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DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: República Popular da China (Zhonghua Renmin Gongheguo)
Nacionalidade: chinesa.
Data nacional: 1º e 2 de outubro (Dia da Pátria).
Capital: Pequim.
Cidades principais: Xangai (aglomerado urbano: 13.659.000 em 1996; cidade: 8.930.000 em 1993), Pequim (Beijing) (aglomerado urbano: 11.414.000 em 1996; cidade: 6.690.000 em 1993), Tianjin (aglomerado urbano: 10.687.000 em 1995; cidade: 5.000.000 em 1993); Shenyang (4.540.000), Wuhan (3.750.000), Guangzou (Cantão) (3.580.000) (1990).
Idioma: mandarim (principal), dialetos regionais (principais: min, vu, cantonês).
Religião: crenças populares 20,1%, budismo 8,5%, islamismo 1,4%, cristianismo 0,1%, sem filiação e ateísmo 63,9%, outras 6% (1980).

GEOGRAFIA:
Localização: leste da Ásia.
Hora local: +11h.
Área: 9.536.499 km2.
Clima: de montanha (O e SO), árido frio (N, NO e centro), de monção (litoral S).
Área de floresta: 1,3 milhão km2 (1995).

POPULAÇÃO:
Total: 1,3 bilhão (2000), sendo chineses han 92%, grupos étnicos minoritários 7,5% (chuans, manchus, uigures, huis, yis, duias, tibetanos, mongóis, miaos, puyis, dongues, iaos, coreanos, bais, hanis, cazaques, dais, lis), outros 0,5% (1990).
Densidade: 133,97 hab./km2.
População urbana: 31% (1998).
População rural: 69% (1998).
Crescimento demográfico: 0,9% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 1,8 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 68/72 anos (1995-2000)
Mortalidade infantil: 41 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 15% (2000).
IDH (0-1): 0,706 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo: Regime de partido único (PCCh) e um órgão supremo (Congresso Nacional do Povo).
Divisão administrativa: 22 províncias, 5 regiões autônomas (inclui Tibet), 2 regiões administrativas especiais (Hong Kong e Macau) e 4 municipalidades.
Partido político: Comunista Chinês (PCCh) (único legal).
Legislativo: unicameral - Congresso Nacional do Povo, com 2.979 membros eleitos por voto indireto para mandato de 5 anos.
Constituição em vigor: 1982.

ECONOMIA:
Moeda: yuan.
PIB: US$ 959 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 18% (1998).
PIB indústria: 49% (1998).
PIB serviços: 33% (1998).
Crescimento do PIB: 11,2% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 750 (1998).
Força de trabalho: 743 milhões (1998).
Agricultura: arroz, batata-doce, trigo, milho, soja, cana-de-açúcar, tabaco, algodão em pluma, batata, juta, legumes e verduras.
Pecuária: eqüinos, bovinos, búfalos, camelos, suínos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 36,3 milhões t (1997).
Mineração: carvão, petróleo, chumbo, minério de ferro, enxofre, zinco, bauxita, asfalto natural, estanho, fosforito.
Indústria: têxtil (algodão), materiais de construção (cimento), siderúrgica (aço).
Exportações: US$ 183,8 bilhões (1998).
Importações: US$ 140,2 bilhões (1998)
Principais parceiros comerciais: Japão, EUA, Taiwan (Formosa), Coréia do Norte.

DEFESA:
Efetivo total: 2,8 milhões (1998).
Gastos: US$ 36,7 bilhões (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações: Apec, Banco Mundial, FMI, ONU.
Embaixada: Ses 813 lt. 51 - Tel. (061) 346-3299, fax (061) 346-3299, e-mail: embchina@brnet.com.br - Brasília, DF.

A República Popular da China (RPC) (chinês simplificado:中华人民共和国, chinês tradicional:中华人民共和国; vulgarmente conhecida como China, é o maior país da Ásia Oriental e o mais populoso do mundo, com mais de 1,3 bilhão de habitantes, aproximadamente um quinto da população da Terra. É uma república socialista governada pelo Partido Comunista da China sob um sistema de partido único e tem jurisdição sobre 22 províncias, cinco regiões autônomas (Xinjiang, Mongólia Interior, Tibete, Ningxia e Guangxi), quatro municípios (Pequim, Tianjin, Xangai e Chongqing) e duas Regiões Administrativas Especiais com grande autonomia (Hong Kong e Macau). A capital da República Popular da China é Pequim.
Com aproximadamente 9,6 milhões de quilômetros quadrados, a República Popular da China é o terceiro ou quarto maior país do mundo em área total e o segundo maior em área terrestre. Sua paisagem é variada, com florestas de estepes e desertos (os de Gobi e Taklamakan) no norte seco, próximo da Mongólia e Sibéria (Rússia), e florestas subtropicais no sul húmido próximo ao Vietnam, Laos e Mianmar. O terreno do país, a oeste, é de alta altitude, com o Himalaia e as montanhas Tian Shan formando fronteiras naturais entre a China, a Índia e a Ásia Central. Em contraste, a costa leste da China continental é de baixa altitude e tem uma longa faixa costeira de 14.500 quilômetros, delimitada a sudeste pelo Mar da China Meridional e a leste pelo Mar da China Oriental, além de onde estão Taiwan, Coréia e Japão.
A antiga civilização chinesa, uma das primeiras do mundo, floresceu na bacia fértil do rio Amarelo, que atravessa a Planície Norte da China.[8] Por mais de 4.000 anos, o sistema político da China foi baseado em monarquias hereditárias (também conhecidas como dinastias). A primeira dessas dinastias foi a Xia (aproximadamente 2000 a.C)., mas mais tarde foi a dinastia Qin que unificou a China em 221 a.C. A última dinastia foi a Qing, que terminou em 1911 com a fundação da República da China (RC) pelo Partido Nacionalista Kuomintang (KMT). Na primeira metade do século XX a China mergulhou em um período de desunião e guerras civis que dividiram o país em dois principais campos políticos - o Kuomintang e os Comunistas. As hostilidades terminaram em 1949, quando a República Popular da China foi estabelecida na China pelos comunistas vitoriosos. O KMT, liderado pelo governo da República da China, recuou para Taipei, agora limitadando sua competência para a ilha de Taiwan e algumas ilhas adjacentes. Ainda hoje, a China está envolvida em disputas com a RC em relação a questões de soberania e do estatuto político de Taiwan.
A importância da China no mundo de hoje como uma grande potência é refletida através de seu papel como terceira maior economia do mundo nominalmente (ou segunda maior em poder de compra) e como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, bem como sendo um membro de várias outras organizações multilaterais, incluindo a OMC, APEC, BRICS,G-20 e da Organização para Cooperação de Xangai. Além disso, é reconhecido como um Estado com armas nucleares, além de possuir o maior exército do mundo em número de tropas e o segundo maior orçamento de defesa.
Desde a introdução de reformas baseadas no mercado econômico em 1978, a China tornou-se uma das mais rápidos economias em crescimento, o segundo maior exportador e o terceiro maior importador de mercadorias do planeta. A rápida industrialização reduziu a sua taxa de pobreza de 53% em 1981 para 8% em 2001. Entretanto, a República Popular da China está agora confrontada com uma série de outros problemas, incluindo um rápido envelhecimento da população, devido à política do filho único, um crescente êxodo rural e a degradação ambiental. Além disso, a China tem sido constantemente criticada por suas violações aos direitos humanos, e por ter um histórico problemático de interferir na liberdade de imprensa.

HISTORIA

A guerra civil chinesa terminou em 1949, quando o Partido Comunista chinês tomou o controle da China continental e o Kuomintang (KMT) recuou para a ilha de Formosa (Taiwan). Em 1º de outubro de 1949, Mao Tse-tung proclamou a República Popular da China, declarando que o "povo chinês se pôs de pé". O termo "China Vermelha" foi um nome freqüentemente usado para a China dentro do bloco capitalista, especialmente até meados dos anos 1970, quando as relações com o Ocidente melhoraram.
Após uma série de falhas econômicas dramáticas (que coincidiram com o Grande Salto Adiante), Mao Tse-tung deixou o cargo de presidente em 1959, sucedendo-o Liu Shaoqi. Mao manteve um grau considerável de influência sobre o partido, mas foi alijado da administração diária dos assuntos econômicos, que passou ao controle de Liu Shaoqi e Deng Xiaoping.
Em 1966, Mao e seus aliados lançaram a Revolução Cultural, que perduraria até a morte daquele dirigente chinês, dez anos mais tarde. A Revolução Cultural, motivada por uma luta pelo poder dentro do partido e por temores acerca da União Soviética, provocou um grande transtorno na sociedade chinesa. Em 1972, no auge da ruptura sino-soviética, Mao e Zhou Enlai encontraram-se com Richard Nixon em Pequim para estabelecer relações com os Estados Unidos. Naquele ano, a República Popular da China aderiu às Nações Unidas, substituindo a República da China (Taiwan) no assento permanente do Conselho de Segurança.

