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Bangladesh



DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: Rep�blica Popular de Bangladesh (Gana Prajatantri Bangladesh).
Nacionalidade: bengalesa.
Data nacional: 26 de mar�o (Independ�ncia).
Capital: Daca.
Cidades principais: Daca (3.637.892), Chittagong (1.566.070), Khulna (601.051), Rajshahi (324.532) (1991).
Idioma: bengali (oficial), dialetos regionais.
Religi�o: islamismo 88,3%, hindu�smo 10,5%, budismo 0,6%, cristianismo 0,3%, outras 0,3% (1991).

GEOGRAFIA:
Localiza��o: centro-sul da �sia.
Hora local: + 9h.
�rea: 143.998 km2.
Clima: tropical com chuvas de mon��o.
�rea de floresta: 10 mil km2 (1995).

POPULA��O:
Total: 129,2 milh�es (2000), sendo bengalis 98%, outros 2% (1996).
Densidade: 897,23 hab./km2.
Popula��o urbana: 23% (1998).
Popula��o rural: 77% (1998).
Crescimento demogr�fico: 1,7% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 3,11 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 58/58 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 79 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 59,2% (2000).
IDH (0-1): 0,461 (1998).

POL�TICA:
Forma de governo: Rep�blica parlamentarista.
Divis�o administrativa: 6 divis�es.
Principais partidos: Liga Awami, Nacionalista de Bangladesh (BNP), Jatiya Dal.
Legislativo: unicameral - Parlamento com 330 membros (300 eleitos por voto direto e 30 mulheres indicadas por estes) com mandato de 5 anos.
Constitui��o em vigor: 1972.

ECONOMIA:
Moeda: taka.
PIB: US$ 42,7 bilh�es (1998).
PIB agropecu�ria: 22% (1998).
PIB ind�stria: 28% (1998).
PIB servi�os: 50% (1998).
Crescimento do PIB: 4,7% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 350 (1998).
For�a de trabalho: 64 milh�es (1998).
Agricultura: juta, ch�, arroz, trigo.
Pecu�ria: bovinos, b�falos, caprinos, aves.
Pesca: 1,3 milh�o de t (1997).
Minera��o: g�s natural , petr�leo.
Ind�stria: t�xtil, aliment�cia, vestu�rio, qu�mica.
Exporta��es: US$ 3,8 bilh�es (1998).
Importa��es: US$ 6,9 bilh�es (1998).
Principais parceiros comerciais: �ndia, Europa Ocidental, EUA, Jap�o, China.

DEFESA:
Efetivo total: 121 mil (1998).
Gastos: US$ 607 milh�es (1998).


Bangladesh



O Bangladesh, A Na��o Bengali; � um pa�s asi�tico rodeado quase por inteiro pela �ndia, exceto a sudeste, onde tem uma pequena fronteira terrestre com Myanmar, e a sul, onde tem litoral no Golfo de Bengala.
Hist�ria
Existem evid�ncias de ocupa��o da grande regi�o de Bengala em mosteiros budistas de antes de 700 a.C.. Bengala adotou o isl�o no s�culo XIII e prosperou como parte do Imp�rio Mongol durante o s�culo XVI. Os navegadores europeus descobriram a regi�o no final do s�culo XV, mas s� no final do s�culo XVIII a Companhia Brit�nica das �ndias Orientais dominou a regi�o.
Com a independ�ncia da �ndia, parte do Bengala ficou parte do Paquist�o, com o nome de Bengala Oriental ou Bengala do Leste (tamb�m chamada de Paquist�o do Leste ou Paquist�o Oriental), e parte ficou com a �ndia, vindo a formar a unidade administrativa (estado) de Bengala Ocidental (ou Bengala do Oeste). Depois de uma guerra de liberta��o contra as for�as do Paquist�o do Oeste, em 1971, o Bangladesh finalmente se torna independente.
Pol�tica
O Bangladesh tem um regime parlamentar, unicameral. A Assembleia Nacional � o �rg�o legislativo e os mandatos dos 345 deputados s�o renovados em cada 5 anos.
O presidente do Bangladesh � eleito pela Assembleia Nacional para mandatos de 5 anos com poderes limitados, exceto durante as negocia��es para um novo governo.
O primeiro-ministro � nomeado pelo presidente de entre os membros da maioria parlamentar.
Subdivis�es
O Bangladesh est� dividido em 6 divis�es (bengali: bibhag) e estas em 64 distritos (zila).
As divis�es foram batizadas com o nome de suas respectivas capitais:
� Barisal
� Chittagong
� Dhaka
� Khulna
� Rajshahi
� Sylhet
S�mbolos nacionais
A bandeira nacional do Bangladesh foi adotada oficialmente a 17 de Janeiro de 1972. A bandeira lembra a do Jap�o, trocando o fundo branco por um fundo verde. O disco vermelho representa o sol que nasce sobre Bengala e tamb�m simboliza o sangue dos que tombaram pela independ�ncia do Bangladesh. O fundo verde representa a exuberante terra do pa�s.
O bras�o de armas do Bangladesh foi adotado pouco tempo depois da sua independ�ncia em 1971. Na parte central do escudo aparece representada uma flor de nymphea situada sobre v�rias ondas que simbolizam a �gua e rodeada por duas espigas de arroz. Sobre a nymphea aparecem quatro estrelas de cinco pontas colocadas ao lado do broto de uma flor.
"Amar Sonar Bangla" � o hino nacional do Bangladesh. Foi escrito e composto pelo poeta Rabindranath Tagore, e foi adotado em 1972.
Geografia

O Bangladesh � um pa�s com poucas eleva��es acima do n�vel do mar, com grandes rios em todo seu territ�rio situado ao sul da �sia. Sua costa � uma imensa selva pantanosa de 710km de comprimento, limitando ao norte do Golfo de Bengala. Formada por uma grande plan�cie formada pelo delta dos rios Ganges, Brahmaputra e Meghna e seus afluentes, as terras de aluvi�o do Bangladesh s�o muito f�rteis, uma vez que s�o vulner�veis � inunda��es e � seca.
As �nicas montanhas fora da plan�cie s�o os trechos de colinas de Chittagong, onde situa-se o ponto culminante do pa�s (Keokradong, com 1230 m de altura), no sudeste, e a divis�o de Sylhet, no nordeste. Pr�ximo ao tr�pico de C�ncer, Bangladesh tem um clima subtropical de mon��es, caracterizado pela temporada de intensas chuvas anuais, temperaturas moderadamente calorosas e uma grande umidade.
Os desastres naturais como inunda��es, ciclones tropicais, tornados e mar�s em rios s�o normais no Bangladesh todos os anos. O pa�s � afetado por grandes ciclones a uma m�dia de 16 por d�cada. Em maio de 1991, um ciclone arrasou a costa sudeste, matando 136.000 pessoas.
Economia
Na economia do Bangladesh, o desenvolvimento da agricultura � dificultada pela elevada fragmenta��o da propriedade fundi�ria e pelas chuvas irregulares. A produ��o alimentar, sobretudo de cereais, � destinada ao consumo interno; A principal cultiva��o industrial � a do arroz (nas �reas de Mymensingh, Rangpur, Comilla e Daca. A cria��o de bois � abundante, mas destinado prevalentemente ao trabalho no campo. Uma parte realmente grande da popula��o (a s�tima maior do mundo) sofre de subnutri��o cr�nica.
Demografia
Bangladesh � o primeiro lugar em densidade demogr�fica no mundo com aproximadamente 926 pessoas por km�.
Cultura
A cultura do Bangladesh conta com diversas formas art�sticas e culturais.
A hist�ria da cultura do Bangladesh data de h� mais de 2500 anos. A terra, os rios e as vidas do povo bangla formam uma rica heran�a com marcantes diferen�as em rela��o a pa�ses e regi�es vizinhos.
Cultura composta, assimilou influ�ncias do Hindu�smo, Jainismo, Budismo e Isl�o. Manifesta-se de forma variada, na m�sica, dan�a, teatro e literatura; na arte e artesanato; no folclore e lendas; nas l�nguas, filosofia e religi�o, festivais e celebra��es, e na tradi��o culin�ria


Daca
Daca (em bengali: ঢাকা, tamb�m traslit. como Dhaka, Daka ou Dacca) � a capital e a maior cidade do Bangladesh e da Divis�o de Dhaka. A cidade possui popula��o de aproximadamente 7 milh�es de habitantes e a regi�o metropolitana 12,8 milh�es, por estimativas
Situada na margem norte do rio Buriganga, � conhecida como a "Cidade das Mesquitas". Seus principais monumentos s�o o antigo pal�cio de Ahsan Manzil, o inacabado Forte de Lalbagh, constru�do em 1678, a mesquita de Hoseni Dalan, e o museu nacional.
Antigo centro de com�rcio, a hist�ria de Daca remonta ao s�culo XI, mas a cidade come�a a ganhar import�ncia ao se tornar a capital da prov�ncia de Bengala, durante o dom�nio mogol.
Cedida aos brit�nicos em 1765, tornou-se capital do Paquist�o Oriental, em 1947, e da atual rep�blica do Bangladesh, em 1971.
Fica em seu territ�rio a cidade de Bashundhara City que � o maior centro comercial da �sia do Sul.
�
Hist�ria

A exist�ncia de povoados urbanizados na �rea que hoje corresponde a Daca data do s�culo VII. A �rea da cidade era controlada pelo reino budista de Kamarupa e pelo Imp�rio Pala antes de ter passado ao controlo da dinastia Sena, hindu, no s�culo IX. O nome da cidade poder� ter origem na funda��o do templo da deusa Dhakeshwari por Ballal Sena no s�culo XII.
Daca e a �rea circundante foram identificadas como "Bengala" por volta dessa �poca. A cidade propriamente dita consistia em alguns centros mercantis como os bazares Lakshmi, Shankhari e Tanti, e as zonas de Patuatuli, Kumartuli, Bania Nagar e Goal Nagar. Depois da dinastia Sena, Daca foi sucessivamente regida pelos governadores t�rquicos e pashtun descendentes do Sultanato de Deli antes da chegada dos mog�is em 1608.
O desenvolvimento populacional deu-se de forma significativa quando a cidade foi feita capital de Bengala sob o Imp�rio Mogol em 1608. Mughal subahdar Islam Khan foi o primeiro administrador da cidade. Khan nomeou a cidade "Jahangir Nagar" (Cidade de Jahangir) em honra do imperador Mughal Jahangir, embora este nome foi caiu logo ap�s a morte de Jahangir. A expans�o principal da cidade ocorreu sob Mughal geral Shaista Khan. A cidade, ent�o, media 19 por 13 quil�metros, com uma popula��o de quase um milh�o de pessoas. A cidade passou para o controle do British East India Company em 1765 ap�s a Batalha de Plassey. A popula��o da cidade diminuiu drasticamente durante este per�odo como a proemin�ncia da Calcut� rosa, mas o desenvolvimento material e moderniza��o eventualmente seguido. Um moderno sistema de abastecimento de �gua c�vica foi introduzido em 1874 e de fornecimento de electricidade, lan�ada em 1878. A Daca Cantonment foi estabelecido perto da cidade, servindo como base para o Reino Unido e soldados bengali.
Geografia

