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Áustria



DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: República da Áustria (Republik Österreich).
Nacionalidade: austríaca.
Data nacional: 26 de outubro (Independência).
Capital: Viena.
Cidades principais: Viena (1.606.843), Graz (240.513), Linz (189.073), Salzburgo (143.991), Innsbruck (110.997) (1998).
Idioma: alemão (oficial), esloveno.
Religião: cristianismo 82,8% (católicos 78%, luteranos 4,8%), islamismo 2%, judaísmo 0,2%, sem filiação e ateísmo 8,6%, outras 2,7%, desconhecida 3,7% (1991).

GEOGRAFIA:
Localização: centro da Europa.
Hora local: +4h.
Área: 83.859 km2.
Clima: temperado continental (maior parte), de montanha (SO).
Área de floresta: 39 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO:
Total: 8,2 milhões (2000), sendo austríacos 93,4%, iugoslavos 2,5%, turcos 1,5%, alemães 0,7%, outros 1,9% (1996).
Densidade: 97,78 hab./km2.
População urbana: 65% (1998).
População rural: 35% (1998).
Crescimento demográfico: 0,5% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 1,41 filho por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 74/80 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 6 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: não há (2000) l.
IDH (0-1): 0,908 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo: República parlamentarista.
Divisão administrativa: 9 províncias.
Principais partidos: Social-Democrata da Áustria (SPO), do Povo Austríaco (OVP), da Liberdade (FP).
Legislativo: bicameral - Conselho Nacional, com 183 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos; Conselho Federal, com 64 membros eleitos pelas assembléias provinciais.
Constituição em vigor: 1920.

ECONOMIA:
Moeda: Euro.
PIB: US$ 211,8 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 1% (1998).
PIB indústria: 30% (1998).
PIB serviços: 69% (1998).
Crescimento do PIB: 1,9% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 26.830 (1998).
Força de trabalho: 4 milhões (1998).
Agricultura: trigo, cevada, milho, beterraba.
Pecuária: bovinos, suínos, aves.
Pesca: 3,5 mil t (1997).
Mineração: minério de ferro.
Indústria: máquinas, metalúrgica, alimentícia, madeireira, papel, química.
Exportações: US$ 62,2 bilhões (1998).
Importações: US$ 68,1 bilhões (1998).
Principais parceiros comerciais: Alemanha, Itália.

DEFESA:
Efetivo total: 45,5 mil (1998).
Gastos: US$ 1,8 bilhão (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações: Banco Mundial, FMI, OCDE, OMC, ONU, EU.
Embaixada: SES Quadra 811, sn lt.40 - Tel. (61) 3443-3111, fax (61) 3443-5233, e-mail: emb.austria@terra.com.br - Brasília, DF.



Áustria , oficialmente República da Áustria (Republik Österreich), é um país de cerca de 8,3 milhões de habitantes,localizado na Europa Central. Faz fronteira com a Alemanha e com a República Checa no norte, Eslováquia e Hungria a leste, Eslovênia e Itália a sul e Suíça e Liechtenstein a oeste. O território da Áustria abrange 83 872 quilômetros quadrados e é influenciado por um clima temperado e alpino. O terreno da Áustria é muito montanhoso, devido à presença dos Alpes; apenas 32% do país é inferior a 500 metros de altura e seu ponto mais alto está a 3797 metros. A maioria da população fala alemão, que também é língua oficial do país. Outros idiomas oficiais locais são croata, húngaro e esloveno. As origens da Áustria remetem-se ao tempo do Império Romano, quando um reino celta foi conquistado pelos romanos em 15 a.C., aproximadamente, e mais tarde tornou-se Noricum, uma província romana, em meados do século I d.C. em uma área que abrangia a maior parte da Áustria atual. Em 788 d.C., o rei franco Carlos Magno conquistou a área e introduziu o cristianismo. Sob a dinastia nativa dos Habsburgo, a Áustria tornou-se uma das grandes potências da Europa. Em 1867, o Império Austríaco foi incorporado pela Áustria-Hungria. O Império Austro-Húngaro desmoronou em 1918 com o fim da Primeira Guerra Mundial. Depois de estabelecer a Primeira República Austríaca, em 1919, a Áustria foi, de facto, anexada à Grande Alemanha pelo regime nazista no chamado Anschluss, em 1938. Isto durou até o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, depois que a Áustria foi ocupada pelos Aliados. Em 1955, o Tratado do Estado Austríaco restabeleceu a Áustria como um Estado soberano e o fim da ocupação. No mesmo ano, o Parlamento austríaco criou a Declaração de Neutralidade, que estabeleceu que o país se tornaria neutro.
Hoje, a Áustria é uma democracia representativa parlamentar composta por nove estados federais. A capital - com uma população superior a 1,6 milhão, a maior cidade da Áustria - é Viena. A Áustria é um dos países mais ricos no mundo, com um PIB nominal per capita de 43 570 dólares. O país tem desenvolvido um alto padrão de vida e em 2008 ficou na 14ª posição no mundo no Índice de Desenvolvimento Humano. A Áustria é um membro das Nações Unidas desde 1955, aderiu à União Europeia em 1995 e é um dos fundadores da OCDE. Áustria também assinou o Acordo de Schengen em 1995, e adotou a moeda europeia, o euro, em 1999.
Na pré-história, a região da Europa Central atualmente correspondente à Áustria foi ocupada antes da romanização por diversas tribos celtas. Foi habitada inicialmente por ilírios, aos quais posteriormente se juntariam os celtas provenientes do norte. O reino celta de Noricum foi reivindicado pelo Império Romano como província. Do ano 15 a.C. em diante, tornou-se uma província do Império Romano.
Com a queda do Império Romano (século IV), povos bárbaros incluindo hunos, godos,lombardos e vândalos cruzaram a fronteira em diversas ocasiões. Depois da queda do império, a região foi invadida por bávaros, eslavos e ávaros.
Durante o período das grandes migrações, os eslavos se transferiram para os Alpes quando teve início a expansão dos ávaros no século VII, misturando-se com a população celto-românica, e estabeleceram o reino da Caríntia, que incluía grande parte do atual território austríaco oriental e central. Enquanto isso, a tribo germânica dos bávaros ocupara o oeste da região durante os séculos V e VI, assim como na Baviera. Estes grupos se misturaram com a população retorromana.
Sob a pressão dos ávaros, a Caríntia perdeu sua independência para a Baviera em 745 d.C. e se tornou um margraviato. Durante os séculos seguintes, os assentamentos bávaros cruzaram a região que vai desde o Danúbio até a região dos Alpes, processo pelo qual a Áustria se tornou um país de fala alemã até os dias atuais.
Os bávaros passaram a estar sob o controle dos Carolíngios e, consequentemente, formaram um ducado do Sacro Império Romano-Germânico. O duque Tassilão III da Baviera, que quisera manter a independência bávara, foi derrotado e o poder passou para Carlos Magno em 788 d.C..
Carlos Magno
Carlos Magno conquistou a região em 788 e introduziu o cristianismo. Como a parte oriental da França, as principais regiões que agora incluem a Áustria foram legadas à casa de Babenberg. A região era conhecida como a Marchia Orientalis e foi entregue a Leopoldo I da Áustria em 976.
O registro mais antigo do nome "Áustria" é de 996, no qual está inscrito como Ostarrîchi. Refere-se ao território governado pelos Babenberg. O termo ocidental "Áustria' não é determinado historicamente, embora parece ser uma tradução de "Marchia orientalis", que só chegou muito mais tarde.
Na Idade Média, o Império Carolíngio estabeleceu-se na região. Do século X até o século XIII, a Áustria esteve sob o domínio dos Babenberg, que foram sucedidos pela casa dos Habsburgo, cuja história se funde com a da Áustria desde esse momento até o fim da Primeira Guerra Mundial.
Os séculos seguintes caracterizam-se em primeiro lugar pela conformação do país. Em 1156, o Privilegium Minus Austria eleva o território à categoria de ducado. Em 1192, a família Babenberg adquiriu também o ducado da Estíria.
Com a morte de Frederico II em 1246, a dinastia dos Babengerg se extinguiu depois de aquele ser substituído por Karl Lotringen. Ottokar II da Boêmia controlou efetivamente a Prússia, a Estíria e a Caríntia. Seu reinado chegou ao seu fim quando foi derrotado em Dürnkrut por Rodolfo I de Habsburgo em 1278. Daí em diante, até a Primeira Guerra Mundial, a história da Áustria foi em grande parte a história de sua dinastia governante, a dos Habsburgo.
Habsburgo
Nos séculos XIV e XV, os Habsburgo começaram a acumular outras províncias nas proximidades do Ducado da Áustria. Em 1438, o duque Alberto V foi escolhido como sucessor de seu sogro, o imperador Sigsmundo. Ainda que o próprio Alberto tenha reinado somente por um ano, a partir de então todos os imperadores do Sacro Império Romano-Germânico pertenceram à dinastia dos Habsburgo, com apenas uma exceção.
Ainda assim, os Habsburgo começaram a acumular territórios longe de suas terras hereditárias. Em 1477, o arquiduque Maximiliano I, filho único do imperador Frederico III, casou-se com a herdeira do Ducado de Borgonha e, portanto, adquiriu a maior parte dos Países Baixos para a família. Seu filho Felipe, o Formoso, casado com a herdeira da coroa de Castela e de Aragão, ampliou as possessões territoriais dos Habsburgo, sobretudo dos espanhóis. Em 1526, com a Batalha de Mohács, os governantes da Áustria ampliaram seus territórios, de forma que as partes da Boêmia e da Hungria que não eram ocupadas pelos otomanos ficaram sob seu domínio. A expansão otomana na Hungria deu lugar a frequentes conflitos entre os dois poderes, particularmente evidente na chamada Guerra Larga de 1593 até 1606.
Nos séculos XVII e XVIII, os Habsburgo ampliaram enormemente seus territórios ante a decomposição do poder otomano (1699 e 1718), e parte da herança hispânica (1713-1714) e polonesa (1772 e 1795). Os reinados de Maria Teresa (1740-1780) e de seu filho José II (1765-1790) foram um período de grande desenvolvimento social e político na monarquia (abolição da servidão, liberdade religiosa, abolição da tortura, reformas administrativas e judiciais, centralização administrativa, entre outras medidas), dentro do espírito do despotismo esclarecido.
As guerras napoleônicas forma uma dura prova para a sobrevivência da monarquia, mas a vitória reforçou os Habsburgo, que com seu chanceler Metternich se tornaram os pilares para a restauração (1815-1848). O surgimento do nacionalismo e as derrotas externas entre 1848 e 1866 levaram à reorganização da monarquia, nascendo o Império Austro-Húngaro, que marcaria o último período da monarquia dos Habsburgo (1867-1918). Foi um período caracterizado pela permanente crise política entre as diversas nacionalidades, mas também por um grande desenvolvimento econômico, social e cultural.
República Austríaca
Em 1918, depois da derrota na Primeira Guerra Mundial e desmembramento do Império Austro-Húngaro, é criada a República da Áustria Alemã, depois modificada pelos vencedores da Primeira Guerra Mundial. A Áustria tornar-se-ia uma república parlamentarista, que foi caracterizada por permanente crise econômica, política e social. Em 1934, o chanceler Engelbert Dollfuss estabeleceu uma ditadura conservadora, que não conseguiu deter a expansão da Alemanha nazista.
A Áustria foi anexada pela Alemanha nazista em 1938 (o Anschluss), passando a ser o Ostmark dentro da Alemanha Nazista. Depois da derrota dos nazistas, as forças aliadas ocuparam a Áustria no fim da Segunda Guerra Mundial até 1955, ano em que o país voltou a ser plenamente independente, com a condição de permanecer neutro. Depois do colapso do comunismo no Leste Europeu, a Áustria aumentou sua participação nas questões europeias. Em 1995 a Áustria passou a integrar a União Europeia e em 1999 adotou como moeda o Euro.
Geografia