Após a morte de Mao em 1976 e a prisão da Camarilha dos Quatro, acusada dos excessos da Revolução Cultural, Deng Xiaoping rapidamente logrou tomar o poder das mãos de Hua Guofeng, sucessor escolhido por Mao. Embora Deng nunca tenha se tornado o chefe do partido ou do Estado, sua influência dentro da agremiação levou o país a implementar reformas econômicas de grande magnitude. Posteriormente, o Partido Comunista afrouxou o controle governamental sobre a vida pessoal dos chineses e dissolveu as comunas; muitos camponeses receberam terras, de modo a aumentar os incentivos à produção agrícola. Estes eventos marcaram a transição da China de uma economia planejada para uma economia mista com um mercado crescentemente mas livre, um sistema chamado por muitos de "socialismo de mercado". A China adotou a sua atual constituição em 4 de dezembro de 1982.
Em 1989, a morte de um funcionário favorável a reformas, Hu Yaobang, ajudou a precipitar os protestos da Praça da Paz Celestial, quando estudantes e outros organizaram manifestações durante meses em defesa de maiores direitos e da liberdade de expressão. As manifestações foram reprimidas em 4 de junho, quando começaram a digirir-se contra a corrupção no partido. Tropas do exército chinês entraram na praça e dispararam contra os manifestantes, o que resultou em grande número de vítimas. O acontecimento recebeu atenção da mídia ocidental e foi gravado em vídeo, de modo a provocar a condenação mundial e sanções contra o governo.
O Presidente Jiang Zemin e o premier Zhu Rongji, ambos ex-prefeitos de Xangai, lideraram a China após o caso da Praça da Paz Celestial, nos anos 1990. Durante a administração de Jiang, o desempenho econômico chinês tirou cerca de 150 milhões de camponeses da pobreza e manteve um crescimento médio do PIB da ordem de 11,2% ao ano. O país aderiu à OMC em 2001.


CHINA ANTIGA
O PRIMEIRO IMPERADOR



O Primeiro Imperador se tornou rei do estado chinês ocidental de Chin no ano 247 a.C. Sob o nome de Ying Jien, o novo monarca contava com apenas 13 anos de idade.
Naquele tempo, a China antiga era formada por sete estados guerreiros. Durante o reinado de Ying Jien, Chin se fortaleceu às custas de batalhas sangrentas com os outros seis estados. Em um momento que definiu o temperamento do rei, 10.000 prisioneiros do estado de Zhao foram executados, quebrando assim uma tradicional regra da guerra que defendia a proteção dos presos.
Em um prazo de sete anos, Chin estava a ponto de dominar a maioria de seus estados vizinhos. Enquanto ele se encarregava de eliminar os inimigos estrangeiros, membros de sua família sonhavam em derrubá-lo. Sua própria mãe e seu novo companheiro, um homem que lhe deu dois filhos em segredo, não conseguiram derrubar Ying Jien. Depois de uma nova tentativa de assassinato brutal no ano de 227 a.C., o rei decidiu instituir um controle impiedoso para todos, independente do nível hierárquico ou do vínculo familiar.
Depois de uma grande batalha com o estado de Chu no ano de 223 a.C., Ying Jien conseguiu realizar seu sonho: a unificação de toda a China. Com a idade de 34 anos, Ying Jien se tornou o Primeiro Imperador da China, e chamou a si mesmo de Chin Shi Huang Di, que em chinês significa literalmente significa: “o primeiro Deus divino de Chin”. Para surpresa de sua corte, o novo imperador dissolveu as normas feudais e em seu lugar instaurou um novo sistema de governo, una filosofia totalitária que criou novas leis para todos os aspectos da vida diária. Estas leis eram supervisionadas por uma série de governadores, que as aplicavam com brutal eficiência.


Em uma cruzada para celebrar seu poder político e militar depois de sua morte, e de recriar seu mundo em uma tentativa de alcançar a imortalidade, o Imperador de Chin construiu uma das tumbas não-abertas mais impressionantes da História, tão grande quando a Grande Pirâmide egípcia de Gizé. Além de ser protegido pelo famoso exército de terracota, dizem que o corpo do Imperador é rodeado por rios de mercúrio líquido, para que ele existisse para sempre em um mundo fechado que representa seu vasto império. A equipe de produção de O Primeiro Imperador trabalhou com o Dr. Jeffrey Riegel, professor de chinês da Universidade da Califórnia, para investigar o lugar de descanso do Imperador.
Os achados da maior tumba jamais aberta são apresentados pela primeira vez:
• O complexo funerário do Imperador se estende por mais de 11 quilômetros. A tumba em si é tão grande quanto um campo de futebol americano. Nela se destacam 8.000 figuras de terracota que representam o exército, organizadas para proteger o Imperador de seus inimigos espirituais, além de músicos, uma corte de oficiais, jardins de descanso em grande escala (completados com réplicas de pássaros de bronze), pessoas dedicadas ao mundo do entretenimento e acrobatas.
• Esqueletos de outros cortesãos foram descobertos recentemente. Acredita-se que um deles pertence a seu filho mais velho, executado por seus oponentes pouco depois da morte do Imperador. Prova disso é a peça de um arco, que foi encontrada encravada em seu crânio.
• Dois mil anos depois da morte do Imperador, uma exploração arqueológica feita com radar mostra a forma atual, a disposição e o desenho de várias estruturas do complexo funerário, incluindo a forma da tumba em si, que está situada sob uma pirâmide encoberta por milhares de toneladas de terra. O programa recria o mausoléu utilizando as técnicas mais avançadas do mundo em computação gráfica.
• Pela primeira vez, amostras de terra são extraídas da tumba para serem analisadas. Os exames revelaram que ali existiram rios de mercúrio, delineados seguindo a forma de um mapa da China. Naquela época, acreditava-se que o mercúrio prolongava a vida.
• Foi a primeira vez em que uma equipe de produção ocidental teve acesso a estes achados extraordinários e inéditos.
• Dois mil anos depois da morte do Imperador, uma exploração arqueológica feita com radar mostra a forma atual, a disposição e o desenho de várias estruturas do complexo funerário, incluindo a forma da tumba em si, que está situada sob uma pirâmide encoberta por milhares de toneladas de terra. O programa recria o mausoléu utilizando as técnicas mais avançadas do mundo em computação gráfica.
• Pela primeira vez, amostras de terra são extraídas da tumba para serem analisadas. Os exames revelaram que ali existiram rios de mercúrio, delineados seguindo a forma de um mapa da China. Naquela época, acreditava-se que o mercúrio prolongava a vida.


Um Legislador Supremo


• Seu nome completo era Chin Shi Huang-Di, nome que outorgou a um país que existia há mais de 2.000 anos. Com o passar dos séculos, "Chin" evoluiu até se transformar em "China".

• Ele unificou sozinho a China, liderando dez vezes mais súditos que os faraós do Egito.

• Governou entre os anos 246 e 210 a.C., duzentos anos antes do nascimento de Cristo.

• Precisou de menos de 40 anos para completar seu império. Um império que perdurou 1.000 anos a mais que o romano.

• Tornou-se o líder de um império de milhares e milhares de quilômetros, com uma população estimada de 30 milhões de habitantes.

• Ergueu a Grande Muralha da China em um imenso projeto, que unificou as construções já existentes com o objetivo de criar uma única e enorme muralha de mais de 5 mil quilômetros de comprimento. No auge de sua construção, mais de 700.000 pessoas foram escravizadas para realizar seu propósito.


O Último Legado


• O Imperador unificou a China, construiu a Grande Muralha, padronizou a escrita, a burocracia, a educação, as leis, a moeda, e as unidades de pesos e medidas. Ele expandiu o Império Chinês e construiu sua capital (Xian), assim como uma rede de estradas, fortificações e grandes palácios.

• A dinastia Chin terminou justamente depois de sua morte, mas a China unificada permaneceu como tal durante mais de 2.000 anos.

Principais cidades históricas


Xi’an
Conhecida no passado como Chang’an, Xi’an foi um importante centro cultural ao longo da Rota da Seda e a capital de doze dinastias, incluindo as Dinastias Zhou, Qin, Han Ocidental, Sui e Tang. É também onde estão enterrados muitos imperadores chineses, incluindo o grande mausoléu do Imperador Qin, da Dinastia que leva seu nome.
Chengdu
Chengdu tem sido um centro administrativo do governo desde tempos remotos. Foi a capital do reino Shu de Liu Bei’ durante o período dos Três Reinos, assim como a capital de Sichuan desde a Dinastia Yuan. Além de ser um importante centro comercial, Chengdu sinaliza o início da parte sul da Rota da Seda.
Nanjing
Nanjing surgiu de duas antigas cidades, construídas durante o período dos Estados em Guerra, e abrigava uma fortaleza militar feita por Sun Quan, do Reino Wu, durante a era dos Três Reinos. Lar de dez regimes dinásticos, Nanjing se tornou um importante centro cultural no passado quando intelectuais e artesãos lá se instalaram, fugindo da invasão dos nômades do norte depois da queda da Dinastia Jin Ocidental.
Luoyang
A antiga cidade de Luoyang tem mais de 5.000 anos de história. Foi a capital de 96 imperadores em 13 dinastias, incluindo as Dinastias Shang, Zhou, Han, Sui e Tang.
DINASTIA CHINESA


Introdução

A China foi governada por uma sucessão de dinastias em grande parte de sua História. As dinastias chinesas, como a Han, dominaram por muito tempo, mas também houve dinastias estrangeiras, como Yuan e Qing. Saiba mais sobre as principais dinastias que governaram a China antiga.


am de Zhongdu e Dadu respectivamente. Mais tarde, tornou-se a capital da dinastia Ming, e foi renomeada como Pequim (Beijing, em chinês, atualmente). Pequim abriga a famosa Cidade Proibida, e durante a Dinastia Qing foi o centro do poder chinês – e continua sendo, também nos dias de hoje.