Daca est� situada no centro de Bangladesh, �s margens do rio Buriganga e pr�xima ao Delta do Ganges. A cidade de Daca (DCC - Dhaka City Corporation) cobre uma �rea de 360 km e a regi�o metropolitana (DSMA - Dhaka Statistical Metropolitan Area) 1.325 km. Esta zona asi�tica apraticamente caracterizada por uma vegeta��o tropical e um solo umido, que se encontra ao n�vel do mar. Isto faz com que Daca seja suscetivel a inunda��es durante as �pocas das mon��es, assim como a fortes chuvas e ciclones.
Clima
Daca possui um clima quente, chuvoso e �mido. A cidade se encontra literalmente dentro da zona climatica das moncoes. Daca possui uma temperatura m�dia de 26 �C, que varia de 19 �C em janeiro a 29 �C em agosto. Aproximadamente 80% das chuvas, com m�dia anual 1.979 mm, ocorrem entre maio e setembro. O meio ambiente de Daca se encontra seriamente amea�ado pela poluicao causada pela rapida expansao da cidade, pelo tr�fego de autom�veis e pelas atividades industriais. A contamina��o do ar e da �gua vem aumentando por causa dos engarrafamentos frequentes e dos dejetos industriais, este � um problema que afeta a sa�de p�blica e a qualidade de vida na cidade. Os aqu�feros e zonas �midas dos arredores de Daca encontram-se em extin��o devido a diversas causas. A polui��o e a eros�o dos habitats naturais amea�am destruir a biodiversidade da regi�o.
Demografia

A popula��o da cidade de Daca (DCC - Dhaka City Corporation) � de aproximadamente 7 milh�es de habitantes, a Regi�o metropolitana de Daca (DSMA - Dhaka Statistical Metropolitan Area), tamb�m chamada de Grande Daca, possui aproximadamente 12,8 milh�es de habitantes, em combina��o com outras pequenas cidades e vilas pr�ximas ao aglomerado. O crescimento populacional da cidade � um dos mais elevados entre as cidades asi�ticas e com not�vel destaque no cen�rio mundial, crescendo em m�dia 4,2% ao ano. O cont�nuo crescimento populacional reflete a cont�nua migra��o de pessoas oriundas das �reas rurais para a regi�o de Daca e outras cidades da Grande Daca. Essa constante migra��o proveniente da �rea rural chegou a representar 60% de todo o crescimento populacional da cidade nos anos de 1960 a 1970. Mais recentemente, a popula��o da cidade tamb�m cresceu com a expans�o dos limites territoriais da cidade, um processo que adicionou mais de um milh�o de pessoas para a cidade na d�cada de 1980. De acordo com a Far Eastern Economic Review, a �rea metropolitana de Daca ter�, at� 2025, cerca de 25 milh�es de habitantes.
A taxa de alfabetiza��o da cidade est� estimada em 62,3%. A popula��o da cidade � composta por pessoas de praticamente todas as regi�es de Bangladesh. Os habitantes de origem mais antiga na cidade s�o conhecidos como dhakaia e possuem dialeto e cultura distintos. Alguns povos tribais residem na cidade, como os Rohingya, Santal, Khasi, Garo, Chakma e povos Mandi, estimados entre 150.000 a 20.000. Daca tamb�m possui uma grande popula��o estrangeira, com destaque para imigrantes chineses, coreanos e indianos, que imigram para o pa�s para trabalhar em cargos executivos em diferentes ind�strias. Quase todos os residentes de Daca falam o idioma bengali, a l�ngua nacional. Daca tamb�m possui muitos dialetos e l�nguas regionais como Chittagonian e Sylheti, que s�o faladas por alguns segmentos da popula��o. O ingl�s � falado por um grande segmento da popula��o, especialmente para fins comerciais.
Religi�o
O Islamismo � a religi�o dominante da popula��o de Daca, com a maioria deles pertencentes � seita sunita. H� tamb�m uma pequena comunidade xiita, em crescimento, al�m de uma comunidade Ahmadiya. Hindu�smo � a segunda maior religi�o. H� pequenas comunidades budistas e crist�s. Nos �ltimos anos, Daca registrou um grande n�mero de intoler�ncia religiosa.
Censo de 2001
O �ltimo censo realizado em 2001 apontou os seguintes n�meros:
� Cidade de Daca: 5.333.571 habitantes, sendo 3.025.395 homens e 2.308.176 mulheres, distribu�dos em 1.111.588 moradias;
� Regi�o Metropolitana de Daca: 9.672.763 habitantes, sendo 5.382.233 homens e 4.290.530 mulheres, distribu�dos em 2.071.946 moradias.
Economia
Daca � o cora��o comercial de Bangladesh. A cidade tem uma popula��o de classe m�dia crescente, atraindo o mercado para o consumidor moderno e bens de luxo. A cidade tem atra�do, historicamente, um grande n�mero de trabalhadores migrantes. vendedores ambulantes, pequenas lojas, o transporte riquix�, vendedores de beira de estrada, barracas e bancas, empregam um grande segmento da popula��o. Apenas o riquix� emprega cerca de 400.000 pessoas. Metade dos trabalhadores est�o empregados em resid�ncias e trabalhos informais, enquanto que cerca de 800.000 trabalham na ind�stria t�xtil. Mesmo assim, a taxa de desemprego continua alta, em 23%. Em 2008, O PIB de Daca foi registrado em US$ 78 bilh�es. Com uma taxa de crescimento anual de 6,2%, o PIB est� projetado atingir US$ 215 bilh�es em 2025. Mais de 40% da popula��o vive abaixo da linha da pobreza, incluindo um grande segmento da popula��o vinda das aldeias em busca de emprego, com muitos sobrevivendo com menos de US$ 10 por dia.
As principais �reas comerciais da cidade incluem Farmgate, New Market, Gulshan e Motijheel, enquanto Tejgaon e Hazaribagh s�o as principais �reas industriais. Bashundhara-Baridhara � uma �rea de desenvolvimento econ�mico que incluir� ind�strias de alta tecnologia, corpora��es e um grande centro comercial em alguns anos. As Export Processing Zones - EPZ's (Zonas de Processamento de Exporta��o) em Daca foram criadas para incentivar a exporta��o de artigos de vestu�rio, t�xteis e outros bens. Daca possui duas EPZ's. Elas abrigam 413 ind�strias, que empregam principalmente mulheres. A Bolsa de Valores de Daca localiza-se na cidade, assim como a maioria das grandes multinacionais, incluindo, Citigroup, HSBC Bank Bangladesh, JPMorgan Chase, Standard Chartered Bank (Bangladesh), American Express, Chevron, Exxon Mobil, Total, British Petroleum, Unilever, Nestl�, DHL Express, FedEx e British American Tobacco. Os grandes conglomerados locais, como a Concord, Rangs Group, Beximco Group, Summit Group, Navana Group e Rahimafrooz tamb�m t�m os seus escrit�rios localizados em Daca. O desenvolvimento urbano provocou um boom na constru��o civil; novos altos edif�cios e arranha-c�us mudaram a paisagem da cidade. O crescimento foi forte especialmente no setor financeiro e banc�rio, manufaturas, telecomunica��es e servi�os, enquanto o turismo, hot�is e restaurantes continuam sendo importantes elementos na economia de Daca.



A populacao da cidade de Daca (DCC - Dhaka City Corporation) e de aproximadamente 7 milh�es de habitantes, a Regiao metropolitana de Daca (DSMA - Dhaka Statistical Metropolitan Area), tamb�m chamada de Grande Daca, possui aproximadamente 12,8 milhoes de habitantes, em combinacao com outras pequenas cidades e vilas proximas ao aglomerado. O crescimento populacional da cidade e um dos mais elevados entre as cidades asiaticas e com notavel destaque no cenario mundial, crescendo em media 4,2% ao ano. O continuo crescimento populacional reflete a continua migracao de pessoas oriundas das Areas rurais para a regiao de Daca e outras cidades da Grande Daca.
Essa constante migração esta mais proveniente da area rural chegou a representar 60% de todo o crescimento populacional da cidade nos anos de 1960 a 1970. Mais recentemente, a populacao da cidade tambem cresceu com a expans�o dos limites territoriais da grande cidade, um processo que adicionou mais de um milhao de pessoas para a cidade na decada de 1980.
E De acordo com a Far Eastern Economic Review, a area metropolitana de Daca tera, ate 2025, cerca de 25 milhoes de habitantes



