Países MixPlanet

Capas para Facebook


Países

Afeganistão
África do Sul
Albânia
Alemanha
Andorra
Angola
Antigua e Barbuda
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Armênia
Austrália
Áustria
Azerbaijão
Bahamas
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benin
Bielorrússia
Bolívia
Bósnia e Herzegovina
Botsuana
Brasil
Brunei
Bulgária
Burkina Fasso
Burundi
Butão
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Catar
Cazaquistão
Chade
Chile
China
Chipre
Cingapura
Colômbia
Comores
Congo
Coréia do Norte
Coréia do Sul
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba
Dinamarca
Djibuti
Dominica
Egito
El Salvador
Emirados Árabes Unidos
Equador
Eritréia
Escócia
Eslováquia
Eslovênia
Espanha
Estados Unidos da América
Estônia
Etiópia
Federação Russa
Fiji
Filipinas
Finlândia
França
Gabão
Gâmbia
Gana
Geórgia
Granada
Grécia
Guatemala
Guiana
Guiana Francesa
Guiné
Guiné Equatorial
Guiné-Bissau
Haiti
Holanda
Honduras
Hungria
Iêmen
Ilhas Marshall
Ilhas Salomão
Índia
Indonésia
Irã
Iraque
Irlanda
Irlanda do Norte
Islândia
Israel
Itália
Jamaica
Japão
Jordânia
Kiribati
Kuweit
Laos
Lesoto
Letônia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia
Luxemburgo
Macedônia
Madagáscar
Malásia
Malauí
Maldivas
Mali
Malta
Marrocos
Maurício
Mauritânia
México
Mianmar
Micronésia
Moçambique
Moldávia
Mônaco
Mongólia
Namíbia
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger
Nigéria
Noruega
Nova Zelândia
Omã
Palau
Panamá
Papua Nova Guiné
Paquistão
Paraguai
Peru
Polônia
Portugal
Quênia
Quirguistão
Reino Unido
República Centro-Africana
República Dominicana
República Tcheca
Romênia
Ruanda
Samoa
San Marino
Santa Lúcia
São Cristovão e Névis
São Tomé e Príncipe
São Vicente e Granadinas
Seicheles
Senegal
Serra Leoa
Sérvia e Montenegro
Síria
Somália
Sri Lanka
Suazilândia
Sudão
Suécia
Suíça
Suriname
Tadjiquistão
Tailândia
Taiwan (Formosa)
Tanzânia
Togo
Tonga
Trinidad e Tobago
Tunísia
Turcomenistão
Turquia
Tuvalú
Ucrânia
Uganda
Uruguai
Uzbequistão
Vanuatu
Vaticano
Venezuela
Vietnã
ZAIRE (República Democrática do Congo)
Zâmbia
Zimbábue


Dúvidas >?<
Fale Conosco

Parceiros
Webix
Recados
Frases
Receitas
Novelas
Recados para Facebook
África do Sul

Scraps para Orkut

África do Sul



DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: República da África do Sul (Republic of South Africa / Republiek van Suid-Afrika).
Nacionalidade: sul-africana.
Data nacional: 27 de abril (Dia da Liberdade).
Capitais: Johanesburgo, Pretória e Cidade do Cabo.
Cidades principais: Cidade do Cabo (854.616), Durban (715.669), Johanesburgo (712.507), Pretória (525.583), Port Elizabeth (303.353) (1991).
Idioma: africâner, inglês, sepédi, sessoto, setsuana (oficiais, entre outros).
Religião: cristianismo 66,4% (independentes reformistas católicos, metodistas, anglicanos, luteranos), hinduísmo 1,3%, islamismo 1,1%, judaísmo 0,2%, sem filiação 1,2%, outras 29,8% (1991).

GEOGRAFIA:
Localização: sul da África.
Hora Local: + 5h.
Área: 1.223.201 km2.
Clima: tropical (maior parte), mediterrâneo extremo sul, árido tropical (NO), de montanha (O).
Área de floresta: 85 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO:
Total: 40,4 milhões (2000), sendo grupos étnicos autóctones 70% (zulus 20,5%, chosas 18%, pedis 9%, sotos 7%, tsuanas 6%, tsongas 3,5%, suazis 2%, nedebeles 2%, vendas 2%), europeus 12% (holandeses, alemães, franceses, ingleses), eurafricanos 13%, indianos 3%, outros 2% (1996).
Densidade: 33,03 hab./km2.
População urbana: 53% (1998).
População rural: 47% (1998).
Crescimento demográfico: 1,5% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 3,25 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 51,5/58 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 59 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 14,9% (2000).
IDH (0-1): 0,697 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo: República presidencialista.
Divisão administrativa: 9 províncias.
Principais partidos: Congresso Nacional Africano (CNA), Democrata (DP), da Liberdade Inkatha (IFP), Novo Nacional (NNP).
Legislativo: bicameral - Assembléia Nacional, com 350 a 400 membros eleitos por voto direto; Conselho Nacional das Províncias, com 90 membros (6 delegados permanentes e 4 especiais de cada uma das 9 províncias).
Constituição em vigor: 1997.

ECONOMIA:
Moeda: rand.
PIB: US$ 133,5 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 4% (1998).
PIB indústria: 32% (1998).
PIB serviços: 64% (1998).
Crescimento do PIB: 1,9% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 3.310 (1998).
Força de trabalho: 16 milhões (1998).
Agricultura: milho, cana-de-açúcar, uva, outras frutas.
Pecuária: bovinos, aves, caprinos, ovinos.
Pesca: 513,6 mil t (1997).
Mineração: carvão, ouro, minério de ferro, diamante, cromita.
Indústria: química, petroquímica, carvão, alimentícia, equipamentos de transporte, siderúrgica (aço e ferro), máquinas, metalúrgica.
Exportações: US$ 28, 2 bilhões (1998).
Importações: US$ 29,9 bilhões (1998).
Parceiros comerciais: EUA, Reino Unido, Japão, Alemanha, Irã, Itália.

DEFESA:
Efetivo total: 82,4 mil (1998).
Gastos: US$ 2,1 bilhões (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações: Banco Mundial, Comunidade Britânica, FMI, OMC, ONU, OUA, SADC.
Embaixada: Tel. (61) 3312-9500, fax (61) 3322-8491, e-mail: saemb@tba.com.br - Brasília, DF.

A África do Sul, oficialmente República da África do Sul, é um país localizado no extremo sul da África, entre os oceanos Atlântico e Índico, com 2.798 quilômetros de litoral. É uma democracia parlamentar, limitado pela Namíbia, Botsuana e Zimbábue ao norte; Moçambique e Suazilândia a leste; e com o Lesoto, um enclave totalmente rodeado pelo território sul-africano.
A África do Sul é conhecida por sua diversidade de culturas, idiomas e crenças religiosas. Onze línguas oficiais são reconhecidas pela Constituição do país. Duas dessas línguas são de origem europeia: o africâner, uma língua que se originou principalmente a partir do holandês que é falada pela maioria dos brancos e coloured sul-africanos, e o inglês sul-africano. O Inglês é a língua mais falada na vida pública oficial e comercial, entretanto, é apenas o quinto idioma mais falado em casa.
A África do Sul é um país multiétnico, com as maiores comunidades europeias, indianas e racialmente mistas da África. Embora 79,5% da população sul-africana seja negra, os habitantes são de diferentes grupos étnicos que falam línguas bantas, um dos nove idiomas que têm estatuto oficial. Cerca de um quarto da população do país está desempregada e vive com menos de US$ 1,25 por dia.
A África do Sul é uma democracia constitucional, na forma de uma república parlamentar; ao contrário da maioria das repúblicas parlamentares, os cargos de chefe de Estado e chefe de governo são mesclados em um presidente dependente do parlamento. É um dos membros fundadores da União Africana e é a maior economia do continente. É também membro fundador da Organização das Nações Unidas e da NEPAD, além de ser membro do Tratado da Antártida, do Grupo dos 77, da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul, da União Aduaneira da África Austral, da Organização Mundial do Comércio, do Fundo Monetário Internacional, do G20, do G8+5 e é uma das nações BRICS.
Pré-história
Os seres humanos modernos habitam a África Austral há mais de 100.000 anos. Na época do contato com os Europeus, os povos indígenas dominantes eram tribos que migraram de outras partes da África há cerca de mil anos antes da colonização europeia. Entre os séculos IV e V, tribos falantes do Bantu vieram para o sul, onde deslocaram, conquistaram e assimilaram os povos originários da África Austral. Na época da colonização europeia, os dois maiores grupos eram os povos Zulu e Xhosa.
Geografia

A África do Sul está localizada no extremo sul do continente africano, com uma região costeira que se estende por mais de 2500 km, sendo também banhada por dois oceanos (Atlântico e Índico). Com uma extensão territorial de 1 219 912 km². O país é o 25.º maior do mundo em área.
A África do Sul tem uma paisagem variada. Na parte ocidental, estende-se um grande planalto composto em parte por deserto e em parte por pastagens e savanas, cortado pelo curso do rio Orange e do seu principal afluente, o Vaal. A sul, erguem-se as cordilheiras do Karoo e, a leste, o Drakensberg, a maior cadeia montanhosa da África meridional, onde situa-se o ponto mais elevado do país no Mafadi com 3450 metros, na fronteira África do Sul-Lesoto. A norte, o curso do rio Limpopo serve de fronteira com o Botsuana e o Zimbabué.
O clima varia entre uma pequena zona de clima mediterrânico, no extremo sul, na região do Cabo, a desértico a noroeste. No Drakensberg há áreas com clima de montanha e neve nos pontos mais elevados, comumente no inverno.
A maior cidade é Joanesburgo. Cidade do Cabo, Durban, Bloemfontein e Pretória são outras cidades importantes. A administração oficial (governo, tribunais, presidência e parlamento) encontra-se dispersa por Pretória (sede do Poder Executivo), Cidade do Cabo (sede do Poder Legislativo) e Bloemfontein (sede do Poder Judiciário).
Em 1998, através da Lei n.º 118, foi criado o Conselho Sul-africano de Nomes Geográficos, com o objetivo de propor a mudança dos nomes de cidades, províncias e acidentes geográficos, substituindo nomes em Inglês e em Africâner por nomes baseados em línglas africanas. Muitas alterações já foram aprovadas, outras estão em estudo. Em breve, as grandes cidades do país poderão ser conhecidas como Tshwane (Pretória), Nelson Mandela Bay (Port Elizabeth), KwaKhangela (Durban)Mangaung (Bloemfontein, eMonti (East London), Mbombela (Nelspruit) (Pietersburg), dentre outras.