A maior parte do território austríaco - dois terços do total - está localizada na seção oriental dos Alpes, que atingem altitudes de mais de 3000 metros. A população se encontra nos vales dos rios, entre os quais o Danúbio, que vai desde Passau, na fronteira com a Alemanha, passando por Linz e Viena, até Bratislava, na fronteira com a Eslováquia. Outro rio importante é o Inn, que passa por Innsbruck, com seu afluente Salzach, que cruza a cidade de Salzburgo. O Lago de Constança (Bodensee) é o maior do país e forma a tríplice fronteira com a Alemanha e a Suíça.
O clima predominante na Áustria é o continental úmido, com verões quentes (temperaturas variando de 20 °C a 35 °C) e invernos frios com temperaturas frequentemente abaixo de 0 °C, especialmente nas regiões dominadas pelos Alpes. Na planície da Panônia e no vale do Danúbio há menos incidência de chuvas que nas demais áreas do país.
Demografia
A população estimada da Áustria em outubro de 2006 era de 8 292 322 pessoas. A população da capital, Viena, é superior a 1,65 milhões (somando-se com a região metropolitana, 2,2 milhões) e representa cerca de um quarto da população do país, sendo internacionalmente conhecida por sua ampla oferta cultural e elevado nível de vida. Viena também é a única cidade com mais de um milhão de habitantes. As outras cidades mais populosas são Graz (250 099), Linz (188 968), Salzburgo (150 000) e Innsbruck (117 346). Todas as demais cidades têm menos de 100 mil habitantes.
Cerca de 90% da população austríaca tem o alemão como idioma nativo. Os estados da Caríntia e da Estíria têm uma importante minoria que fala esloveno, com cerca de 14 mil falantes. Ao leste do estado de Burgenland, cerca de 20 mil pessoas falam o húngaro e 30 mil falam o croata. Os demais habitantes são de ascendência estrangeira, muitos deles vindo de países vizinhos. Os chamados trabalhadores-hóspedes (Gastarbeiter) e seus descendentes, assim como os refugiados das guerras da Iugoslávia e outros conflitos, também formam uma importante minoria. Desde 1994, os ciganos constituem uma minoria étnica oficialmente reconhecida na Áustria.
Segundo o censo publicado pelo instituto austríaco de geografia e estatística (Statistik Austria) em 2001, existia um total de 710 926 estrangeiros residentes, dos quais 124 392 provêm de regiões de língua alemã - em sua maioria, da Alemanha, alguns da Suíça e da província de Bolzano, na Itália. Outros grupos numerosos são os sérvios (135 376), turcos (123 417), croatas (105 487), povos de língua inglesa (25 155), albaneses (24,46) e poloneses (17 899). Com menos de 15 mil representantes se destacam: 14 699 húngaros, 12 216 romenos, 7982 árabes, 6902 eslovenos (sem incluir os Windsch, que são uma minoria autóctone), 6891 eslovacos, 6707 checos, 5916 iranianos, 5677 italianos, 5466 russos, 5213 franceses, 4938 chineses, 4264 espanhóis e 3503 búlgaros. As demais minorias têm menos de 3 mil habitantes.
O idioma alemão é falado por quase todos os moradores do país. O terreno montanhoso da Áustria levou ao desenvolvimento de muitos dialetos distintos, embora mutuamente inteligíveis, com exceção do dialeto do Voralberg, mais próximo do alemão da Suíça. Há uma norma gramatical para o alemão austríaco distinta do alemão da Alemanha, com relativamente poucas diferenças.