Daca e o coracao comercial de Bangladesh. A cidade tem uma populacao de classe media crescente, atraindo o mercado para o consumidor que e muito moderno e bens de luxo. A cidade tem atraido, historicamente, um grande numero de trabalhadores migrantes. Alem de vendedores ambulantes, pequenas lojas, o transporte riquixo, vendedores de beira de estrada, barracas e bancas, empregam um grande segmento da população.
Esporte
Croquete e futebol sao os dois esportes mais populares em Daca e em todo o pa�s. Os times sao organizados em competicoes entre outros times da pr�pria cidade ou em torneios nacionais, com um número maior de escolas, faculdades e entidades privadas. O Mohammedan Sporting Club e o Abahani sao os dois mais famosos times de futebol e cr�quete, mantendo uma intensa rivalidade.
Daca se distingue por ter hospedado a primeira partida oficial do test cricket, entre as sele��es do Paquist�o e da �ndia, em 1954. O Est�dio Nacional de Bangabandhu era, anteriormente, o principal local para partidas dom�sticas e internacionais de cr�quete, mas agora abriga, exclusivamente, partidas de futebol. � um potencial anfitri�o para a cerim�nia de abertura da Copa do Mundo de Cr�quete de 2011, bem como de 6 partidas a serem disputadas em Bangladesh. O Conselho de Controle Desportivo de Bangladesh, respons�vel por promover atividades esportivas em toda a na��o, tem sua sede em Daca. A cidade tamb�m possui est�dios muito utilizados para eventos dom�sticos, tais como o Sher-e-Bangla Mirpur Stadium (em Mirpur), o Dhanmondi Cricket Stadium e o Outer Stadium Ground. O Dhaka University Ground recebe muitos torneios intercolegiais.
Administra��o c�vica
O munic�pio foi fundado em 1 de agosto de 1864 e recebeu o status de corpora��o em 1978 (Dhaka Municipal Corporation). Em 1990, a corpora��o passou a chamar Dhaka City Corporation - DCC. A DCC � uma corpora��o de governo pr�prio que administra os assuntos da cidade. A �rea incorporada ao munic�pio � dividida em diversas regi�es, que recebem o nome de alas. Cada ala elege seus "comiss�rios", ou seja, os representantes respons�veis de elaborar as leis e projetos que regem a cidade de Daca. O prefeito da cidade � eleito por voto popular a cada cinco anos. Sadeque Hossain Khoka � o atual prefeito. A Diretoria de Educa��o de Daca, org�o mantido e subordinado � prefeitura, � respons�vel pela gest�o de todas as escolas p�blicas e pela gest�o de grande parte das escolas privadas, com exce��o das escolas inglesas. A Diretoria de Educa��o de Daca mant�m um conselho de educa��o para fiscaliza��o das escolas privadas.
Transporte
Os ciclo-riquix�s s�o o principal modo de transporte, com cerca de 400.000 riquix�s oferecendo servi�os de transporte a cada dia - o maior n�mero dentre todas as cidades do mundo. No entanto, apenas cerca de 85.000 riquix�s s�o licenciados e possuem autoriza��o de funcionamento emitido pelo governo da cidade. Os riquix�s s�o uma grande alternativa de transporte, pois possuem um custo relativamente baixo e n�o s�o poluentes, no entanto, causam o congestionamento do tr�fego e assim, foram proibidos em v�rias regi�es administrativas da cidade. Os �nibus coletivos s�o operados pela estatal Bangladesh Road Transport Corporation (BRTC) e por empresas privadas de Bangladesh. T�xis e outros autom�veis particulares e privados s�o cada vez mais populares, com um n�mero crescente entre a classe m�dia da cidade. O governo tem supervisionado a substitui��o de autom�veis com maior atividade de funcionamento para outros autom�veis chamados de "carros-verdes", que funcionam a g�s natural comprimido.
Daca tem 1.868 km de estradas pavimentadas. As estradas da cidade s�o as principais de Bangladesh e est�o conectadas a outras partes do pa�s atrav�s tamb�m de liga��es ferrovi�rias. O Aeroporto Internacional de Daca � o maior e mais movimentado do pa�s. Ele lida com quase 52% das chegadas e partidas internacionais e dom�sticas do pa�s.
Educa��o
Daca tem o maior n�mero de escolas, faculdades e universidades de todas as cidades de Bangladesh. O sistema de ensino � dividido em 4 n�veis: prim�rio (dos graus 1 a 5), secund�rio inferior (dos graus 6 a 10), secund�rio superior (dos graus 11 a 12) e terci�rio. Os cinco anos do ensino secund�rio inferior � conclu�do com um exame chamado Secondary School Certificate (SSC) Examination. Os estudantes aprovados neste exame avan�am para dois anos no n�vel secund�rio superior, que culmina em um novo exame, o Higher Secondary Certificate (HSC) Examination. O ensino � oferecido principalmente em bengali, mas o ingl�s tamb�m � comumente ensinado e usado. Um grande n�mero de fam�lias mu�ulmanas enviam seus filhos para participar de cursos de meio per�odo, ou at� mesmo de tempo integral, de educa��o religiosa, que � transmitida em bengali e �rabe em madra�ais.
Existem 52 universidades em Daca. O Dhaka College � a mais antiga institui��o de ensino superior na cidade e est� entre as primeiras estabelecidas na �ndia Brit�nica, fundada em 1840. Desde a independ�ncia, Daca presenciou a cria��o de um grande n�mero de faculdades e universidades p�blicas e privadas que oferecem cursos de gradua��o e p�s-gradua��o, bem como uma variedade de programas de doutorado. A Universidade de Daca � a maior universidade p�blica do pa�s, com mais de 30.000 estudantes e 1.300 funcion�rios. A universidade possui 18 centros de pesquisa e 70 departamentos, faculdades e institutos. Os melhores institui��es de ensino superior incluem a Jahangirnagar University e a Bangladesh University of Engineering and Technology (BUET) (Universidade de Engenharia e Tecnologia de Bangladesh). O Dhaka Medical College e o Sir Salimullah Medical College est�o entre as maiores e mais respeitadas escolas m�dicas do pa�s. Os campus das faculdades de Daca s�o muitas vezes palco de conflitos pol�ticos. Protestos, greves e viol�ncia entre policiais, estudantes e grupos pol�ticos frequentemente perturbam as universidades p�blicas.


Existem evid�ncias de ocupa��o da grande regi�o de Bengala em mosteiros budistas de antes de 700 a.C.. Bengala adotou o isl�o no s�culo XIII e prosperou como parte do Imp�rio Mongol durante o s�culo XVI. Os navegadores europeus descobriram a regi�o no final do s�culo XV, mas s� no final do s�culo XVIII a Companhia Brit�nica das �ndias Orientais dominou a regi�o.

Com a independ�ncia da �ndia, parte de Bengala constituiu parte do Paquist�o, com o nome de Bengala Oriental ou Bengala do Leste (tamb�m chamada de Paquist�o do Leste ou Paquist�o Oriental), e parte ficou com a �ndia, vindo a formar a unidade administrativa (estado) de Bengala Ocidental (ou Bengala do Oeste). Depois de uma guerra de liberta��o contra as for�as do Paquist�o do Oeste (ou Paquist�o Ocidental), em 1971, o Bangladesh finalmente se torna independente.

Bangladesh /ˈbɑːŋlədɛʃ/; i/ˌb�ŋɡləˈdɛʃ/ (Bengali: বাংলাদেশ, pronounced: [ˈbaŋlad̪eʃ] ( listen)), officially the People's Republic of Bangladesh (Bengali: গণপ্রজাতন্ত্রী বাংলাদেশ G�n�pr�jat�ntri Bangladesh), is a country in South Asia, located on the fertile Bengal delta. It is bordered by the Republic of India to its north, west and east, by the Union of Myanmar (Burma) to its south-east and by the Bay of Bengal to its south. It is separated from the Democratic Republic of Nepal and the Kingdom of Bhutan by the narrow Indian Siliguri Corridor. Together with the neighbouring Indian state of West Bengal, it makes up the ethno-linguistic region of Bengal. The name Bangladesh means "Country of Bengal" in the official Bengali language.

The modern borders of Bangladesh took shape during the Partition of Bengal and British India in 1947, when the region became the eastern wing of the newly formed state of Pakistan. Due to political exclusion, ethnic and linguistic discrimination and economic neglect by the politically dominant western-wing, movements like popular agitation, nationalism and civil disobedience lead to the Bangladesh Liberation War in the region in 1971 which resulted in separation and Independence of the region from Pakistan into an independent Bangladesh. After independence, the new state proclaimed a secular, multiparty democracy. However, it endured poverty, famine, political turmoil and numerous military coups. The restoration of democracy in 1991 has been followed by relative calm and economic progress, although the country's main political parties remain bitterly polarized.

Bangladesh is a parliamentary republic with an elected parliament called the Jatiyo Sangshad. With a population of more than 160 million people in a territory of 56,977 sq mi, Bangladesh is the world's eighth most populous country, as well as one of world's most densely populated countries. The Bengalis form the country's predominant ethnic group, whereas the indigenous peoples in northern and southeastern districts form a significant and diverse ethnic minority. The Bengal delta region has a long and rich cultural heritage and was a hub of the southern Silk Route. The four largest religions in the country are Islam (89%), Hinduism (9%), Buddhism (1%) and Christianity (0.5%).

Bangladesh is identified as a Next Eleven economy. According to the United Nations in 2010, the country is making major strides in human development, including significant progress in areas of gender equity, universal primary education, women empowerment, reducing population growth, food production, health and renewable energy. The poverty rate has declined considerably since independence, and per-capita incomes have doubled from 1975-levels. Major cities such as Dhaka and Chittagong have been the driving forces behind much of the recent growth. However, the country continues to face a number of major political and social challenges, including endemic bureaucratic and political corruption, widespread poverty, political instability, overpopulation and vulnerability to global climate change.

Bangladesh is a pioneer and founding member of SAARC. It is the world�s largest contributor to United Nations peacekeeping operations. It is a founding member of the Developing 8 Countries and BIMSTEC, and a member of the Commonwealth, the OIC, NAM and the G-77.




History


This section needs attention from an expert in Bangladesh. The specific problem is: rewrite and update needed on early civilization, archaeological sites and fort cities, the pala dynasty, silk route, trade and maritime centers, early bengal sultanate, post independence era. WikiProject Bangladesh (or its Portal) may be able to help recruit an expert. (May 2013)


Antiquity


Ancient Somapura was the greatest Buddhist monastery in the Indian subcontinent
Bronze Age settlements in the Bengal region date back more than 4,300 years, when the region was settled by ancient Dravidian, Indo-Aryan, Tibeto-Burman and Austroasiatic peoples. The exact origin of the word "Bangla" or "Bengal" is unclear, though it is believed to be derived from Bang/Vanga, the Dravidian-speaking tribe that settled in the area around the year 1000 BCE.




Emperor Akbar celebrating Mughal victory in Bengal.
The region was known to the ancient Greeks and Romans as Gangaridai, or "Nation of Ganges". The early history of Bengal featured the rise numerous city states, or janapadas, including Vanga, Samatata and Pundravardhana. Bengal was conquered by the Mauryans in the 2nd century BCE, and absorbed into a succession of Magadha empires. Following the collapse of the Magadha dynasties, a local ruler named Shashanka rose to power and founded an impresseive short-lived kingdom. After a period of anarchy, the Bengali Buddhist Pala dynasty ruled the region for four hundred years, followed by the Hindu Sena Dynasty.

Islam was introduced to Bengal in the 8th century by Arab Muslim merchants and Sufi missionaries traversing the silk route. Abbassid coinage excavated in different parts of Bangladesh point to the presence of Islam across Palan Bengal during the 9th century, while Dharmapala was chronicled by Arab historians as a benevolent ruler and ally of the Muslim caliphs. The spread of Sufism and subsequent Muslim rule enforced the process of conversion through agrarian reforms and the establishment of mint towns, mosques, madrasas and Sufi khanqahs across the region. Muslim conquest came in 1204, when Bakhtiar Khilji of the Delhi Sultanate defeated Lakshman Sen of the Sena Dynasty. The Bengal Sultanate was established in the early-1300s after local governors declared independence from the Sultans of Delhi. The Bengal sultans strengthened and re-established ancient trade routes on the Ganges delta, and fostered commercial and maritime relations with contemporary states in Asia and the Horn of Africa. As the sultanate disintegrated by the 16th century, the powerful Baro-Bhuyan landlords formed a confederacy in collusion with the Mughals. The Arakanese Kingdom of Mrauk U conquered large parts of south-east Bengal. By the 16th century, the Mughal Empire controlled Bengal, and Dhaka became a major administrative and economic center of the empire. Under the Mughals, the region enjoyed a flourishing economy brought on by agrarian reforms and increased foreign trade. It earned the reputation of "Golden Bengal" for its prosperity and wealth, and was described by the Mughal emperors as the Paradise of Nations. Medieval European geographers also located paradise at the mouth of the Ganges, and Bengal was probably the wealthiest part of the subcontinent until the 17th century.

From 1517 onwards, Portuguese traders were traversing the sea-route to Bengal. They were not allowed to begin to settle there until 1537, when they opened customs houses at Chittagong. In 1577, Mughal emperor Akbar permitted the Portuguese to build settlements and churches in Bengal.

The Maratha Empire, a Hindu empire which overran the Mughals in the 18th century, also devastated the territories controlled by the Nawab of Bengal between 1742 and 1751. In a series of raids on Bengal and Bihar, Maratha demolished much of the Bengali economy. Nawab Ali Vardi Khan made peace with Maratha by ceding Orissa and parts of Western Bengal to the empire. The Marathas imposed a tax, the chauth, amounting to a quarter of total revenue, on other parts of Bengal and Bihar. This tax amounted to twenty lakhs (of rupees?) for Bengal and 1.2 million for Bihar per year. Maratha was defeated in Panipat by a coalition of Muslim forces, but imperial forces returned under the Maratha general Madhoji Sindhia and raided Bengal again.