Clima

A África do Sul tem, em geral, um clima temperado, em parte por estar rodeada pelos oceanos Atlântico e Índico em três lados, pela sua localização climaticamente mais leve no hemisfério sul e devido à altitude média, que sobe de forma constante em direção ao norte (em direção ao equador) e mais para o interior. Devido a esta topografia variada e pela influência oceânica, o país tem uma grande variedade de zonas climáticas.
As zonas climáticas variam, desde o deserto do Namibe no noroeste ao clima subtropical no leste, ao longo da fronteira com Moçambique e com o Oceano Índico. Do leste, a terra sobe rapidamente sobre uma escarpa de montanha em direção ao planalto interior conhecida como Highveld. Embora a África do Sul seja classificada como semiárida, há uma variação considerável no clima, bem como na topografia.
O extremo sudoeste têm um clima muito semelhante ao do Mediterrâneo, com invernos chuvosos e verões quentes e secos, que acolhe o famoso bioma Fynbos de pastagem e mata. Essa área também produz a maior parte do vinho na África do Sul. Esta região também é particularmente conhecida por seu vento, que sopra intermitente por quase todo o ano. A força deste vento torna o Cabo da Boa Esperança especialmente traiçoeiro para os marinheiros, causando muitos naufrágios. Mais a leste, na costa sul, a precipitação é distribuída mais uniformemente ao longo do ano, produzindo uma paisagem verde. Esta área é conhecida popularmente como a Garden Route.Em 1998, através da Lei n.º 118, foi criado o Conselho Sul-africano de Nomes Geográficos, com o objetivo de propor a mudança dos nomes de cidades, províncias e acidentes geográficos, substituindo nomes em Inglês e em Africâner por nomes baseados em línglas africanas. Muitas alterações já foram aprovadas, outras estão em estudo. Em breve, as grandes cidades do país poderão ser conhecidas como Tshwane (Pretória), Nelson Mandela Bay (Port Elizabeth), KwaKhangela (Durban)Mangaung (Bloemfontein, eMonti (East London), Mbombela (Nelspruit) (Pietersburg), dentre outros acontecimentos.
A província de Estado Livre é particularmente plana devido ao fato de estar centralizada no planalto. No norte do rio Vaal, o Highveld torna-se melhor regado e não experimenta extremos de calor subtropical. Joanesburgo, no centro do Highveld, está em 1.740 metros e recebe uma precipitação anual de 760 milímetros. Os invernos nesta região são frios, embora a neve seja rara.
As altas montanhas Drakensberg, que formam a escarpa sudeste do Highveld, oferecem oportunidades limitadas de esqui no inverno. O lugar mais frio na África do Sul é Sutherland, no oeste das montanhas Roggeveld, onde as temperaturas de inverno podem alcançar -15 °C. O interior profundo tem a temperaturas mais elevadas: a temperatura de 51,7 °C foi registrada em 1948 no Cabo do Norte Kalahari perto de Upington.


Pré-história

A África do Sul contém alguns dos mais antigos sítios arqueológicos e fósseis humanos do mundo. Vários restos fósseis foram recuperados a partir de uma série de cavernas na província de Gauteng. A área é um Patrimônio Mundial pela UNESCO e foi denominada o Berço da Humanidade. Os locais incluem Sterkfontein, que é um dos mais ricos locais de fósseis hominíneas no mundo. Outros locais incluem Swartkrans, Caverna de Gondolin, Kromdraai, Caverna Coopers e Malapa. O primeiro fóssil de hominídeo descoberto na África, a Criança de Taung foi encontrado perto da cidade de Taung, na província Noroeste, em 1924. Outros restos de hominídeos foram recuperados a partir de sítos de Makapansgat em Limpopo, Cornelia e Florisbad no Estado Livre, Caverna Border em KwaZulu-Natal, na embocadura do rio Klasies em Eastern Cape e Pinnacle Point, Elandsfontein e Die Kelders caverna em Western Cape. Esses sítios indicam que várias espécies de hominídeos viviam na África do Sul há cerca de três milhões de anos, entre eles o Australopithecus africanus.

Clima

A África do Sul tem, em geral, um clima temperado, em parte por estar rodeada pelos oceanos Atlântico e Índico em três lados, pela sua localização climaticamente mais leve no hemisfério sul e devido à altitude média, que sobe de forma constante em direção ao norte (em direção ao equador) e mais para o interior. Devido a esta topografia variada e pela influência oceânica, o país tem uma grande variedade de zonas climáticas.


A cordilheira Drakensberg, a mais alta cadeia de montanhas da África do Sul.
As zonas climáticas variam, desde o deserto do Namibe no noroeste ao clima subtropical no leste, ao longo da fronteira com Moçambique e com o Oceano Índico. Do leste, a terra sobe rapidamente sobre uma escarpa de montanha em direção ao planalto interior conhecida como Highveld. Embora a África do Sul seja classificada como semiárida, há uma variação considerável no clima, bem como na topografia.

O extremo sudoeste têm um clima muito semelhante ao do Mediterrâneo, com invernos chuvosos e verões quentes e secos, que acolhe o famoso bioma Fynbos de pastagem e mata. Essa área também produz a maior parte do vinho na África do Sul. Esta região também é particularmente conhecida por seu vento, que sopra intermitente por quase todo o ano. A força deste vento torna o Cabo da Boa Esperança especialmente traiçoeiro para os marinheiros, causando muitos naufrágios. Mais a leste, na costa sul, a precipitação é distribuída mais uniformemente ao longo do ano, produzindo uma paisagem verde. Esta área é conhecida popularmente como a Rota dos Jardins.

A província de Estado Livre é particularmente plana devido ao fato de estar centralizada no planalto. No norte do rio Vaal, o Highveld torna-se melhor regado e não experimenta extremos de calor subtropical. Joanesburgo, no centro do Highveld, está em 1.740 metros e recebe uma precipitação anual de 760 milímetros. Os invernos nesta região são frios, embora a neve seja rara.

As altas montanhas Drakensberg, que formam a escarpa sudeste do Highveld, oferecem oportunidades limitadas de esqui no inverno. O lugar mais frio na África do Sul é Sutherland, no oeste das montanhas Roggeveld, onde as temperaturas de inverno podem alcançar -15 °C. O interior profundo tem a temperaturas mais elevadas: a temperatura de 51,7 °C foi registrada em 1948 no Cabo do Norte Kalahari perto de Upington.

Biodiversidade


A África do Sul assinou a Convenção sobre Diversidade Biológica em 4 de junho de 1994 e tornou-se uma parte da convenção em 2 de novembro de 1995. O país produziu posteriormente uma Estratégia Nacional de Biodiversidade e um Plano de Ação, que foi recebido pela convenção em 7 de junho 2006. O país está em sexto lugar entre os dezessete países megadiversos do mundo.

Inúmeros mamíferos são encontrados na região das savanas, como leões, leopardos, rinocerontes-brancos, gnus-azuis, cudos, impalas, hienas, hipopótamos e girafas. A maior parte da área de savana localiza-se no nordeste do país, como no Parque Nacional Kruger e na Reserva Mala Mala, bem como no extremo norte da Biosfera Waterberg. A África do Sul abriga muitas espécies endêmicas, como o criticamente ameaçado coelho-bosquímano (Bunolagus monticularis), do Karoo.



Não há nenhuma estimativa recente sobre o número de espécies de fungos registradas na África do Sul. Até 1945, mais de 4.900 espécies de fungos (incluindo as espécies formadoras de líquen) tinham sido registradas43 e, após mais de 60 anos de exploração adicional, esse número tende a ser muito mais elevado. Em 2006, o número total de tipos de fungos que existem na África do Sul foi conservadoramente estimado em cerca de 200 mil espécies, mas essa estimativa não levou em conta fungos associados a insetos.44 Se estiver correta, então o número de fungos da África do Sul supera o de espécies de plantas. Pelo menos em alguns dos principais ecossistemas sul-africanos, um percentual extremamente elevado de fungos são altamente específicos das plantas nas quais ocorrem. O número de fungos sul-africanos que são endêmicos e o número dos que estão em perigo devem, portanto, ser muito mais elevado que o número de plantas ameaçadas. A estratégia de biodiversidade do país e o plano de ação não mencionam os fungos.

Com mais de 20 mil espécies de plantas diferentes, ou cerca de 10% de todas as espécies vegetais conhecidas na Terra, a África do Sul é particularmente rica em diversidade de plantas. O bioma predominante na África do Sul é a pradaria, onde a cobertura vegetal é dominada por diferentes gramíneas, arbustos baixos e árvores de acácia. A vegetação torna-se ainda mais escassa no noroeste, devido à baixa pluviosidade. Existem várias espécies de suculentas que armazenam água, como as aloes e euphorbias na área seca de Namaqualand. As pradarias lentamente se transformam em um mato alto de cerrado no nordeste do país, com um crescimento mais denso. Há um número significativo de baobás nesta área, perto da extremidade norte do Parque Nacional Kruger.

Demografia


África do Sul é uma nação de cerca de 50 milhões de pessoas de diversas origens, culturas, línguas e religiões. O último censo foi realizado em 2011 e o próximo será em 2021. O Statistics South Africa classifica a população em cinco categorias raciais pelas quais as pessoas podem se classificar. No meio do ano 2009 os valores estimados para essas categorias foram negros com 79,3%, brancos com 9,1%, coloured (mestiços) com 9,0% e indianos e asiáticos com 2,6% da população. A África do Sul tem onze línguas oficiais: africâner, inglês, ndebele, sesotho do norte, sesotho do sul, swazi, tswana, tsonga, venda, xhosa e zulu. O país tem uma população majoritariamente cristã.

