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S�ria



DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: Rep�blica �rabe da S�ria (Al-Jumhuriya al-'Arabiya as-Suriya).
Nacionalidade: s�ria.
Data nacional: 8 de mar�o (anivers�rio da Revolu��o); 16 de novembro (Dia da P�tria).
Capital: Damasco.
Cidades principais: Aleppo (1.582.930), Damasco (1.394.322), Homs (540.133), Al Ladhiqiyah (311.784), Hamah (264.348) (1994).
Idioma: �rabe (oficial), curdo.
Religi�o: islamismo 86% (sunitas 74%, xiitas 12%), cristianismo 8,9%, drusos 3%, outras 2,1% (1992).

GEOGRAFIA:
Localiza��o: oeste da �sia.
Hora local: +5h.
�rea: 185.180 km2.
Clima: mediterr�neo (litoral) e �rido (interior).
�rea de floresta: 2 mil km2 (1995).

POPULA��O:
Total: 16,1 milh�es (2000), sendo �rabes s�rios 90%, curdos 5,9%, circassianos, turcos e arm�nios 4,1% (1996).
Densidade: 86,94 hab./km2.
Popula��o urbana: 54% (1998).
Popula��o rural: 46% (1998).
Crescimento demogr�fico: 2,5% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 4 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 67/71 anos (1995-2000)
Mortalidade infantil: 33 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 25,6% (2000).
IDH (0-1): 0,660 (1998).

POL�TICA:
Forma de governo: Rep�blica presidencialista (ditadura militar desde 1970).
Divis�o administrativa: 14 distritos.
Principal partido: Socialista �rabe (Baath).
Legislativo: unicameral - Assembl�ia do Povo, com 250 membros eleitos por voto direto.
Constitui��o em vigor: 1973.

ECONOMIA:
Moeda: libra s�ria.
PIB: US$ 17,4 bilh�es (1998).
PIB agropecu�ria: 25,9% (1998).
PIB ind�stria: 27,2% (1998).
PIB servi�os: 46,9% (1997).
Crescimento do PIB: 5,9% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 1.020 (1998).
For�a de trabalho: 5 milh�es (1998).
Agricultura: algod�o em pluma, frutas, legumes e verduras, azeitona.
Pecu�ria: bovinos, ovinos, caprinos, aves.
Pesca: 7,7 mil t (1997).
Minera��o: g�s natural, petr�leo, fosf�rito.
Ind�stria: qu�mica, petr�leo, carv�o, petroqu�mica, t�xtil, couro, cal�ados, aliment�cia, bebidas.
Exporta��es: US$ 2,8 bilh�es (1998).
Importa��es: US$ 4,5 bilh�es (1998).
Principais parceiros comerciais: Alemanha, It�lia, Fran�a, Ar�bia Saudita, Turquia.

DEFESA:
Efetivo total: 320 mil (1998).
Gastos: US$ 2,7 bilh�es (1998).

RELA��ES EXTERIORES:
Organiza��es: Banco Mundial, FMI, ONU.
Embaixada: SEN lt.11 - Tel. (61) 3226-1260, fax (61) 3223-2595 - Bras�lia, DF.




S�ria (em �rabe: سورية sūriyyaħ ou سوريا sūriyā), oficialmente Rep�blica �rabe da S�ria (em �rabe: الجمهورية العربية السورية al-jumhūriyyaħ al-ʕarabiyyaħ as-sūriyyaħ) � um pa�s localizado na �sia Ocidental. O territ�rio s�rio de jure faz fronteira com o L�bano e o Mar Mediterr�neo a oeste; a Turquia ao norte; o Iraque a leste; a Jord�nia ao sul e Israel ao sudoeste. No entanto, desde o in�cio da guerra civil o controle real do governo s�rio estende-se a apenas 30-40% da �rea do pa�s e abrange menos de 60% da popula��o. Um pa�s de plan�cies f�rteis, altas montanhas e desertos, � o lar de diversos grupos �tnicos e religiosos, inclusive �rabes, gregos, arm�nios, ass�rios, curdos, circassianos, mandeus e turcos. Os grupos religiosos incluem sunitas, crist�os, alauitas, drusos, mandeus e yazidis. Os �rabes sunitas formam o maior grupo populacional do pa�s.

Antigamente, o nome de "S�ria" era sin�nimo de Levante (conhecido em �rabe como al-Sham), enquanto o Estado moderno abrange os sites de v�rios reinos e imp�rios antigos, como a civiliza��o eblana, do terceiro mil�nio a.C. Sua capital, Damasco, est� entre as mais antigas cidades continuamente habitadas do mundo. Na era isl�mica, a cidade se tornou a sede do Califado Om�ada e um capital provincial do Sultanato Mameluco do Egito.