The influence of European traders grew until the British East India Company was granted the right to collect revenue by the Moghul Emperor following the Battle of Buxar in 1764. By 1795 with the abolishment of Nizamat(local rule) company has established complete rule in Bengal which later expanded over parts of India within the next hundred year. The British Empire stopped payment of the chauth, invading the territory of Bengal in 1760s. The raids continued until Maratha was finally defeated by the British over the course of three Anglo-Maratha Wars, lasting from 1777 to 1818.





The Bengali Language Movement in the early-1950s sparked off the rise of Bengali nationalism in East Pakistan




Sheikh Mujibur Rahman delivering the 7th of March Speech on the eve of the war of independence in 1971. Sheikh Mujib is widely admired and revered in Bangladesh as the Father of the Nation.
The bloody rebellion of 1857�known as the Sepoy Mutiny�resulted in a transfer of authority from the East India Company to the Crown, and a British viceroy was appointed to run the administration.[22] The British established a system of law and administration, but struggled to support the population. During colonial rule, famine racked South Asia many times. The Great Bengal famine of 1943, related to events in World War II, claimed 3 million lives.

Between 1905 and 1911, an abortive attempt was made to divide the province of Bengal into two zones, with Dhaka being the capital of the eastern zone. After the British Empire withdrew in 1947, India was partitioned along religious lines, which also divided Bengal: the western part went to the newly created India and the eastern part (Muslim majority) to the new Pakistan. It was known as a province called East Bengal (later renamed East Pakistan), with its capital at Dhaka.

In 1950, Pakistan achieved land reform in East Bengal with the abolition of the feudal zamindari system. East Bengal had the majority of population and economic resources, but Pakistan's government and military were largely dominated by the upper classes of the west wing, later known as West Pakistan. In response to the national government's making Urdu the only official language in both wings, the Bengali Language Movement of 1952 in East Pakistan was a sign of its rising power and the friction between the two wings. Dissatisfaction with the central government over economic and cultural issues increased through the next decade, during which the Awami League emerged as the political voice of the Bengali-speaking population. It agitated for autonomy in the 1960s, and in 1966, its president, Sheikh Mujibur Rahman (Mujib), was jailed by the national Pakistan government. He was released in 1969 after an unprecedented popular uprising.

In 1970, a massive cyclone devastated the coast of East Pakistan, killing up to half a million people, and the central government responded poorly. That year, Sheikh Mujibur Rahman's Awami League won a majority in Parliament in the 1970 elections, but West Pakistan politicians resisted letting him form a government, as he was entitled to by the results of the election. The Bengali population felt discriminated against by West Pakistan's leaders. After staging compromise talks with Mujib, President Yahya Khan and military officials launched Operation Searchlight, a sustained military assault on East Pakistan. Forces arrested Mujibur in the early hours of 26 March 1971. That night, Ziaur Rahman broadcast a declaration of independence in Mujibur's name. Yahya ordered the killing of leaders and intellectuals; the violence of the war resulted in many civilian deaths, particularly among the minority Hindu population. About one million refugees fled to neighbouring India. Estimates of those massacred during the short war range from thirty thousand to 3,000,000. Pakistan finally released Mujibur Rahman on 8 January 1972, because of direct United States intervention. Awami League leaders set up a government-in-exile in Calcutta, India after the war started. The exile government formally took oath at Meherpur, in Kustia district of East Pakistan on 17 April 1971, with Tajuddin Ahmad as the first Prime Minister and Syed Nazrul Islam as the Acting President. Thousands of Bengali Regular forces were stranded in West Pakistan, where they were immediately interned. The Bangladesh Liberation War lasted for nine months. The Bangladesh Forces, formed within 11 sectors and led by General M.A.G. Osmani, consisting of Bengali Regular forces, conducted a widespread guerrilla war against the Pakistan Forces with support from the Mukti Bahinis (freedom fighters). India entered the war in support of Bangladesh after the massacres and the hundreds of thousands refugees crossing the border. Indian Maj. Gen. Sujat Singh Uban managed to finance and equip the Kaderia Bahni, Hemayet Bahini, and other forces who fought with the Mukti Bahini. The Indian Army, assisted by Bangladeshi forces, negotiated a cease-fire and surrounded the Dhaka Area. The Indian Army remained in Bangladesh to secure the peace until 19 March 1972. After achieving independence, the Awami League came to power with Mujib as the Prime Minister, without holding any new elections. When the nation held parliamentary elections in 1973, the Awami League gained an absolute majority. A nationwide famine occurred during 1973 and 1974. In early 1975, Mujib initiated a one-party socialist rule with his newly formed BAKSAL. Resistance to this rule grew, especially among the repatriated members of the armed forces, who constituted 60 percent of the officers. They felt discriminated against in a country that gave high places in government, the army and business to the Mukti Bahini.





Muhammad Yunus won the Nobel Peace Prize in 2006, for pioneering micro-finance in the alleviation of poverty
On 15 August 1975, mid-level military officers staged a coup d'�tat, assassinating Mujib and most of his family members (two daughters were out of the country). Vice President Khandaker Mushtaq Ahmed was sworn in as President, and most of Mujib's cabinet was kept intact. Army coups on 3 November and another on 7 November 1975 led to a reorganised structure of power. A state of emergency was declared to restore order and calm, and Mushtaq resigned. The military placed the country under temporary martial law, with three service chiefs serving as deputies to the new president, Justice Abu Sayem, who was named the Chief Martial Law Administrator.

In 1977, after the resignation of Justice Sayem, Lieutenant General Ziaur Rahman took over the presidency. Known as Zia and highly popular with many in the country, he reinstated multi-party politics and introduced free markets. In 1978 he founded the Bangladesh Nationalist Party (BNP), which elevated the role of Islam in the state. Zia's rule ended when he was assassinated in 1981 in a military coup.

Sheikh Hasina, the eldest daughter of Mujibur, returned to the country in 1981 and became head of the Awami League, a position she continues to hold. She has served more than once as prime minister.

Lieutenant General Hussain Mohammad Ershad gained power in a military coup on 24 March 1982, and ruled until 6 December 1990. He restored political activity and tried to civilianise his government, founding the Jatiya Party and holding an election in 1986, which the BNP boycotted. He was elected as president. He finally resigned after increasing protests by all major political parties and the public, which were damaging the economy and society. In addition, there was pressure from Western nations that had been providing financial assistance to Bangladesh's development. The fall of the Soviet Union affected both foreign and domestic policies. Bangladesh re-established its parliamentary democracy in 1991. Zia's widow, Khaleda Zia, led the Bangladesh Nationalist Party to parliamentary victory at the general election in 1991, when she became the first female Prime Minister in Bangladeshi history.

The Awami League, headed by Sheikh Hasina, Mujib's eldest daughter, won the elections in 1996. After its term, it lost to the Bangladesh Nationalist Party in 2001.

Widespread political unrest followed the resignation of the BNP in late October 2006, but the caretaker government worked to bring the parties to election within the required 90 days. At the last minute in early January, the Awami League withdrew from the scheduled election later that month. On 11 January 2007, the military intervened to support a state of emergency, and a continued but neutral caretaker government, under a newly appointed Chief Advisor who was not a politician. The country had suffered from extensive corruption for decades, disorder and political violence. The caretaker government worked to root out corruption from all levels of government. It arrested more than 160 persons on corruption charges, including politicians, civil servants and businessmen, among whom were both major party leaders, some of their senior staff and two sons of Khaleda Zia.

After working to clean up the system, the caretaker government held what was described by observers as a largely free and fair election on 29 December 2008.The Awami League's Sheikh Hasina won with a two-thirds landslide in the elections; she took the oath of Prime Minister on 6 January 2009.

Geography


Saka Haphong.The highest mountain peak of Bangladesh
Bangladesh lies between latitudes 20� and 27�N, and longitudes 88� and 93�E. Bangladesh is in the low-lying Ganges Delta. This delta is formed by the confluence of the Ganges (local name Padma or P�dda), Brahmaputra (Jamuna or Jomuna also known as "Yamuna"), and Meghna rivers and their respective tributaries. The Ganges unites with the Jamuna (main channel of the Brahmaputra) and later joins the Meghna to eventually empty into the Bay of Bengal. The alluvial soil deposited by these rivers has created some of the most fertile plains in the world. Bangladesh has 57 trans-boundary rivers, making water issues politically complicated to resolve � in most cases as the lower riparian state to India.

Most parts of Bangladesh are less than 12 m (39.4 ft) above the sea level, and it is believed that about 10% of the land would be flooded if the sea level were to rise by 1 m (3.28 ft).

In southeast Bangladesh, experiments have been done since the 1960s to 'build with nature'. By implementing cross dams, the natural accretion of silt has created new land. With Dutch funding, the Bangladeshi government began to help develop this new land in the late 1970s. The effort has since become a multiagency operation building roads, culverts, embankments, cyclone shelters, toilets and ponds, as well as distributing land to settlers. By fall 2010, the program will have allotted some 27,000 acres (10,927 ha) to 21,000 families.

The highest peak in Bangladesh is Saka Haphong in Mowdok range at 1,052 m (3,451 ft) in the Chittagong Hill Tracts to the southeast of the country. Cox's Bazar, south of the city of Chittagong, has a beach that stretches uninterrupted over 120 km (75 mi).

Climate


Satellite image presenting physical features of Bangladesh
Straddling the Tropic of Cancer, Bangladeshi climate is tropical with a mild winter from October to March, and a hot, humid summer from March to June. The country has never frozen at any point on the ground, with a record low of 4.5�C in the south west city of Jessore in the winter of 2011. A warm and humid monsoon season lasts from June to October and supplies most of the country's rainfall. Natural calamities, such as floods, tropical cyclones, tornadoes, and tidal bores occur almost every year, combined with the effects of deforestation, soil degradation and erosion. The cyclones of 1970 and 1991 were particularly devastating. A cyclone that struck Bangladesh in 1991 killed some 140,000 people.

In September 1998, Bangladesh saw the most severe flooding in modern world history. As the Brahmaputra, the Ganges and Meghna spilt over and swallowed 300,000 houses, 9,700 km (6,000 mi) of road and 2,700 km (1,700 mi) of embankment, 1,000 people were killed and 30 million more were made homeless, with 135,000 cattle killed, 50 km2 (19 sq mi) of land destroyed and 11,000 km (6,800 mi) of roads damaged or destroyed. Two-thirds of the country was underwater. There were several reasons for the severity of the flooding. Firstly, there were unusually high monsoon rains. Secondly, the Himalayas shed off an equally unusually high amount of melt water that year. Thirdly, trees that usually would have intercepted rain water had been cut down for firewood or to make space for animals.

Bangladesh is now widely recognised to be one of the countries most vulnerable to climate change. Natural hazards that come from increased rainfall, rising sea levels, and tropical cyclones are expected to increase as climate changes, each seriously affecting agriculture, water and food security, human health and shelter. It is believed that in the coming decades the rising sea level alone will create more than 20 million climate refugees. Bangladeshi water is contaminated with arsenic frequently because of the high arsenic contents in the soil. Up to 77 million people are exposed to toxic arsenic from drinking water. Bangladesh is among the countries most prone to natural floods, tornados and cyclones. Also, there is evidence that earthquakes pose a threat to the country. Evidence shows that tectonics have caused rivers to shift course suddenly and dramatically. It has been shown that rainy-season flooding in Bangladesh, on the world�s largest river delta, can push the underlying crust down by as much as 6 centimetres, and possibly perturb faults.