Mesmo com o crescimento populacional da África do Sul na última década (principalmente devido à imigração), o país tinha uma taxa de crescimento populacional anual de -0,501% em 2008 (est. CIA), incluindo a imigração. A CIA estima que a população em 2009 na África do Sul tenha começado a crescer novamente, a uma taxa de 0,281%. A África do Sul é o lar de cerca de 5 milhões de imigrantes ilegais, incluindo cerca de 3 milhões de zimbabuanos. Uma série de motins anti-imigrantes ocorreu na África do Sul em 11 de maio de 2008.

África do Sul abriga uma considerável população de refugiados e requerentes de asilo. Segundo a World Refugee Survey 2008, publicado pelo Comitê estadunidense para Refugiados e Imigrantes, esta população era de aproximadamente 144.700 pessoas em 2007. Grupos de refugiados e requerentes de asilo que somam mais de 10.000 pessoas incluídas do Zimbábue (48.400), República Democrática do Congo (24.800) e Somália (12.900).58 Estas populações viviam principalmente em Joanesburgo, Pretória, Durban, Cidade do Cabo e Port Elizabeth.

Assim como em muitos países africanos, a África do Sul vem experimentando uma "fuga de cérebros" nos últimos 20 anos. Isso acreditado como potencialmente prejudicial para a economia regional, e é quase certamente prejudicial para o bem-estar da maioria das pessoas que dependem da infra-estrutura de saúde, tendo em conta a epidemia de HIV/AIDS.60 A fuga de cérebros na África do Sul tende a demonstrar contornos raciais (naturalmente, dado o legado de distribuição de competências da África do Sul) e tem, portanto, resultado em grandes comunidades de brancos sul-africanos no exterior.


Religião



De acordo com o censo nacional de 2001, os cristãos representavam 79,7% da população do país. Isso inclui cristãos zion (11,1%), pentecostais (carismáticos) (8,2%), católicos romanos (7,1%), metodistas (6,8%), holandeses reformados (6,7%), anglicanos (3,8%); membros de outras igrejas cristãs representavam outros 36% da população. Os muçulmanos representam 1,5% da população, hindus cerca de 1,3%, e judeus 0,2%. 15,1% não tinha qualquer filiação religiosa, 2,3% tinha outra religião e 1,4% não estavam especificados.

Igrejas Indígenas Africanas eram os maiores entre os grupos cristãos. Acredita-se que muitas das pessoas que alegaram ter nenhuma afiliação com qualquer religião organizada, respeitam as religiões tradicionais indígenas. Muitos povos têm práticas religiosas sincréticas, combinando influências cristãs e indígenas.

Não há nenhuma evidência de que o islã tenha tido contato com os povos zulu, swazi ou xhosa da costa leste, antes da era colonial. Muitos sul-africanos muçulmanos são descritos como mestiços, nomeadamente na província de Cabo Ocidental, especialmente aqueles cujos ancestrais vieram como escravos do arquipélago indonésio (os malaios do Cabo). Outros são descritos como indianos, nomeadamente em KwaZulu-Natal, incluindo aqueles cujos antepassados vieram como comerciantes do sul da Ásia; eles têm sido acompanhados por outros povos de outras partes da África, assim como brancos ou negros naturalizados sul-africanos. Sul-africanos muçulmanos afirmam que sua fé é a religião que mais cresce em conversão no país.

A população hindu foi primeiramente estabelecida durante o período colonial britânico, mas depois as ondas de imigração da Índia, também têm contribuíram para o aumento dessa população. A maioria dos Hindus são etnicamente do Sul da Ásia. Outras religiões minoritárias na África do Sul são sikhismo, o jainismo e a Fé Bahái.

Idiomas



Africâner

Inglês

Ndebele

Xhosa

Zulu


Venda

Tsonga




A África do Sul tem onze línguas oficiais: africâner, inglês, ndebele, sesotho do norte, sesotho do sul, swazi, tswana, tsonga, venda, xhosa e zulu. Em número de línguas oficias, o país é o terceiro, apenas atrás da Bolívia e da Índia. Apesar de todas as línguas serem formalmente iguais, algumas línguas são faladas mais do que outras. De acordo com o Censo Nacional de 2001, as três línguas mais faladas em casa são o zulu (23,8%), o xhosa (17,6%) e o africâner (13,3%). Não obstante o fato de que o inglês é reconhecida como a língua do comércio e da ciência, sendo falada em casa por apenas 8,2% dos sul-africanos em 2001, uma percentagem ainda menor do que em 1996 (8,6%).

O país também reconhece oito outros idiomas não-oficiais: fanagalo, khwe, lobedu, nama, ndebele do norte, phuthi, san e a língua gestual sul-africana. Estas línguas não-oficiais podem ser utilizadas em determinadas utilizações oficiais em áreas limitadas, onde foi determinado que essas línguas são predominantes. No entanto, suas populações não são significadamente grandes para exigir o reconhecimento nacional.

Muitas das línguas "não oficiais" dos povos san e khoikhoi possuem dialetos regionais que se estendem em direção ao norte da Namíbia e de Botswana, além de outros lugares. Esses povos, que são uma população fisicamente distinta de outros africanos, tem sua própria identidade cultural com base em suas sociedades de caçadores-coletores. Eles têm sido marginalizados, em grande medida, e muitas das suas línguas estão em perigo de extinção.

Muitos sul-africanos brancos também falam outras línguas europeias, tais como português (falado também por angolanos e moçambicanos negros), alemão e grego, embora alguns asiáticos e indianos na África do Sul falam línguas asiáticas, como o tamil, hindi, guzerate, urdu e telugu. O francês é ainda falada pelos franceses sul-africanos, especialmente em lugares como a Franschhoek, onde existem muitos sul-africanos de origem francesa.

Composição étnica

O Statistics South Africa define cinco categorias raciais pelas quais as pessoas podem se classificar no censo. As estimativas do censo de 2011 para estas categorias foi negros africanos com 79,2%, brancos com 8,9%, coloured (mestiço) com 8,9%, indiano ou asiático com 2,5% e outros/não especificado com 0,5%. O primeiro censo na África do Sul, feito em 1911, mostrou que os brancos representavam 22% da população; esse número caiu para 16% da população em 1980.





Grupos populacionais dominantes na África do Sul.


De longe, a maior parte da própria população é classificada como "africana" ou "negra", mas esse grupo populacional não é culturalmente e/ou linguisticamente homogêneo. Os principais grupos étnicos negros incluem os zulus, xhosas, basothos (basotho do sul), bapedi (basotho do norte), vendas, tswanas, tsongas, suázis e ndebeles, os quais falam as línguas bantu.

A população coloured (multirraciais) está concentrada principalmente na região do Cabo e vem de uma combinação de origens étnicas, como os brancos, khois, sans, griquas, chineses e malaios.

Os sul-africanos brancos são principalmente descendentes de holandeses, alemães, franceses huguenotes, britânicos e outros colonos europeus e judeus. Cultural e linguisticamente, eles são divididos em africânderes, que falam africâner, e os grupos de brancos anglófonos. A população branca tem diminuído, devido à baixa taxa de natalidade e à emigração; entre os fatores que influem na decisão dessa população de emigrar, muitos citam a elevada taxa de criminalidade e as políticas de ação afirmativa do governo. Desde 1994, aproximadamente 440 mil sul-africanos brancos emigraram permanentemente do país. Apesar dos elevados níveis de emigração, alguns imigrantes europeus se instalaram no país nesse período. Até 2005, estima-se que 212 mil cidadãos britânicos estavam residindo na África do Sul. Até 2011, esse número pode ter crescido para 500 mil. Alguns zimbabuanos brancos emigraram para a África do Sul. Alguns dos membros mais nostálgicos da comunidade são conhecidos na cultura popular como "Whenwes", por causa da frase when we were in Rhodesia... (em português: quando estávamos na Rodésia...), que eles costumam dizer ao relembrar suas vidas na antiga Rodésia.

A população indiana chegou à África do Sul como trabalhadores contratados para trabalhar nas plantações de açúcar em Natal no final do século XIX e início do século XX. Eles vieram de diferentes partes do subcontinente indiano, seguiam religiões diferentes e falavam línguas distintas. Um grave distúrbio entre indianos e zulus eclodiu em 1949 na cidade de Durban. Existe também um grupo significativo de sul-africanos chineses (cerca de 100 mil pessoas) e vietnamitas (cerca de 50 mil pessoas). Em 2008, o Superior Tribunal de Pretória determinou que os sul-africanos chineses que chegaram ao país antes de 1994 deviam ser reclassificados como mestiços. Como resultado desta decisão, cerca de 12 a 15 mil dos cidadãos etnicamente chineses que chegaram antes de 1994 (o que representa de 3% a 5% do total da população chinesa no país), será capaz de se beneficiar de políticas de igualdade racial do governo.


Problemas sócio-econômicos



Segundo uma pesquisa para o período 1998-2000 elaborada pela Organização das Nações Unidas, a África do Sul foi classificada em segundo lugar em assassinatos e em primeiro para assaltos e estupros per capita. As estatísticas oficiais mostram que 52 pessoas são assassinadas todos os dias na África do Sul.81 O número relatado de estupros por ano é de 55.00082 e estima-se que 500 mil estupros são cometidos anualmente no país. O total de crimes per capita é o 10º entre os 60 países no conjunto de dados.

O estupro é um problema comum na África do Sul, em uma pesquisa de 2009 um em cada quatro homens sul-africanos admitiram ter estuprado alguém. Um em cada três das 4.000 mulheres inquiridas pela Comunidade da Informação, Capacitação e Transparência disse que tinha sido violada no ano passado. A África do Sul tem uma das maiores incidências de estupros de crianças e bebês no mundo. Em um levantamento realizado entre 1.500 crianças escolares no township de Soweto, um quarto de todos os meninos entrevistados disseram que "jackrolling", um termo para estupro em grupo, era algo divertido.