Religião


A Abadia de Melk é uma das mais conhecidas igrejas da Áustria e faz parte do conjunto da UNESCO "Paisagem Cultural de Wachau", Patrimônio da Humanidade.
O Cristianismo é a religião predominante na Áustria. De acordo com um estudo de opinião pública da Comissão Europeia, realizado em 2012, um total de 86% dos austríacos são cristãos sendo a Igreja Católica a que reúne mais fiéis com 77% dos entrevistados a declararem-se católicos, seguem-se os protestantes que perfazem 7% da população e os ortodoxos que são 2%. Este estudo revelou ainda que 2% dos austríacos são muçulmanos, 1% seguem outras religiões, 1% são ateus e 10% são agnósticos ou não crentes.

Em 2008, de acordo com o Atlas of European Values, 80% da população da Áustria acreditava em Deus e 62% declararam rezar ou meditar, no entanto 31% não consideram a religião como importante nas suas vidas e apenas 19% afirmaram atender a serviços religiosos pelo menos uma vez por semana.

Política referente aos grupos étnicos

Estima-se que cerca de 14 a 40 mil eslovenos habitem o estado da Caríntia e cerca de 30 mil húngaros habitem o Burgenland. Os dois grupos foram reconhecidos como minorias e gozam de direitos especiais desde o Tratado de Estado da Áustria (Staatsvertrag) de 1955. Os eslovenos no estado austríaco da Estíria (estimados entre 1600 e 5000) não são reconhecidos como uma minoria e não têm direitos especiais, embora o Tratado de Estado e 27 de julho de 1955 estabeleça o contrário.

Política




Parlamento da Áustria em Viena.
A Áustria é uma república parlamentarista, formada por nove estados federados. O Chefe de Estado é o Presidente da República, eleito por voto popular direto para um período de seis anos. O Chefe de Governo é o chanceler, que dirige o Conselho de Ministros, todos responsáveis diante do Parlamento.

O poder legislativo é exercido pelo parlamento e está dividido em duas câmaras:
O Senado (Bundesrat), integrado por 62 membros, eleitos pelos conselhos estaduais para um período equivalente ao dos mandatos regionais. O peso interno dos partidos é modificado a intervalos irregulares, dependendo das eleições estaduais.
A Câmara dos Deputados (Nationalrat), com 183 membros eleitos a cada quatro anos. É o verdadeiro órgão de decisão legislativa.

Principais partidos e seus líderes[editar]
Partido Social-Democrata da Áustria (SPÖ)
Partido Popular Austríaco (ÖVP)
Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ)
Aliança para o Futuro da Áustria (BZÖ)
Os Verdes - Alternativa Verde (Die Grünen)
Foro Liberal (LIF)
Partido Comunista da Áustria (KPÖ)

Política externa



A política externa da Áustria se mantém como uma política de neutralidade participativa, na qual são destacados os seguintes pontos:
Velar pela segurança nacional;
Fomentar suas relações diplomáticas com o mundo árabe;
Fomentar as relações diplomático-comerciais com os Estados Unidos - na luta contra o terrorismo, a Áustria autorizou os Estados Unidos a utilizar o território austríaco para esses fins, e ofereceu toda a cooperação burocrática de que necessite;
Cooperar no combate ao terrorismo;
Manter a neutralidade participativa, com exceção dos seguintes casos: a cooperação com o Conselho de Segurança da ONU, ajuda nas missões da OSCE e operações do "tipo Petersberg", contempladas dentro do Tratado de Amsterdã;
Promover a cooperação a fim de evitar tanto o vínculo a um bloco militar como a construção de bases militares de outros Estados em seu território. Esse processo de adequação na tradicional política externa austríaca está em construção, já que tem enfrentado oposições internas;




Divisão administrativa



Como república federal, a Áustria está subdividida em nove estados (Bundesländer em alemão). Cada um destes estados está dividido em distritos (Bezirke) e cidades (Statutarstädte). Os distritos são divididos em municípios (Gemeinden). As cidades partilham as competências dos estatutos de município e distrito. Os estados não constituem divisões meramente administrativas; dispõem de autoridade legislativa autónoma em relação ao governo federal.



A Áustria é um dos 10 países mais ricos do mundo em termos de PIB per capita (US$ 45 000 em 2007). Tem uma economia social de mercado bem desenvolvida e um altíssimo padrão de vida. Até a década de 1980, muitas empresas foram estatizadas. Nos últimos anos, entretanto, a privatização diminuiu a participação estatal a um nível comparável a de outras economias europeias. Junto a uma indústria altamente desenvolvida, o turismo internacional é a parte mais importante da economia austríaca. O PIB em 2007 foi de US$ 270 bilhões.

A Alemanha foi historicamente o principal parceiro comercial da Áustria, o que fez da Áustria dependente da economia alemã. Mas desde que a Áustria se transformou num estado-membro da União Europeia, formaram-se vínculos mais próximos com outros países do bloco e sua dependência da Alemanha diminuiu. O crescimento do PIB atingiu 3,3% em 2006.

Os setores mais importantes da indústria são: cimento, produtos químicos, equipamentos elétricos, madeira, móveis, vidro, ferro e aço, artigos de couro, veículos motorizados, instrumentos ópticos, papel e polpa, alimentos e bebidas, têxteis e roupas. As exportações incluem: madeira, móveis, ferro e aço, papel e polpa, têxteis, maquinaria, eletricidade e magnesita. Moeda: Euro, que substituiu o xelim austríaco em 2002.

Algumas das empresas austríacas mais famosas são a marca Wolford, a fabricante de armas Glock e a Red Bull.



A responsabilidade sobre o sistema educacional na Áustria é dividida entre os estados da Áustria e o governo federal. Educação no jardim de infância é opcional e acessível a todas as crianças com idade entre 3 e 6 anos. A escola é compulsória por nove anos, ou seja, normalmente de 6 a 15 anos. O Programme for International Student Assessment, coordenado pela OCDE, atualmente lista a educação na Áustria como a 18ª melhor do mundo, sendo significativamente melhor do que a média da OCDE.

A educação primária tem duração de 4 anos. Assim como na Alemanha, a educação secundária inclui dois tipos principais de escolas baseadas na habilidade do aluno determinada pelas notas na escola primária: o ginásio para as crianças mais bem dotadas, e o Hauptschule que prepara as crianças para a educação vocacional mas também para educação posterior (HTL = instituição para educação técnica superior; HAK = academia comercial; HBLA = instituição para educação superior em negócios e economia; etc). Os dois tipos levam a Matura, que é um requisito para o acesso às universidades.

O sistema de universidades da Áustria era aberto para todos os estudantes que passassem no exame da Matura até 2006, quando foi criada uma taxa para exames de admissão para algumas áreas, como medicina. Em 2008, todos os estudantes da União Europeia precisavam pagar uma taxa de €370 por semestre para todos os estudos universitários. Com isso, um relatório da OCED criticou o sistema educacional da Áustria pelo baixo número de estudantes matriculados nas universidades e a média relativamente baixa de acadêmicos comparada a outros países da OCED.