Dinastia Shang

1766 – 1045 a.C.
A Dinastia Shang foi a primeira dinastia verdadeira da China, e surgiu depois da lendária Dinastia Xia. Localizado no Vale Huang He, o Reino Shang era uma sociedade altamente desenvolvida, governada por uma classe de aristocratas de forma hereditária.
A sociedade agrária Shang era dividida em duas classes sociais – a nobreza e os plebeus – e governada por um rei sacerdote. Famosa por suas finas esculturas em jade, trabalhos em cobre e tecidos de seda, a dinastia também desenvolveu carruagens de guerrra puxadas por cavalos e um sistema próprio de escrita durante este período. O sistema de escrita Shang usava mais de 3.000 símbolos, esculpidos em ossos e cascos de tartaruga. Essa linguagem “oral” mais tarde evoluiu para os caracteres usados na grafia da língua chinesa.
O povo Shang cultuava seus ancestrais e um panteão de deuses. Ocasionalmente, eles praticavam sacrifícios humanos, incluindo a queima de escravos vivos nas tumbas de seus mestres. A Dinastia Shang acabou quando uma rebelião de escravos derrubou o último imperador, um déspota impopular.

Dinastia Zhou


1045 – 256 a.C
Em 1045 a.C., os Zhou da China ocidental depuseram os Shang e estabeleceram a sua própria dinastia. A sociedade dos Zhou possuía um sistema de classes bem parecido com a Dinastia Shang, com aristocratas e plebeus, mas com uma classe adiconal de escravos.
A dinastia Zhou controlava diretamente apenas algumas partes do norte da China, dividindo o reino em vários estados. Cada um era dominado por um governador local, que apoiava a autoridade central. Ao longo do tempo, estes estados se tornaram cada vez mais independentes, enfraquecendo o poder da dinastia.
Em 771 b.C., uma invasão estrangeira obrigou os Zhou a abandonar sua capital e seguir para leste, iniciando o período Zhou Oriental. As cidades cresceram, criando uma classe de mercadores que usava dinheiro em vez do escambo. Os artesãos do bronze atingem seu apogeu artístico e técnico.
Este período foi pródigo em grandes pensadores, como Confúcio e Lao-Tsé, e livros essenciais, incluindo o I Ching ou Livro das Mutações; o Shijing ou Livro dos Poemas; o Shujing, ou Livro do Aprendizado; o Liji, ou Livro dos Ritos; e o Chunqiu, ou Anais da Primavera e Outono.
Em 256 a.C, a Dinastia Zhou finalmente terminou, quando o governo central perdeu poder e se dividiu em sete grandes estados.

Dinastia Qin


221 – 206 a.C.
Depois do colapso da Dinastia Zhou, sete diferentes estados guerrearam entre si para obter o controle da China. O estado de Qin finalmente saiu vitorioso e estabeleceu um império forte e autoritário. O Imperador Qin Shi Huang aboliu os estados e e criou um governo central forte, que agia de forma cruel e autoritária, com grande eficiência admininistrativa e um rígido código legal.
O governo Qin trouxe muitas das mudanças duradouras que unificaram a China. Pesos e medidas, a moeda e a escrita chinesas foram padronizadas. O Imperador Qin ordenou a construção da Grande Muralha da China para defender seu reino contra a invação estrangeira. A Grande Muralha, ampliada e reconstruída por dinastias futuras, se estende por cerca de 7.240 quilômetros, do Mar Amarelo à Xinjiang, na China ocidental.
O Imperador Qin cobrava pesadas taxas e impostos do povo chinês para sustentar suas extensas campanhas militares e projetos de construção. Devido ao governo cruel e ao excesso de impostos, uma guerra civil eclodiu quando o Imperador Qin morreu, em 207 a.C., provocando o colapso de sua dinastia.

Dinastia Han


206 a.C. – 220 d.C.
Depois da queda da Dinastia Qin, o poderoso estado Han estabeleceu a Dinastia Han. Ela se divide em dois períodos: a Dinastia Han Ocidental (ou Anterior), que durou 206 a.C. a 8 d.C.A, e a Dinastia Han Oriental (ou Posterior), que governou de 25 a 220 d.C. O povo chinês ainda se refere a si mesmo como povo Han.
O governo manteve grande parte da estrutura administrativa Qin, mas dispensou a excessiva centralização do poder. Assim, houve uma mudança de uma aristocracia pura para uma espécie de meritocracia, que selecionada os funcionários públicos através de exames para o serviço civil. Os ideais de Confúcio, anteriormente suprimidos, se tornaram primordias para o Império Han.
Em 8 d.C., um oficial rebelde usurpou o trono para estabelecer a curta Dinastia Xin, mas a Dinastia Han recuperou o poder em 25 d.C. Durante a Dinastia Han Oriental, a economia, a educação e a ciência prosperaram. Havia comércio com os vizinhos do norte, e também com as civilizações na Europa, através da continental Rota da Seda. Escritores criaram grandes obras literárias, incluindo textos históricos e dicionários. Vindo da Índia, o Budismo também foi introduzido na China. A Dinastia Han era extremamente militarizada, e expandiu suas fronteiras para incorporar as regiões que hoje correspondem ao Tibete, Coréia do Norte e norte do Vietnã.
A Dinastia Han finalmente se enfraqueceu com a rivalidade política e a corrupção. Poderosos estados vassalos se revoltaram, e uma rebelião em larga escala eclodiu, causando a queda da dinastia em 220 d.C. A partir daí, a China se dividiu em três reinos que competiam entre si, e foi ameaçada pelas invasões de tribos nômades do norte.
Lugares famosos da China





Três maravilhas construídas pelo homem



A Grande Muralha da China

A Grande Muralha da China começou a ser construída pelo Imperador Qin durante a Dinastia Qin, para defender seu reino contra a pilhagem de tribos nômades. Sua construção prosseguiu ao longo de sucessivas dinastias. O trecho da Muralha que ainda permanece nos dias de hoje era parte da Rota da Seda, e foi construída durante a Dinastia Ming. Ela se estende por cerca de 6.350 quilômetros.
Ao longo dos séculos, a Muralha foi guarnecida por exércitos com o objetivo de alertar ao primeiro sinal de invasão, e também como primeira linha de defesa. Diferente do que se acredita, seu propósito não era tanto deter a invasão dos Manchus e das tribos nômades do norte, mas impedí-los de roubar propriedaddes e fugir da China.
Depois da formação da Dinastia Qing, a Muralha já não tinha utilidade, pois o país passou a ser governado pelos mesmos povos contra os quais ela havia sido construída. Ela então se tornou uma fonte de materiais de construção para os vilarejos vizinhos, contribuindo para sua deterioração e destruição.



O Exército de Terracotta


O Exército de Terracota foi descoberto em 1974 perto de Xi’an, durante trabalhos de irrigação. Ele fazia parte do mausoléu do Imperador Qin Shi Huang e consistia em mais de 7.000 estátuas de guerreiros, cavalos e até carruagens, em tamanho natural, feitas de uma mistura de argila e terra.
Os chineses acreditavam na vida após a morte, e o exército foi criado para acompanhar o Imperador Qin em sua suposta vida além-túmulo. Quando foi descoberto, o exército estava disposto em formação completa de batalha, e incluía a linha de infantaria, arqueiros ajoelhados e carroças com seus cavalos e condutores. Meticulosamente construídas, as estátuas possuem diferentes formas, expressões faciais e cortes de cabelo. Os oficiais podiam ser reconhecidos por seus uniformes.
Restaurado, o Exército de Terracota atualmente está aberto à visitação no Museu do Exército de Terracota do Primeiro Imperador Qin, em Xi’an.



A Cidade Proibida


A construção da Cidade Proibida começou em 1406, durante a Dinastia Ming, e levou 14 anos para ser concluída. Ela fica exatamente no centro da antiga Pequim, e era o centro político da China até o fim da era dinástica. Foi o lar de 24 Imperadores Ming e King, no total.
De formato retangular, a Cidade Proibida é o maior complexo palaciano do mundo, com cerca de 720.000 metros quadrados. Ele é cercado por um fosso de seis metros de profundidade e muros de dez metros de altura, tão maciços que podem suportar tiros de de canhão.
A seção sul da cidade, ou Corte Exterior, consiste em cinco alas, usadas para fins cerimoniais. A seção norte, ou Corte Interior, era a residência do Imperador e de sua família, eunucos e criados.
Os prédios internos abrigavam a aristocracia chinesa. O amarelo – a cor real – dominava os telhados. Em cada canto do teto estão pequenas estatuetas, e o número descrevia a posição social do proprietário. A residência do Imperador tem nove estatuetas, já que o dez simbolizava o paraíso e era usado apenas no edifícil mais sagrado de toda a cidade.