A S�ria moderna foi estabelecida ap�s a Primeira Guerra Mundial durante o Mandato Franc�s e era o maior Estado �rabe a surgir na regi�o do Levante, que antigamente era dominada pelo Imp�rio Otomano. O pa�s conquistou a independ�ncia como uma rep�blica parlamentar em 24 de outubro de 1945, quando a S�ria tornou-se membro fundador da Organiza��o das Na��es Unidas, um ato que legalmente p�s fim ao antigo dom�nio franc�s - embora as tropas francesas n�o tenham deixado o pa�s at� abril de 1946. O per�odo p�s-independ�ncia foi tumultuado e um v�rios golpes militares e tentativas de golpe abalaram a na��o �rabe no per�odo entre 1949 e 1971. Entre 1958 e 1961, a S�ria entrou em uma breve uni�o com o Egito, que foi encerrada depois do golpe de Estado de 1961. A Rep�blica �rabe da S�ria surgiu no final de 1961 depois do referendo de 1 de dezembro, mas se tornou cada vez mais inst�vel at� que o o golpe de Estado de 1963, ap�s o qual o Partido Baath assumiu o seu poder. A S�ria esteve sob uma lei de emerg�ncia entre 1963 e 2011, o que efetivamente suspendeu a maioria das prote��es constitucionais de seus cidad�os, al�m de seu sistema de governo ser amplamente considerado como autorit�rio. Bashar al-Assad � o presidente do pa�s desde 2000 e foi precedido por seu pai, Hafez al-Assad, que governou a S�ria entre 1970 e 2000.A área designada pela palavra mudou ao longo do tempo. Classicamente, a Síria se encontra na extremidade oriental do Mediterrâneo, entre a Arábia, ao sul, e a Ásia Menor, ao norte, e se estende para o interior até incluir partes do Iraque, além de ter uma fronteira incerta a nordeste, que Plínio, o Velho descreveu como como incluindo, de oeste a leste, Comagena, Sofena e Adiabene.

O pa�s � membro das Na��es Unidas e do Movimento N�o Alinhado, mas esta atualmente suspenso da Liga �rabe e da Organiza��o para a Coopera��o Isl�mica e auto-suspenso da Uni�o para o Mediterr�neo. Desde mar�o de 2011, a forte repress�o imposta a um levante contra Assad e o governo baathista, como parte da Primavera �rabe, contribuiu para a cria��o de uma grave guerra civil, o que tornou o pa�s um dos menos pac�ficos do mundo. O governo provis�rio s�rio foi formado pelo grupo da oposi��o Coaliz�o Nacional S�ria, em mar�o de 2013. Os representantes deste governo alternativo foram posteriormente convidados a assumir o assento da S�ria na Liga �rabe


O nome Síria é derivado do termo do século VIII aC da língua luvita Sura/i e dos nomes derivados do grego antigo (Σύριοι, Sýrioi, Σύροι ou Sýroi), ambos originalmente derivados de Aššūrāyu (Assíria), no norte da Mesopotâmia. No entanto, desde o Império Selêucida (323-150 aC), este termo também tem sido aplicado ao Levante como um todo e, a partir deste ponto, os gregos passaram a aplicar o termo, sem distinção, para se referir aos assírios e sírios da Mesopotâmia do Levante. A opinião acadêmica mainstream favorece fortemente o argumento de que a palavra grega relacionada ao cognato Ἀσσυρία, em última análise, deriva do acadiano Aššur. No passado, acreditava-se que o nome do país era derivado de Siryon, o nome que o sidônios davam ao Monte Hermon.

A área designada pela palavra mudou ao longo do tempo. Classicamente, a Síria se encontra na extremidade oriental do Mediterrâneo, entre a Arábia, ao sul, e a Ásia Menor, ao norte, e se estende para o interior até incluir partes do Iraque, além de ter uma fronteira incerta a nordeste, que Plínio, o Velho descreveu como como incluindo, de oeste a leste, Comagena, Sofena e Adiabene.

Na época de Plínio, no entanto, este Síria maior tinha sido dividida em uma série de províncias sob o domínio do Império Romano (mas politicamente independentes entre si): a Judeia, mais tarde renomeado Palaestina em 135 dC (a região correspondente ao atual Israel, a territórios palestinos e Jordânia), no extremo sudoeste; Phoenice (estabelecida em 194) correspondente a regiões modernas de Líbano, Damasco e Homs; Cele-Síria, ao sul do rio Eleutheris, e o Iraque.


