Camar�es. A partilha da �frica causou tens�o entre as grandes pot�ncias, que contribuiu para as condi��es que levaram � Primeira Guerra Mundial.

O assassinato do pr�ncipe da �ustria em 28 de Junho de 1914 desencadeou a Primeira Guerra Mundial. A Alemanha, como parte dos Imp�rios Centrais, foi derrotada pelos Aliados num dos mais sangrentos conflitos de todos os tempos. A revolu��o alem� eclodiu em novembro de 1918, for�ando o imperador alem�o Guilherme II e todos os pr�ncipes a concordar em abdicar. Um armist�cio que p�s fim � guerra foi assinado em 11 de Novembro, e a Alemanha foi for�ada a assinar o Tratado de Versalhes em junho de 1919. A sua negocia��o, ao contr�rio da tradicional diplomacia de p�s-guerra, excluiu os derrotados dos Poderes Centrais. O tratado foi encarado na Alemanha como uma humilhante continua��o da guerra por outros meios, e sua dureza � frequentemente citada como tendo mais tarde facilitado a ascens�o do nazismo no pa�s.

Rep�blica de Weimar (1919-1933) e Terceiro Reich (1933-1945)



Adolf Hitler, o l�der do Partido Nazista e do Terceiro Reich, discursando no Reichstag em 1940.
Ap�s o sucesso da Revolu��o alem� em novembro de 1918, uma rep�blica foi proclamada. A Constitui��o de Weimar entrou em vigor com a sua assinatura pelo Presidente Friedrich Ebert em 11 de Agosto de 1919. O Partido Comunista Alem�o foi criado por Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht em 1918, e o Partido dos Trabalhadores Alem�o, mais tarde conhecido como Partido Nacional Socialista Alem�o dos Trabalhadores ou Partido Nazista, foi fundado em janeiro de 1919.

Vera, Ra�ssa e Bernardete s�o firmes com Anita e a estimulam a retomar seus valores. Ra�ssa permite que Anita estude e refa�a as provas. Flaviana e Meg conseguem recuperar a cafeteira e comemoram. Raquel, Rafa e Lorena admiram a habilidade de Guilherme na guitarra. J�lia e Serguei apoiam Anita e sentem al�vio quando ela decide n�o atender o telefonema de Ant�nio. S�vio se encanta com a voz de Clara, e Giovana reage com ci�mes, mas se esfor�a para apoiar a amiga. Ra�ssa convida Fr�d�ric para ser professor no col�gio. Martin, Sidney, Meg, Ben e outros alunos organizam o bloco de Carnaval do Embaixada do Gol. Jo�o Luiz confessa para Ra�ssa que tem medo de perder Guilherme para Raquel. Vera, Ronaldo e toda a fam�lia apoiam a contrata��o de Fr�d�ric como professor de Matem�tica. Clara e Giovana se desentendem. Flaviana come�a a se acostumar com sua nova vida. Rafa se despede de Giovana e Guilherme. Anita dispensa Ant�nio. Ben ouve a conversa de Serguei e J�lia e se coloca � disposi��o para ajudar Anita. Clara afirma a Giovana que recusar� a proposta de S�vio e Rick em nome da amizade das duas. Um fiscal da Vigil�ncia Sanit�ria interdita o novo neg�cio de Vera e Bernardete.
Sofrendo as consequ�ncias das duras condi��es ditadas pelo Tratado de Versalhes e uma longa sucess�o de governos mais ou menos inst�veis, faltava cada vez mais identifica��o �s massas pol�ticas na Alemanha com seu sistema pol�tico de democracia parlamentar. Isso foi agravado por uma ampla dissemina��o de um mito pol�tico pela direita (monarquistas, v�lkischs, e nazis), a Dolchsto�legende, que alegava que a Alemanha tinha perdido a Primeira Guerra Mundial devido � Revolu��o alem�, e n�o por causa da derrota militar. Por outro lado, os radicais de esquerda comunistas, tais como a Liga Espartaquista, queriam abolir aquilo que eles entendiam como "governo capitalista" e estabelecer um R�terepublik. Tropas paramilitares foram criadas por diversos partidos, e houve diversos assassinatos por motivos pol�ticos. Os paramilitares intimidavam eleitores e semeavam a viol�ncia e a raiva entre o povo, que sofria de uma elevada taxa de desemprego e de pobreza. Depois de uma s�rie de gabinetes frustrados, o presidente Paul von Hindenburg, vendo poucas alternativas e empurrado pelos seus assessores de direita, nomeou Adolf Hitler como Primeiro-Ministro da Alemanha em 30 de janeiro de 1933.