CHINA ATUAL

Território
Originalmente na Dinastia Zhou, a China compreendia a região em torno do Rio Amarelo. Desde então que se expandiu para ocidente e para sul (até à Indochina), tendo atingido proporções máximas durante as dinastias Tang, Yuan e Qing. Do ponto de vista chinês, o Império Chinês teria, mesmo, incluído partes do Extremo Oriente Russo e da Ásia Central, durante as fases em que a Dinastia Yuan se mostrou no auge do seu poderio, ainda que a China fosse, nesse caso, meramente um dos vários territórios do Império Mongol.
Durante o Império Qing, o valor da Grande Muralha da China na defesa da integridade territorial do império diminuiu devido à sua expansão. Em 1683, Taiwan torna-se parte do Império Qing, originalmente como uma prefeitura da província de Fukien. As principais divisões administrativas da China foram sendo modificadas ao longo do tempo. No topo da hierarquia administrativa, encontramos os circuitos e as províncias (sheng). Abaixo destas divisões foram aparecendo prefeituras, subprefeituras, departamentos, comarcas (xiang), distritos (xian) e áreas metropolitanas. Existe alguma indefinição na tradução para português das divisões administrativas

Geografia da China

A China contém uma larga variedade de paisagens, sobretudo planaltos e montanhas a oeste e terras de menor altitude a leste. Como resultado, os rios principais correm de oeste para leste (Chang Jiang, o Huang He (do oriente-central), o Amur (do nordeste), etc), e, por vezes, em direcção ao sul (Rio das Pérolas, Rio Mekong, Brahmaputra, etc). Todos estes rios deságuam no Pacífico. Possui uma área de 9 572 909 km².
No leste, ao longo da costa do Mar Amarelo e do Mar da China Oriental, encontramos uma extensa e densamente povoada planície aluvial. A Costa do Mar da China do Sul é mais montanhosa. O relevo da China meridional caracteriza-se por serras e cordilheiras não muito altas.
A oeste, há outra grande planície aluvial, a do norte. No sul ocidental, encontramos uma meseta calcárea atravessada por cordilheiras montanhosas de altitude moderada onde, nos Himalaias, se situa o seu ponto mais elevado (Monte Everest). O sudoeste é ainda caracterizado por altos planaltos cercados pela paisagem árida de alguns desertos, como o Takla-Makan e o deserto de Gobi, que está em expansão. Devido à seca prolongada e, provavelmente devido a práticas de uma agricultura empobrecedora dos solos, as tempestades de poeira tornaram-se comuns durante a primavera chinesa.
O Mar da China Meridional é um mar marginal, parte do oceano Pacífico, que compreende a área que vai desde Singapura até ao estreito de Taiwan, em um total de cerca de 3 500 000 km². As minúsculas ilhas do Mar da China Meridional formam um arquipélago de centenas de ilhotas.
Várias nações, em especial as Filipinas, levantam objecções ao nome Mar da China Meridional com o argumento de que ele implica a soberania chinesa sobre o mar, que é por disputada esses países.

Durante muitas dinastias, a fronteira sudoeste da China foi delineada pelas altas montanhas de vales escavados de Yunnan, que, hoje, separam a China dos estados de Burma, Laos e Vietname.
Clima
Devido às suas grandes dimensões territoriais, a China apresenta diversos conjuntos climáticos. Porém destacam-se na definição geo-climática do país quatro climas: De Montanha: a sudoeste, ocasionado pela cordilheira do Himalaia; Continental Árido: na região central e abrangendo a maior parte do território do país, o que explica a baixa densidade demográfica e o pouco desenvolvimento urbano dessa região; Subtropical: a sudeste; Temperado Continental: a região nordeste, onde há cerca de 70% da concentração populacional do país.
Relevo

China é também um país de grandes montanhas, zonas montanhosas, planícies e colinas que ocupam 65% da superfície continental. Segundo o alinhamento podemos distinguir cinco sistemas de montanhas. A cordilheira de Kunlun, a norte do Himalaya, separa a alta planície de Qinghai-Tibete do deserto de Taklamakan, três dos seus cumes superam os 7000 metros: Muztag, Muztagata e Kongur; a cordilheira Tianshan, mais a norte com as seus cumes nevados; a cordilheira Xingan, no noroeste da China; e por último a cordilheira Hengduam e Qilian. As montanhas atingem especial altitude no setor ocidental para descer progressivamente para a costa. Há montanhas de singular beleza como é a Montanha Huangshan, a única zona de paisagem exclusivamente montanhosa que se encontra no sul da província de Anhui. Trata-se de uma montanha conhecida pelos seus singulares pinhos e pedras estranhas. Tem mais de setenta afiados picos que estão permanentemente cobertos por nuvens e nevoeiro. Os aspectos a salientar são os pinhos, as rochas, as nuvens e as fontes termais.
Flora
A China oferece uma grande variedade de solos que correspondem-se aproximadamente com as regiões geográficas. Ao norte da China encontramos na Bacia do Tarim o cinzento desértico, os pardos e férteis loes da planície, o castanho terreno florestal da Manchúria e as produtivas terras aluviais da Grande Planície do norte. Na China Central a Bacia Vermelha caracteriza-se por um fértil solo florestal cinzento-castanho, e a planície e delta do Yangtsé pelos seus terrenos aluviais. Na China meridional o solo é vermelho com abundantes materiais lateríticos. No Tibete destacam os terrenos pedregosos, semelhantes aos montanhosos da tundra.

O território chinês apresenta paisagens variadas. A leste, ao longo do litoral do mar Amarelo e do mar da China Oriental, há planícies aluviais densamente habitadas; já no extremo do planalto da Mongólia Interior, ao norte, encontram-se pradarias. A China meridional é dominada por colinas e cordilheiras baixas. No centro-leste encontram-se os deltas dos dois principais rios da China, o Huang He e o Yangtzé. Os rios Xijiang, Mecongue, Bramaputra e Amur também são importantes. A oeste, há grandes cordilheiras, como o Himalaia (onde está o ponto culminante na China, o monte Everest), e terrenos mais áridos, como o Taklamakan e o deserto de Gobi.

A China enfrenta problemas ambientais como o avanço dos desertos (em especial o de Gobi), poluição da água, do ar e industrial
Com relação às emissões de carbono, a China está isenta dos limites fixados pelo Protocolo de Quioto. Desde que aquele tratado foi assinado, a China tornou-se um dos maiores emissores de carbono do mundo, o que contribui para o aquecimento global.

Dado o fato da China ser um enorme país, que abarca os mais variados climas, não é surpreendente que exista uma grande variedade de espécies vegetais e animais. Parece que a vegetação natural da China estava formada por bosques mistos discontínuos de caducas e coníferas próprios de zonas temperadas; mas devido ao cultivo intensivo, esta vegetação desapareceu há muitos séculos. Desgraçadamente o impacto humano chega a ser considerável, por isso a riqueza natural é rara ou está em perigo de extinção. O governo tem estabelecido mais de 300 reservas naturais, protegendo por volta de 1, 8 % do território. O maior problema é a destruição do habitat causado pela agricultura intensiva, a urbanização e a produção industrial.
A flora tem "progredido" bem, apesar da pressão de mais de 1.000 milhões de pessoas, mas a desflorestamento, o pastoreio e os cultivos intensivos têm feito grandes estragos.
A última grande extensão florestal chinesa está na região sub ártica do nordeste, perto da fronteira russa. Pela sua diversidade de vegetação, a zona em redor de Xishuangbanna, no sul tropical, é a mais rica do país. Esta região também procura habitat para manadas de elefantes selvagens; porém, tanto os seres vivos como a floresta tropical estão sob a pressão da agricultura, da tala e da queimada.
Talvez a planta cultivada mais bela seja o bambu. Há muitas variedades e é cultivado no sudeste, para ser utilizado como material de construção e alimento. Outras plantas úteis incluem ervas, entre elas o ginseng, horquilha dourada, angélica e fritilaria. Uma das árvores mais raras é o abeto branco de Cathay na província de Guangxi.
Fauna
A variedade de animais selvagens e domésticos é muito ampla. Além de estar representadas a maior parte das aves canoras e de caça, existem 800 variedades nativas do país. Ao norte, no nordeste especialmente, habitam animais selvagens como o tigre, o antílope, o cervo, o goral (antílope cabra), a ovelha azul, o leopardo, o lobo e os mamíferos de peles. No Tibete pode-se ver ovelhas, iaques, pandas gigantes e ursos selvagens. No sul proliferam tigres, gibones, macacos e caimanes. Há que assinalar que o animal mais raro da Ásia Central é o urso formigueiro.