Flora and fauna



The Royal Bengal Tiger is the national animal of Bangladesh
A major part of the coastline is marshy jungle, the Sundarbans, the largest mangrove forest in the world and home to diverse flora and fauna, including the Royal Bengal Tiger. In 1997, this region was declared endangered. The Magpie Robin is the National Bird of Bangladesh and it is common and known as the Doyel or Doel (Bengali: দোয়েল). It is a widely used symbol in Bangladesh, appearing on currency notes and a landmark in the city of Dhaka is named as the Doyel Chatwar (meaning: Doyel Square). The national flower of the country is white-flowered water lily, which is known as Shapla. The national fruit is jackfruit (Artocarpus heterophyllus), which in Bengali is known as Kathal. In late 2010, the Bangladeshi government selected the Mango tree as the national tree.




The Jatiyo Sangshad Bhaban houses the Parliament of Bangladesh. Designed by American architect Louis Kahn, it is considered to be one of the landmarks of 20th-century architecture, and is one of the largest legislative complexes in the world.
Bangladesh is a unitary state and parliamentary democracy. Direct elections in which all citizens, aged 18 or over, can vote are held every five years for the unicameral parliament known as the Jatiyo Sangshad. Currently it has 350 members (including 50 reserved seats for women) elected from single-member constituencies. The Prime Minister, as the head of government, forms the cabinet and runs the day-to-day affairs of state. While the Prime Minister is formally appointed by the President, he or she must be a member of parliament who commands the confidence of the majority.

The President is the head of state, albeit mainly ceremonially in his/her elected post;however, the President's powers are substantially expanded during the tenure of a caretaker government, which is responsible for the conduct of elections and transfer of power. The officers of the caretaker government must be non-partisan and are given three months to complete their task. This transitional arrangement was pioneered by Bangladesh in its 1991 election and then institutionalised in 1996 through its 13th constitutional amendment.

Major parties in Bangladesh include the Awami League, the Bangladesh Nationalist Party (BNP), the Bangladesh Jamaat-e-Islami (BJI), and the Jatiya Party of former military dictator Ershad. Sheikh Hasina's Awami League aligns with more leftist parties, whereas Khaleda Zia's BNP has politically been allied with Islamist parties like the BJI but practices secular politics. The former two have been bitter, dominant political rivals for over 15 years; each is related to one of the leaders of the independence movement. The Awami League-BNP rivalry has been punctuated by protests, violence and murder. Student politics are particularly strong in Bangladesh, a legacy from the liberation movement era, as almost all parties have highly active student wings, and student leaders have been elected to the Jatiyo Sangshad.

On 11 January 2007, following widespread political unrest, emergency law was declared and a caretaker government was appointed to administer the next general election. The 22 January 2007 election was postponed indefinitely as the Army-backed caretaker government of Fakhruddin Ahmed aimed to prepare a new voter list and crack down on corruption. They also assisted the interim government of Bangladesh in a drive against corruption, which resulted in Bangladesh's position in Transparency International's Corruption Perceptions Index changed from the very bottom, where they had been for 3 years in a row, to 147th in just 1 year. A large alliance led by the Bangladesh Awami League won in a 29 December 2008 landslide victory, gaining 230 seats among 300 seats in the parliament.




Bangladeshi law is primarily in accordance with the English legal system, although since 1947 the legal scenario of Bangladesh has significantly drifted from the West owing to differences in socio-cultural values and religious guidelines. Laws are loosely based on English common law, but family laws such as marriage and inheritance are based on religious scriptures, and therefore differ between religious communities. The Constitution of Bangladesh was drafted in 1972 and has undergone 15 amendments.

The highest judicial body is the Supreme Court, with justices appointed by the President. The judicial and law enforcement institutions are comparatively weak. On 1 November 2007, Bangladesh successfully separated the Judiciary Branch from the Executive, but several black laws, including the Special Powers Act, still influence the rulers. It is expected that this separation will make the judiciary stronger and more impartial.



Bangladesh's Minister of Foreign Affairs Dipu Moni and US Secretary of State John Kerry at the State Department in 2013.
Bangladesh pursues a foreign policy which places heavy reliance on multinational diplomacy, especially at the United Nations. In 1974, Bangladesh joined both the Commonwealth of Nations and the United Nations and has since been elected to serve two terms on the Security Council � in 1978�1979 and 2000�2001. In the 1980s, Bangladesh pioneered the formation of the South Asian Association for Regional Cooperation (SAARC), envisioning a South Asian version of ASEAN. In more recent years, Bangladesh has revived policies of promoting regional economic integration in South Asia, as well as the wider neighborhood.

Bangladesh's most important and complex foreign relationship is with neighbouring India. The relationship is formed by historical and cultural affinities, as well as India's historic alliance with Bangladeshi nationalists during the liberation of Bangladesh in 1971. However, Bangladesh-India relations have gone through several hiccups in the last forty years. A major source of tension is water-sharing on 56 common rivers, as well as border security and barriers to trade and investments. In the past, both countries have also accused each other of harbouring insurgent groups. However, the two nations recognize the importance of good relations, regional security and South Asian economic integration. They have sought to revive relations in recent years, and have formed strategic partnerships in developing regional connectivity, infrastructure, greater trade, mutual access to markets, hydropower, energy, environmental protection and cultural projects. India's eastern states, as well as Nepal and Bhutan, are keen to gain access to Bangladesh's Chittagong and Mongla ports.

Bangladesh enjoys very warm ties with the People's Republic of China, and particularly in the last decade there has been increased economic cooperation between them. Between 2006 and 2007, trade between the two nations rose by 28.5% and there have been agreements to grant various Bangladeshi commodities tariff-free access to the Chinese market. Cooperation between the Military of Bangladesh and the People's Liberation Army is also increasing, with joint military agreements signed and Bangladesh purchasing Chinese arms which range from small arms to large naval surface combat ships such as the Chinese Type 053H1 Missile Frigate.





A Bangladesh Navy F-25 frigate in the Bay of Bengal.
The United States is a major development partner of Bangladesh, providing over six billion dollars in aid since 1972. American companies are the largest foreign investors in the country, and the US is also the largest market for Bangladeshi exports. Bangladesh participated in the US-led coalition during the 1991 Gulf War, and supports the US-led reconstruction of Afghanistan. The US Military has taken part in several disaster management and relief operations in aftermath of devastating floods and cyclones to have hit Bangladesh, including Cyclone O2B and Cyclone Sidr.

Bangladesh also enjoys close ties with the European Union and Japan, involving politics, trade, development, defence, business, education and culture. It is a founding member of the Developing 8 Countries. As the world's fourth largest Muslim nation and third largest democracy in the Muslim world, it is an important member of the Organization of Islamic Cooperation.

As of 2012, the current strength of the army is around 300,000 including reservists, the air force 22,000,[68] and navy 24,000. In addition to traditional defence roles, the military has been called on to provide support to civil authorities for disaster relief and internal security during periods of political unrest. Bangladesh is not currently active in any ongoing war, but it contributed 2,300 troops during Operation Desert Storm in 1991, and is the world's largest contributor (10,736) to UN peacekeeping forces. In May 2007, Bangladesh had major deployments in Democratic Republic of Congo, Liberia, Sudan, Timor-Leste and C�te d'Ivoire.

Divisions


Bangladesh is divided into seven administrative divisions, each named after their respective divisional headquarters: Barisal, Chittagong, Dhaka, Khulna, Rajshahi, Sylhet and Rangpur.

Divisions are subdivided into districts (zila). There are 64 districts in Bangladesh, each further subdivided into upazila (subdistricts) or thana. The area within each police station, except for those in metropolitan areas, is divided into several unions, with each union consisting of multiple villages. In the metropolitan areas, police stations are divided into wards, which are further divided into mahallas. There are no elected officials at the divisional or district levels, and the administration is composed only of government officials. Direct elections are held for each union (or ward), electing a chairperson and a number of members. In 1997, a parliamentary act was passed to reserve three seats (out of 12) in every union for female candidates.

Dhaka is the capital and largest city of Bangladesh. The cities with a city corporation, having mayoral elections, include Dhaka South, Dhaka North, Chittagong, Khulna, Sylhet, Rajshahi, Barisal, Rangpur, Comilla and Gazipur. Other major cities, these and other municipalities electing a chairperson, include Mymensingh, Gopalganj, Jessore, Bogra, Dinajpur, Saidapur, Narayanganj and Rangamati. Both the municipal heads are elected for a span of five years.


Banglad�s5 o Bangladesh (en bengal�: বাংলাদেশ, transliteraci�n: Banglad��, que es la graf�a adoptada en la documentaci�n en espa�ol de la ONU y la UE), formalmente Rep�blica Popular de Banglad�s (en bengal�: গণপ্রজাতন্ত্রী বাংলাদেশ, tr: G�noprojatontri Banglad��, seg�n la ONU y la Uni�n Europea Rep�blica Popular de Bangladesh) es un pa�s ubicado en el sur de Asia. Su territorio se encuentra rodeado casi por completo por la India, a excepci�n de una peque�a franja al sureste donde limita con Birmania. Geogr�ficamente, el pa�s se sit�a en el terreno f�rtil del delta del Ganges, por lo que est� sujeto a las inundaciones anuales provocadas por los monzones y los ciclones. Junto con la provincia india de Bengala Occidental, constituye la regi�n etno-ling��stica de Bengala. De hecho, en bengal�, el nombre "Bangladesh" significa "pa�s de Bengala".

Sus fronteras actuales se establecieron con la segunda partici�n de Bengala en 1947, cuando la regi�n se convirti� en la parte este del reci�n formado Pakist�n. Sin embargo, se encontraba separada de la parte oeste por 1.600 km del territorio indio. En 1971, la discriminaci�n pol�tica y ling��stica, as� como el abandono econ�mico, trajeron consigo una serie de conflictos con Pakist�n, lo que condujo a la guerra de independencia y al establecimiento de Banglad�s como una naci�n aut�noma. Despu�s de la independencia, el nuevo Estado sufri� de hambrunas, desastres naturales y pobreza generalizada, as� como agitaci�n pol�tica y golpes militares. La restauraci�n de la democracia en 1991 fue seguida por una relativa calma y un lento progreso econ�mico.

Banglad�s es el octavo pa�s m�s poblado destacando por su elevada densidad poblacional, la cual es comparable solo con la de peque�as islas o microestados, pero inusual en pa�ses de gran extensi�n. Adem�s de tener una tasa de pobreza muy alta; sin embargo, desde 1975 su PIB per c�pita se ha duplicado y la tasa de pobreza ha ca�do en un 20% desde comienzos de la d�cada de 1990. As�, el pa�s figura entre las econom�as de los "pr�ximos once". Daca, la capital, y otros centros urbanos forman parte de la fuerza impulsora que ha posibilitado este crecimiento.