Em 27 de Fevereiro de 1933, o Reichstag foi incendiado. Alguns direitos democr�ticos fundamentais foram ent�o rapidamente revogados sob um decreto de emerg�ncia. Uma Lei de plenos poderes deu a Hitler o governo e o legislativo. Apenas o Partido Social-Democrata da Alemanha votou contra ele; os comunistas n�o foram capazes de apresentar oposi��o, pois seus suplentes j� haviam sido assassinados ou presos. A centraliza��o totalit�ria estadual foi criada por uma s�rie de jogadas e de decretos pol�ticos, tornando a Alemanha um Estado de partido �nico. Houve queima de livros de autores considerados contra a na��o e persegui��o a artistas e cientistas, sendo que muitos deles emigraram, principalmente para os Estados Unidos. A ind�stria foi fortemente regulamentada com cotas e requisitos, a fim de mudar a economia para uma base produtiva de guerra. Em 1936, as tropas alem�s entraram na desmilitarizada Ren�nia, e as pol�ticas de apaziguamento do primeiro-ministro Neville Chamberlain se revelaram insuficientes. Entusiasmado, Hitler, a partir de 1938, seguiu adiante com sua pol�tica de expansionismo e de estabelecimento da Grande Alemanha, come�ando em mar�o daquele ano pela Anschluss, a anexa��o da �ustria. Para evitar uma guerra de duas frentes, Hitler firmou o Pacto Molotov-Ribbentrop com a Uni�o Sovi�tica, um pacto que ele mesmo romperia mais tarde.





Berlim em ru�nas ap�s o fim da Segunda Guerra Mundial (Potsdamer Platz, 1945).
Em 1939, as crescentes tens�es de nacionalismo, militarismo e quest�es territoriais levaram os alem�es ao lan�amento da Blitzkrieg ("guerra rel�mpago") em 1 de setembro contra a Pol�nia, seguido dois dias depois pelas declara��es de guerra da Gr�-Bretanha e da Fran�a, marcando o in�cio da Segunda Guerra Mundial. A Alemanha rapidamente ganhou controle direto ou indireto da maioria da Europa.

Em 22 de junho de 1941, Hitler quebrou o pacto com a Uni�o Sovi�tica, abrindo a Frente Oriental e invadindo a Uni�o Sovi�tica. Pouco tempo depois, o Jap�o atacou a base americana em Pearl Harbor, e a Alemanha declarou guerra aos Estados Unidos. Embora inicialmente o ex�rcito alem�o tenha avan�ado de forma r�pida sobre a Uni�o Sovi�tica, a Batalha de Stalingrado marcou uma virada importante na guerra. Depois disso, o ex�rcito alem�o come�ou a recuar a Frente Oriental. O Dia-D foi o marco de uma virada importante sobre a Frente Ocidental, quando as for�as aliadas desembarcaram nas praias da Normandia e avan�aram rapidamente sobre o territ�rio alem�o. A derrota da Alemanha ocorreu em seguida. Em 8 de Maio de 1945, as for�as armadas alem�s se entregaram ap�s o Ex�rcito Vermelho ocupar Berlim.

No que mais tarde ficou conhecido como o Holocausto, o regime do Terceiro Reich elaborou pol�ticas governamentais que subjugavam diretamente muitas partes da sociedade: judeus, comunistas, ciganos, homossexuais, ma��es, dissidentes pol�ticos, padres, pregadores, advers�rios religiosos, deficientes, entre outros. Durante a era nazista, cerca de onze milh�es de pessoas foram assassinadas, incluindo seis milh�es de judeus e dois milh�es de poloneses. A Segunda Guerra Mundial e o genoc�dio feito pelos nazistas foram respons�veis por cerca de 35 milh�es de mortos na Europa.

Divis�o e reunifica��o (1945 - 1990)




Ocupa��o da Alemanha pelos Aliados em 1947, com os territ�rios a leste da linha Oder-Neisse sob administra��o polaca ou anexa��o sovi�tica, al�m do protetorado de Sarre e a Berlim dividida. A RDA era formada pela Zona Sovi�tica, enquanto a RFA era formada pelas zonas ocupadas pelos aliados ocidentais.
Depois disso, o exercito alemao comecou a recuar a Frente Oriental. O Dia-D foi o marco de uma virada importante sobre a Frente Ocidental, quando as forcas aliadas desembarcaram nas belas praias da Normandia e avancaram muito rapidamente sobre o territcrio alemao. A derrota da Alemanha ocorreu em seguida. Em 8 de Maio de 1945, as forcas armadas alemas se entregaram apos o Exercito Vermelho ocupar Berlim.
A guerra resultou na morte de quase dez milh�es de soldados e civis alem�es; grandes perdas territoriais, a expuls�o de cerca de 15 milh�es de alem�es dos antigos territ�rios orientais e de outros pa�ses e a destrui��o de v�rias grandes cidades. O restante do territ�rio nacional e Berlim foram divididos com a ocupa��o militar dos Aliados em quatro zonas.