A classe média do país busca segurança em condomínios fechados. Muitos emigrantes da África do Sul também afirmam que o crime foi um grande motivador para eles saírem do país. O crime contra a comunidade agrícola continua a ser um grande problema. Outro problema enfrentado pelo país é a forte desigualdade social e econômica; as cidades sul-africanas Buffalo City, Johannesburgo e Ekurhuleni foram apontadas como as mais desiguais do mundo, segundo relatório da ONU divulgado em 2010.

Política


Union Buildings é a residência oficial e o gabinete do presidente da república da África do Sul, localizado na capital administrativa do país, Pretória.
A África do Sul tem três capitais: Cidade do Cabo, a maior das três, é a capital legislativa; Pretória é a capital administrativa e Bloemfontein é a capital judiciária. África do Sul tem um parlamento bicameral: o Conselho Nacional de Províncias (câmara alta), tem 90 membros, enquanto a Assembleia Nacional (câmara baixa) tem 400 membros.

Os membros da Câmara dos Deputados são eleitos numa base populacional por representação proporcional: metade dos membros são eleitos por listas nacionais e a outra metade são eleitos em listas provinciais. Dez membros são eleitos para representar cada província no Conselho Nacional das Províncias, independentemente da população da província. Eleições para ambas as câmaras são realizadas a cada cinco anos. O governo é formado na casa mais baixa, e o líder do partido maioritário na Assembleia Nacional é o presidente.

Desde o fim do apartheid em 1994, a política sul-africana tem sido dominado pelo Congresso Nacional Africano (ANC), que foi o partido dominante, com 60-70% dos votos. O principal adversário do governo do ANC é o partido da Aliança Democrática, que recebeu 16,7% dos votos na eleição de 2009 e 14,8% nas eleições de 2006.



Parlamento da África do Sul na Cidade do Cabo, a capital legislativa.
O partido anteriormente dominante, o Novo Partido Nacional, que introduziu o apartheid através do seu predecessor, o Partido Nacional, optou por se fundir com o ANC, em 9 de abril de 2005. Outros grandes partidos políticos representados no Parlamento são o Congresso do Povo, que se separou do ANC e ganhou 7,4% dos votos em 2009 e o Partido da Liberdade Inkatha, que representa principalmente os eleitores zulus e que teve 4,6% dos votos nas eleições de 2009.

Desde 2004, o país teve muitos milhares de protestos populares, alguns violentos, tornando-se, de acordo com um acadêmico, o "país mais rico em protesto no mundo". Muitos destes protestos têm sido organizados a partir das crescentes favelas que circundam as cidades sul-africanas.

Em 2008, a África do Sul foi classificada na 5ª entre 48 países da África subsaariana pelo Índice Ibrahim de Governança Africana. A África do Sul teve bons resultados nas categorias de Estado de Direito, Transparência e Corrupção e Participação e Direitos Humanos, mas foi perdeu pontos pelo seu desempenho relativamente pobre em Saúde e Segurança. O Índice Ibrahim é uma medida global de governança africana, com base em uma série de variáveis que refletem o sucesso com que os governos entregam bens políticos essenciais aos seus cidadãos.


Relações internacionais


Enquanto era a União Sul-Africana, o país foi o membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU). O então primeiro-ministro sul-africano, Jan Smuts, escreveu o preâmbulo da Carta das Nações Unidas. O país é um dos membros fundadores da União Africana (UA), e tem a maior economia de todos os membros dessa organização. A África do Sul também é um membro fundador da Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD), da UA. O país tem desempenhado um papel fundamental como mediador de conflitos entre nações africanas na última década, como no Burundi, na República Democrática do Congo, nas Ilhas Comores e no Zimbabwe. Após o fim do regime do apartheid, a África do Sul foi readmitida na Commonwealth britânica. O país é um membro do Grupo dos 77 e presidiu a organização em 2006. A África do Sul também é membro da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul, da União Aduaneira da África Austral, do Tratado da Antártida, da Organização Mundial do Comércio (OMC), do Fundo Monetário Internacional (FMI), do G20 e do G8+5.

O presidente sul-africano Jacob Zuma e o ex-presidente chinês, Hu Jintao, atualizaram os laços bilaterais entre os dois países em 24 de agosto de 2010, quando foi assinado o Acordo de Pequim, que antecipou a elevação da "parceria estratégica" da África do Sul com a China para uma "parceria estratégica global" em temas econômicos e políticos, como o reforço do intercâmbio entre os respectivas partes governantes e legisladores. Em abril de 2011, a África do Sul entrou oficialmente para o grupo de países BRICS (Brasil-Rússia-Índia-China), identificado pelo presidente Zuma como os maiores parceiros comerciais do país e também como os maiores parceiros comerciais da África como um todo. Zuma afirmou que os países membros do BRICS também iriam trabalhar de forma coordenada através da ONU, do Grupo dos Vinte (G20) e do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul.


Economia


A Bolsa de Valores de Joanesburgo é a maior bolsa de valores do continente africano.
Pela classificação da ONU a África do Sul é um país de renda média, com uma oferta abundante de recursos, com bem desenvolvidos setores financeiro, jurídico, de comunicações, energia e transportes, uma bolsa de valores que está entre as vinte melhores do mundo, e uma moderna infra-estrutura de apoio a uma distribuição eficiente das mercadorias a grandes centros urbanos em toda a região. A África do Sul ocupa 32ª posição no mundo em termos de PIB (PPC), de acordo com dados de 2009. A sua integração na economia é muito forte e constitui uma base essencial para o seu desenvolvimento.

O desenvolvimento avançado do país está no entanto concentrado em torno de quatro áreas: Cidade do Cabo, Port Elizabeth, Durban e Pretória/Johannesburg. Fora destes quatro centros econômicos, o desenvolvimento é limitado e a pobreza ainda é prevalente, apesar dos esforços do governo. Por conseguinte, a grande maioria de sul-africanos são pobres. No entanto, os principais zonas marginais têm experimentado um crescimento rápido nos últimos tempos. Essas áreas incluem Mossel Bay para Plettenberg Bay; área de Rustenburg, área de Nelspruit, Bloemfontein, Cape West Coast e o Litoral Norte de KwaZulu-Natal. O desemprego é extremamente elevado e a desigualdade de renda é aproximadamente igual à do Brasil - residindo uma das razões mais salientes no facto de boa parte das empresas importantes serem capital-intensivas, não trabalho intensivas. Durante o período de 1995-2003, o número de empregos formais diminuiu e o emprego informal aumentou, o desemprego global se agravou.

O rendimento médio domiciliar sul-africano diminuiu consideravelmente entre 1995 e 2000. Quanto à desigualdade racial, o Statistics South Africa informou que, em 1995, o agregado familiar médio branco ganhou quatro vezes mais do que uma família média negra. Em 2000, a família média branca ganhou seis vezes mais do que o agregado familiar médio negro. As políticas de ação afirmativa para a igualdade racial têm estimulado um aumento na riqueza econômica dos negros e o nascimento de uma emergente classe média negra. Outros problemas são a criminalidade, a corrupção e a epidemia de HIV/AIDS. A África do Sul sofre com carga relativamente pesada regulação global, comparada aos países desenvolvidos. A propriedade e a interferência estatal impõe barreiras à entrada em muitas áreas. Regulamentações trabalhistas restritivas têm contribuído para o mal-estar do desempregado.



Joanesburgo, a cidade mais rica do país, produz 33% do produto interno bruto (PIB) da África do Sul e 10% do PIB do continente africano.
O governo de 1994 herdou uma economia minada por longos anos de conflito interno e por sanções externas. O governo absteve-se de recorrer ao populismo econômico. A inflação foi derrubada, as finanças públicas estavam estabilizados e alguns capitais estrangeiros foram atraídos.114 No entanto, o crescimento foi ainda baixo. No início de 2000, o então Presidente Thabo Mbeki prometeu promover o crescimento econômico e o investimento estrangeiro através do relaxamento de leis trabalhistas restritivas, acelerando o ritmo de privatização e o corte de gastos governamentais desnecessários. Suas políticas enfrentam forte oposição dos sindicatos. De 2004 em diante o crescimento econômico aumentou significativamente, assim como a formação de emprego e aumento de capital.

África do Sul é o maior produtor e consumidor de energia no continente africano. A África do Sul é um destino turístico popular, e uma quantidade substancial de receita vem do turismo. Entre as principais atrações são a cultura variada e pitoresca, a reservas de caça e os vinhos locais.

A Rand Sul-Africano (ZAR), é a moeda emergente mais ativamente negociada no mundo. Ele se juntou a um clube de elite das moedas, o Continuous linked settlement (CLS), onde transações de câmbio são liquidadas imediatamente, diminuindo os riscos de transações através de fusos horários. O rand era a moeda com melhor desempenho contra o dólar dos Estados Unidos (USD) entre 2002 e 2005, segundo a Bloomberg Moeda Scorecard.



A volatilidade do rand tem afetado a atividade econômica, a queda acentuada em 2001 e o atingimento de um mínimo histórico de 13,85 rands ao dólar, provocou temores de inflação e fez com que o Banco Central a aumentar as taxas de juros. O rand desde então tem se recuperado, negociado a 7,77 ZAR ao dólar em de fevereiro de 2010. No entanto, como os exportadores estão sob pressão considerável a partir de uma forte moeda nacional, muitos pedem a intervenção do governo para ajudar a suavizar o rand.