Guerra civil




Ruínas da praça Saadallah al-Jabiri durante a Batalha de Alepo
A contínua guerra civil síria foi inspirada pelas revoluções da Primavera Árabe. Tudo começou em 2011 como uma cadeia de protestos pacíficos, seguido por uma forte repressão do exército sírio. Em julho de 2011, desertores do exército declararam a formação do Exército Sírio Livre e começaram a formar unidades de combate. A oposição é dominada por muçulmanos sunitas, enquanto as principais figuras do governo são alauítas.

A partir de 2013, aproveitando-se do caos da guerra civil na Síria e no Iraque, um grupo autoproclamado Estado Islâmico (EI, ou ad-Dawlah al-Islāmīyah) começou a reivindicar territórios na região. Lutando inicialmente ao lado da oposição síria, as forças desta organização passaram a atacar qualquer uma das facções (sejam apoiadoras ou contrárias a Assad) envolvidas no conflito, buscando hegemonia total. Em junho de 2014, militantes deste grupo proclamaram um Califado na região, com seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, como o califa. Eles rapidamente iniciaram uma grande expansão militar, sobrepujando rivais e impondo a sharia (lei islâmica) nos territórios que controlavam. Então, diversas nações ocidentais, como os Estados Unidos, as nações da OTAN na Europa, e países do mundo árabe, temendo que o fortalecimento do EI representasse uma ameaça a sua própria segurança e a estabilidade da região, iniciaram uma intervenção armada contra os extremistas.




Segundo informações de ativistas de direitos humanos dentro e fora da Síria, o número de mortos no conflito passa das 220 mil pessoas, sendo mais da metade de civis. Outras 130 mil pessoas teriam sido detidas pelas forças de segurança do governo. Mais de quatro milhões de sírios já teriam buscado refúgio no exterior para fugir dos combates, com a maioria destes tomando abrigo no vizinho Líbano.

Segundo a ONU e outras organizações internacionais, crimes de guerra e contra a humanidade vêm sendo perpetrados pelo país por ambos os lados de forma desenfreada. Na fase inicial da guerra, as forças leais ao governo foram as principais alvos das denúncias, sendo condenadas internacionalmente por incontáveis massacres de civis. Milícias leais ao presidente Assad e integrantes do exército sírio foram acusadas de perpetrarem vários assassinatos e cometerem inúmeros abusos contra a população. Contudo, durante o decorrer das hostilidades, as forças opositoras também passaram a ser acusadas, por organizações de direitos humanos, de crimes de guerra. O Estado Islâmico, desde 2013, passou então a chamar a atenção pelos requintes de violência e crueldade nas inúmeras atrocidades que cometiam pelo país.

Para escapar da violência, mais de 2,1 milhões de refugiados sírios fugiram para os países vizinhos, como Jordânia, Iraque, Líbano e Turquia. Estima-se que 450 mil cristãos sírios fugiram de suas casas. Como a guerra civil se arrasta há anos, existem fortes preocupações de que o país possa fragmentar-se e deixe de funcionar como um Estado único.



Geografia



A Síria tem uma área de 185.000 quilômetros quadrados. A oeste faz limites com Mar Mediterrâneo, Líbano, e Israel, ao sul com Jordânia a leste com Iraque e Turquia. A faixa costeira, fértil, com 180 km de costa abrupta e rochosa, que se estende entre o Líbano e Turquia. As colinas Ansariyah (Jebel an-Nusariyah) formam praticamente a costa norte, e servem de base ao Sahl Akkar (planalto Akkal) ao sul. Os planos aluviais férteis são intensamente cultivados durante todo ano. Os portos mais importantes são Lataquia e Tartesos. Em Baniyas existe uma refinaria de petróleo.

As montanhas Jebel an-Nusariyah formam uma cordilheira que se estende de norte a sul no interior da faixa costeira. A altura media é de 1.000 m. São frequentes as nevadas em seus picos no inverno. A faixa dos montes do planalto marca a fronteira entre Síria e Líbano com uma altura média de 2.000 m. A montanha mais alta da Síria é Jebel ash-Sheikh, conhecido na Bíblia como Monte Hermon, com 2.814 m. O maior rio que nasce nessa cordilheira é o Barada. Outras regiões menores incluem o Jebel Druso, ao sul perto da fronteira com Jordânia e o Jebel Abu Rujmayn ao norte de Palmira.