Os setores controlados pela Fran�a, pelo Reino Unido e pelos Estados Unidos foram fundidos em 23 de Maio de 1949 para formar a Rep�blica Federal da Alemanha (RFA); em 7 de Outubro de 1949, a Zona Sovi�tica criou a Rep�blica Democr�tica da Alemanha (RDA). Eles foram informalmente conhecidos como "Alemanha Ocidental" e "Alemanha Oriental", e as duas partes de Berlim como "Berlim Ocidental" e "Berlim Oriental". As partes oriental e ocidental optaram por Berlim Oriental e Bonn como suas respetivas capitais. No entanto, a Alemanha Ocidental declarou que o status de Bonn como sua capital era provis�rio, a fim de enfatizar a sua convic��o de que a institui��o de dois Estados alem�es distintos foi uma solu��o artificial status quo que seria necess�rio superar.

A Alemanha Ocidental, estabelecida como uma rep�blica federal parlamentar, com uma "economia social de mercado", tornou-se aliada dos Estados Unidos, Reino Unido e Fran�a. O pa�s chegou a se beneficiar de um crescimento econ�mico prolongado a partir dos anos 1950 (em alem�o: Wirtschaftswunder). Ingressou na OTAN em 1955 e foi membro fundador da Comunidade Econ�mica Europeia, em 1958.

A Alemanha Oriental foi um estado do bloco oriental sob controle pol�tico e militar da URSS, atrav�s de suas for�as de ocupa��o militar e do Pacto de Vars�via. Enquanto dizia ser uma democracia, o poder pol�tico foi executado exclusivamente pelos principais membros (Politburo) do Partido Socialista Unificado da Alemanha (SED), controlado pelos comunistas. Seu poder foi assegurado pelo Stasi, um servi�o secreto de grande dimens�o, e por uma variedade de sub-organiza��es do SED que controlava todos os aspetos da sociedade, tendo um grande n�mero de informantes dentro da pr�pria popula��o. Por sua vez, as necessidades b�sicas da popula��o foram preenchidas a custos baixos pelo Estado.





A Alemanha Ocidental foi um dos membros fundadores da Uni�o Europeia.
A economia planificada pr�-sovi�tica foi criada, e mais tarde a RDA passou a ser um estado do Comecon. Apesar da propaganda da Alemanha Oriental ter sido baseada nos benef�cios dos programas sociais da RDA e na alegada amea�a constante de uma invas�o por parte da Alemanha Ocidental, muitos dos seus cidad�os olhavam para o Ocidente em busca de liberdade pol�tica e de prosperidade econ�mica. O Muro de Berlim, constru�do em 1961 para impedir a fuga dos alem�es do leste para a Alemanha Ocidental, tornou-se um s�mbolo da Guerra Fria.

As tens�es entre as Alemanha do Leste e do Oeste foram ligeiramente reduzidas no in�cio dos anos 1970 pelo Chanceler Willy Brandt Ostpolitik, que incluiu a aceita��o de facto das perdas territoriais da Alemanha na Segunda Guerra Mundial.

Em face de uma crescente migra��o de alem�es do leste para a Alemanha Ocidental atrav�s da Hungria e de manifesta��es em massa durante o ver�o de 1989, as autoridades do Leste alem�o inesperadamente facilitaram as restri��es nas fronteiras em novembro, permitindo que cidad�os do leste alem�o pudessem viajar para o ocidente.61 Originalmente concebida como uma v�lvula de press�o para manter a Alemanha Oriental como um Estado, a abertura da fronteira na realidade levou a uma acelera��o do processo de reforma na Alemanha Oriental, que finalmente foi conclu�do com o Tratado Dois Mais Quatro um ano mais tarde, em 12 de setembro de 1990, resultando na reunifica��o alem�, ocorrida em 3 de outubro de 1990. Segundo os termos do tratado, as quatro pot�ncias ocupantes renunciavam aos seus direitos sob o Instrumento da Ren�ncia, e a Alemanha recuperava a plena soberania do seu territ�rio.

Rep�blica de Berlim e integra��o com a UE (1990 -)

Com base na Lei Bonn-Berlim, aprovada pelo parlamento em 10 de Mar�o de 1994, Berlim foi escolhida como capital do Estado unificado, enquanto Bonn obteve o status �nico de Bundesstadt (cidade federal) e reteve alguns minist�rios federais.63 A mudan�a do governo foi conclu�da em 1999.

Desde a reunifica��o, a Alemanha tem tido um papel de lideran�a na Uni�o Europeia e na OTAN. Participou do ex�rcito que garantiu a estabilidade nos Balc�s e enviou tropas para o Afeganist�o como parte de um esfor�o da OTAN para proporcionar a seguran�a no pa�s ap�s expulsar o Talib�. Esses deslocamentos eram controversos, visto que, ap�s a guerra, a Alemanha era obrigada por lei a manter tropas apenas para fins de defesa. As investidas em territ�rios estrangeiros foram entendidas como n�o estando abrangidas pela lei de defesa; entretanto, a vota��o parlamentar sobre a quest�o legalizou efetivamente a participa��o em um contexto de manuten��o da paz.