El sistema pol�tico banglades� es una democracia parlamentaria. A su vez, es miembro de la Mancomunidad de Naciones, la OCI, ASACR, y el D-8. Seg�n el Banco Mundial, el pa�s ha progresado significativamente en materia de desarrollo humano, en las �reas de la alfabetizaci�n, la equidad de g�nero en la educaci�n y la reducci�n del crecimiento de la poblaci�n. Sin embargo, a�n enfrenta una serie de desaf�os importantes, incluyendo la corrupci�n generalizada en la pol�tica y en la burocracia, la competencia econ�mica en relaci�n con el resto del mundo, la sobrepoblaci�n, la pobreza generalizada, el desigual reparto de las tierras y el peligro creciente de una crisis hidrol�gica provocada por el cambio clim�tico.


Historia




La mezquita de los sesenta pilares en la ciudad-mezquita de Bagerhat fue construida en el siglo XV y es la mezquita m�s grande en Banglad�s, as� como un sitio Patrimonio de la Humanidad.




El Shaheed Minar es un monumento que conmemora el Movimiento por la Lengua Bengali
Los vestigios arqueol�gicos m�s antiguos hallados en la regi�n de Bengala datan de hace cuatro mil a�os,9 cuando la regi�n fue poblada por los pueblos dr�vidas, tibetano-birmanos y austroasi�ticos. El origen exacto de la palabra "Bangla" o "Bengala" se desconoce, aunque se cree que deriva de Bang, una tribu de habla dr�vida que se asent� en la regi�n alrededor del a�o 1000 a. C.10

En esta zona, el reino de Gangaridai se form� desde finales del siglo VII a. C., aunque m�s tarde se uni� con el reino de Bihar, para finalmente ser sometidos por los imperios de Magadha, Nanda, Maurya y Sunga. Desde el siglo III d. C. hasta el siglo VI d. C., Bengala form� parte de los imperios Gupta y Harsha Vardhana. Despu�s de la ca�da de este �ltimo, un l�der bengal� llamado Shashanka fund� un reino de corta duraci�n en Bengala. De esta forma, Shashanka es considerado el primer rey independiente en la historia de Banglad�s.

Despu�s de un per�odo de desorden, la dinast�a budista de los Pala gobern� la regi�n por cuatrocientos a�os, seguido de un reinado m�s corto de la dinast�a hind� de los Sena. El Islam fue introducido en Bengala en el siglo XII por comerciantes musulmanes y misioneros suf�es; las conquistas musulmanas posteriores ayudaron a difundir el Islam en toda la regi�n.

En 1204, Bakhtiar Khilji, un general t�rquico, derrot� a Lakshman Sen de la dinast�a Sena y conquist� gran parte de Bengala. Por los pr�ximos siglos, la regi�n fue gobernada por dinast�as de sultanes y se�ores Bhuiyan. En el siglo XVI, el Imperio mogol conquist� el territorio de Bengala, mientras que Daca se convirti� en un importante centro de la administraci�n mogola.

Los comerciantes europeos llegaron a finales del siglo XV, y su influencia creci� hasta que la Compa��a Brit�nica de las Indias Orientales gan� el control de Bengala tras la batalla de Plassey en 1757. La sangrienta rebeli�n de 1857, conocida como la rebeli�n de los cipayos, dio lugar a la transferencia de la autoridad a la corona, con un virrey brit�nico encarg�ndose de la administraci�n del territorio. Durante el dominio colonial, las hambrunas atormentaron el subcontinente indio muchas veces, incluyendo la Gran hambruna de Bengala de 1943, que se cobr� m�s de 3 millones de vidas.

Siglo XX

Entre 1905 y 1911, se realiz� un intento fallido para dividir la provincia de la India en dos zonas, con Daca siendo la capital de la zona oriental.15 Cuando la India fue dividida en 1947, Bengala fue separada seg�n las tendencias religiosas: la parte occidental se integr� a la India y la parte oriental se uni� a Pakist�n, como una provincia llamada Bengala Oriental (m�s tarde renombrada Pakist�n Oriental), con su capital en Daca.

En 1950, se realiz� una importante reforma agraria en Bengala Oriental con la abolici�n del sistema feudal zamindar�. Sin embargo, a pesar de la importancia econ�mica y demogr�fica de la parte este, el gobierno y el ej�rcito de Pakist�n fueron ampliamente dominados por las clases altas de la parte oeste. El Movimiento por la Lengua Bengal� de 1952 fue la primera se�al de la fricci�n entre las dos partes del Pakist�n.

El descontento con el gobierno central sobre las cuestiones econ�micas y culturales sigui� aumentando a lo largo de la siguiente d�cada, durante la cual, la Liga Awami emergi� como la voz pol�tica de la poblaci�n de habla bengal�. En la d�cada de 1960 clam� por la autonom�a de la regi�n y en 1966, su presidente Sheikh Mujibur Rahman fue encarcelado, siendo liberado en 1969 tras un levantamiento popular sin precedentes.

En 1970, un fuerte cicl�n devast� la costa de Pakist�n Oriental, matando a m�s de medio mill�n de personas,19 pero la respuesta del gobierno central fue casi nula. El descontento de la poblaci�n bengal� creci� cuando se le impidi� la toma de posesi�n a Sheikh Mujibur Rahman, cuando el candidato de la Liga Awami consigui� la mayor�a en el Parlamento en las elecciones de 1970.

Tras mantener negociaciones con Mujibur Rahman, el presidente pakistan� Yahya Khan lo arrest� en la madrugada del 26 de marzo de 1971 y lanz� la Operaci�n Searchlight, un asalto militar realizado en Pakist�n Oriental. Los m�todos de Yahya eran extremadamente sangrientos y la violencia de la guerra dio lugar a numerosas muertes de civiles. Los principales objetivos de esta operaci�n inclu�an a intelectuales e hind�es, mientras que alrededor de diez millones de refugiados huyeron a la India. Las estimaciones de las v�ctimas de la guerra oscilan entre las 300.000 y 3 millones de personas fallecidas.

Antes de su detenci�n por el ej�rcito de Pakist�n, Mujibur Rahman formalmente declar� la independencia de Banglad�s y alent� a toda la poblaci�n a luchar hasta que el �ltimo soldado del ej�rcito pakistan� fuera expulsado de Pakist�n Oriental. Los l�deres de la Liga Awami establecieron un gobierno en el exilio en Calcuta, India. El 14 de abril de 1971, este gobierno en el exilio tom� juramento a Mujib Nagar formalmente como el primer presidente de Banglad�s, con Tajuddin Ahmad como el primer ministro del pa�s.

La Guerra de Liberaci�n de Banglad�s dur� nueve meses. Las fuerzas banglades�es formadas por once sectores eran lideradas por el general M.A.G. Osmani, mientras que Mukti Bahini llev� a cabo una guerra de guerrillas masiva contra las fuerzas de Pakist�n, contando con el apoyo de las fuerzas armadas de la India. El 16 de diciembre de 1971, esta alianza logr� una victoria decisiva sobre Pakist�n, en la que las fuerzas armadas indias tomaron a m�s de 90.000 prisioneros de guerra.





Jatiyo Smriti Soudho, un tributo a los m�rtires de la Guerra de Liberaci�n de Banglad�s.
Despu�s de su independencia, el pa�s se convirti� en una democracia parlamentaria, con Mujib Rahman como primer ministro. En las elecciones parlamentarias de 1973, la Liga Awami gan� por mayor�a absoluta. Entre 1973 y 1974 se produjo una hambruna a nivel nacional, y a principios de 1975, Mujib Rahman inici� un mandato socialista unipartidista con la alianza BAKSAL. El 15 de agosto de 1975, Mujib Rahman fue asesinado junto con la mayor�a de los miembros de su familia a manos de oficiales militares de nivel medio.

Una serie de golpes de estado sangrientos en los siguientes tres meses, culminaron con el ascenso al poder del general Ziaur Rahman, quien reinstaur� la pol�tica multipartidista y fund� el Partido Nacionalista de Banglad�s (BNP). El mandato de Ziaur termin� cuando fue asesinado en 1981 por miembros del ej�rcito. El siguiente mandatario fue el general Hossain Mohammad Ershad, quien gan� el poder en un golpe de estado pac�fico en 1982 y gobern� hasta 1990, cuando se vio obligado a dimitir despu�s de una revuelta masiva de los principales partidos pol�ticos y del p�blico, sumado a la presi�n que ejerc�an algunos pa�ses occidentales (debido al gran cambio sufrido en la pol�tica internacional tras el fin del comunismo).

Desde entonces, el pa�s se transform� en una democracia parlamentaria. La viuda de Ziaur, Khaleda Zia, condujo al Partido Nacionalista de Banglad�s a la victoria en las elecciones generales en 1991 y se convirti� en la primera mujer primer ministro en su historia. Sin embargo, la Liga Awami, encabezada por Sheikh Hasina, una de las hijas de Mujib Rahman, afianz� el poder en las elecciones de 1996, pero en 2001 nuevamente perdi� ante el Partido Nacionalista de Banglad�s.

El 11 de enero de 2007, tras una serie de disturbios pol�ticos generalizados, se nombr� un gobierno de transici�n para administrar las siguientes elecciones generales. El pa�s hab�a sufrido un alto nivel de corrupci�n, desorden y violencia pol�tica. El nuevo gobierno de transici�n convirti� en una prioridad la lucha contra la corrupci�n en todos los niveles del gobierno. Para ello, muchas figuras pol�ticas notables, junto con un gran n�mero de funcionarios y miembros de partidos pol�ticos, fueron detenidos por cargos de corrupci�n. De esta forma, El gobierno interino logr� llevar a cabo las elecciones presidenciales el 29 de diciembre de 2008. Sheikh Hasina y la Liga Awami ganaron las elecciones con una victoria arrolladora y tom� juramento como primer ministro el 6 de enero de 2009.

Gobierno y pol�tica





Desde la independencia de Banglad�s, las mujeres contaron con el derecho a votar.
Banglad�s es una rep�blica parlamentaria.27 Las elecciones para el parlamento unicameral (conocido como Jatiya Sangsad) en las que todos los ciudadanos de 18 a�os o m�s pueden votar, se celebran cada cinco a�os. El edificio del parlamento es conocido como Jatiyo Sangshad Bhaban y fue dise�ado por el arquitecto Louis Kahn. Actualmente, el parlamento tiene 345 miembros incluyendo 45 puestos reservados para las mujeres, elegidas en distritos electorales. El primer ministro, como el jefe de gobierno, elige a los miembros del gabinete y se encarga de los asuntos cotidianos del Estado. El presidente es el jefe de estado y el comandante en jefe del ej�rcito banglades�, adem�s de que es elegido por el parlamento. Mientras que el primer ministro es designado formalmente por el presidente, �ste �ltimo debe ser miembro del parlamento para ocupar el puesto.

Los poderes del presidente aumentan durante el mandato de un gobierno de transici�n, el cual es responsable de la realizaci�n de las elecciones y de la transferencia del poder. Los funcionarios de este gobierno deben ser imparciales y cuentan con tres meses para completar su tarea. Este per�odo transitorio es una innovaci�n que fue pionera en las elecciones de 1991 y que m�s tarde fue institucionalizada en 1996 a trav�s de la XIII enmienda constitucional.