Qualidade de vida e sistema social

A qualidade de vida na Áustria é considerada uma das melhores do mundo, contando com serviços sociais de primeira linha, tanto em termos de saúde e saneamento básico quanto em compatibilidade de trabalho e família. O sistema de previdência social é amplo, obrigatório e financiado através de impostos. A previdência inclui prestações para todos os empregados e seus parentes em caso de assistência médica, desemprego, licença-maternidade e demissão, assim como assistência social pública gratuita para cidadãos necessitados.

Cultu

A Áustria, como uma grande potência europeia no passado, gerou uma grande contribuição para a cultura mundial em diversas formas de arte, especialmente a música. Desde o fim do século XVIII até a Primeira Guerra Mundial, em 1914, Viena era considerada a segunda capital cultural da Europa, superada apenas por Paris.

Música





Wolfgang Amadeus Mozart.

Muitos dos mais famosos compositores eruditos do mundo nasceram na Áustria, entre os quais Wolfgang Amadeus Mozart, Joseph Haydn, Franz Schubert, Anton Bruckner, Gustav Mahler, a família Strauss, Arnold Schönberg, Anton Webern, Alexander von Zemlinsky, Siegmund von Hausegger e Alban Berg. A cidade de Viena historicamente sempre foi um dos mais importantes centros mundiais da inovação musical.

Além dos compositores nativos, muitos outros compositores de outros países foram atraídos para a Áustria devido ao patrocínio dos Habsburgo, entre os quais Ludwig van Beethoven, Carl Maria von Weber e Johannes Brahms. Outros compositores estrangeiros como Franz Liszt, Franz Lehár, Bedřich Smetana, Antonín Dvořák e Béla Bartók tiveram grande influência na música austríaca.

O atual hino nacional da Áustria foi escolhido depois da Segunda Guerra Mundial para substituir o tradicional hino austríaco escrito por Joseph Haydn ("Kaiserlied"), e que inicialmente era atribuído a Mozart.

Na música popular, o ritmo mais associado à Áustria é a valsa e, nos dias atuais, a schrammelmusik. Outra característica musical associada à Áustria é o iodelei tirolês. Alguns nomes internacionalmente famosos da música popular austríaca são o pianista de jazz Josef Zawinul, o roqueiro Falco e o cantor Peter Alexander.


Artes plásticas

Alguns dos pintores e desenhistas mais famosos da Áustria são Ferdinand Georg Waldmüller, Gustav Klimt, Koloman Moser, Oskar Kokoschka, Egon Schiele, Alfred Kubin, Raoul Hausmann, Arnulf Rainer, Gottfried Helnwein e Franz West. A pintura atingiu um ponto de destaque na Áustira década de 1900. Na segunda metade do século XX estabeleceu-se a escola vienense do Realismo Fantástico e, posteriormente, do Surrealismo. A essa escola pertence Friedensreich Hundertwasser, com seus desenhos decorativos abstratos. Um movimento importante foi o Aktionismus, nos anos 1960, que juntou a pintura com o teatro.

Outros artistas plásticos famosos da Áustria são a fotógrafa Inge Morath e os arquitetos Johann Fischer von Erlach, Johann Lukas von Hildebrandt e Otto Wagner.

Ciência e filosofia






A Áustria foi o lugar de nascimento ou de origem étnica de 20 cientistas que receberam prêmios Nobel, entre os quais Ludwig Boltzmann, Ernst Mach, Victor Franz Hess e Christian Doppler, cientistas muito renomados no fim do século XIX. Durante o século XX, vieram as contribuições de Lise Meitner, Erwin Schrödinger, Wolfgang Pauli para as áreas de pesquisa nuclear e mecânica quântica. Um dos cientistas austríacos mais conhecidos do mundo atualmente é o físico quântico Anton Zeilinger, apontado como o primeiro cientista a demonstrar a teleportação quântica.

Além dos físicos, a Áustria foi o lugar de nascimento de Ludwig Wittgenstein e Karl Popper, dois dos mais renomados filósofos do século XX, assim como dos biólogos Gregor Mendel e Konrad Lorenz, do matemático Kurt Gödel e dos engenheiros Ferdinand Porsche e Siegfried Marcus. Os ramos mais fortes da ciência austríaca sempre foram a medicina e a psicologia, a partir da Idade Média com Paracelso. Grandes médicos como Theodore Billroth, Clemens von Pirquet e Anton von Eiselsberg construíram ao longo do século XIX a Escola de Medicina de Viena. A Áustria também foi o lugar de nascimento do médico e neurologista Sigmund Freud, dos psicólogos Alfred Adler, Paul Watzlawick e Hans Asperger e do psiquiatra Viktor Frankl. Grande destaque merece ser dado a Karl Landsteiner, médico austríaco laureado com o Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1930 pela classificação dos grupos sanguíneos no sistema ABO e pela descoberta do fator Rh.

A Escola de Economia da Áustria tem entre seus representantes os economistas Joseph Schumpeter, Eugen von Böhm-Bawerk, Ludwig von Mises e Friedrich von Hayek - este último agraciado com o prêmio Nobel de Economia. Paralelamente, também na Áustria surgiu duas outras grandes correntes econômicas. O Austromarxismo, uma vertente do Marxismo surgida no seio do Partido Social-democrata austríaco, cujos principais teóricos estão Rudolf Hilferding,Otto Bauer e Max Adler. Por sua vez, o pai do pensamento schumpeteriano, Joseph Schumpeter, estudou e iniciou suas pesquisa - tenha nascido no território do extinto Império Austro-Húngaro, atual República Checa.

Na área de administração, o nome mais famoso é Peter Drucker, que emigrou para os Estados Unidos.

Literatura

Apesar de sua fama como terra de artistas e cientistas, a Áustria sempre foi também uma terra de poetas, escritores e romancistas. É o local de nascimento dos romancistas Arthur Schnitzler, Stefan Zweig, Bertha von Suttner (primeiro Nobel da Paz), Marie Ebner von Eschenbach, Oswald von Wolkenstein, Elfriede Jelinek (Prêmio Nobel de Literatura, 2004), Thomas Bernhard, Franz Kafka, Robert Musil e dos poetas Georg Trakl, Franz Werfel, Franz Grillparzer, Rainer Maria Rilke, Adalbert Stifter e Karl Kraus. Uma menção à parte é dada a Hugo von Hoffmansthal, poeta e romancista, símbolo da Viena fin-de-siècle.

Nos dias atuais, alguns dos romancistas e dramaturgos mais famosos são Elfriede Jelinek (Nobel de Literatura) e o escritor Peter Handke.

Culinária

A culinária austríaca é uma das mais multiculturais da Europa, tendo recebido influências da Hungria, República Checa, Itália e Alemanha (Baviera) e é muito conhecida internacionalmente por seus doces e massas folhadas. Alguns dos mais famosos pratos são o schnitzel vienense, o spätzle, um tipo de macarrão, o apfelstrudel - um tipo de torta de maçã com massa folhada e a sachertorte, um tipo de torta de chocolate.

Esportes


O esporte de equipe mais popular na Áustria é o futebol, apesar de o melhor resultado da seleção austríaca na Copa ter sido um terceiro lugar em 1954. O campeonato austríaco de futebol é disputado em duas divisões, com 10 times cada um. As equipes mais populares são o SK Rapid Wien, atual campeão austríaco, onde jogou o brasileiro Fabiano Lima, e o FK Austria Wien. Outros esportes que merecem destaque são o basquete e o hóquei no gelo.