Geografia



Mapa topogr�fico da Alemanha.
O territ�rio da Alemanha cobre 357.021 km�, sendo 349.223 km� de terra e 7.798 km� de �gua. � o s�timo maior pa�s por �rea na Europa e o 63� maior no mundo. Os pontos extremos ficam nos Alpes ponto mais alto: o Zugspitze a 2.962 m de altitude no sul e na costa do Mar do Norte (Nordsee) no noroeste e o Mar B�ltico (Ostsee) no nordeste. Entre os dois est� presente a floresta que liga as terras altas do centro �s terras baixas do norte (ponto mais baixo: Wilstermarsch a 3,54 m abaixo do n�vel do mar), que � atravessado por alguns dos maiores rios da Europa como o Reno, Dan�bio e o Elba. Por causa de sua localiza��o central, a Alemanha compartilha fronteiras com mais pa�ses europeus que qualquer outro pa�s no continente. Seus vizinhos s�o a Dinamarca no norte, Pol�nia e a Rep�blica Tcheca no leste, �ustria e Su��a no sul, Fran�a e Luxemburgo no sudoeste e B�lgica e os Pa�ses Baixos no noroeste.

Clima

Grande parte da Alemanha tem um clima temperado no qual os ventos �midos ocidentais predominam. O clima � moderado pela Corrente do Atl�ntico Norte, que � a extens�o norte da Corrente do Golfo. As �guas quentes trazidas por essa corrente afetam as �reas litor�neas do Mar do Norte incluindo a pen�nsula da Jutl�ndia e a �rea ao longo do Reno, que corre em dire��o ao Mar do Norte. Consequentemente no noroeste e no norte, o clima � oce�nico; chuvas ocorrem durante todo o ano sendo que o pico ocorre no ver�o. Os invernos s�o amenos e os ver�es frescos, embora as temperaturas possam exceder os 30�C por per�odos prolongados. No leste, o clima � mais continental; invernos podem ser muito rigorosos, ver�es muito quentes, e longos per�odos de seca j� foram registrados. O centro e o sul da Alemanha s�o regi�es de transi��o que variam entre os climas oce�nico moderado para continental. A temperatura m�xima tamb�m pode exceder os 30 �C no ver�o.

Biodiversidade





A �guia � uma ave de rapina protegida da ca�a e o animal her�ldico nacional.
Fitogeograficamente, a Alemanha � partilhada entre as prov�ncias do Atl�ntico Europeu e Centro Europeu da Regi�o Circumboreal dentro do Reino Boreal. O territ�rio da Alemanha pode ser subdividido em quatro Biorregi�es: os remanescentes florestais do Atl�ntico, as florestas mistas B�ltico, florestas mistas da Europa Central e as florestas de angiospermas da Europa Ocidental. A maior parte da Alemanha � coberta por terras ar�veis (33%) ou florestas e bosques (31%). Apenas 15% do territ�rio � coberto por pastagens permanentes.

Plantas e animais sao aqueles geralmente comuns para a Europa central. Faias, carvalhos e outras �rvores de folha caduca constituem um ter�o das florestas; con�feras est�o aumentando como resultado do reflorestamento. Abetos e pinheiros predominam nas montanhas superiores, enquanto o p�nus e larix s�o encontrados em solo arenoso. Ha muitas esp�cies de samambaias, flores, fungos e musgos. Abundam peixes nos rios e no mar do Norte. Os animais selvagens incluem javalis, veados selvagens, mufl�o, a raposa, o texugo, a lebre, e um pequeno n�mero de castores.Ha também as Varias aves migratorias cruzam a Alemanha na primavera e no outono.

A Alemanha � conhecida por seus muitos jardins zool�gicos, parques nacionais, parques de animais selvagens, aqu�rios e parques de aves. Mais de 400 zool�gicos e parques de animais registrados operam na Alemanha, que se acredita ser o maior n�mero em qualquer pa�s do mundo. O Zoologischer Garten Berlin � o mais antigo jardim zoologico na Alemanha e apresenta a mais completa cole��o de esp�cies no mundo.

Meio ambiente



O maior complexo �olico e capacidade de energia solar do mundo est� instalada na Alemanha. As energias renov�veis geraram 14% do consumo total de eletricidade do pa�s em 2007.
A Alemanha � conhecida pela sua consci�ncia ambiental. Os alem�es consideram que o homem � uma das principais causas do aquecimento global. O pa�s est� comprometido com o Protocolo de Quioto e v�rios outros tratados para promover a biodiversidade, os baixos padr�es de emiss�es, a reciclagem, a utiliza��o de energias renov�veis e ap�ia o desenvolvimento sustent�vel a n�vel global.

O governo alem�o deu in�cio a uma ampla atividade de redu��o de emiss�es e as emiss�es globais do pa�s est�o caindo. No entanto, a Alemanha tem uma das mais elevadas taxas de emiss�es de di�xido de carbono per capita da UE, mas permanece significativamente menor em compara��o com a Austr�lia, Canad�, Ar�bia Saudita ou Estados Unidos.