La Constituci�n de Banglad�s fue redactada en 1972 y ha sufrido catorce enmiendas. El �rgano judicial m�s importante es la Suprema Corte, cuyos jueces son nombrados por el presidente. Sin embargo, las instituciones judiciales y la aplicaci�n de la justicia son d�biles. La separaci�n del poder judicial del poder ejecutivo fue implementada el 1 de noviembre de 2007, y se espera que con esto el sistema jur�dico se vuelva m�s fuerte e imparcial. Las leyes se basan vagamente en la ley com�n inglesa, pero los asuntos familiares, como el matrimonio y la herencia, se basan en las costumbres religiosas y por lo tanto, difieren seg�n las creencias de cada comunidad.

Los dos partidos pol�ticos m�s importantes son la Liga Awami y el Partido Nacionalista de Banglad�s (BNP). El BNP es liderado por Khaleda Zia y entre sus aliados se encuentran varios partidos musulmanes como el Jamaat-e-Islami de Banglad�s y el Islami Oikya Jot, mientras que la Liga Awami de Sheikh Hasina se alinea con partidos izquierdistas y de ideolog�a laica. Hasina y Zia son rivales que han dominado la escena pol�tica durante m�s de quince a�os; cada una se encuentra relacionada con uno de los l�deres del movimiento de independencia. Otro partido importante es el Partido de Jatiya, encabezado por el ex dictador militar Ershad. La rivalidad entre la Liga Awami y el BNP se ha caracterizado por las protestas, la violencia y el asesinato. El estudio de la pol�tica es importante entre los j�venes banglades�es, uno de los legados de la era del movimiento de liberaci�n. Casi todos los partidos cuentan con grupos de estudiantes altamente activos, adem�s de que algunos l�deres estudiantiles han sido elegidos como miembros del parlamento.

En febrero de 2005, dos organizaciones terroristas de musulmanes radicales, la Jagrata Muslim Janata Bangladesh (JMJB) y la Jama'atul Mujahideen Bangladesh (JMB), fueron identificadas y vetadas. Varios ataques terroristas en peque�a escala, ocurridos desde 1999, se han atribuido a estos grupos, y docenas de miembros sospechosos han sido detenidos en las operaciones de seguridad, incluidos los jefes de las dos partes en 2006. Gracias a que ambos l�deres fueron juzgados y ejecutados, el gobierno banglades� fue elogiado por varios l�deres mundiales, incluidos algunos mandatarios occidentales, por su firme posici�n en contra del terrorismo.

Las elecciones del 22 de enero de 2007 fueron pospuestas indefinidamente, y la ley de emergencia declarada el 11 de enero de 2007 hizo que el ej�rcito respaldara al gobierno provisional de Fakhruddin Ahmed, con el fin de preparar una nueva lista de votantes para evitar la corrupci�n. El ej�rcito tambi�n ayud� al gobierno provisional en una campa�a en contra de la corrupci�n, que result� en el cambio de la posici�n del pa�s en el �ndice de corrupci�n de Transparencia Internacional: del �ltimo lugar, pasaron al puesto 147.� en s�lo un a�o.

El 29 de diciembre de 2008, una gran alianza liderada por la Liga Awami de Banglad�s gan� las elecciones, con una victoria arrolladora. Consiguieron 230 puestos de los 300 disponibles en el parlamento.32 El 31 de julio de 2009, la primera ministra Sheikh Hasina ampli� el gabinete presidencial a un total de 44 ministros


Relaciones exteriores y fuerzas armadas



Soldados del ej�rcito de Banglad�s sobre un BTR-80 APC.
Banglad�s sigue una pol�tica exterior moderada que se caracteriza por la fuerte dependencia de la diplomacia multinacional, especialmente de las Naciones Unidas. En 1974, el pa�s se uni� a la Mancomunidad de Naciones y a la ONU, y desde entonces ha sido elegido en dos ocasiones para formar parte del Consejo de Seguridad de la ONU: de 1978 a 1979 y de 2000 a 2001. En la d�cada de 1980, desempe�� un papel importante en la fundaci�n de la Asociaci�n Sudasi�tica para la Cooperaci�n Regional (ASACR) con el fin de expandir las relaciones con otros estados de Asia meridional. Desde la fundaci�n de la ASACR en 1985, un banglades� ha ocupado el cargo de Secretario General en dos ocasiones.

Las relaciones exteriores m�s importantes y complejas de Banglad�s son con la India, las cuales son estrechadas por los lazos hist�ricos y culturales, y forman una parte importante de la pol�tica interna. Las relaciones entre estas dos naciones comenzaron de manera positiva, gracias al apoyo de la India en la guerra de independencia y en la reconstrucci�n de Banglad�s. A lo largo de los a�os, esta situaci�n ha ido cambiando por una serie de razones. Una de las principales fuentes de tensi�n entre ambas naciones es la presa Farakka. En 1975, India construy� una presa en el r�o Ganges a dieciocho kil�metros de la frontera con Banglad�s; este �ltimo alega que la presa desv�a el agua tan necesaria para los banglades�es, provocando un desastre artificial al pa�s ya azotado por los desastres naturales, adem�s de que tambi�n tiene consecuencias ecol�gicas terribles. Por otro lado, la India ha expresado su preocupaci�n acerca de los separatistas anti-India y de los militantes isl�micos que presuntamente est�n albergados en su frontera de 4000 km, as� como el flujo de migrantes ilegales y la construcci�n de una valla a lo largo de la mayor parte de la frontera. Sin embargo, en la reuni�n de la ASACR de 2007, ambas naciones se comprometieron a cooperar en la seguridad, la econom�a y asuntos fronterizos.

La fuerza actual del ej�rcito banglades� es de alrededor de 200 000 soldados, incluyendo las reservas; 22 000 pilotos de la fuerza a�rea48 y cerca de 14 950 reclutas de la marina. Adem�s de los papeles tradicionales de defensa, los militares tambi�n acuden a prestar apoyo a las autoridades civiles en casos de desastre y a vigilar la seguridad interna durante los per�odos de inestabilidad pol�tica. Actualmente, Banglad�s no se encuentra activo en ninguna guerra en curso, pero contribuy� con 2300 tropas a la coalici�n que luch� en la Guerra del Golfo en 1991; adem�s de que constantemente es un contribuyente para las fuerzas de mantenimiento de la paz de las Naciones Unidas. Hasta mayo de 2007, las tropas banglades�es se desplegaron en la Rep�blica Democr�tica del Congo, Liberia, Sud�n, Timor Oriental y Costa de Marfil.50 Actualmente, es el segundo mayor contribuyente de tropas a la ONU.

Banglad�s goza de relaciones relativamente buenas con la Rep�blica Popular de China que, particularmente en los �ltimos diez a�os, ha aumentado la cooperaci�n econ�mica con esta naci�n de Asia meridional. Entre 2006 y 2007, el comercio entre las dos naciones se increment� en un 28,5 % y se han creado acuerdos para conceder el acceso a varios productos banglades�es libres de aranceles al mercado chino. Tambi�n est� aumentando la cooperaci�n entre el ej�rcito banglades� y el Ej�rcito Popular de Liberaci�n, con acuerdos militares para que Banglad�s obtuviera armas chinas a precios m�s baratos.

Organizaci�n territorial




Banglad�s est� dividido en siete divisiones administrativas, cada una nombrada seg�n el nombre de su capital: Barisal (বরিশাল), Chittagong (চট্টগ্রাম), Daca (ঢাকা), Khulna (খুলনা), Rajshahi (রাজশাহী), Sylhet (সিলেট) y Rangpur (রংপুর).

Estas divisiones se encuentran divididas en distritos (zilas). Existen 64 distritos en Banglad�s, que a su vez se dividen en subdistritos (upazilas o thanas). El �rea de administraci�n de cada estaci�n de polic�a, excepto para aquellas en �reas metropolitanas, se compone de varias uniones, las cuales consisten de varias aldeas. En las zonas metropolitanas, las estaciones de polic�a se reparten por barrios, que est�n divididos en mahallas. No hay autoridades ni oficiales elegidos a nivel de divisi�n, distrito o upazila, y la administraci�n se compone s�lo de funcionarios del gobierno central. Sin embargo, en cada uni�n o barrio se llevan a cabo elecciones locales para elegir a sus representantes ante el gobierno central. En 1997, se aprob� un acta parlamentaria para reservar para las mujeres tres asientos (de doce) en los ayuntamientos locales.

Daca es la capital y la ciudad m�s grande de Banglad�s. Otras ciudades importantes son Chittagong, Khulna, Rajshahi, Sylhet, Barisal, Bogra, Comilla, Mymensingh y Rangpur. En estas ciudades se celebran elecciones de ayuntamientos, mientras que en otros subdistritos s�lo se elige a un representante. Los alcaldes y representantes son elegidos para un per�odo de cinco a�os.

Geograf�a



�rea de Banglad�s en el siglo XVI
Banglad�s se ubica en las tierras bajas del delta de los r�os Ganges y Brahmaputra, el llamado "delta del Ganges". Este delta est� formado por la confluencia de los r�os Ganges (cuyo nombre local es Padma o P�dda), Brahmaputra (Jamuna o Jomuna) y Meghna, con sus respectivos afluentes. El Ganges se une con el Jamuna (el canal principal del Brahmaputra) y m�s tarde con el Meghna para finalmente desembocar en el Golfo de Bengala. El suelo aluvial depositado por estos r�os dio lugar a algunas de las llanuras m�s f�rtiles en el mundo. Banglad�s tiene 58 r�os transfronterizos, haciendo del agua una cuesti�n pol�ticamente complicada para resolver, en la mayor�a de los casos debido a conflictos con la India. La mayor parte del territorio nacional se encuentra a menos de 12 msnm, y se cree que alrededor del 50 % de su territorio ser�a inundado si el nivel del mar subiera tan s�lo un metro.

Desde la d�cada de 1960, en el sureste del pa�s se han realizado experimentos para "construir con la naturaleza". Mediante la implementaci�n de una serie de presas cruzadas, la acumulaci�n natural del cieno ha creado nuevas tierras. A fines de la d�cada de 1970, y con financiaci�n neerlandesa, el gobierno comenz� a brindar apoyo al desarrollo de este nuevo tipo de terreno. El esfuerzo se ha convertido en una operaci�n multilateral de construcci�n de carreteras, alcantarillas, terraplenes, refugios contra ciclones y estanques, as� como de la distribuci�n de tierras a los campesinos. Para comienzos de 2010, el programa ha asignado cerca de 10 927 hect�reas de tierra a m�s de 21 000 familias.

La playa m�s larga del mundo, Cox's Bazar al sur de la ciudad de Chittagong, extiende ininterrumpidamente por m�s de 120 kil�metros. El punto m�s alto del pa�s se encuentra en la cordillera de Mowdok a 1052 msnm, ubicado en el distrito de Chittagong Hill Tracts, al sureste del pa�s.

Clima

Situado a ambos lados del tr�pico de c�ncer, Banglad�s cuenta con un clima tropical, caracterizado por un invierno leve de octubre a marzo y un verano caliente y h�medo desde marzo a junio. Una temporada de monz�n que abarca de junio a octubre suministra la mayor parte de las precipitaciones del pa�s. Los desastres naturales, como las inundaciones, los ciclones tropicales, tornados y macareos se producen casi todos los a�os, y se combinan con los efectos de la deforestaci�n, la degradaci�n del suelo y la erosi�n.