Refugiados de países pobres vizinhos incluem muitos imigrantes provenientes da República Democrática do Congo, Moçambique, Zimbabwe, Malawi e outros, que representam uma grande parcela do setor informal. Com elevados níveis de desemprego entre os pobres sul-africanos, a xenofobia é prevalente e muitas pessoas nascidas na África do Sul se sentem ressentidos com os imigrantes que são vistos como pessoas que privam a população nativa de postos de trabalho, um sentimento que tem tido credibilidade pelo fato de que muitos empregadores Sul Africano têm empregado os migrantes de outros países para salários mais baixos do que os cidadãos sul-africanos, especialmente na construção civil, turismo, agricultura e indústrias de serviços domésticos. Os imigrantes ilegais são também fortemente envolvidos no comércio informal. No entanto, muitos imigrantes na África do Sul continuam a viver em condições precárias e a política de imigração do sul-africana tornou-se cada vez mais restritivas desde 1994.

Os principais parceiros comerciais internacionais da África do Sul, além de outros países africanos, incluem a Alemanha, os Estados Unidos, a China, o Japão, o Reino Unido e a Espanha. As principais exportações do país incluem o milho, diamantes, frutas, ouro, açúcar, metais, minerais, e lã. Máquinas e equipamentos de transporte constituem mais de um terço do valor das importações do país. Outras importações incluem produtos químicos, produtos manufaturados e petróleo. Recentemente a África do Sul foi incluída no grupo de países emergentes com economias promissoras, os BRICS..


Educação



A Educação na África do Sul é a segunda melhor do continente africano, perdendo apenas para Cabo Verde. Na época do apartheid, os estudantes de todos os grupos étnicos da África do Sul iam com frequência a escolas próprias para cada etnia. Fora isso, os menores caucasianos de 18 anos que falavam inglês e africânder, apesar de serem obrigados a estudar as duas línguas, iam com frequência a instituições de ensino adequadas a cada etnia. Considerando cada menor de 18 anos, o governo pagava muito mais caro com a educação dos caucasianos do que a dos não caucasianos.



Entre os sete e os 16 anos, o ensino era obrigatório para os menores caucasianos de 18 anos. Cerca de 90% deles iam diariamente a escolas da rede pública de ensino. O resto ia para escolas da rede particular controladas pelo Estado. Mais de 55% terminavam o ensino médio.

Os menores mestiços ou asiáticos de 18 anos eram obrigados a se dirigirem à escola, entre os sete aos 14 anos, desde que habitassem áreas que dispusessem desta facilidade. Em diversas dessas regiões não existiam escolas e salas de aula para os mestiços e os asiáticos. Aproximadamente 99% desses menores de 18 anos ia para educandários religiosos controlados pelo Estado. Mais de 10% dos menores mestiços de 18 anos e 25% dos indianos alcançavam o ensino médio. Até 1981 a legislação não obrigava que os menores africanos de 18 anos fossem com frequência a instituições de ensino. Desde então, os conselhos locais podiam requerer que o governo nacional solicitasse o comparecimento dos menores de sua área, de 6 a 15 anos, para instituições de ensino, 20% dos menores africanos iam a instituições de ensino.

As principais universidades da África do Sul são: a Universidade do Cabo Ocidental (Cidade do Cabo), a Universidade da Cidade do Cabo (Cidade do Cabo), a Universidade do Estado Livre (Bloemfontein), a Universidade de Fort Hare (Alice), a Universidade do KwaZulu-Natal (Durban, Pietermaritzburg, Pinetown, Westville), a Universidade do Limpopo (Polokwane, Ga-Rankuwa), a Universidade do Noroeste (Mafikeng, Mankwe, Potchefstroom, Vanderbijlpark), a Universidade de Pretória (Pretória), a Universidade Rhodes (Grahamstown), a Universidade de Stellenbosch (Stellenbosch) e a Universidade do Witwatersrand (Joanesburgo).


Enquanto era a União Sul-Africana, o país foi o membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU). O então primeiro-ministro sul-africano, Jan Smuts, escreveu o preâmbulo da Carta das Nações Unidas. O país é um dos membros fundadores da União Africana (UA), e tem a maior economia de todos os membros dessa organização. A África do Sul também é um membro fundador da Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD), da UA. O país tem desempenhado um papel fundamental como mediador de conflitos entre nações africanas na última década, como no Burundi, na República Democrática do Congo, nas Ilhas Comores e no Zimbabwe. Após o fim do regime do apartheid, a África do Sul foi readmitida na Commonwealth britânica. O país é um membro do Grupo dos 77 e presidiu a organização em 2006. A África do Sul também é membro da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul, da União Aduaneira da África Austral, do Tratado da Antártida, da Organização Mundial do Comércio (OMC), do Fundo Monetário Internacional (FMI), do G20 e do G8+5

Saúde


O impacto da AIDS tem causado uma queda na expectativa de vida do país.
A expansão da SIDA (síndrome da imunodeficiência adquirida, AIDS no Brasil) é um problema alarmante no país, chegando a atingir 31% das mulheres grávidas em 2005 e uma taxa de infecção nos adultos estimada em 20%. A ligação entre HIV, um vírus transmitido principalmente por contato sexual, e SIDA foi negado há muito tempo pelo presidente Thabo Mbeki e pelo ministro da saúde Manto Tshabalala-Msimang, que insiste que as muitas mortes no país são causadas por má nutrição, e muita pobreza, e não pelo HIV. Em 2007, em resposta a pressões internacionais, o governo fez esforços para combater a SIDA. Em setembro de 2008 Thabo Moeki foi expulso pelo Congresso Nacional Africano e Kgalema Motlanthe foi apontado para o ínterim. Uma das primeiras ações de Motlanthe foi substituir Tshabalala-Msimang pelo atual ministro da saúde, Barbara Hogan.

A SIDA afeta principalmente aqueles que são sexualmente ativos e é muito mais presente na população negra. A maioria das mortes são de pessoas economicamente ativas, resultando em muitas famílias perdendo sua principal fonte de renda. Isso tem resultado em muitos órfãos pela SIDA que em muitos casos dependem do estado para suporte financeiro e médico. É estimado que há 1,2 milhões de órfãos na África do Sul. Muitas pessoas mais velhas também perdem o apoio dos membros mais jovens da família. Cerca de 5 milhões de pessoas estão infectadas pela doença.124

A África do Sul, mesmo com muitos problemas envolvendo a saúde pública, abriga o maior hospital do mundo, o Hospital Chris Hani Baragwanath, com 173 hectares de área, 3 200 camas e 6 760 funcionários. Esse hospital fica na área de Soweto, Joanesburgo.

Union Buildings é a residência oficial e o gabinete do presidente da república da África do Sul, localizado na capital administrativa do país, Pretória.
A África do Sul tem três capitais: Cidade do Cabo, a maior das três, é a capital legislativa; Pretória é a capital administrativa e Bloemfontein é a capital judiciária. África do Sul tem um parlamento bicameral: o Conselho Nacional de Províncias (câmara alta), tem 90 membros, enquanto a Assembleia Nacional (câmara baixa) tem 400 membros.



Um elande retratado em uma pintura rupestre encontrada em Drakensberg.
A arte sul-africana inclui os mais antigos objetos de artísticos do mundo, que foram descobertos em uma caverna do país e foram datados em 75 mil anos de idade. As tribos dispersas de povos khoisan que se deslocaram para a África do Sul em torno de muito tempo tinham sua própria expressão artística, vista hoje em uma infinidade de pinturas rupestres. Eles foram substituídos pelos povos bantu/nguni com suas próprias formas de arte. Novas formas artísticas evoluíram nas vilas e cidades: a arte dinâmica, que usa de tiras de plástico a aros de bicicleta. A arte popular holandesa com influências dos africânderes trekboers e os artistas brancos urbanos seguiram mudando as tradições europeias a partir de 1850 e também contribuíram para essa mistura eclética, que continua a evoluir ainda hoje.



Gautrain, uma linha de trem que liga Joanesburgo à Pretória e ao Aeroporto Internacional Oliver Tambo.
Após tentativas frustradas por parte do governo de estimular a construção pela iniciativa privada da capacidade de geração de energia do país, a empresa estatal fornecedora de energia Eskom começou a ter deficiência de capacidade na geração de energia elétrica e infraestrutura de distribuição em 2007. Essa falta levou à incapacidade de atender às demandas da indústria e dos consumidores em todo o país, resultando em apagões. Inicialmente a falta de capacidade foi provocada por uma falha na Central Nuclear Koeberg, mas uma falta generalizada de capacidade de produzir energia devido ao aumento da demanda tornou-se evidente desde então. A fornecedora tem sido amplamente criticada por não planejar adequadamente e construir a capacidade de geração elétrica de forma suficiente, embora o governo tenha admitido que é culpado por se recusar a aprovar o financiamento para investimento em infraestrutura.



A crise foi resolvida depois de alguns meses, mas a margem entre a demanda nacional e a capacidade disponível ainda é baixa (especialmente em horários de pico), e estações de energia estão sob pressão, de modo que uma outra fase de apagões é provável se alguma parte do sistema de fornecimento for interrompida por qualquer motivo.

O governo e a Eskom estão planejando novas usinas, por um custo para o consumidor sul-africano. A concessionária de energia planeja ter 20 mil megawatts de energia nuclear em sua matriz até 2025.

No setor dos transportes, o país conta com uma rede de 20 192 km de ferrovias e 362 099 km de rodovias, dos quais 73 506 km estão pavimentados e 239 km são classificados como autoestradas. O país conta com 567 aeroportos (a 11ª maior rede aeroviária do mundo em 2012) e seus maiores portos marítimos estão localizados nas cidades de Cidade do Cabo, Durban, Port Elizabeth, Richards Bay, Baía de Saldanha.


Cultura


Não existe uma única cultura sul-africana, devido à diversidade étnica do país, e cada grupo racial tem a sua própria identidade cultural. Isto pode ser apreciado nas diferenças na alimentação, na música e na dança entre os vários grupos. Há, no entanto, alguns traços unificadores.