Emiss�es a partir de produ��o de energia proveniente da queima de carv�o e as ind�strias contribuem para a polui��o do ar. A chuva �cida, resultante das emiss�es de di�xido de enxofre � prejudicial �s florestas. A polui��o no Mar B�ltico a partir de esgoto bruto e efluentes industriais nos rios na antiga Alemanha Oriental foram reduzidas. O governo do ex-chanceler Schr�der anunciou a inten��o de acabar com o uso da produ��o de eletricidade a partir de energia nuclear. A Alemanha est� trabalhando para cumprir o compromisso da UE de identificar �reas de preserva��o natural de acordo com a diretiva de Flora, Fauna e Habitats da UE. Os perigos naturais s�o as enchentes fluviais na primavera e vento forte que ocorrem em todas as regi�es.


Demografia




Mapa da densidade populacional no territ�rio alem�o.
Com cerca de 81,8 milh�es de habitantes, a Alemanha � o pa�s mais populoso da Uni�o Europeia. No entanto, sua taxa de fertilidade � de apenas 1,39 filhos por mulher, uma das mais baixas do mundo, e o escrit�rio federal de estat�sticas estima que a popula��o vai decrescer para entre 69 e 74 milh�es em 2050 (69 milh�es assumindo uma migra��o l�quida de +100 000 por ano; 74 milh�es se a migra��o foir de +200 000 por ano). A Alemanha tem um grande n�mero de cidades grandes, sendo as mais populosas Berlim, Hamburgo, Munique, Col�nia, Frankfurt am Main e Estugarda (Stuttgart). De longe a maior conurba��o � a Regi�o do Reno-Ruhr, que inclui Dusseld�rfia (D�sseldorf) e cidades como Col�nia (K�ln), Essen, Dortmund, Duisburgo, e Bochum.

Em dezembro de 2004, por volta de sete milh�es de cidad�os estrangeiros estavam registrados na Alemanha, e 19% dos residentes do pa�s eram de fora ou tinham ascend�ncia estrangeira. Os jovens t�m mais probabilidade de serem de ascend�ncia estrangeira que os mais velhos. 30% dos alem�es com quinze anos ou menos tinham pelo menos um dos pais que tinha nascido fora da Alemanha. Nas grandes cidades, 60% das crian�as com cinco anos ou menos tinham pelo menos um dos pais nascido fora do pa�s. O maior grupo (2,3 milh�es) vem da Turquia, e a maioria do resto vem de pa�ses europeus como It�lia, S�rvia, Gr�cia, Pol�nia, R�ssia, Ucr�nia e Cro�cia. O Fundo das Na��es Unidas para Atividades Populacionais lista a Alemanha como a casa do terceiro maior n�mero de migrantes internacionais em todo mundo, 5% ou 10 milh�es de todos os 191 milh�es de migrantes, ou por volta de 12% da popula��o da Alemanha. Como consequ�ncia de restri��es formais da Alemanha do que leis irrestritas de asilo e imigra��o, o n�mero de imigrantes procurando asilo e buscando cidadania alem� (a maioria da ex-Uni�o Sovi�tica) tem decrescido constantemente desde 2000.83

Um grande n�mero de pessoas com completa ou significativa ascend�ncia alem� s�o encontrados nos Estados Unidos (50 milh�es),84 Brasil (5 milh�es)85 e no Canad� (3 milh�es).86

A Alemanha � legal e socialmente um pa�s tolerante quanto � homossexualidade. Uni�es civis t�m sido permitidas desde 2002.87 Gays e l�sbicas podem adotar legalmente as crian�as biol�gicas de seus parceiros (ado��o de enteado). Os prefeitos das duas maiores cidades alem�s, Berlim e Hamburgo, s�o abertamente gays.88

Durante a �ltima d�cada do s�culo XX, a Alemanha transformou consideravelmente sua atitude quanto aos imigrantes. At� a metade dos anos 1990, a opini�o comum era de que a Alemanha n�o � um pa�s de imigra��o, apesar de cerca de 10% da popula��o serem de origem n�o-germ�nica. Ap�s o fim do influxo dos chamados Gastarbeiter (trabalhadores-convidados de colarinho azul), refugiados eram uma exce��o tolerada a este ponto de vista. Hoje, o governo e a sociedade alem� est�o percebendo que o conceito quanto ao controle de imigra��o � que deve ser permitida baseada na qualifica��o dos imigrantes




Germany (i/ˈdʒɜrməni/; German: Deutschland), officially the Federal Republic of Germany (German: Bundesrepublik Deutschland, pronounced [ˈbʊndəsʁepuˌbliːk ˈdɔʏtʃlant] ( listen)),[10] is a federal parliamentary republic in western-central Europe. The country consists of 16 states, and its capital and largest city is Berlin. Germany covers an area of 357,021 square kilometres (137,847 sq mi) and has a largely temperate seasonal climate. With 80.3 million inhabitants, it is the most populous member state in the European Union. Germany is the major economic and political power of the European continent and a historic leader in many theoretical and technical fields.