En septiembre de 1998, el pa�s sufri� una de las inundaciones m�s graves de la historia del mundo moderno. Como los tres principales r�os del pa�s se desbordaron, sus aguas destruyeron m�s de 300 000 casas, 9700 kil�metros de carreteras y 2700 kil�metros de terrapl�n. 1000 personas murieron y m�s de 30 millones quedaron sin hogar, con 135 000 cabezas de ganado muerto y 50 kil�metros cuadrados de tierra cultivada destruida. En total, dos tercios del pa�s fueron inundados. Hab�a varias razones para la gravedad de las inundaciones: en primer lugar, hubo lluvias inusualmente altas durante el monz�n. En segundo lugar, el Himalaya produjo una cantidad muy alta de agua de deshielo en ese a�o. En tercer lugar, los �rboles que usualmente detendr�an el agua de lluvia, hab�an sido talados para le�a o para hacer espacio al ganado.60

Banglad�s es ahora reconocido como uno de los pa�ses m�s vulnerables al cambio clim�tico. Se prev� que se intensifiquen los peligros naturales que traen consigo el aumento de las lluvias, la elevaci�n del nivel del mar y los ciclones tropicales, cada uno afectando seriamente la agricultura, el abastecimiento de agua y alimentos, la salud y las viviendas. Se cree que en las pr�ximas d�cadas el aumento en el nivel del mar crear� m�s de 20 millones de refugiados de clima.

Flora y fauna



Gran parte del litoral banglades� comprende una selva pantanosa: los Sundarbans, el manglar m�s grande del mundo, hogar de una flora y fauna muy diversa, incluyendo al tigre de Bengala, el animal nacional del pa�s. En 1997, esta regi�n fue declarada en peligro de desaparici�n.64 El petirrojo-urraca oriental es el ave nacional de Banglad�s y es com�nmente conocido como doyel o doel (bengal�: দোয়েল). Es un s�mbolo usado ampliamente en el pa�s, ya que aparece en los billetes y un punto de referencia en la ciudad de Daca lleva el nombre de 'Doyel Chottor' (bengal�: "Plaza de Doyel"). La flor nacional es el nen�far y la fruta nacional es el fruto del �rbol de jack.

Econom�a



Agricultor en un arrozal. Cerca de dos tercios de la poblaci�n del pa�s se dedican a la agricultura.
A pesar de los continuos esfuerzos nacionales e internacionales para mejorar las perspectivas econ�micas y demogr�ficas, Banglad�s sigue siendo una naci�n en desarrollo.65 Su renta per c�pita en 2010 es de US$ 590, en comparaci�n con el promedio mundial de US$ 10.200. La propiedad de la tierra es desigual; el 60 % del terreno est� en manos del 16 % de los propietarios; la mayor parte del alimento producido en el pa�s es consumido en el extranjero, debido a lo que se ha se�alado como una alianza entre los terratenientes y la industria exportadora.

Debido a los baj�simos costes laborales en el pa�s, dada la alta tasa de pobreza y la baja o inexistente protecci�n social, las principales compa��as textiles multinacionales est�n instaladas en Banglad�s.67 Desde 2005 se han producido al menos 700 muertes de trabajadores por incendios en f�bricas.

El yute fue una vez el motor econ�mico del pa�s. Su participaci�n en el mercado de las exportaciones alcanz� su punto m�s alto en la Segunda Guerra Mundial y a finales de la d�cada de 1940 representaba un 80% de las ganancias de exportaci�n, e incluso a principios de la d�cada de 1970 todav�a representaba el 70% de esa cifra. Sin embargo, en todo el mundo los productos de polipropileno comenzaron a utilizarse como sustituto de los productos de yute, y esta industria comenz� a declinar. Banglad�s tambi�n cuenta con importantes cantidades de arroz (chaul), t� (cha) y mostaza, todos ellos productos de exportaci�n.

A pesar de que dos tercios de la poblaci�n se dedica a la agricultura, m�s de las tres cuartas partes de los ingresos de exportaci�n proceden de la industria textil, la cual comenz� a atraer a los inversores extranjeros en la d�cada de 1980, debido en gran parte a la mano de obra barata y a los bajos impuestos. En 2002, esta industria export� m�s de cinco mil millones de d�lares en productos y actualmente emplea a m�s de tres millones de trabajadores, de los cuales el 90% son mujeres. Una gran parte de las ganancias de las divisas del pa�s tambi�n provienen de las remesas enviadas por los banglades�es que viven en el extranjero.




Los obst�culos contra el crecimiento incluyen los frecuentes ciclones y las inundaciones, la incompetencia de las empresas paraestatales, las instalaciones portuarias antiguas, el crecimiento de la fuerza de trabajo que ha superado el n�mero de empleos, el uso ineficiente de los recursos energ�ticos (como el gas natural), las fuentes de alimentaci�n insuficientes, la lenta aplicaci�n de las reformas econ�micas, las luchas pol�ticas internas y la corrupci�n. De acuerdo con el Banco Mundial, "entre los obst�culos m�s importantes de Bangladesh para el crecimiento se encuentran el mal gobierno y la debilidad de las instituciones p�blicas".

A pesar de estos obst�culos, de acuerdo con el Banco Mundial, desde 1990 el pa�s ha logrado una tasa de crecimiento anual promedio del 5%. Banglad�s sufri� la expansi�n de su clase media y el desarrollo del sector terciario. En diciembre de 2005, cuatro a�os despu�s de su informe sobre las econom�as emergentes del "BRICS" (Brasil, Rusia, India, China y Sud�frica), Goldman Sachs nombr� a Banglad�s uno de los "Pr�ximos once," junto con Egipto, Indonesia, Vietnam y otros siete pa�ses. Tambi�n se ha presentado un gran aumento de la inversi�n extranjera directa en empresas banglades�es.

El pa�s alberga a un gran n�mero de grandes empresas locales como Beximco, Square, Grupo Akij, Ispahani, Grupo Navana, Grupo Transcom, Grupo Habib, KDS y varias multinacionales tales como Unocal Corporation y Chevron, las cuales realizan grandes inversiones, con el sector del gas natural siendo una prioridad. En diciembre de 2009, el Banco Central de Banglad�s proyect� un crecimiento del PIB en alrededor del 5,9%.

Un contribuyente importante al desarrollo de la econom�a ha sido la propagaci�n generalizada del microcr�dito por Muhammad Yunus (galardonado con el Premio Nobel de la Paz en 2006), a trav�s del Banco Grameen. A finales de la d�cada de 1990, el Banco Grameen contaba con 2,3 millones de miembros, junto con 2,5 millones de miembros de otras organizaciones similares. Con el fin de mejorar el crecimiento econ�mico, el gobierno cre� varias zonas francas para atraer la inversi�n extranjera, las cuales son administradas por la Autoridad de Zonas Francas de Banglad�s.

Demograf�a





Distribuci�n de los idiomas en Banglad�s.




Una mujer mande durante el d�a de los Adivasi.
Estimaciones del Fondo Monetario Internacional calculan la poblaci�n de Banglad�s en m�s de 167 millones de habitantes, lo que lo coloca como la s�ptima naci�n m�s poblada del mundo. Con una superficie de 142.000 kil�metros cuadrados, la densidad de poblaci�n es notable. Para ponerlo en perspectiva, la poblaci�n rusa es ligeramente menor a pesar de que Rusia tiene una superficie de 17,5 millones de kil�metros cuadrados, por lo menos 120 veces m�s grande que Banglad�s.

El pa�s cuenta con la mayor densidad de poblaci�n en el mundo, sin contar algunas ciudades-estado y algunos pa�ses peque�os como Bar�in. En las d�cadas de 1960 y 1970, su crecimiento demogr�fico fue uno de los m�s altos en el mundo, ya que el pa�s pas� de 50 a 90 millones de habitantes, pero con la promoci�n de la planificaci�n familiar en la d�cada de 1980, la tasa de crecimiento disminuy�. La emigraci�n a pa�ses m�s desarrollados contribuy� tambi�n a que el crecimiento de la poblaci�n se ralentizara. La poblaci�n es relativamente joven, pues el 60% de los banglades�es tienen entre 0 y 25 a�os de edad, mientras que s�lo el 3% rebasa los 65 a�os. La esperanza de vida es de 63 a�os para hombres y mujeres.

El grupo �tnico mayoritario es el pueblo bengal�, que comprende el 98% de la poblaci�n. El resto lo componen principalmente migrantes biharies y grupos tribales ind�genas. Hay trece de estos grupos tribales, situados en las colinas de Chittagong, siendo la tribu m�s poblada la de los Chakmas. Esta regi�n ha sido una fuente de conflictos �tnicos constante desde la independencia del pa�s.

Los mayores grupos tribales fuera de esta zona son los Santhals y los Garos (Achiks). Tambi�n existen las etnias de Kaibartta, Meitei, Mundas, Oraons y Zomi. La trata de personas ha sido un problema persistente y la inmigraci�n ilegal ha generado fricciones con Myanmar80 y la India.

El idioma oficial y m�s ampliamente utilizado en Banglad�s, as� como en Bengala Occidental, es el bengal� o bangla, un idioma indo-ario de origen s�nscrito que cuenta con su propio alfabeto. El ingl�s se utiliza como segunda lengua entre las clases media y alta82 y en la educaci�n superior. Desde una orden del presidente en 1987, el bengal� se utiliza para toda la correspondencia oficial excepto en aquella que est� dirigida a destinatarios extranjeros.



Recientemente los niveles de salud y educaci�n mejoraron, mientras los niveles de pobreza disminuyeron. La mayor�a de los banglades�es viven en comunidades rurales, dedic�ndose a la agricultura de subsistencia. Abundan los problemas de salud, que van desde la contaminaci�n por ars�nico de las aguas subterr�neas, hasta enfermedades como el paludismo, la leptospirosis y el dengue. La tasa de alfabetizaci�n es de aproximadamente el 48%.53 Actualmente ya no existe una disparidad de g�nero, ya que las tasas de alfabetizaci�n se han nivelado en 71% entre los hombres y 73% entre las mujeres.84 La alfabetizaci�n se ha convertido en una prioridad gracias a muchos programas realizados por el gobierno local. Entre los m�s exitosos se encuentran el programa de alimentaci�n para la educaci�n (FFE), introducido en 1993,85 y un programa de becas para las mujeres que estudian en los niveles de primaria y secundaria.

La religi�n m�s difundida es el Islam (89,7%) y una considerable minor�a se adhiere al hinduismo (9,2%).87 Cerca del 97% de los musulmanes son sunitas, mientras que m�s del 3% son chiitas. Los bihar�es �tnicos son predominantemente musulmanes chiitas. Otros grupos religiosos incluyen a los budistas (0,7%, en su mayor�a Theravadas), cristianos (0,3%, principalmente cat�licos) y animistas (0,1%).87 Banglad�s es el cuarto pa�s con mayor n�mero de poblaci�n musulmana, despu�s de Indonesia, Pakist�n y la India, con m�s de 130 millones. El Islam es la religi�n de estado, pero otras religiones tambi�n pueden ser practicadas en armon�a



Referência para busca:
Bangladesh �sia islamismo budismo hinduismo
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