Belas artes



Um elande retratado em uma pintura rupestre encontrada em Drakensberg.
A arte sul-africana inclui os mais antigos objetos de artísticos do mundo, que foram descobertos em uma caverna do país e foram datados em 75 mil anos de idade. As tribos dispersas de povos khoisan que se deslocaram para a África do Sul em torno de 10.000 a.C. tinham sua própria expressão artística, vista hoje em uma infinidade de pinturas rupestres. Eles foram substituídos pelos povos bantu/nguni com suas próprias formas de arte. Novas formas artísticas evoluíram nas vilas e cidades: a arte dinâmica, que usa de tiras de plástico a aros de bicicleta. A arte popular holandesa com influências dos africânderes trekboers e os artistas brancos urbanos seguiram mudando as tradições europeias a partir de 1850 e também contribuíram para essa mistura eclética, que continua a evoluir ainda hoje.

Literatura


Nadine Gordimer, escritora sul-africana ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura de 1991.
A literatura sul-africana surge a partir de uma história social e política única. Um dos primeiros romances bem conhecidos escritos por um autor negro em um idioma africano foi Mhudi, de Solomon Tshekisho Plaatje, escrito em 1930.132 Durante os anos 1950, a revista Drum tornou-se um viveiro de sátiras políticas, ficção e ensaios, dando voz à cultura negra urbana.

Entre os autores sul-africanos ​​brancos mais notáveis estão Alan Paton, que publicou o romance Cry, the Beloved Country em 1948. Nadine Gordimer se tornou a primeira sul-africana a ser agraciada com o Prêmio Nobel de Literatura em 1991. Seu romance mais famoso, July's People, foi lançado em 1981. J. M. Coetzee ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 2003. Na época da atribuição do prêmio, a Academia Sueca afirmou que Coetzee "em inúmeros disfarces retrata o envolvimento surpreendente do estranho".

As peças de Athol Fugard regularmente estrearam nos cinemas fringe da África do Sul, Londres (The Royal Court Theatre) e Nova York. A obra The Story of an African Farm (1883), de Olive Schreiner, foi uma revelação na literatura vitoriana: é anunciado por muitos como a introdução de feminismo na forma de romance.

Culinária


A cultura sul-africana é diversa; alimentos de muitas culturas são apreciados por todos e especialmente comercializados para os turistas que desejam provar a grande variedade da culinária do país. A culinária sul-africana é fortemente baseada na carne grelhada enquanto um evento social tipicamente sul-africano conhecido como um braai (ou churrasco). O país também se tornou um grande produtor de vinhos, sendo que alguns dos seus melhores vinhedos encontram-se em vales em torno de Stellenbosch, Franschhoek, Paarl e Barrydale, no Cabo Ocidental.

Música

Existe uma grande diversidade na música da África do Sul. Muitos músicos negros que cantavam em africâner ou inglês durante o apartheid passaram a cantar em línguas africanas tradicionais, e desenvolveram um estilo único chamado kwaito. Digna de nota é Brenda Fassie, que alcançou fama graças à sua canção "Weekend Special", cantada em inglês. Músicos tradicionais famosos são os Ladysmith Black Mambazo, e o Quarteto de Cordas do Soweto executa música clássica com sabor africano. Os cantores sul-africanos brancos e mestiços tendem a evitar temas musicais tradicionais africanos, preferindo estilos mais europeus. Existe um bom mercado para música africâner, que cobre todos os géneros da música ocidental.

Esportes


Jogo de futebol entre a África do Sul e a Colômbia no estádio Soccer City, em Joanesburgo, durante a Copa do Mundo FIFA de 2010.
Os esportes mais populares da África do Sul são o futebol, o rugby e o críquete. Outros esportes com prática significativa são natação, atletismo, golfe, boxe, tênis e netball. Apesar do futebol ser mais popular entre os jovens, outros esportes como o basquete, o surf e o skate estão cada vez mais populares.

Entre os jogadores de futebol sul-africanos que jogaram em grandes clubes estrangeiros estão Steven Pienaar, Lucas Radebe, Philemon Masinga, Benni McCarthy, Aaron Mokoena e Delron Buckley. A África do Sul sediou a Copa do Mundo FIFA de 2010 e o presidente da Fifa, Sepp Blatter, premiou o país com uma nota 9 (de uma escala de até 10) por sediar o evento esportivo com êxito.

Entre as personalidades de boxe sul-africanas mais famosas estão Jacob Matlala, Vuyani Bungu, Welcome Ncita, Dingaan Thobela, Gerrie Coetzee e Brian Mitchell. O surfista de Durba, Jordy Smith, ganhou o torneio Billabong J-Bay de 2010, tornando-se o surfista nº 1 do mundo. A África do Sul é a casa de Jody Scheckter, um campeão da Fórmula Um de automobilismo em 1979. Famosos jogadores sul-africanos de críquete incluem Herschelle Gibbs, Graeme Smith, Jacques Kallis, J. P. Duminy.


Os Springboks em uma parada de ônibus, após a vitória na Copa do Mundo de Rugby de 2007.
A África do Sul também produziu inúmeros jogadores de rugby de classe mundial, incluindo François Pienaar, Joost van der Westhuizen, Danie Craven, Frik du Preez, Naas Botha e Bryan Habana. O país sediou e venceu a Copa do Mundo de Rugby de 1995 e venceu a Copa do Mundo de Rugby de 2007, na França. Após sediar a Copa do Mundo de Rugby de 1995, o país foi o anfitrião e o vencedor do Campeonato Africano das Nações de 1996. A África do Sul também recebeu a Copa do Mundo de Críquete de 2003.

Em 2004, a equipe de natação de Roland Schoeman, Lyndon Ferns, Darian Townsend e Ryk Neethling conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas, quebrando simultaneamente o recorde mundial no revezamento 4x100m livre. Penelope Heyns ganhou o ouro olímpico nos Jogos Olímpicos de 1996, em Atlanta. Em 2012, Oscar Pistorius se tornou o primeiro homem duplamente amputado a competir nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. No golfe, Gary Player é geralmente considerado como um dos maiores golfistas de todos os tempos, tendo conquistado o Career Grand Slam, um dos cinco jogadores que já alcançaram tal feito. Outros jogadores sul-africanos que ganharam grandes torneios são Bobby Locke, Ernie Els, Retief Goosen, Trevor Immelman, Louis Oosthuizen e Charl Schwartzel



South Africa


South Africa, officially the Republic of South Africa, is a country located at the southern tip of Africa. It has 2,798 kilometres (1,739 mi) of coastline that stretches along the South Atlantic and Indian oceans. To the north lie the neighbouring countries of Namibia, Botswana and Zimbabwe; to the east are Mozambique and Swaziland; within it lies Lesotho, an enclave surrounded by South African territory. South Africa is the 25th-largest country in the world by land area, and with close to 53 million people, is the world's 24th-most populous nation.

South Africa is a multiethnic society encompassing a wide variety of cultures, languages, and religions. Its pluralistic makeup is reflected in the constitution's recognition of 11 official languages, which is among the highest number of any country in the world. Two of these languages are of European origin: English and Afrikaans, the latter originating from Dutch and serving as the main language of most white and coloured South Africans. Though English is commonly used in public and commercial life, it is only the fourth most-spoken home language.

About 80% of South Africans are of black African ancestry, divided among a variety of ethnic groups speaking different Bantu languages, nine of which have official status. The remaining population consists of Africa's largest communities of European, Asian, and multiracial ancestry. All ethnic and linguistic groups have political representation in the country's constitutional democracy, which comprises a parliamentary republic and nine provinces. Since the end of apartheid, South Africa's unique multicultural character has become integral to its national identity, as signified by the Rainbow Nation concept.

South Africa is ranked as an upper-middle income economy by the World Bank, and is considered to be a newly industrialised country. Its economy is the largest and most developed in Africa, and the 28th-largest in the world. In terms of purchasing power parity, South Africa has the fifth-highest per capita income in Africa, although poverty and inequality remain widespread, with about a quarter of the population unemployed and living on less than US$1.25 a day. Nevertheless, South Africa has been identified as a middle power in international affairs, and maintains significant regional influence


History

Prehistoric finds

South Africa contains some of the oldest archaeological and human fossil sites in the world. Extensive fossil remains have been recovered from a series of caves in Gauteng Province. The area is a UNESCO World Heritage site and has been termed the Cradle of Humankind. The sites include Sterkfontein, which is one of the richest hominin fossil sites in the world. Other sites include Swartkrans, Gondolin Cave Kromdraai, Coopers Cave and Malapa. The first hominin fossil discovered in Africa, the Taung Child was found near Taung in 1924. Further hominin remains have been recovered from the sites of Makapansgat in Limpopo, Cornelia and Florisbad in the Free State, Border Cave in KwaZulu-Natal, Klasies River Mouth in eastern Cape and Pinnacle Point, Elandsfontein and Die Kelders Cave in Western Cape. These sites suggest that various hominid species existed in South Africa from about three million years ago starting with Australopithecus africanus. These were succeeded by various species, including Australopithecus sediba, Homo ergaster, Homo erectus, Homo rhodesiensis, Homo helmei and modern humans, Homo sapiens. Modern humans have inhabited Southern Africa for at least 170,000 years.


Bantu migration


Mapungubwe Hill, the site of the ancient capital of the Kingdom of Mapungubwe
Settlements of Bantu-speaking peoples, who were iron-using agriculturists and herdsmen, were already present south of the Limpopo River (now the northern border with Botswana and Zimbabwe) by the fourth or fifth century CE. (See Bantu expansion.) They displaced, conquered and absorbed the original Khoisan speakers, the Khoikhoi and San peoples. The Bantu slowly moved south. The earliest ironworks in modern-day KwaZulu-Natal Province are believed to date from around 1050. The southernmost group was the Xhosa people, whose language incorporates certain linguistic traits from the earlier Khoisan people. The Xhosa reached the Great Fish River, in today's Eastern Cape Province. As they migrated, these larger Iron Age populations displaced or assimilated earlier peoples. In Mpumalanga, several stone circles have been found along with the stone arrangement that has been named Adam's Calendar.

At the time of European contact, the dominant ethnic group were Bantu-speaking peoples who had migrated from other parts of Africa about one thousand years before. The two major historic groups were the Xhosa and Zulu peoples.