Exceto na costa de clima mediterrâneo, nas montanhas e nas regiões banhadas pelos rios predomina a estepe. Nesta região se encontra Damasco, Homs, Hama, Alepo, Deir ez-Zor, Hassake e Qamishle, banhada pelo Orontes, o Eufrates e o Khabour. O deserto conta com alguns grandes oásis como o de Palmira e ocupa o sudoeste do país, onde acampam os beduínos com seus milhões de cabeças de gado bovino. Sua privilegiada situação no meio de ricas terras produtoras de cereais, algodão, e leguminosas, lhe confere papel de importante mercado agrícola.

Demografia



A maioria da população vive no vale do rio Eufrates e ao longo da planície costeira, uma faixa fértil entre as montanhas e o deserto. A densidade populacional é de cerca de 99 pessoas por quilômetro quadrado. De acordo com a Pesquisa Mundial de Refugiados de 2008, publicada pelo Comitê dos Estados Unidos para Refugiados e Imigrantes, a Síria abrigava uma população de refugiados e requerentes de asilo que somava aproximadamente 1 852 300 pessoas. A grande maioria desta população era do Iraque (1,3 milhão), mas populações consideráveis ​​da antiga Palestina (543.400) e da Somália (5200) também vivem no país.

Cerca de 9,5 milhões de sírios, ou metade da população do país, saíram do território desde a eclosão da Guerra Civil Síria, em março 2011, o que a ONU classificou como "a maior emergência humanitária da nossa era"; 4 milhões sírios estão fora do país como refugiados.




Economia




Em 2015, a economia síria dependia de fontes de receitas inerentemente incertas, devido à drástica diminuição da arrecadação devido a guerra civil, e o governo se mantinha com graças a linhas de crédito oferecidas pelo governo iraniano. Estima-se que o Irã gaste entre 6 bilhões e 20 bilhões de dólares por ano com a Síria durante a guerra civil. Desde o início do conflito, a economia síria contraiu 60% e a libra síria perdeu 80% do seu valor, sendo que o país tornou-se uma economia estatizada e de guerra. No início da guerra civil, o país era classificado pelo Banco Mundial como um país de renda "média-baixa".

Em 2010, a Síria mantinha-se dependente dos setores petrolífero e agrícola. O setor de petróleo responde por cerca de 40% das receitas de exportação. Expedições marítimas comprovaram que grandes reservas de petróleo existem no fundo do mar Mediterrâneo, entre a Síria e o Chipre. O setor agrícola contribui para cerca de 20% do PIB e 20% do mercado de trabalho. No entanto, as reservas de petróleo deverão diminuir nos próximos anos e a Síria já se tornou um importador líquido deste recurso. O governo depende cada vez mais crédito da Rússia e China, além do já mencionado Irã.

A economia é altamente regulada pelo governo, que aumentou os subsídios e apertou os controles de comércio para amenizar os efeitos das manifestações populares e proteger as reservas de moeda estrangeira. Entre os problemas econômicos de longo prazo estão barreiras ao comércio exterior, o declínio da produção de petróleo, o elevado desemprego, o aumento dos défices orçamentais e da pressão sobre o abastecimento de água, causada pelo pesado uso hídrico na agricultura, o rápido crescimento populacional, a expansão industrial e a poluição da água. O PNUD anunciou em 2005 que 30% da população síria vivia em situação de pobreza e 11,4% vivem abaixo da linha da miséria.

A participação do país nas exportações mundiais erodiu gradualmente desde 2001. O crescimento real do PIB per capita foi de apenas 2,5% ao ano no período entre 2000 e 2008. O desemprego é elevado, acima de 10%. A taxa de pobreza aumentou de 11% em 2004 para 12,3% em 2007. Entre os principais produtos de exportação da Síria estão petróleo bruto e refinado, algodão cru, têxteis, frutas e grãos. A maior parte das importações sírias são matérias-primas essenciais para a indústria, veículos, equipamentos agrícolas e máquinas pesadas (dados de 2007). O lucro das exportações de petróleo, bem como as remessas de trabalhadores sírios que vivem no exterior são as fontes mais importantes do governo.

A instabilidade política representa uma ameaça significativa para o desenvolvimento econômico futuro. O investimento estrangeiro é limitado por violência, restrições do governo, sanções econômicas e isolamento internacional. A economia local também continua a ser prejudicada pela burocracia estatal, pela queda na produção de petróleo, pelo aumento dos défices orçamentais e pela inflação.





Artes populares





Galeria de arte em Damasco
A Síria conserva atividades artesanais tradicionais, como o trabalho em metal, tafiletería e trabalhos em seda. Ainda se pode encontrar em Damasco, Hama e Aleppo tecedores de seda trabalhando em seus teares de madeira, como faziam seus ancestrais em Ebla tempos atrás. Sopradores de vidro em fornos de cerâmica recordam a seus antepassados que inventaram como colorir o vidro há 3 mil anos. Os artistas ainda desenham heróis épicos quase idênticos aos gravados nas pedras por seus antepassados em 3.000 a.C.