Talvez não exista na China animal mais representativo da beleza e luta pela vida selvagem do que o urso panda. Estes belos animais, atualmente em perigo de extinção devido à combinação da caça, a invasão do habitat e os desastres naturais, sobrevivem graças aos tímidos esforços do governo central. Com escassa densidade, povoam as regiões de Sichuan, Tibete e Xinjiang, que provêem de habitat a outras magníficas espécies, como o leopardo das neves e os iaques selvagens. O extremo noroeste da China está habitado por alguns interessantes mamíferos como renas, alces, cervos almizcleros, ursos e martas. Também há uma considerável ornitofauna como grullas, patos, abutardas, cisnes e garças.
A ilha Hainam também possui variada vegetação tropical e vida animal. Há sete reservas naturais na ilha, embora é justo dizer que ainda algumas espécies em perigo de extinção, terminam no prato da comida.
Entre os animais domésticos encontram-se cães, gatos, patos, gansos, frangos e porcos que abundam em todo o território da China. Os búfalos aquáticos são nativos da zona sul da Península de Shandong. O zebu habita no sul e nordeste da China; no noroeste criam cabras, ovelhas e cavalos. Os camelos e as vacas são importantes também no nordeste.
Há também variedade de peixes de água doce, sendo o mais comum a carpa. Também abundam lagartos, rãs, tartarugas e salamandras. Na costa destacam a lubina, arenque, cavalas, ostras, tubarões e enguias.
A observação de pássaros é algo do que poderá desfrutar o turista, especialmente na primavera, estação na qual há que dirigir-se à Reserva Natural de Zhalong, na província de Heilongjiang; ao Lago Qinghai, na província do mesmo nome; e ao Lago Poyang, ao norte da província de Jiangxi, o maior lago de água doce da China.
Geologia
As formações paleozóicas da China, exceptuando as que se referem ao Carbonífero Superior (Pensilvaniano), têm características marinhas, enquanto que os depósitos referentes ao Mesozóico e ao Cenozóico são de origem lacustre ou continental. Existem grupos de cones vulcânicos ao longo da Grande Planície do norte da China. Nas penínsulas de Liaodong e Shandong existem planaltos basálticos.
Demografia
A população da China é a maior do mundo, somando mais de 1 380 milhões (ou 1,35 bilhão) de habitantes, distribuídos entre a República Popular da China, com mais de 1 330 milhões (ou 1,33 bilhão) de pessoas, e Taiwan, com mais de 20 milhões de habitantes. Trata-se da maior população do planeta e representa mais de um quinto do total mundial.
Com políticas rígidas para controle de natalidade, estima-se que a China seja ultrapassada populacionalmente pela Índia.
A política de controle populacional da China tem como principal regra cada família possuir apenas um filho enquanto morar em centros urbanos, já no interior são permitidos dois filhos caso o primeiro seja mulher, revelando, assim, uma preferência dos chineses por filhos do sexo masculino, pois, segundo a tradição do país, são os filhos homens responsáveis por cuidar dos pais durante a 3ª idade e são eles também que carregam o sobrenome da família.
Estrutura social
Já existiram na China mais de uma centena de grupos étnicos. Em termos numéricos, a etnia dominante é a dos Han. Ao longo da história, muitas etnias foram assimiladas às suas vizinhas ou, simplesmente, desapareceram sem deixar grandes testemunhos da sua existência. Muitas etnias distintas foram diluídas no grupo dos Han, o que explica o peso numérico desta etnia na China. Não obstante, os Han falam várias línguas muito diferente). O governo da República Popular Chinesa reconhece 56 etnias.
Ciência e tecnologia
Para além das contribuições culturais já mencionadas, outras quatro grandes invenções chinesas na área da tecnologia marcaram profundamente a história mundial:
• Bússola
• Impressão
• Papel
• Pólvora
Algumas outras importantes invenções chinesas:
• Ábaco oriental
• Estribo
• Besta (arma)
• Leme (navegação)
• Guarda-chuva
• Molinete de pesca
Outras áreas científicas onde os chineses se distinguiram:
• A astrologia chinesa e as suas constelações eram usadas com fins divinatórios.
• Aplicaram conceitos matemáticos na arquitectura e na geografia. O π foi calculado por Zu Chongzhi até ao sétimo dígito no século V.
• A alquimia é identificada com a química Taoísta, com bases diversas da química actual.
• Foram levados a cabo estudos de biologia extensivos e muito pormenorizados, que, ainda hoje são procurados e consultados, como as farmacopeias, género de catálogo de plantas medicinais.
• A medicina tradicional e a cirurgia foram, durante muito tempo, avançadas, havendo ainda hoje, muitos adeptos destas práticas médicas. Um exemplo conhecido é o da acupunctura. As autópsias eram consideradas sacrilégio. No entanto, houve quem violasse tal tabu, o que permitiu um mais vasto conhecimento sobre a anatomia interna humana.
PRINCIPAIS CIDADES

PEQUIM - BEIJING
Pequim (em chinês 北京; em pinyin Běijīng e Wade-Giles Peiching) é capital da República Popular da China e sua segunda cidade mais populosa.
Pequim, cujo nome em mandarim significa capital do norte, durante séculos, foi a maior cidade do mundo; hoje tem cerca de 10,3 milhões de habitantes. Situada ao norte do país, Pequim é famosa pela Cidade Proibida, o palácio dos imperadores chineses desde o século XV. Foi capital do Império Chinês de 1421 a 1911.
Em 1912 a capital foi transferida para Nanjing e a cidade tomou o nome de Beiping (Wade-Giles: Peiping) (Paz do Norte); foi ocupada pelos japoneses entre 1937 e 1945. Tornou-se a capital da República Popular da China em 1949 com a nomenclatura atual.

História
Durante as dinastias Tang e Song, existiam somente pequenas aldeias na zona. A última dinastia Jin cedeu grande parte da sua fronteira norte, incluindo Pequim, à dinastia Liao no século X. A dinastia Liao fundou uma segunda capital numa cidade a que chamou Nanjing ("capital do Sul"). A dinastia Jin conquistou Liao e o norte da China, fundando Zhongdu (中都), a "capital central".

Durante muitas dinastias, a fronteira sudoeste da China foi delineada pelas altas montanhas de vales escavados de Yunnan, que, hoje, separam a China dos estados de Burma, Laos e Vietname

O Templo do Céu, um dos símbolos da capital chinesa.
Os mongóis, com Genghis Khan, arrasaram Zhongdu em 1215 e reconstruiram-na como Grande Capital (大都), a norte da capital Jin, este é considerado o início da atual Pequim . O explorador Marco Polo chama à zona Cambaluc.Kublai Khan, que queria ser imperador da China, que definiu a sua capital na zona norte por estar mais próxima as suas origens na Mongólia, o que realçou a importância da cidade apesar dela estar na fronteira norte da China.
Em 1403, o terceiro imperador Ming, Zhu Di (朱棣), que subiu ao trono depois de matar o seu sobrinho e de uma longa guerra civil, moveu a capital, que estava no sul, estabelecendo-a no norte e chamando-a "Beijing", ou seja, capital do Norte. A Cidade Proibida foi construída entre 1406 e 1420, em seguida oTemplo do Céu (1420), e vários outros projetos. A Praça da Paz Celestial (Tian'anmen),pegou fogo duas vezes durante a dinastia Ming e finalmente reconstruida em 1651.
Após a instauração da República da China em 1911, estabeleceu-se de novo a capital em Nanjing (Nanquim) e "Beijing" foi renomeada "Beiping". Durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, foi ocupada pelo Japão em 29 de Julho de 1937. Durante a ocupação, Pequim foi a capital do Governo Provisório da China, um estado fantoche que governou o norte da então China ocupada. A ocupação durou até à rendição do Japão, em 15 de Agosto de 1945.


Em 31 de Janeiro de 1949, durante a Guerra Civil Chinesa, as forças comunistas entraram em Pequim sem confrontos violentos. No dia 1 de Outubro, o Partido Comunista Chinês chefiado por Mao Tse Tung, anunciou na Praça da Paz Celestial a criação da República Popular da China.
Depois das reformas económicas de Deng Xiaoping, a área urbana cresceu enormemente. A zona de Guomao tornou uma grande área comercial, tal como Wangfujing e Xidan, enquanto que Zhongguancun se converteu no centro da indústria da eletrônica do país.
Como capital da nação, Pequim também sofreu agitação política nos últimos vinte anos. Na Praça da Paz Celestial tiveram lugar os Protestos da Praça da Paz Celestial em Maio e Junho de 1989, que terminaram num massacre por parte do exército, sob ordem direta dos dirigentes comunistas: milhares de estudantes foram massacrados, o que ainda é objeto de polêmicas e é contestada nacionalmente porque tratava da liberdade política na mais populosa nação da Terra. A praça também foi lugar de apelos de praticantes da Falun Gong (uma prática de Qigong) para que eles não fossem mais persiguidos.
Nos anos recentes, Pequim esteve sempre com problemas sérios, tais como os congestionamentos (apesar da maioria da população usa a bicicleta como meio de transporte), a contaminação do ar, a destruição do património histórico e a grande migração de outras partes do país.
Pequim, perdeu a eleição para a sede dos Jogos Olímpicos de 2000,mas 8 anos depois foi escolhida como sede dos Jogos Olímpicos de 2008.
Região Metropolitana
Pequim detém de uma das maiores densidades populacionais do planeta, abrigando cerca de 10,3 milhões de habitantes dentro de seus limites. Sua região metropolitana é a 12ª mais populosa da Terra, contando com 17.334.000 habitantes.
O Exército de Terracota foi descoberto em 1974 perto de Xi’an, durante trabalhos de irrigação. Ele fazia parte do mausoléu do Imperador Qin Shi Huang e consistia em mais de 7.000 estátuas de guerreiros, cavalos e até carruagens, em tamanho natural, feitas de uma mistura de argila e terra.
Os chineses acreditavam na vida após a morte, e o exército foi criado para acompanhar o Imperador Qin em sua suposta vida além-túmulo. Quando foi descoberto, o exército estava disposto em formação completa de batalha, e incluía a linha de infantaria, arqueiros ajoelhados e carroças com seus cavalos e condutores. Meticulosamente construídas, as estátuas possuem diferentes formas, expressões faciais e cortes de cabelo. Os oficiais podiam ser reconhecidos por seus uniformes.
Restaurado, o Exército de Terracota atualmente está aberto à visitação no Museu do Exército de Terracota do Primeiro Imperador Qin, em Xi’an.