In 1487, the Portuguese explorer Bartolomeu Dias led the first European voyage to land in southern Africa. On 4 December, he landed at Walfisch Bay (now known as Walvis Bay in present-day Namibia). This was south of the furthest point reached in 1485 by his predecessor, the Portuguese navigator Diogo Cão (Cape Cross, north of the bay). Dias continued down the western cost of southern Africa. After 8 January 1488, prevented by storms from proceeding along the coast, he sailed out of sight of land and passed the southernmost point of Africa without seeing it. He reached as far up the eastern coast of Africa as, what he called, Rio do Infante, probably the present-day Groot River, in May 1488, but on his return he saw the Cape, which he first named Cabo das Tormentas (Cape of Storms). His King, John II, renamed the point Cabo da Boa Esperança, or Cape of Good Hope, as it led to the riches of the East Indies. Dias' feat of navigation was later memorialised in Luís de Camões' epic Portuguese poem, The Lusiads (1572).

European colonisation


Arrival of Jan van Riebeeck, the first European to settle in South Africa, with Devil's Peak in the background
In 1652, a century and a half after the discovery of the Cape Sea Route, Jan van Riebeeck established a refreshment station at the Cape of Good Hope, at what would become Cape Town, on behalf of the Dutch East India Company. The Dutch transported slaves from Indonesia, Madagascar, and India as labour for the colonists in Cape Town. As they expanded east, the Dutch settlers met the southwesterly migrating Xhosa people in the region of the Fish River. A series of wars, called the Cape Frontier Wars, were fought over conflicting land and livestock interests.

The discovery of diamonds, and later gold, was one of the catalysts that triggered the 19th-century conflict known as the Anglo-Boer War, as the Boers (original Dutch, Flemish, German, and French settlers) and the British fought for the control of the South African mineral wealth. Cape Town became a British colony in 1806. European settlement expanded during the 1820s as the Boers and the British 1820 Settlers claimed land in the north and east of the country. Conflicts arose among the Xhosa, Zulu, and Afrikaner groups who competed for territory.

Great Britain took over the Cape of Good Hope area in 1795, to prevent it from falling under control of the French First Republic, which had invaded the Dutch Republic. Given its standing interests in Australia and India, Great Britain wanted to use Cape Town as an interim port for its merchants' long voyages. The British returned Cape Town to the Dutch Batavian Republic in 1803, the Dutch East India Company having effectively gone bankrupt by 1795.



The British finally annexed the Cape Colony in 1806 and continued the frontier wars against the Xhosa; the British pushed the eastern frontier through a line of forts established along the Fish River. They consolidated the territory by encouraging British settlement. Due to pressure of abolitionist societies in Britain, the British parliament stopped its global slave trade with the passage of the Slave Trade Act 1807 and then abolished slavery in all its colonies with the Slavery Abolition Act 1833.

In the first two decades of the 19th century, the Zulu people grew in power and expanded their territory under their leader, Shaka.[27] Shaka's warfare led indirectly to the Mfecane ("crushing") that devastated and depopulated the inland plateau in the early 1820s. An offshoot of the Zulu, the Matabele people created a larger empire that included large parts of the highveld under their king Mzilikazi.

During the 1830s, approximately 12,000 Boers (later known as Voortrekkers), departed from the Cape Colony, where they had been subjected to British control. They migrated to the future Natal, Orange Free State, and Transvaal regions. The Boers founded the Boer Republics: the South African Republic (now Gauteng, Limpopo, Mpumalanga and North West provinces) and the Orange Free State (Free State).

The discovery of diamonds in 1867 and gold in 1884 in the interior started the Mineral Revolution and increased economic growth and immigration. This intensified the European-South African subjugation of the indigenous people. The struggle to control these important economic resources was a factor in relations between Europeans and the indigenous population and also between the Boers and the British.


The Boer Republics successfully resisted British encroachments during the First Boer War (1880–1881) using guerrilla warfare tactics, which were well suited to local conditions. The British returned with greater numbers, more experience, and new strategy in the Second Boer War (1899–1902) but suffered heavy casualties through attrition; in spite of which they were ultimately successful.

Within the country, anti-British policies among white South Africans focused on independence. During the Dutch and British colonial years, racial segregation was mostly informal, though some legislation was enacted to control the settlement and movement of native people, including the Native Location Act of 1879 and the system of pass laws. Power was held by the ethnic European colonists.

Eight years after the end of the Second Boer War and after four years of negotiation, an act of the British Parliament (South Africa Act 1909) created the Union of South Africa on 31 May 1910. The Union was a British dominion that included the former territories of the Cape and Natal colonies, as well as the republics of Orange Free State and Transvaal.

The Natives' Land Act of 1913 severely restricted the ownership of land by blacks; at that stage natives controlled only 7% of the country. The amount of land reserved for indigenous peoples was later marginally increased.

In 1931 the union was effectively granted independence from the United Kingdom with the passage of the Statute of Westminster. In 1934, the South African Party and National Party merged to form the United Party, seeking reconciliation between Afrikaners and English-speaking "Whites". In 1939 the party split over the entry of the Union into World War II as an ally of the United Kingdom, a move which the National Party followers strongly opposed.

The discovery of diamonds in 1867 and gold in 1884 in the interior started the Mineral Revolution and increased economic growth and immigration. This intensified the European-South African subjugation of the indigenous people. The struggle to control these important economic resources was a factor or move in relations between Europeans and the indigenous population and also between the Boers and the British.



In 1948, the National Party was elected to power. It strengthened the racial segregation begun under Dutch and British colonial rule. The Nationalist Government classified all peoples into three races and developed rights and limitations for each. The white minority controlled the vastly larger black majority. The legally institutionalised segregation became known as apartheid. While the White minority enjoyed the highest standard of living in all of Africa, comparable to First World Western nations, the Black majority remained disadvantaged by almost every standard, including income, education, housing, and life expectancy. The Freedom Charter, adopted in 1955 by the Congress Alliance, demanded a non-racial society and an end to discrimination.


Republic

On 31 May 1961, the country became a republic following a referendum in which white voters narrowly voted in favour thereof (the British-dominated Natal province rallied against the issue). Queen Elizabeth II was stripped of the title Queen of South Africa, and the last Governor-General, namely Charles Robberts Swart, became State President. As a concession to the Westminster system, the presidency remained parliamentary appointed and virtually powerless until Pieter Botha's Constitution Act of 1983, which (intact in these regards) eliminated the office of Prime Minister and instated a near-unique "strong presidency" responsible to parliament. Pressured by other Commonwealth of Nations countries, South Africa left the organisation and was readmitted only in the 1990s.



Charles Robberts Swart, the first State President of the Republic of South Africa
Despite opposition both within and outside the country, the government legislated for a continuation of apartheid. The government harshly oppressed resistance movements, and violence became widespread, with anti-apartheid activists using strikes, marches, protests, and sabotage by bombing and other means. The African National Congress (ANC) was a major resistance movement. Apartheid became increasingly controversial, and some Western nations and institutions began to boycott doing business with South Africa because of its racial policies and oppression of civil rights. International sanctions, divestment of holdings by investors accompanied growing unrest and oppression within South Africa.


F. W. de Klerk and Nelson Mandela shake hands in January 1992
In the late 1970s, South Africa began a programme of nuclear weapons development. In the following decade, it produced six deliverable nuclear weapons.

The Mahlabatini Declaration of Faith, signed by Mangosuthu Buthelezi and Harry Schwarz in 1974, enshrined the principles of peaceful transition of power and equality for all, the first of such agreements by acknowledged black and white political leaders in South Africa. Ultimately, F. W. de Klerk negotiated with Nelson Mandela in 1993 for a transition of policies and government.

In 1990 the National Party government took the first step towards dismantling discrimination when it lifted the ban on the African National Congress and other political organisations. It released Nelson Mandela from prison after twenty-seven years' serving a sentence for sabotage. A negotiation process followed. The government repealed apartheid legislation. South Africa destroyed its nuclear arsenal and acceded to the Nuclear Non-Proliferation Treaty. South Africa held its first universal elections in 1994, which the ANC won by an overwhelming majority. It has been in power ever since. The country rejoined the Commonwealth of Nations.

In post-apartheid South Africa, unemployment has been extremely high as the country has struggled with many changes. While many blacks have risen to middle or upper classes, the overall unemployment rate of blacks worsened between 1994 and 2003. Poverty among whites, previously rare, increased. In addition, the current government has struggled to achieve the monetary and fiscal discipline to ensure both redistribution of wealth and economic growth. Since the ANC-led government took power, the United Nations Human Development Index of South Africa has fallen, while it was steadily rising until the mid-1990s. Some may be attributed to the HIV/AIDS pandemic, and the failure of the government to take steps to address it in the early years.

In May 2008, riots left over sixty people dead. The Centre on Housing Rights and Evictions estimates over 100,000 people were driven from their homes. The targets were mainly migrants and refugees seeking asylum, but a third of the victims were South African citizens. In a 2006 survey, the South African Migration Project concluded that South Africans are more opposed to immigration than anywhere else in the world. The United Nations High Commissioner for Refugees in 2008 reported over 200,000 refugees applied for asylum in South Africa, almost four times as many as the year before. These people were mainly from Zimbabwe, though many also come from Burundi, Democratic Republic of the Congo, Rwanda, Eritrea, Ethiopia and Somalia.[48] Competition over jobs, business opportunities, public services and housing has led to tension between refugees and host communities.[48] While xenophobia is still a problem, recent violence has not been as widespread as initially feared.

Geography



Drakensberg, the highest mountain range in South Africa
South Africa is located at the southernmost region of Africa, with a long coastline that stretches more than 2,500 km (1,553 mi) and along two oceans (the South Atlantic and the Indian). At 1,219,912 km2 (471,011 sq mi), South Africa is the 25th-largest country in the world and is comparable in size to Colombia. Mafadi in the Drakensberg at 3,450 m (11,320 ft) is the highest peak in South Africa. Excluding the Prince Edward Islands, the country lies between latitudes 22° and 35°S, and longitudes 16° and 33°E.