Arquitetura

No terreno arqueológico Síria conta com uma importante história. Entre 661 e 750, Damasco viveu uma idade de ouro com a Dinastia dos Omíadas que determinou a aparição de um grandioso estilo arquitetônico composto, que combinava influências antigas e bizantinas com tradições sírias e mesopotâmicas.

A arquitetura civil atingiu um refinamento inigualado quando os turcos estenderam sua hegemonia sobre Síria no século XVI. A decoração predomina na arte da corte otomana, que mistura delicados motivos vegetais com caligrafias sutis.

Festivais

Durante todo ano se celebram na Síria acontecimentos culturais interessantes. Exposições, leituras e seminários são propostos nas Universidades, museus e centros culturais. A pintura e escultura dos artistas locais são expostas em galerias privadas em todo país. Entre os artistas de renome figura o pintor Fateh Mudarress, Turki Mahmud Beyk, Naim Ismail, Maysoun al-Jazairi, Mahmud Hammad y Abd al-Qader Arnaout entre outros.

A repressão política manteve a produção literária quase morta. Com exceção do autodidata Zakariya Tamir, que viveu em exílio em Londres desde 1978. Sua obra gira em torno da vida diária na cidade, marcada pela frustração e desespero nascidos da opressão social.

Um grande número de festivais musicais ocorre regularmente na Síria. Destaca-se o Festival de Música de Câmara de Palmira. A televisão conta com dois canais, um em árabe e outro inglês e francês. Além de jornais em árabe, existem jornais locais em inglês.





Syria (Listeni/ˈsɪ.rɪə/; Arabic: سوريا‎ or سورية, Sūriyā or Sūrīyah), officially the Syrian Arab Republic, is a country in Western Asia. De jure Syrian territory borders Lebanon and the Mediterranean Sea to the west, Turkey to the north, Iraq to the east, Jordan to the south, and Israel to the southwest, but the government's actual control now extends to just 30–40% of the de jure state area and less than 60% of the population.

A country of fertile plains, high mountains, and deserts, Syria is home to diverse ethnic and religious groups, including Arabs, Greeks, Armenians, Assyrians, Kurds, Circassians, Mandeans and Turks. Religious groups include Sunnis, Christians, Alawites, Druze, Mandeans, Shiites, Salafis and Yazidis. Sunni Arabs make up the largest population group in Syria.

In English, the name "Syria" was formerly synonymous with the Levant (known in Arabic as al-Sham), while the modern state encompasses the sites of several ancient kingdoms and empires, including the Eblan civilization of the 3rd millennium BC. Its capital Damascus is among the oldest continuously inhabited cities in the world. In the Islamic era, Damascus was the seat of the Umayyad Caliphate and a provincial capital of the Mamluk Sultanate in Egypt.

The modern Syrian state was established after World War I as a French mandate, and represented the largest Arab state to emerge from the formerly Ottoman-ruled Arab Levant. It gained independence as a parliamentary republic on 24 October 1945 when Syria became a founding member of the United Nations, an act which legally ended the former French Mandate – although French troops did not leave the country until April 1946. The post-independence period was tumultuous, and a large number of military coups and coup attempts shook the country in the period 1949–71. Between 1958–61, Syria entered a brief union with Egypt, which was terminated by 1961 Syrian coup d'état. The Arab Republic of Syria came into being in late 1961 after December 1 constitutional referendum, and was increasingly unstable until the Ba'athist coup d'état, after which the Ba'ath Party has maintained its power. Syria was under Emergency Law from 1963 to 2011, effectively suspending most constitutional protections for citizens, and its system of government is considered to be non-democratic. Bashar al-Assad has been president since 2000 and was preceded by his father Hafez al-Assad, who was in office from 1970 to 2000.

Syria is a member of one international organization other than the United Nations, the Non-Aligned Movement; it is currently suspended from the Arab League and the Organisation of Islamic Cooperation, and self-suspended from the Union for the Mediterranean. Since March 2011, Syria has been embroiled in an uprising against Assad and the Ba'athist government as part of the Arab Spring, a crackdown which contributed to the Syrian Civil War and Syria becoming among the least peaceful countries in the world. The Syrian Interim Government was formed by the opposition umbrella group, the Syrian National Coalition, in March 2013. Representatives of this alternative government were subsequently invited to take up Syria's seat at the.


Referência para busca:
S�ria �sia �rabe
Fotos de S�ria.

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