Economia


Centro financeiro de Pequim.
A sua localização tornou-a num importante nó ferroviário, Possuindo ligações a Kalgan, a Mongólia,a Tientsin,a Manchúria e com o Sul da China. Basicamente é uma cidade industrial, mas também uma cidade histórica e cultural. As indústrias predominantes são do algodão,das fibras sintéticas,delubrificantes,aeletrônicas, da construção civil e da indústria alimentar.
Apesar da planície que envolve esta capital ser extremamente fértil, a produção de alimentos é insuficiente por causa damanda.Com isso, a cidade tem a extrema necessidade de abastecer nas províncias do Sul. No entanto, a sua produção agrícola inclui porcos e hortaliças. O comércio se desenvolveu nas últimas décadas, sobretudo ligado à produção de artesanato tradicional (objetos esmaltados, de jade, tapetes e lacados), bem como o setor dos serviços.
Educação

A Universidade de Tsinghua é uma das melhores universidades da China.
Pequim abriga um grande número de faculdades e universidades, incluindo várias reconhecidas em nível internacional, tais como a Universidade de Tsinghua e a Universidade de Pequim.[2] Por causa do status de Pequim como a capital política e cultural da China, a maioria das Universidades está localizada lá, tendo na soma geral 59 Universidades. Muitos estudantes estrangeiros,vindos dos países vizinhos e de outros
Política
O sistema político de Pequim é estruturado num sistema de governo duplo como todas as outras instituições governamentais da República Popular da China. O prefeito de Pequim é a autoridade máxima no governo da cidade.Como a cidade é uma municipalidade administrada pelo governo federal,o prefeito possui o mesmo nível na ordem de precedência dos governadores das províncias.Entretanto,no sistema duplo de governo de Pequim,o prefeito está abaixo do que o Secretário do Comitê Municipal de Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Pequim"

HONG KONG
Hong Kong (香港, também às vezes aportuguesado como Honguecongue ou Hongue Congue ou escrito como Hongkong; Xiānggǎng, em Pinyin), oficialmente Região Administrativa Especial de Hong Kong da República Popular da China (chinês tradicional: 中華人民共和國香港特別行政區; chinês simplificado: 中华人民共和国香港特别行政区; Pinyin: ? Zhōnghuá rénmín gònghéguó xiānggǎng tèbié xíngzhèngqū), é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China e uma ex-colônia do Império Britânico até 1997. Segundo o "um país, dois sistemas" a política[5] e a Lei Básica de Hong Kong tem um "alto grau de autonomia" em todas as áreas, exceto política externa e defesa. Hong Kong é um centro financeiro internacional, com uma economia capitalista altamente desenvolvida, sendo uma das economias mais liberais do mundo.
Após a Primeira Guerra do Ópio, a Ilha de Hong Kong se tornou uma colônia do Império Britânico em 1842. A colônia foi ampliada nos termos da Convenção de Pequim (1860) e a Convenção para a Extensão do Território de Hong Kong (1898). Hong Kong foi reclassificado como um território britânico cargo em 1983, até a sua soberania ser transferida para a República Popular da China (RPC) em 1997.[6][7] Conhecida pelos seus arranha-céus e por seu profundo porto natural, a sua identidade como um centro cosmopolita onde o Oriente encontra o Ocidente se reflete em sua gastronomia, cinema, música e tradições.[8] A população da cidade é de 95% da chinesa e 5% de outros grupos étnicos.[9] Com uma população de 7 milhões de habitantes e uma área de 1.054 km², Hong Kong é uma das áreas mais densamente povoadas do mundo.[10]
Hong Kong possui possui seu próprio sistema legal, moeda, alfândega, direitos de negociação de tratados (como tráfego aéreo e permissão de aterragem de aviões) e leis de imigração próprias. Hong Kong mantém até suas próprias regras de trânsito, com toda a frota de automóveis dirigindo no l ado esquerdo. Apenas a defesa nacional e relações diplomáticas são responsabilidades do governo central em Pequim.
Apesar de Hong Kong ter passado para o controle chinês, o nome em cantonês da região ("Hong Kong") permanece como referência internacional, em detrimento do equivalente em chinês mandarim, "Xiānggǎng". A escrita do nome do território, tanto em cantonês como chinês, é representada pelos mesmos caracteres.

História de HONG KONG
A ocupação humana de Hong Kong data do Paleolítico. A região foi inicialmente incorporada no Império Chinês, durante a Dinastia Qin, e serviu como porto nas dinastias Tang e Song. O primeiro visitante europeu de que há registo foi o português Jorge Álvares. [11][12] O contacto com o Reino Unido foi estabelecido após a Companhia Britânica das Índias Orientais ter estabelecido uma feitoria na cidade vizinha de Guangzhou. Durante a Guerra do Ópio (1839-1842), Hong-Kong foi ocupado pelo Reino Unido e em 1898 a China entregou o território por um prazo de 99 anos. A partir dessa data, a nova colónia britânica passou a ser um importante centro de comércio.


Hong Kong foi um importante entreposto comercial do Império Britânico no final do século XIX.
No processo que levou ao estabelecimento da República da China, em 1912, Hong-Kong serviu de refúgio político para muitos dos opositores ao novo regime. Após 1912 o nacionalismo chinês afirmou-se hostil relativamente a potências externas. Entre 1925 e 1927 este regime proibiu o acesso de navios ingleses aos portos do Sul da China, facto que comprometeu seriamente o comércio de Hong-Kong.
A guerra sino-japonesa da década de 30 levou a China a procurar apoio contra o Japão junto de países europeus como a Inglaterra, o que facilitou as até então difíceis condições de relacionamento entre ambos os países.


Tropas japonesas entram em Hong Kong e marcham na Queen's Road, liderada pelo tenente-general Takashi Sakai e o vice-almirante Masaichi Niimi em dezembro de 1941, após a rendição britânica.
A Segunda Guerra Mundial, deflagrada em Setembro de 1939, veio dificultar ainda mais a vida económica da ilha. Em 1941, os japoneses, após 18 dias de combate, conquistaram a colónia. Esta ocupação durou 3 anos e 8 meses. Com a rendição incondicional do Japão (1945), os Britânicos reocuparam o território e retomaram a pujança de grande centro comercial da Ásia. Assistiu-se a uma forte industrialização baseada nos têxteis. Hong-Kong tornou-se o maior porto de mercadorias mundial e o seu produto interno bruto per capita é dos mais elevados do Mundo. O território é uma potência comercial e um importantíssimo centro financeiro.
Durante a guerra da Coreia, em 1950, os Estados Unidos da América boicotaram o comércio com a China comunista, uma medida que afectou consideravelmente a actividade comercial de Hong-Kong. Para fazer face a este embargo, a ilha promoveu o desenvolvimento da sua indústria, nos anos 50 e 60, tarefa facilitada pela afluência de refugiados que proporcionavam excelente mão-de-obra barata e dinheiro. Neste período, a política liberal de Hong Kong atraiu muitos investidores estrangeiros, resultando num boom económico que fez da ilha uma das regiões mais ricas e mais produtivas da Ásia.
O crescimento económico causou no entanto algum descontentamento entre os trabalhadores, uma vez que estes auferiam salários muito baixos. Este mal-estar desencadeou motins no Verão de 1967, promovidos por simpatizantes da revolução cultural chinesa. Para combater esta situação o Governo lançou uma legislação laboral; aumentou as habitações públicas e investiu mais em obras públicas, restaurando assim a estabilidade nos anos 70. Durante esta década continuaram a afluir os emigrantes oriundos principalmente da China; as relações entre as duas nações eram mais amistosas. Nos anos seguintes vieram inclusivamente a verificar-se operações conjuntas entre a China e Hong-Kong.
Em 1982, a China e o Reino Unido iniciaram conversações para a devolução da soberania sobre Hong-Kong à primeira. Um acordo assinado em 1984, em Pequim, determinou que a China tomaria conta do território a partir de 1 de Julho de 1997. Em conformidade, o regresso de Hong-Kong à soberania chinesa após 156 anos de administração colonial britânica deu-se às 24:00 daquele dia.
Hong-Kong desfruta do estatuto de Região Administrativa Especial, de acordo com a fórmula "um país, dois sistemas", também aplicada a Macau a partir de 20 de Dezembro de 1999. Deste modo, o território continua a ser um porto livre e um centro financeiro internacional, e, exceto nas áreas da defesa e da política externa, tem um alto grau de autonomia. Não paga impostos ao Governo central e o seu modo de vida, incluindo a liberdade de imprensa, quase não foi alterado.
Geografia