The interior of South Africa is a vast, flat, and sparsely populated scrubland, the Karoo, which is drier towards the northwest along the Namib desert. In contrast, the eastern coastline is lush and well-watered, which produces a climate similar to the tropics.

To the north of Johannesburg, the altitude drops beyond the escarpment of the Highveld, and turns into the lower lying Bushveld, an area of mixed dry forest and an abundance of wildlife. East of the Highveld, beyond the eastern escarpment, the Lowveld stretches towards the Indian Ocean. It has particularly high temperatures, and is also the location of extended subtropical agriculture.

South Africa also has one possession, the small sub-Antarctic archipelago of the Prince Edward Islands, consisting of Marion Island (290 km2 or 110 sq mi) and Prince Edward Island (45 km2 or 17 sq mi) (not to be confused with the Canadian province of the same name).

The discovery of diamonds, and later gold, was one of the catalysts that triggered the 19th-century conflict known as the Anglo-Boer War, as the Boers (original Dutch, Flemish, German, and French settlers) and the British fought for the control of the South African mineral wealth. Cape Town became a British colony in 1806. European settlement expanded during the 1820s as the Boers and the British 1820 Settlers claimed land in the north and east of the country. Conflicts arose among the Xhosa, Zulu, and Afrikaner groups who competed for territory.

Great Britain took over the Cape of Good Hope area in 1795, to prevent it from falling under control of the French First Republic, which had invaded the Dutch Republic. Given its standing interests in Australia and India, Great Britain wanted to use Cape Town as an interim port for its merchants' long voyages. The British returned Cape Town to the Dutch Batavian Republic in 1803, the Dutch East India Company having effectively gone bankrupt by 1795.



The British finally annexed the Cape Colony in 1806 and continued the frontier wars against the Xhosa; the British pushed the eastern frontier through a line of forts established along the Fish River. They consolidated the territory by encouraging British settlement. Due to pressure of abolitionist societies in Britain, the British parliament stopped its global slave trade with the passage of the Slave Trade Act 1807 and then abolished slavery in all its colonies with the Slavery Abolition Act 1833.

In the first two decades of the 19th century, the Zulu people grew in power and expanded their territory under their leader, Shaka.[27] Shaka's warfare led indirectly to the Mfecane ("crushing") that devastated and depopulated the inland plateau in the early 1820s. An offshoot of the Zulu, the Matabele people created a larger empire that included large parts of the highveld under their king Mzilikazi.

During the 1830s, approximately 12,000 Boers (later known as Voortrekkers), departed from the Cape Colony, where they had been subjected to British control. They migrated to the future Natal, Orange Free State, and Transvaal regions. The Boers founded the Boer Republics: the South African Republic (now Gauteng, Limpopo, Mpumalanga and North West provinces) and the Orange Free State (Free State).

The discovery of diamonds in 1867 and gold in 1884 in the interior started the Mineral Revolution and increased economic growth and immigration. This intensified the European-South African subjugation of the indigenous people. The struggle to control these important economic resources was a factor in relations between Europeans and the indigenous population and also between the Boers and the British.


The Boer Republics successfully resisted British encroachments during the First Boer War (1880–1881) using guerrilla warfare tactics, which were well suited to local conditions. The British returned with greater numbers, more experience, and new strategy in the Second Boer War (1899–1902) but suffered heavy casualties through attrition; in spite of which they were ultimately successful.

Within the country, anti-British policies among white South Africans focused on independence. During the Dutch and British colonial years, racial segregation was mostly informal, though some legislation was enacted to control the settlement and movement of native people, including the Native Location Act of 1879 and the system of pass laws. Power was held by the ethnic European colonists.

Eight years after the end of the Second Boer War and after four years of negotiation, an act of the British Parliament (South Africa Act 1909) created the Union of South Africa on 31 May 1910. The Union was a British dominion that included the former territories of the Cape and Natal colonies, as well as the republics of Orange Free State and Transvaal.

The Natives' Land Act of 1913 severely restricted the ownership of land by blacks; at that stage natives controlled only 7% of the country. The amount of land reserved for indigenous peoples was later marginally increased.

In 1931 the union was effectively granted independence from the United Kingdom with the passage of the Statute of Westminster. In 1934, the South African Party and National Party merged to form the United Party, seeking reconciliation between Afrikaners and English-speaking "Whites". In 1939 the party split over the entry of the Union into World War II as an ally of the United Kingdom, a move which the National Party followers strongly opposed.

The discovery of diamonds in 1867 and gold in 1884 in the interior started the Mineral Revolution and increased economic growth and immigration. This intensified the European-South African subjugation of the indigenous people. The struggle to control these important economic resources was a factor or move in relations between Europeans and the indigenous population and also between the Boers and the British.



In 1948, the National Party was elected to power. It strengthened the racial segregation begun under Dutch and British colonial rule. The Nationalist Government classified all peoples into three races and developed rights and limitations for each. The white minority controlled the vastly larger black majority. The legally institutionalised segregation became known as apartheid. While the White minority enjoyed the highest standard of living in all of Africa, comparable to First World Western nations, the Black majority remained disadvantaged by almost every standard, including income, education, housing, and life expectancy. The Freedom Charter, adopted in 1955 by the Congress Alliance, demanded a non-racial society and an end to discrimination.

In 1931 the union was effectively granted independence from the United Kingdom with the passage of the Statute of Westminster. In 1934, the South African Party and National Party merged to form the United Party, seeking reconciliation between Afrikaners and English-speaking "Whites". In 1939 the party split over the entry of the Union into World War II as an ally of the United Kingdom, a move which the National Party followers strongly opposed.

The discovery of diamonds in 1867 and gold in 1884 in the interior started the Mineral Revolution and increased economic growth and immigration. This intensified the European-South African subjugation of the indigenous people. The struggle to control these important economic resources was a factor or move in relations between Europeans and the indigenous population and also between the Boers and the British.



In 1948, the National Party was elected to power. It strengthened the racial segregation begun under Dutch and British colonial rule. The Nationalist Government classified all peoples into three races and developed rights and limitations for each. The white minority controlled the vastly larger black majority. The legally institutionalised segregation became known as apartheid. While the White minority enjoyed the highest standard of living in all of Africa, comparable to First World Western nations, the Black majority remained disadvantaged by almost every standard, including income, education, housing, and life expectancy. The Freedom Charter, adopted in 1955 by the Congress Alliance, demanded a non-racial society and an end to discrimination.


Republic

On 31 May 1961, the country became a republic following a referendum in which white voters narrowly voted in favour thereof (the British-dominated Natal province rallied against the issue). Queen Elizabeth II was stripped of the title Queen of South Africa, and the last Governor-General, namely Charles Robberts Swart, became State President. As a concession to the Westminster system, the presidency remained parliamentary appointed and virtually powerless until Pieter Botha's Constitution Act of 1983, which (intact in these regards) eliminated the office of Prime Minister and instated a near-unique "strong presidency" responsible to parliament. Pressured by other Commonwealth of Nations countries, South Africa left the organisation and was readmitted only in the 1990s.



Charles Robberts Swart, the first State President of the Republic of South Africa
Despite opposition both within and outside the country, the government legislated for a continuation of apartheid. The government harshly oppressed resistance movements, and violence became widespread, with anti-apartheid activists using strikes, marches, protests, and sabotage by bombing and other means. The African National Congress (ANC) was a major resistance movement. Apartheid became increasingly controversial, and some Western nations and institutions began to boycott doing business with South Africa because of its racial policies and oppression of civil rights. International sanctions, divestment of holdings by investors accompanied growing unrest and oppression within South Africa..

Climate


South Africa has a generally temperate climate, due in part to being surrounded by the Atlantic and Indian Oceans on three sides, by its location in the climatically milder southern hemisphere and due to the average elevation rising steadily towards the north (towards the equator) and further inland. Due to this varied topography and oceanic influence, a great variety of climatic zones exist. The climatic zones range from the extreme desert of the southern Namib in the farthest northwest to the lush subtropical climate in the east along the Mozambique border and the Indian Ocean. Winters in South Africa occur between June and August.

The extreme southwest has a climate remarkably similar to that of the Mediterranean with wet winters and hot, dry summers, hosting the famous Fynbos biome of shrubland and thicket. This area also produces much of the wine in South Africa. This region is also particularly known for its wind, which blows intermittently almost all year. The severity of this wind made passing around the Cape of Good Hope particularly treacherous for sailors, causing many shipwrecks. Further east on the south coast, rainfall is distributed more evenly throughout the year, producing a green landscape. This area is popularly known as the Garden Route.

The Free State is particularly flat because it lies centrally on the high plateau. North of the Vaal River, the Highveld becomes better watered and does not experience subtropical extremes of heat. Johannesburg, in the centre of the Highveld, is at 1,740 m (5,709 ft) and receives an annual rainfall of 760 mm (29.9 in). Winters in this region are cold, although snow is rare.

The high Drakensberg mountains, which form the in south-eastern escarpment of the Highveld, offer limited skiing opportunities in winter. The coldest place in South Africa is Sutherland in the western Roggeveld Mountains, where midwinter temperatures can reach as low as −15 °C (5 °F). The deep interior has the hottest temperatures: a temperature of 51.7 °C (125.06 °F) was recorded in 1948 in the Northern Cape Kalahari near Upington., but this temperature is unofficial and was not recorded with standard equipment, the official highest temperature is 48.8 °C (119.84 °F) at Vioolsdrif in January 1993.


Referência para busca:
áfrica africano
Fotos de África do Sul.

Indicar ao amigo(a) Página anterior

Curta nossa página
 
Publicidade





Recados - Frases - Receitas - Resumo de Novelas - Webix - Recados para Facebook - Dicionário Português - Capas para Facebook

Política de Privacidade
ornitorrinco
©2007 - 2016 .: Mix Planet :.