A region named Germania, inhabited by several Germanic peoples, was documented before AD 100. During the Migration Period, the Germanic tribes expanded southward and established successor kingdoms throughout much of Europe. Beginning in the 10th century, German territories formed a central part of the Holy Roman Empire. During the 16th century, northern German regions became the centre of the Protestant Reformation while southern (most notably Bavaria) and western parts remained dominated by Roman Catholic denominations, with the two factions clashing in the Thirty Years' War, marking the beginning of the Catholic�Protestant divide that has characterized German society ever since. Occupied during the Napoleonic Wars, the rise of Pan-Germanism inside the German Confederation resulted in the unification of most of the German states in 1871 into the German Empire, which was dominated by Prussia.

After the German Revolution of 1918�1919 and the subsequent military surrender in World War I, the Empire was replaced by the parliamentary Weimar Republic in 1918, and some of its territory partitioned in the Treaty of Versailles. Despite its lead in many scientific and artistic fields at this time, amidst the Great Depression, the Third Reich was established in 1933. The latter period was marked by fascism and World War II. After 1945, Germany was divided by allied occupation, and evolved into two states, East Germany and West Germany. In 1990, the country was reunified.

Germany was a founding member of the European Community in 1957, which became the EU in 1993. It is part of the Schengen Area, and since 1999, a member of the euro area. Germany is a great power and member of the United Nations, NATO, the G8, the G20, the OECD and the Council of Europe, and took a non-permanent seat on the UN Security Council for the 2011�2012 term.

Germany has the world's fourth-largest economy by nominal GDP and the fifth-largest by purchasing power parity. Subsequently, it is the second-largest exporter and third-largest importer of goods. The country has developed a very high standard of living and features a comprehensive system of social security, which includes the world's oldest universal health care system. Germany has been the home of many influential philosophers, music composers, scientists and inventors, and is known for its rich cultural and political history.


Germanic tribes and Frankish Empire

Main articles: Germania and Migration Period





Basic view of second- to fifth-century migrations
The Germanic tribes are thought to date from the Nordic Bronze Age or the Pre-Roman Iron Age. From southern Scandinavia and north Germany, they expanded south, east and west from the 1st century BC, coming into contact with the Celtic tribes of Gaul as well as Iranian, Baltic, and Slavic tribes in Central and Eastern Europe. Under Augustus, the Roman General Publius Quinctilius Varus began to invade Germania (an area extending roughly from the Rhine to the Ural Mountains). In AD 9, three Roman legions led by Varus were defeated by the Cheruscan leader Arminius. By AD 100, when Tacitus wrote Germania, Germanic tribes had settled along the Rhine and the Danube (the Limes Germanicus), occupying most of the area of modern Germany; Austria, southern Bavaria and the western Rhineland, however, were Roman provinces.

In the 3rd century a number of large West Germanic tribes emerged: Alemanni, Franks, Chatti, Saxons, Frisii, Sicambri, and Thuringii. Around 260, the Germanic peoples broke into Roman-controlled lands. After the invasion of the Huns in 375, and with the decline of Rome from 395, Germanic tribes moved further south-west. Simultaneously several large tribes formed in what is now Germany and displaced the smaller Germanic tribes. Large areas (known since the Merovingian period as Austrasia) were occupied by the Franks, and Northern Germany was ruled by the Saxons and Slavs.







Map of the Holy Roman Empire of German Nation in 1600 (in today's state borders)

Main article: Holy Roman Empire

On 25 December 800, the Frankish king Charlemagne was crowned emperor and founded the Carolingian Empire, which was divided in 843.[18] The Holy Roman Empire resulted from the eastern portion of this division. Its territory stretched from the Eider River in the north to the Mediterranean coast in the south. Under the reign of the Ottonian emperors (919�1024), several major duchies were consolidated, and the German king was crowned Holy Roman Emperor of these regions in 962. The Holy Roman Empire absorbed northern Italy and Burgundy under the reign of the Salian emperors (1024�1125), although the emperors lost power through the Investiture Controversy.

Under the Hohenstaufen emperors (1138�1254), the German princes increased their influence further south and east into territories inhabited by Slavs, preceding German settlement in these areas and further east (Ostsiedlung). Northern German towns grew prosperous as members of the Hanseatic League. Starting with the Great Famine in 1315, then the Black Death of 1348�50, the population of Germany plummeted. The edict of the Golden Bull in 1356 provided the basic constitution of the empire and codified the election of the emperor by seven prince-electors who ruled some of the most powerful principalities and archbishoprics.





Martin Luther initiated the Protestant Reformation
Martin Luther publicised The Ninety-Five Theses in 1517 in Wittenberg, challenging the Roman Catholic Church and initiating the Protestant Reformation. A separate Lutheran church became the official religion in many German states after 1530. Religious conflict led to the Thirty Years' War (1618�1648), which devastated German lands. The population of the German states was reduced by about 30%. The Peace of Westphalia (1648) ended religious warfare among the German states, but the empire was de facto divided into numerous independent principalities. In the 18th century, the Holy Roman Empire consisted of approximately 1,800 such territories.