Entretanto, os melhores resultados da Áustria estão nos esportes individuais, especialmente modalidades de inverno como o snowboard e o esqui alpino, que é considerado o esporte nacional. Alguns dos mais famosos praticantes desse esporte são Toni Sailer, Hermann Maier, Annemarie Moser-Pröll e Anita Wachter. A cidade de Innsbruck, capital do Tirol, sediou as olimpíadas de inverno por duas vezes, em 1964 e 1976. O automobilismo também é um esporte de destaque na Áustria, sendo o nome mais bem sucedido o piloto de Fórmula 1 Niki Lauda, tricampeão em 1975, 1977 e 1984. Outros nomes que merecem destaque são os piloto Gerhard Berger e Roland Ratzenberger, falecido num acidente em Ímola em 1994. A Áustria juntamente com a Suíça organizou o Europeu de 2008 onde ficou apenas pela primeira fase. Neste europeu a vencedora foi a Espanha que ganhou na final à Alemanha.



A Áustria é o 12º país mais rico do mundo em termos de PIB (Produto Interno Bruto) per capita,22 tem uma economia social de mercado bem desenvolvida e um alto padrão de vida. Até os anos 1980, muitas das maiores empresas austríacas foram nacionalizadas; nos últimos anos, no entanto, a privatização reduziu as participações do Estado para um nível comparável ao de outras economias europeias. Movimentos trabalhistas são particularmente fortes no país e têm grande influência na política trabalhista nacional. Ao lado de uma indústria altamente desenvolvida, o turismo internacional é a parte mais importante da economia local.



A Alemanha tem sido, historicamente, o principal parceiro comercial do país, o que o tornou mais vulnerável a mudanças rápidas na economia alemã. Desde que a Áustria tornou-se um Estado-membro da União Europeia (UE), os laços do com outras economias do bloco se tornaram mais estreitos, reduzindo a dependência econômica dos austríacos em relação a Alemanha. Além disso, a adesão à UE tem atraído um fluxo de investidores estrangeiros ao país atraídos pelo acesso da Áustria ao mercado único europeu e da proximidade com as economias aspirantes a aderir à União Europeia. O crescimento do PIB atingiu 3,3% em 2008.

No entanto, a crise da Zona Euro prejudicou a economia austríaca de várias maneiras também. A Áustria indicou em 16 de novembro de 2010 que iria reter a parcela de dezembro da sua contribuição para o resgate da Grécia pela UE, citando o agravamento da situação da dívida grega e a aparente incapacidade do governo grego em arrecadar o nível das receitas fiscais que havia prometido anteriormente.

Desde o colapso da União Soviética, as empresas austríacas têm sido bastante ativas e consolidadoras na Europa Oriental. Entre 1995 e 2010, houve 4.868 fusões e aquisições com um valor total conhecido de 163 bilhões de dólares. As maiores transações com envolvimento de empresas austríacas26 têm sido: a aquisição do Bank Austria pelo Bayerische Hypo-und Vereinsbank por 7,8 bilhões de euros em 2000, a aquisição da Porsche Holding Salzburg pelo Grupo Volkswagen por 3,6 bilhões de euros em 200927 e a aquisição da Banca Comerciala Română pelo Erste Group por 3,7 bilhões de euros em 2005.

O turismo representa cerca de 9% do produto interno bruto da Áustria. Em 2007, o país foi classificado no nono lugar no mundo em receitas de turismo internacional, com um total de 18,9 bilhões de dólares. Em número de chegadas de turistas internacionais, a Áustria fica em 12º lugar, com 20,8 milhões de turistas.


A qualidade de vida na Áustria é considerada uma das melhores do mundo, contando com serviços sociais de primeira linha, tanto em termos de saúde e saneamento básico quanto em compatibilidade de trabalho e família. O sistema de previdência social é amplo, obrigatório e financiado através de impostos. A previdência inclui prestações para todos os empregados e seus parentes em caso de assistência médica, desemprego, licença-maternidade e demissão, assim como assistência social pública gratuita para cidadãos necessitados.

Educação



A responsabilidade sobre o sistema educacional na Áustria é dividida entre os estados da Áustria e o governo federal. Educação no jardim de infância é opcional e acessível a todas as crianças com idade entre 3 e 6 anos. A escola é compulsória por nove anos, ou seja, normalmente de 6 a 15 anos. O Programme for International Student Assessment, coordenado pela OCDE, atualmente lista a educação na Áustria como a 18ª melhor do mundo, sendo significativamente melhor do que a média da OCDE.

A educação primária tem duração de 4 anos. Assim como na Alemanha, a educação secundária inclui dois tipos principais de escolas baseadas na habilidade do aluno determinada pelas notas na escola primária: o ginásio para as crianças mais bem dotadas, e o Hauptschule que prepara as crianças para a educação vocacional mas também para educação posterior (HTL = instituição para educação técnica superior; HAK = academia comercial; HBLA = instituição para educação superior em negócios e economia; etc). Os dois tipos levam a Matura, que é um requisito para o acesso às universidades.

O sistema de universidades da Áustria era aberto para todos os estudantes que passassem no exame da Matura até 2006, quando foi criada uma taxa para exames de admissão para algumas áreas, como medicina. Em 2008, todos os estudantes da União Europeia precisavam pagar uma taxa de 370 euros por semestre para todos os estudos universitários. Com isso, um relatório da OCED criticou o sistema educacional da Áustria pelo baixo número de estudantes matriculados nas universidades e a média relativamente baixa de acadêmicos comparada a outros países da OCED.



Austria (i/ˈɔːstriə/ or /ˈɒstriə/; German: Österreich [ˈøːstɐˌʁaɪç] ( listen)), officially the Republic of Austria (German: Republik Österreich (help·info)), is a federal republic and a landlocked country of roughly 8.47 million people in East Central Europe. It is bordered by the Czech Republic and Germany to the north, Hungary and Slovakia to the east, Slovenia and Italy to the south, and Switzerland and Liechtenstein to the west. The territory of Austria covers 83,855 square kilometres (32,377 sq mi) and has a temperate and alpine climate. Austria's terrain is highly mountainous due to the presence of the Alps; only 32% of the country is below 500 metres (1,640 ft), and its highest point is 3,798 metres (12,461 ft). The majority of the population speak local Bavarian dialects of German as their native language, and German in its standard form is the country's official language.[10] Other local official languages are Hungarian, Burgenland Croatian, and Slovene.

The origins of modern-day Austria date back to the time of the Habsburg dynasty when the vast majority of the country was a part of the Holy Roman Empire. During the 17th and 18th centuries, Austria became one of the great powers of Europe and, in response to the coronation of Napoleon as the Emperor of the French, the Austrian Empire was officially proclaimed in 1804. In 1867, the empire was reformed into Austria-Hungary.

After the collapse of the Habsburg (Austro-Hungarian) Empire in 1918 at the end of World War I, Austria adopted and used the name the Republic of German-Austria (Deutschösterreich, later Österreich) in an attempt for union with Germany, but was forbidden due to the Treaty of Saint-Germain-en-Laye (1919). The First Austrian Republic was established in 1919. In the 1938 Anschluss, Austria was occupied and annexed by Nazi Germany. This lasted until the end of World War II in 1945, after which Germany was occupied by the Allies and Austria's former democratic constitution was restored. In 1955, the Austrian State Treaty re-established Austria as a sovereign state, ending the occupation. In the same year, the Austrian Parliament created the Declaration of Neutrality which declared that the Second Austrian Republic would become permanently neutral.

Today, Austria is a parliamentary representative democracy comprising nine federal states. The capital and largest city, with a population exceeding 1.7 million, is Vienna. Austria is one of the richest countries in the world, with a nominal per capita GDP of $46,330 (2012 est.). The country has developed a high standard of living and in 2011 was ranked 19th in the world for its Human Development Index. Austria has been a member of the United Nations since 1955, joined the European Union in 1995, and is a founder of the OECD. Austria also signed the Schengen Agreement in 1995, and adopted the European currency, the euro, in 1999.