Hong Kong está localizado na costa sul da China, a 60 km a leste de Macau, no lado oposto do Delta do Rio Pérola. É cercada pelo Mar da China Meridional, a leste, sul e oeste, e pelas fronteiras da cidade de Shenzhen e Guangdong, ao norte sobre o rio Shenzhen. O território de 1.104 km² de área é constituído principalmente pela Ilha de Hong Kong, Lantau, Península de Kowloon e os Novos Territórios, bem como cerca de 260 outras ilhas. A área total é 1.054 km² de terra e 50 km² de água.
Como muito do terreno de Hong Kong é a montanhoso, com declives acentuados, menos de 25% da crosta terrestre do território é desenvolvido e cerca de 40% da área restante está reservado para parques e reservas naturais. A maior parte do território de desenvolvimento urbano consiste na Península de Kowloon, ao longo da borda norte da Ilha de Hong Kong e em assentamentos espalhados por todos os Novos Territórios. A maior elevação do território está em Tai Mo Shan, a uma altura de 958 metros acima do nível do mar. Ao longo de Hong Kong, a linha da costa irregular e curvilínea também proporciona-o com muitas baías, rios e praias.
Apesar da reputação de Hong Kong de ser intensamente urbanizada, o território tem feito muito esforço para promover um ambiente verde, e a crescente preocupação pública recente levou a restrição severa de recuperação de terras novas de Victoria Harbour. A conscientização do meio ambiente está crescendo como Hong Kong sofre com o aumento da poluição agravada pela sua geografia e edifícios altos. Aproximadamente 80% da poluição atmosférica da cidade provém de outras partes do Delta do Rio Pérola.
Situado ao sul do Trópico de Câncer, o clima de Hong Kong é de clima subtropical úmido (classificação de Köppen o clima Cwa). O ar do verão é quente e úmido, com chuvas ocasionais e trovoadas, e quente que vem do sudoeste. É nesse período que tufões são mais comuns, muitas vezes resultando em inundações ou deslizamentos de terra. O inverno geralmente começa ensolarado e torna-se nublado em fevereiro, com a frente fria ocasional trazendo fortes ventosde arrefecimento do norte. As estações mais agradáveis são a primavera, embora mutável, e no outono, que é geralmente ensolarado e seco.As médias Hong Kong são de 1.948 horas de sol por ano, enquanto a maior e a menor temperatura já registrada no Observatório de Hong Kong são de 36,1 ° C e 0,0 ° C, respectivamente


Demografia


Hong Kong é uma das áreas mais densamente povoadas do planeta, com 6.200 pessoas por km².
A população de Hong Kong cresceu principalmente durante a década de 1990, alcançando 6,94 milhões em 2005. Cerca de 96% da população de Hong Kong é chinesa, a maioria cantonesa. Grupos como Hakka e Teochew também são importantes. Utilizando em questões governamentais, o cantonês é falado pela maioria da população local chinesa em casa e no trabalho, apesar do inglês também ser compreendido e falado por mais de um terço da população. Desde a passagem de Hong Kong do Reino Unido para a RPC, um novo grupo de imigrantes da China continental aumentou a diversidade étnica da população chinesa e causou um aumento no desenvolvimento do mandarim no território. Os 4% restantes da população é composta por não-chineses, que formam um grupo visível, apesar de seus números pequenos.
Nesse grupo está uma significativa população sul-asiática, que inclui algumas das famílias mais ricas de Hong Kong. Mais de 15 mil vietnamitas, que vieram a Hong Kong como refugiados, tornaram-se residentes permanentes, a maioria sobrevivendo de trabalho informal. Cerca de 140 mil filipinas trabalham em Hong Kong como ajudantes domésticas e donas de casa, conhecidas localmente como amah ou feiyungs. Outros trabalhadores similares vêm da Tailândia e Indonésia. Nos domingos e feriados públicos, milhares desses trabalhadores, a maioria mulher, vão para Central para socializar. Há também um número de europeus, norte-americanos, japoneses e coreanos, a maioria trabalhando no setor financeiro. As três fontes de migração para Hong Kong são as Filipinas (132.770), a Indonésia (95.460) e os Estados Unidos (31.330).
Hong Kong é a quinta maior região metropolitana da RPC por população. Considerada como uma dependência, Hong Kong é um dos países/dependências mais densamente populadas do mundo, com uma densidade geral de mais de 6,2 mil pessoas por km². Hong Kong possui uma taxa de fecundidade de 0,94 filhos por mulher, uma das menores do mundo, e muito abaixo dos 2,1 filhos por mulher necessários para manter o nível de população igual. No entanto, a população está em constante crescimento devido à imigração de cerca de 45 mil pessoas por ano vindas da China continental.
Apesar da densidade populacional, Hong Kong foi relatada [21] como uma das cidades mais verdes da Ásia. A maioria das pessoas moram em flats e arranha-céus. O espaço aberto restante é geralmente coberto por jardins, florestas e arbustos. Cerca de 60% da terra [22] é designada como parques e reservais naturais. Caminhar e acampar são atividades externas populares nos parques localizados nas montanhas de Hong Kong. A longa e irregular costa de Hong Kong também oferece baías e praias para os habitantes da região. A preocupação com o meio ambiente está aumentando, já que Hong Kong também se classifica entre as cidades com o ar mais poluído do mundo. Estima-se que 70% a 80% da poluição do ar da cidade venha do outro lado do delta do Rio das Pérolas, da China continental.

Segundo o Banco Mundial, a economia de Hong Kong é a 30ª do mundo Hong Kong possui a economia menos restrita do mundo e é basicamente livre de taxas. É a 10ª maior entidade de comércio e 11º maior centro bancário do mundo. A presença dominante do comércio mundial está refletida no número de consulados localizados no território: em junho de 2005, Hong Kong possuía 107 consulados e consulados-gerais, mais do que qualquer outra cidade no mundo. Nova Iorque, sede das Nações Unidas, possui 93 consulados.
O objetivo da política monetária de Hong Kong é manter a estabilidade da moeda. Dada a natureza da economia, fortemente orientada ao mercado externo, esse objetivo foi definido como um valor externo estável para o dólar de Hong Kong em termos de uma taxa de câmbio contra o dólar americano em HK$ 7,80 por US$ 1,00 até 2005, quando foi autorizado a flutuar entre HK$ 7,75 e HK$ 7,85.
Hong Kong possui recursos naturais limitados e maioria da comida e materiais brutos são importados. De fato, as importações e exportações (incluindo re-exportações) excedem o PIB de Hong Kong. Hong Kong possui várias ligações comerciais e investimentos com a República Popular da China que já existiam até mesmo antes de 1º de julho de 1997. Essas ligações permitem que Hong Kong seja o agente central entre a República da China em Taiwan e a República Popular da China, no continente. O setor de serviços representou 86,5% do PIB em 2001. O território, com um setor bancário altamente sofisticado e boas ligações de comunicação, é sede de muitas empresas multinacionais na Ásia.
Com o PIB per capita nominal a US$ 24.080 [em 2004, o número é um tanto menor que a média das quatro maiores economias da Europa Ocidental. No entanto, estaria em 11º lugar em termos de PIB per capita (base PPC) no mundo (US$ 32.292), que é mais alto que o do Japão (US$ 31.384), tornando Hong Kong um dos territórios mais ricos da Ásia.

O crescimento ficou com a alta média de 8,9% por ano em termos reais na década de 1970 e 7,2% por ano na década de 1980. Enquanto a economia direcionava-se mais para o setor de serviços (atualmente a manufatura é apenas 4% do PIB), o crescimento desacelerava para 2,7 por ano na década de 1990, incluindo uma queda de 5,3% em 1998, devido ao impacto da crise financeira asiática na demanda na região. O crescimento desde 2000 vem se mantendo numa média de 5,2% por ano no meio de forte deflação.
A economia logo voltou ao normal, mas teve outra grande queda em 2002, com a epidemia de SARS, reduzindo o crescimento no ano para 2,3%. No final de 2003, o alívio nas restrições de viagem impostas pela República Popular da China para Hong Kong fizeram com que o turismo crescesse e além disso, o retorno na confiança dos consumidores e crescimento sólido nas exportações fizeram com o crescimento aumentasse novamente, registrando uma média de 6,5% no primeiro semestre de 2005.
Para aumentar a cooperação econômica entre Hong Kong e a China continental, o Esquema de Visita Individual começou em julho de 2003, que permite que viajantes de algumas cidades da China continental possam visitar Hong Kong sem o acompanhamento de um grupo de turistas. Como resultado, a indústria de turismo em Hong Kong teve um enorme crescimento devido ao aumento exponencial no número de visitantes vindos do continente. Com a abertura do Hong Kong Disneyland Resort, o aumento foi ainda maior.
Hong Kong faz parte do tratado internacional chamado APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation), um bloco econômico que tem por objetivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio e que engloba economias asiáticas, americanas e da Oceania. Junto de Cingapura, Coréia do Sul e Taiwan, a rápida industrialização de Hong Kong fez com que a região ganhasse seu lugar como um dos quatro Tigres asiáticos.
A mitologia chinesa é o conjunto de histórias, lendas e ritos passados de geração para geração de forma oral ou escrita. Há diversos temas na mitologia chinesa, incluindo mitos envolvendo a fundação da cultura chinesa e do Estado chinês. Como em muitas mitologias, acredita-se que ela seja uma forma de rememoração de fatos passados.
Os historiadores supõem que a mitologia chinesa tem início por volta de 1100 a.C. Os mitos e lendas foram passados de forma oral durante aproximadamente mil anos antes de serem escritos nos primeiros livros como o Shui Jing Zhu e o Shan Hai Jing. Outros mitos continuaram a ser passados através de tradições orais tais como o teatro e canções, antes de serem escritos em livros como no Fengshen Yanyi.
Mitos sobre a criação