From 1740 onwards, dualism between the Austrian Habsburg Monarchy and the Kingdom of Prussia dominated German history. In 1806, the Imperium was overrun and dissolved as a result of the Napoleonic Wars.


German Confederation and Empire

Main articles: German Confederation, German Empire, and Pan-Germanism





Foundation of the German Empire in Versailles, 1871. Bismarck is at the centre in a white uniform
Following the fall of Napoleon, the Congress of Vienna convened in 1814 and founded the German Confederation (Deutscher Bund), a loose league of 39 sovereign states. Disagreement with restoration politics partly led to the rise of liberal movements, followed by new measures of repression by Austrian statesman Metternich. The Zollverein, a tariff union, furthered economic unity in the German states. National and liberal ideals of the French Revolution gained increasing support among many, especially young, Germans. In the light of a series of revolutionary movements in Europe, which established a republic in France, intellectuals and commoners started the Revolutions of 1848 in the German states. King Frederick William IV of Prussia was offered the title of Emperor, but with a loss of power; he rejected the crown and the proposed constitution, leading to a temporary setback for the movement.





Imperial Germany (1871�1918), with the dominant Kingdom of Prussia in blue
Conflict between King William I of Prussia and the increasingly liberal parliament erupted over military reforms in 1862, and the king appointed Otto von Bismarck the new Minister President of Prussia. Bismarck successfully waged war on Denmark in 1864. Prussian victory in the Austro-Prussian War of 1866 enabled him to create the North German Confederation (Norddeutscher Bund) and to exclude Austria, formerly the leading German state, from the federation's affairs. After the French defeat in the Franco-Prussian War, the German Empire was proclaimed in 1871 in Versailles, uniting all scattered parts of Germany except Austria (Kleindeutschland, or "Lesser Germany").

With almost two-thirds of its territory and population, Prussia was the dominating constituent of the new state; the Hohenzollern King of Prussia ruled as its concurrent Emperor, and Berlin became its capital. In the Gr�nderzeit period following the unification of Germany, Bismarck's foreign policy as Chancellor of Germany under Emperor William I secured Germany's position as a great nation by forging alliances, isolating France by diplomatic means, and avoiding war. Under Wilhelm II, however, Germany, like other European powers, took an imperialistic course leading to friction with neighbouring countries. As a result of the Berlin Conference in 1884 Germany claimed several colonies including German East Africa, German South-West Africa, Togo, and Cameroon. Most alliances in which Germany had previously been involved were not renewed, and new alliances excluded the country.

The assassination of Austria's crown prince on 28 June 1914 triggered World War I. Germany, as part of the Central Powers, suffered defeat against the Allies in one of the bloodiest conflicts of all time. An estimated two million German soldiers died in World War I. The German Revolution broke out in November 1918, and Emperor Wilhelm II and all German ruling princes abdicated. An armistice ended the war on 11 November, and Germany was forced to sign the Treaty of Versailles in June 1919. The treaty was perceived in Germany as a humiliating continuation of the war, and is often cited as an influence in the rise of Nazism.


Under the Hohenstaufen emperors (1138�1254), the German princes increased their influence further south and east into territories inhabited by Slavs, preceding German settlement in these areas and further east (Ostsiedlung). Northern German towns grew prosperous as members of the Hanseatic League. Starting with the Great Famine in 1315, then the Black Death of 1348�50, the population of Germany plummeted. The end edict of the Golden Bull in 1356 provided the basic constitution of the empire and codified the election of the emperor by seven prince-electors who ruled some of the most powerful principalities and archbishoprics.




Nazi Germany's F�hrer, Adolf Hitler
At the beginning of the German Revolution in November 1918, Germany was declared a republic. However, the struggle for power continued, with radical-left Communists seizing power in Bavaria. The revolution came to an end on 11 August 1919, when the democratic Weimar Constitution was signed by President Friedrich Ebert. An era of increasing national confidence, a very liberal cultural life and decade of economic prosperity followed - known as the Golden Twenties. Suffering from the Great Depression of 1929, the harsh peace conditions dictated by the Treaty of Versailles, and a long succession of unstable governments, Germans increasingly lacked identification with the government in the early 1930s. This was exacerbated by a widespread right-wing Dolchsto�legende, or stab-in-the-back legend, which argued that Germany had lost World War I because of those who wanted to overthrow the government. The Weimar government was accused of betraying Germany by signing the Versailles Treaty.