The German name for Austria, Österreich, refers to the meanings "eastern kingdom" or "eastern empire", and it derives from the word Ostarrîchi, which first appears in the "Ostarrîchi document" of 996. This word is probably a translation of Medieval Latin Marchia orientalis into a local (Bavarian) dialect. It was a prefecture of Bavaria created in 976. The word "Austria" is a Latinisation of the German name and was first recorded in the 12th century.

Friedrich Heer, a 20th-century Austrian historian, stated in his book Der Kampf um die österreichische Identität (The Struggle Over Austrian Identity), that the Germanic form Ostarrîchi was not a translation of the Latin word, but both resulted from a much older term originating in the Celtic languages of ancient Austria: more than 2,500 years ago, the major part of the actual country was called Norig by the Celtic population (Hallstatt culture); according to Heer, no- or nor- meant "east" or "eastern", whereas -rig is related to the modern German Reich, meaning "realm". Accordingly, Norig would essentially mean Ostarrîchi and Österreich, thus Austria. The Celtic name was eventually Latinised to Noricum after the Romans conquered the area that encloses most of modern day Austria, in approximately 15 BC. Noricum later became a Roman province in the mid 1st century AD


History



Settled in ancient times, the Central European land that is now Austria was occupied in pre-Roman times by various Celtic tribes. The Celtic kingdom of Noricum was later claimed by the Roman Empire and made a province. Present day Petronell-Carnuntum in Eastern Austria was an important army camp turned capital city in what became known as the Upper Pannonia province. Fifty thousand people called Carnuntum home for nearly 400 years.

After the fall of the Roman Empire the area was invaded by Bavarians, Slavs and Avars. The Slavic tribe of the Carantanians migrated into the Alps and established the realm of Carantania, which covered much of eastern and central Austrian territory. Charlemagne conquered the area in 788 AD, encouraged colonisation and introduced Christianity. As part of Eastern Francia, the core areas that now encompass Austria were bequeathed to the house of Babenberg. The area was known as the marchia Orientalis and was given to Leopold of Babenberg in 976.

The first record showing the name Austria is from 996 where it is written as Ostarrîchi, referring to the territory of the Babenberg March. In 1156 the Privilegium Minus elevated Austria to the status of a duchy. In 1192, the Babenbergs also acquired the Duchy of Styria. With the death of Frederick II in 1246, the line of the Babenbergs went extinct.

As a result Ottokar II of Bohemia effectively assumed control of the duchies of Austria, Styria and Carinthia. His reign came to an end with his defeat at Dürnkrut at the hands of Rudolph I of Germany in 1278. Thereafter, until World War I, Austria's history was largely that of its ruling dynasty, the Habsburgs.

Middle Ages

In the 14th and 15th centuries, the Habsburgs began to accumulate other provinces in the vicinity of the Duchy of Austria. In 1438 Duke Albert V of Austria was chosen as the successor to his father-in-law, Emperor Sigismund. Although Albert himself only reigned for a year, henceforth every emperor of the Holy Roman Empire was a Habsburg, with only one exception.





The Battle of Vienna in 1683 broke the advance of the Ottoman Empire into Europe.
The Habsburgs began also to accumulate lands far from the hereditary lands. In 1477 Archduke Maximilian, only son of Emperor Frederick III, married the heiress Maria of Burgundy, thus acquiring most of the Netherlands for the family. His son Philip the Fair married Joanna the Mad, the heiress of Castile and Aragon, and thus acquired Spain and its Italian, African and New World appendages for the Habsburgs.

In 1526 following the Battle of Mohács, Bohemia and the part of Hungary not occupied by the Ottomans came under Austrian rule.[29] Ottoman expansion into Hungary led to frequent conflicts between the two empires, particularly evident in the so-called Long War of 1593 to 1606. The Turks made incursions into Styria nearly twenty times; burning, pillaging, and taking thousands of slaves.





The Congress of Vienna met in 1814–15. The objective of the Congress was to settle the many issues arising from the French Revolutionary Wars, the Napoleonic Wars, and the dissolution of the Holy Roman Empire.
During the long reign of Leopold I (1657–1705) and following the successful defense of Vienna in 1683 (under the command of the King of Poland, John III Sobieski),[32] a series of campaigns resulted in bringing all of Hungary to Austrian control by the Treaty of Karlowitz in 1699.

Emperor Charles VI relinquished many of the fairly impressive gains the empire made in the previous years, largely due to his apprehensions at the imminent extinction of the House of Habsburg. Charles was willing to offer concrete advantages in territory and authority in exchange for other powers' worthless recognitions of the Pragmatic Sanction that made his daughter Maria Theresa his heir. With the rise of Prussia the Austrian–Prussian dualism began in Germany. Austria participated, together with Prussia and Russia, in the first and the third of the three Partitions of Poland (in 1772 and 1795).

Austria later became engaged in a war with Revolutionary France, at the beginning highly unsuccessful, with successive defeats at the hands of Napoleon meaning the end of the old Holy Roman Empire in 1806. Two years earlier,[33] in 1804, the Empire of Austria was founded. In 1814 Austria was part of the Allied forces that invaded France and brought to an end the Napoleonic Wars.





An ethno-linguistic map of Austria–Hungary, 1910
It emerged from the Congress of Vienna in 1815 as one of four of the continent's dominant powers and a recognised great power. The same year, the German Confederation, (Deutscher Bund) was founded under the presidency of Austria. Because of unsolved social, political and national conflicts the German lands were shaken by the 1848 revolution aiming to create a unified Germany.

A unified Germany would have been possible either as a Greater Germany, or a Greater Austria or just the German Confederation without Austria at all. As Austria was not willing to relinquish its German-speaking territories to what would become the German Empire of 1848, the crown of the newly formed empire was offered to the Prussian King Friedrich Wilhelm IV. In 1864, Austria and Prussia fought together against Denmark and successfully freed the independent duchies of Schleswig and Holstein. Nevertheless as they could not agree on a solution to the administration of the two duchies, they fought in 1866 the Austro-Prussian War. Defeated by Prussia in the Battle of Königgrätz,[34] Austria had to leave the German Confederation and subsequently no longer took part in German politics.

The Austro-Hungarian Compromise of 1867, the Ausgleich, provided for a dual sovereignty, the Austrian Empire and the Kingdom of Hungary, under Franz Joseph I. The Austrian-Hungarian rule of this diverse empire included various Slavic groups including Croats, Czechs, Poles, Rusyns, Serbs, Slovaks, Slovenes and Ukrainians, as well as large Italian and Romanian communities.

As a result, ruling Austria–Hungary became increasingly difficult in an age of emerging nationalist movements, causing a high reliance on the use of an expanded secret police. Yet the government of Austria tried its best to be accommodating in some respects: The Reichsgesetzblatt, publishing the laws and ordinances of Cisleithania, was issued in eight languages, all national groups were entitled to schools in their own language and to the use of their mother tongue at state offices, for example.

20th century





Archduke Franz Ferdinand (right) with his family
In 1908 Austria-Hungary found an excuse in the promulgation of the Second Constitutional Era in the Ottoman Empire to annex Bosnia and Herzegovina. The assassination of Archduke Franz Ferdinand in Sarajevo in 1914 by Bosnian Serb Gavrilo Princip was used by leading Austrian politicians and generals to persuade the emperor to declare war on Serbia, thereby risking and prompting the outbreak of World War I which led to the dissolution of the Austro-Hungarian Empire. Over one million Austro-Hungarian soldiers died in World War I.