Uma característica original da cultura chinesa é a aparição relativamente tardia na literatura chinesa de mitos envolvendo a criação. Aqueles que existem, aparecem bem depois da fundação do Confucionismo, do Taoísmo, e de religiões populares. As histórias têm diversas versões, não raro opostas entre si, com a criação dos primeiros seres humanos sendo atribuída a Shangdi, ao Céu, a Nu Kua, a Pan Ku ou Yu Huang. As versões mais comuns da história da criação são as seguintes, em ordem cronológica aproximada:
• Shangdi (上帝), aparecendo na literatura em aproximadamente 700 a.C, ou antes, (a datação destas ocorrências depende da data do Shujing). Não há narrativas orientadas no sentido de dar a Shangdi a autoria da "criação", embora o papel de criador seja uma interpretação possível. Embora Shangdi pareça ter os atributos de uma "pessoa", referências a ele como o criador não são explicitadas até a Dinastia Han.
• Tian (皇天, ou Céu), aparecendo na literatura em cerca de 700 a.C, ou antes (a datação destas ocorrências depende da data do Shujing). Igualmente, não há um papel de criador para o Céu, embora essa interpretação seja possível. As qualidades do Céu e de Shangdi parecem se fundir em uma literatura posterior (sendo, por isso, adorados como uma entidade única ("皇天上帝"), por exemplo, no Templo do Céu em Pequim). A extensão da distinção (se houver alguma) entre eles é debatida.
• Nu Kua (女媧), aparecendo na literatura não antes de 350 a.C, diz-se que recriou ou criou a humanidade. Seu companheiro — irmão e marido — era Fu Xi (伏羲). Estes dois seres às vezes são adorados como os primeiros antepassados dos seres humanos. Eles são muitas vezes representados como criaturas metade-serpente, metade-humanas. Nüwa também foi a responsável por consertar o céu depois que Gong Gong danificou uma das colunas que suportam o céu.
Há muito tempo atrás houve um grande dilúvio e os únicos sobreviventes foram Nu Kua e Fu Xi. Quando as águas baixaram, eles se transformaram num casal de serpentes de cabeça humana. Seus filhos foram as plantas e animais do mundo. Em outro boato diz-se que Nu Wa formou as pessoas com bolas de lama.
• Pan Ku (盤古), aparecendo na literatura não antes de 200 a.C, foi o primeiro ser consciente e criador. No começo não havia nada além do Caos. Fora desse Caos um ovo foi chocado por 18 mil anos. Quando as forças do Yin yang igualaram-se, Pan Ku emergiu do ovo e empreendeu a tarefa de criar o mundo. Ele separou o Yin Yang com um golpe de seu machado. O Yang, mais pesado, afundou e transformou-se na Terra, enquanto o Yin, mais leve, elevou-se para formar os céus. Pan Ku ficou entre eles e empurrou o céu. Ao fim de 18 mil anos, Pan Ku descansou. Sua respiração tornou-se o vento, sua voz o trovão, o olho esquerdo o Sol e o direito a Lua. Seu corpo transformou-se nas montanhas e extremos do mundo, seu sangue formou os rios, seus músculos as terras férteis, sua barba as estrelas e a Via-Láctea, sua pele os arbustos e as florestas, seus ossos os minerais preciosos, sua medula diamantes sagrados, seu suor caiu como chuva e as pequenas criaturas em seu corpo (em algumas versões, pulgas), carregadas pelo vento, tornaram-se os seres humanos sobre todo o mundo.
• Yu Huang (玉皇, ou Imperador de Jade), incluindo representações como Yuanshi Tianzun (元始天尊), Huangtian Shangdi (皇天上帝), aparece na literatura bem depois do estabelecimento do Taoísmo na China.
Grande enchente
A mitologia chinesa compartilha com as mitologias sumeriana, grega, maia e com o Judaísmo e centenas de tradições, um período conhecido como Dilúvio ou Grande Enchente. O soberano chinês Da Yu, com a ajuda da deusa Nu Kua, ajudou a escavar os canais que controlaram a inundação e permitiram à população o cultivo da terra.
Religião e mitologia
Houve muito intercâmbio entre a mitologia chinesa, o Confucionismo, o Taoísmo e o Budismo. Por um lado, elementos pré-existentes da mitologia foram fundidos com essas religiões à medida que eles se desenvolviam (no caso do Taoísmo), ou eram assimilados pela cultura chinesa (caso do Budismo). Por outro lado, elementos dos ensinamentos e das crenças destes sistemas foram incorporados à mitologia chinesa. Por exemplo, a crença Taoísta em um paraíso foi incorporada pela mitologia, como o lugar no qual os imortais e divindades residem. Entrementes, os mitos dos governantes benevolentes do passado, na forma dos Três Augustos e Cinco Imperadores, tornaram-se parte da filosofia política confucionista do Primitivismo.
Divindades

Acredita-se que o Imperador de Jade seja o deus mais importante. As origens do Imperador de Jade e como ele veio a ser considerado uma divindade são desconhecidas. Também conhecido como Yu Huang Shang-ti, seu nome significa "a Augusta Personalidade de Jade". É considerado o primeiro deus e o responsável por todos os deuses e deusas.
Em sua maioria os mitos chineses envolvem temas morais que informam o povo de sua cultura e de seus valores. Há muitas histórias que podem ser estudadas ou coletadas na China.
Divindades de origem Taoísta
• Os Três Puros (三清) — Os Três Puros são a trindade Taoísta de deuses representando os princípios supremos.
• Quatro Imperadores (四御) — Reis celestes do Taoísmo.
o Imperador de Jade (玉皇大帝) — O Imperador de Jade é o governante supremo de tudo, contado entre as principais divindades Taoístas.
o Beiji Dadi (中天紫微北极大帝) — Governante das estrelas.
o Tianhuang Dadi (勾陈上宫天皇大帝) — Governante dos deuses.
o Imperatriz da Terra (后土皇地祇)
• Xi Wangmu (西王母) — Xi Wangmu ou Rainha Mãe do Oeste é a deusa que detém o segredo da vida eterna e a entrada para o paraíso. Originalmente era uma deusa feroz com dentes de tigre e que enviava pragas ao mundo, mas ao ser incorporada ao panteão Taoísta, transformou-se em uma divindade benigna. Na mitologia chinesa popular, Xi Wangmu vive em um palácio de jade e, por isso, é considerada a patrona dos mineiros de jade. Ela também possui um pessegueiro que a cada três mil anos produz um pêssego que concede a imortalidade.
• Pak Tai ou Bei Di(北帝, 真武大帝) — Deus Taoísta do Norte, Pak Tai é um dos Cinco Imperadores que desde a Dinastia Han são associados a cada um dos pontos cardeais (Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro) segundo a teoria dos Cinco Elementos. Em Hong Kong e Macau, são considerados divindades do vento. Pak Tai é também o deus das águas, elemento associado ao norte como a cor preta. Seu animal totem é a tartaruga negra.
• Xuan Nu (玄女) — Xuan Nu foi a deusa que ajudou Huangdi (黃帝) a subjugar Chi You (蚩尤) na guerra travada entre os dois. Depois de enfrentarem-se nove vezes em uma guerra cíclica sem que nenhum dos dois vencesse, o Imperador Amarelo retirou-se para o Monte Tai que ficou envolto em neblina durante três dias. Então apareceu Xuan Nu, que tinha cabeça de pessoa e corpo de ave, e aproximou-se do Imperador comunicando-lhe uma estratégia para vencer a guerra.
• Oito Imortais (八仙) — Os Oito Imortais são uma crença Taoísta descrita pela primeira vez na Dinastia Yuan. O poder de cada Imortal pode ser transferido para uma ferramenta que pode dar vida e destruir o mal. A maioria nasceu nas Dinastias Tang ou Sung. Eles não só são venerados pelos Taoístas como são elementos da cultura chinesa. Vivem na Montanha Penglai.
o He Xiangu (何仙姑)
o Cao Guojiu (曹國舅)
o Tie Guaili (鐵拐李)
o Lan Caihe (藍采和)
o Lu Dongbin (呂洞賓)
o Han Xiang Zi (韓湘子)
o Zhang Guo Lao (張果老)
o Zhongli Quan (漢鍾離)
Divindades de origem Budista
• Guan Yin (觀音), também Kuan Yin (觀音菩薩) — Guan Yin é a deusa da compaixão e piedade.
• Hotei (彌勒菩薩) — Hotei é uma divindade budista popular. Deus da alegria e fortuna.
• Dizang (地藏菩薩) — Dizang é aquele que salva da morte.
• Yanluo (閻羅) — Yanluo é o governante do Inferno (forma abreviada do sânscrito Yama Raja 閻魔羅社).
• Shi Tennô (四大天王) — Os Quatro Reis Celestes são deuses guardiões budistas.
Outras divindades
• Erlang Shen (二郎神) — Erlang Shen é um deus chinês com um terceiro olho na testa que vê a verdade. É uma divindade beligerante e sempre empunha uma espada de três pontas e mantém seu fiel "Cão Celestial Sagrado" (啸天犬) ao seu lado, o qual ajuda-o a subj


Referência para busca:
China ásia budismo pequim mandarim
Fotos de China.

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