By 1932, the German Communist Party and the Nazi Party controlled the majority of Parliament, fuelled by discontent with the Weimar government. After a series of unsuccessful cabinets, President Paul von Hindenburg appointed Adolf Hitler as Chancellor of Germany on 30 January 1933. On 27 February 1933 the Reichstag building went up in flames, and a consequent emergency decree abrogated basic citizens' rights. An enabling act passed in parliament gave Hitler unrestricted legislative power. Only the Social Democratic Party voted against it, while Communist MPs had already been imprisoned.
Using his powers to crush any actual or potential resistance, Hitler established a centralised totalitarian state within months. Industry was revitalised with a focus on military rearmament.

In 1935, Germany reacquired control of the Saar and in 1936 military control of the Rhineland, both of which had been lost in the Treaty of Versailles. In 1938, Austria was annexed, and in 1939, Czechoslovakia was brought under German control. The invasion of Poland was prepared through the Molotov�Ribbentrop pact and Operation Himmler. On 1 September 1939 the German Wehrmacht launched a blitzkrieg on Poland, which was swiftly occupied by Germany and by the Soviet Red Army. The UK and France declared war on Germany, marking the beginning of World War II. As the war progressed, Germany and its allies quickly gained control of most of continental Europe and North Africa, though plans to force the United Kingdom to an armistice or surrender failed. On 22 June 1941, Germany broke the Molotov�Ribbentrop pact and invaded the Soviet Union. Japan's attack on Pearl Harbor led Germany to declare war on the United States. The Battle of Stalingrad forced the German army to retreat on the Eastern front.

With almost two-thirds of its territory and population, Prussia was the dominating constituent of the new state; the Hohenzollern King of Prussia ruled as its concurrent Emperor, and Berlin became its capital. In the Gr�nderzeit period following the unification of Germany, Bismarck's foreign policy as Chancellor of Germany under Emperor William I secured Germany's position as a great nation by forging alliances, isolating France by diplomatic means, and avoiding war. Under Wilhelm II, however, Germany, like other European powers, took an imperialistic course leading to friction with neighbouring countries. As a result of the Berlin Conference in 1884 Germany claimed several colonies including German East Africa, German South-West Africa, Togo, and Cameroon. Most alliances in which Germany had previously been involved were not renewed, and new alliances excluded the country.


A region named Germania, inhabited by several Germanic peoples, was documented before AD 100. During the Migration Period, the Germanic tribes expanded southward and established successor kingdoms throughout much of Europe. Beginning in the 10th century, German territories formed a central part of the Holy Roman Empire. During the 16th century, northern German regions became the centre of the Protestant Reformation while southern (most notably Bavaria) and western parts remained dominated by Roman Catholic denominations, with the two factions clashing in the Thirty Years' War, marking the beginning of the Catholic�Protestant divide that has characterized German society ever since. Occupied during the Napoleonic Wars, the rise of Pan-Germanism inside the German Confederation resulted in the unification of most of the German states in 1871 into the German Empire, which was dominated by Prussia.

After the German Revolution of 1918�1919 and the subsequent military surrender in World War I, the Empire was replaced by the parliamentary Weimar Republic in 1918, and some of its territory partitioned in the Treaty of Versailles. Despite its lead in many scientific and artistic fields at this time, amidst the Great Depression, the Third Reich was established in 1933. The latter period was marked by fascism and World War II. After 1945, Germany was divided by allied occupation, and evolved into two states, East Germany and West Germany. In 1990, the country was reunified.


Berlin in ruins after World War II
In September 1943, Germany's ally Italy surrendered, and German troops were forced to defend an additional front in Italy. D-Day opened a Western front, as Allied forces advanced towards German territory. On 8 May 1945, the German armed forces surrendered after the Red Army occupied Berlin.

In what later became known as The Holocaust, the Third Reich regime had enacted policies directly subjugating many dissidents and minorities. Millions of people were murdered by the Nazis during the Holocaust, including several million Jews, Romani people, Slavic people, Soviet POWs, people with mental and/or physical disabilities, Jehovah's Witnesses, homosexuals, and members of the political and religious opposition. World War II was responsible for more than 40 million dead in Europe. The war casualties for Germany are estimated at 5.3 million German soldiers, millions of German civilians; and losing the war resulted in large territorial losses; the expulsion of about 15 million ethnic Germans from former eastern territories of Germany and other formerly occupied European countries; mass rape of German women; and the destruction of numerous major cities. The Nuremberg trials of Nazi war criminals were held after World War II

By 1932, the German Communist Party and the Nazi Party controlled the majority of Parliament, fuelled by discontent with the Weimar government. After a series of unsuccessful cabinets, President Paul von Hindenburg appointed Adolf Hitler as Chancellor of Germany on 30 January 1933. On in 27 February 1933 the Reichstag building went up in flames, and a consequent emergency decree abrogated basic citizens' rights. An enabling act passed in parliament gave Hitler unrestricted legislative power. Only the Social Democratic Party voted against it, while Communist MPs had already been imprisoned.
Using his powers to crush any actual or potential resistance, Hitler established a centralised totalitarian state within months. Industry was revitalised with a focus on military rearmament.



Referência para busca:
Alemanha berlim munique alem� alem�o
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