On 21 October 1918, the elected German members of the Reichsrat (parliament of Imperial Austria) met in Vienna as the Provisional National Assembly for German Austria (Provisorische Nationalversammlung für Deutschösterreich). On 30 October the assembly founded the State of German Austria by appointing a government, called Staatsrat. This new government was invited by the emperor to take part in the decision on the planned armistice with Italy, but refrained from this business.

This left the responsibility for the end of the war on 3 November 1918, solely to the emperor and his government. On 11 November the emperor, counseled by ministers of the old and the new government, declared he would not take part in state business any more; on 12 November German Austria, by law, declared itself to be a democratic republic and part of the new German republic. The constitution, renaming Staatsrat to Bundesregierung (federal government) and Nationalversammlung to Nationalrat (national council) was passed on 10 November 1920.

The Treaty of Saint-Germain of 1919 (for Hungary the Treaty of Trianon of 1920) confirmed and consolidated the new order of Central Europe which to a great part had been established in November 1918, creating new states and resizing others. Over 3-million German speaking Austrians found themselves living outside of the newborn Austrian Republic as minorities in the newly formed or enlarged respective states of Czechoslovakia, Yugoslavia, Hungary and Italy. This included the provinces of South Tyrol and German Bohemia, the latter of which would play a role in sparking WWII.

The South Tyrol question would become a lingering problem between Austria and Italy until it was officially settled by the 1980s with a large degree of autonomy being granted by the Italian national government. Between 1918 and 1919 Austria was known as the State of German Austria (Staat Deutschösterreich). Not only did the Entente powers forbid German Austria to unite with Germany, they also rejected the name German Austria in the peace treaty to be signed; it was therefore changed to Republic of Austria in late 1919.

The border between Austria and the Kingdom of Serbs, Croats, and Slovenes (later Yugoslavia) was settled with the Carinthian Plebiscite in October 1920 and allocated the major part of the territory of the former Austro-Hungarian Crownland of Carinthia to Austria. This set the border on the Karawanken mountain range, with many Slovenes remaining in Austria.

After the war inflation began to devaluate the Krone, still Austria's currency. In the autumn of 1922 Austria was granted an international loan supervised by the League of Nations.[43] The purpose of the loan was to avert bankruptcy, stabilise the currency and improve its general economic condition. With the granting of the loan, Austria passed from an independent state to the control exercised by the League of Nations. In 1925 the Schilling, replacing the Krone by 10,000:1, was introduced. Later it was called the Alpine dollar due to its stability. From 1925 to 1929 the economy enjoyed a short high before nearly crashing after Black Friday.

The First Austrian Republic lasted until 1933 when Chancellor Engelbert Dollfuss, using what he called "self-switch-off of Parliament" (Selbstausschaltung des Parlaments), established an autocratic regime tending toward Italian fascism. The two big parties at this time, the Social Democrats and the Conservatives, had paramilitary armies;[46] the Social Democrats' Schutzbund was now declared illegal but still operative[46] as civil war broke out.

In February 1934 several members of the Schutzbund were executed, the Social Democratic party was outlawed and many of its members were imprisoned or emigrated. On 1 May 1934, the Austrofascists imposed a new constitution ("Maiverfassung") which cemented Dollfuss's power but on 25 July he was assassinated in a Nazi coup attempt.





Hitler speaking at Heldenplatz, Vienna
His successor, Kurt Schuschnigg, struggled to keep Austria independent as "the better German state", but on 12 March 1938, Austrian Nazis took over government, while German troops occupied the country.[51] On 13 March 1938, the Anschluss of Austria was officially declared. Two days later Hitler (an Austrian by birth), announced what he called the "re-unification" of his home country with the "rest of Germany" on Vienna's Heldenplatz. He established a plebiscite confirming the union with Germany in April 1938.

Parliamentary elections were held in Germany (including recently-annexed Austria) on 10 April 1938. They were the final elections to the Reichstag during Nazi rule and took the form of a single-question referendum asking whether voters approved of a single Nazi-party list for the 813-member Reichstag as well as the recent annexation of Austria (the Anschluss). Turnout in the election was officially 99.5% with 98.9% voting "yes". In the case of Austria, Hitler's native soil, 99.71% of an electorate of 4,484,475 officially went to the ballots, with a positive tally of 99.73%.





Adolf Hitler, leader of the National Socialist German Workers' Party, was born in Braunau am Inn, in Upper Austria
Austria was incorporated into the Third Reich and ceased to exist as an independent country. The Aryanisation of the wealth of Jewish Austrians started immediately mid-March with a so-called "wild" (i.e. extra-legal) phase but soon was structured legally and bureaucratically to strip Jewish citizens of any asset they may have possessed. The Nazis called Austria "Ostmark" until 1942 when it was again renamed and called "Alpen-Donau-Reichsgaue".

Some of the most prominent Nazis were native Austrians, including Hitler, Adolf Eichmann, Ernst Kaltenbrunner, Arthur Seyss-Inquart, Franz Stangl, and Odilo Globocnik, as were 40% of the staff at Nazi extermination camps. Vienna fell on 13 April 1945, during the Soviet Vienna Offensive just before the total collapse of the Third Reich. The invading Allied powers, in particular the Americans, planned for the supposed "Alpine Fortress Operation" of national redoubt that was largely to have taken place on Austrian soil in the mountains of the eastern Alps. However it never materialized because of the rapid collapse of the Reich.

Karl Renner and Adolf Schärf (Socialist Party of Austria [Social Democrats and Revolutionary Socialists]), Leopold Kunschak (Austria's People's Party [former Christian Social People's Party]) and Johann Koplenig (Communist Party of Austria) declared Austria's secession from the Third Reich by the Declaration of Independence on 27 April 1945 and set up a provisional government in Vienna under state Chancellor Renner the same day, with the approval of the victorious Red Army and backed by Joseph Stalin. (The date is officially named the birthday of the second republic.) At the end of April, most of Western and Southern Austria still was under Nazi rule. On 1 May 1945, the federal constitution of 1929, which had been terminated by dictator Dollfuss on 1 May 1934, was declared valid again.





Innsbruck hosted the 1964 and 1976 Winter Olympics as well as the 2012 Winter Youth Olympics, the first in history
Total military deaths from 1939 to 1945 are estimated at 260,000.[56] Jewish Holocaust victims totaled 65,000. About 140,000 Jewish Austrians had fled the country in 1938–39. Thousands of Austrians had taken part in serious Nazi crimes (hundreds of thousands died in Mauthausen-Gusen concentration camp only), a fact officially recognised by Chancellor Franz Vranitzky in 1992.

After World War II

Much like Germany, Austria was divided into British, French, Soviet and American zones and governed by the Allied Commission for Austria. As forecast in the Moscow Declaration in 1943, there was a subtle difference in the treatment of Austria by the Allies. The Austrian government, consisting of Social Democrats, Conservatives and Communists (until 1947), and residing in Vienna, which was surrounded by the Soviet zone, was recognised by the Western Allies in October 1945 after some doubts that Renner could be Stalin's puppet. Thus the creation of a separate Western Austrian government and the division of the country was avoidable. Austria, in general, was treated as though it had been originally invaded by Germany and liberated by the Allies.

On 15 May 1955, after talks which lasted for years and were influenced by the Cold War, Austria regained full independence by concluding the Austrian State Treaty with the Four Occupying Powers. On 26 October 1955, after all occupation troops had left, Austria declared its "permanent neutrality" by an act of parliament.





Austria joined the European Union in 1995 and signed the Lisbon Treaty in 2007.
The political system of the Second Republic is based on the constitution of 1920 and 1929, which was reintroduced in 1945. The system came to be characterised by Proporz, meaning that most posts of political importance were split evenly between members of the Social Democrats and the People's Party.[61] Interest group "chambers" with mandatory membership (e.g. for workers, business people, farmers) grew to considerable importance and were usually consulted in the legislative process, so that hardly any legislation was passed that did not reflect widespread consensus.

Since 1945, governing via a single-party government has occurred between 1966–1970 (Conservatives) and 1970–1983 (Social Democrats). During all other legislative periods, either a grand coalition of Conservatives and Social Democrats or a "small coalition" (one of these two and a smaller party) ruled the country.

Following a referendum in 1994, at which consent reached a majority of two-thirds, the country became a member of the European Union on 1 January 1995.

The major parties SPÖ and ÖVP have contrary opinions about the future status of Austria's military non-alignment:[citation needed] While the SPÖ in public supports a neutral role, the ÖVP argues for stronger integration into the EU's security policy; even a future NATO membership is not ruled out by some ÖVP politicians.[who?] In reality, Austria is taking part in the EU's Common Foreign and Security Policy, participates in the so-called[by whom?] Petersburg Agenda (including peace keeping and peace creating tasks) and has become member of NATO's "Partnership for Peace"; the constitution has been amended accordingly. Since Liechtenstein joined the Schengen Area in 2011, none of Austria's neighbouring countries performs border controls towards it anymore.

Governance



The Austrian Parliament Building in Vienna.
The Parliament of Austria is located in Vienna, the country's largest city and capital. Austria became a federal, parliamentary, democratic republic through the Federal Constitution of 1920. The political system of the Second Republic with its nine states is based on the constitution of 1920 and 1929, which was reenacted on 1 May 1945.

The head of state is the Federal President (Bundespräsident), who is directly elected by popular vote. The chairman of the Federal Government is the Federal Chancellor, who is appointed by the president. The government can be removed from office by either a presidential decree or by vote of no confidence in the lower chamber of parliament, the Nationalrat. Voting for the federal president and for the Parliament used to be compulsory in Austria, but this was abolished in steps from 1982 to 2004.

The Parliament of Austria consists of two chambers. The composition of the Nationalrat (183 seats) is determined every five years (or whenever the Nationalrat has been dissolved by the federal president on a motion by the federal chancellor, or by Nationalrat itself) by a general election in which every citizen over 16 years (since 2007) has voting rights. While there is a general threshold of 4% for all parties at federal elections (Nationalratswahlen), there remains the possibility to gain a direct seat, or Direktmandat, in one of the 43 regional election districts.

The Nationalrat is the dominant chamber in the formation of legislation in Austria. However, the upper house of parliament, the Bundesrat, has a limited right of veto (the Nationalrat can—in almost all cases—ultimately pass the respective bill by voting a second time. This is referred to as 'Beharrungsbeschluss, lit. "vote of persistence"). A convention, called the Österreich -Konvent[66] was convened on 30 June 2003 to decide upon suggestions to reform the constitution, but failed to produce a proposal that would receive the two-thirds of votes in the Nationalrat necessary for constitutional amendments and/or reform.

With legislative and executive, the courts are the third column of Austrian state powers. Notably the Constitutional Court (Verfassungsgerichtshof) may exert considerable influence on the political system by ruling out laws and ordinances not in compliance with the constitution. Since 1995, the European Court of Justice may overrule Austrian decisions in all matters defined in laws of the European Union. Austria also implements the decisions of the European Court of Human Rights, since the European Convention on Human Rights is part of the Austrian constitution.

Recent developments

After general elections held in October 2006, the Social Democrats emerged as the largest party, whereas the People's Party lost about 8% in votes. Political realities prohibited any of the two major parties from forming a coalition with smaller parties. In January 2007 the People's Party and Social Democrats formed a grand coalition with the social democrat Alfred Gusenbauer as Chancellor. This coalition broke up in June 2008. Elections in September 2008 further weakened both major parties (Social Democrats and People's Party) but together they still held more than 50% of the votes with the Social Democrats holding the majority. They formed a coalition with Werner Faymann from the Social Democrats as Chancellor. The positions of the Freedom Party and the deceased Jörg Haider's new party Alliance for the Future of Austria, both parties on the political right, were strengthened during the election.

Foreign relations



Foreign Ministry
The 1955 Austrian State Treaty ended the occupation of Austria following World War II and recognised Austria as an independent and sovereign state. On 26 October 1955, the Federal Assembly passed a constitutional article in which "Austria declares of her own free will her perpetual neutrality". The second section of this law stated that "in all future times Austria will not join any military alliances and will not permit the establishment of any foreign military bases on her territory". Since then, Austria has shaped its foreign policy on the basis of neutrality, but rather different from the neutrality of Switzerland.

Austria began to reassess its definition of neutrality following the fall of the Soviet Union, granting overflight rights for the UN-sanctioned action against Iraq in 1991, and, since 1995, it has developed participation in the EU's Common Foreign and Security Policy (CFSP). Also in 1995, it joined NATO's Partnership for Peace and subsequently participated in peacekeeping missions in Bosnia. Meanwhile, the only part of the Constitutional Law on Neutrality of 1955 still valid fully is not to allow foreign military bases in Austria.[citation needed]

Austria attaches great importance to participation in the Organisation for Economic Co-operation and Development and other international economic organisations, and it has played an active role in the Organization for Security and Cooperation in Europe (OSCE). As an OSCE participating State, Austria's international commitments are subject to monitoring under the mandate of the U.S. Helsinki Commission.



Military

The manpower of the Austrian Armed Forces (German: Bundesheer) mainly relies on conscription. All males who have reached the age of eighteen and are found fit have to serve a six months military service, followed by an eight-year reserve obligation. Both males and females at the age of sixteen are eligible for voluntary service. Conscientious objection is legally acceptable and those who claim this right are obliged to serve an institutionalised nine months civilian service instead. Since 1998, women volunteers have been allowed to become professional soldiers.

The main sectors of the Bundesheer are Joint Forces (Streitkräfteführungskommando, SKFüKdo) which consist of Land Forces (Landstreitkräfte), Air Forces (Luftstreitkräfte), International Missions (Internationale Einsätze) and Special Forces (Spezialeinsatzkräfte), next to Joint Mission Support Command (Kommando Einsatzunterstützung; KdoEU) and Joint Command Support Centre (Führungsunterstützungszentrum; FüUZ). Austria is a landlocked country and has no navy.

In 2012, Austria's defence expenditures corresponded to approximately 0.8% of its GDP. The Army currently has about 26,000 soldiers, of whom about 12,000 are conscripts. As head of state, Austrian President (currently Heinz Fischer) is nominally the Commander-in-Chief of the Bundesheer. In practical reality, however, command of the Austrian Armed Forces is almost exclusively exercised by the Minister of Defense, currently Gerald Klug.

Since the end of the Cold War, and more importantly the removal of the former heavily guarded "Iron Curtain" separating Austria and its Eastern Bloc neighbours (Hungary and former Czechoslovakia), the Austrian military has been assisting Austrian border guards in trying to prevent border crossings by illegal immigrants. This assistance came to an end when Hungary and Slovakia joined the EU Schengen Area in 2008, for all intents and purposes abolishing "internal" border controls between treaty states. Some politicians have called for a prolongation of this mission, but the legality of this is heavily disputed. In accordance with the Austrian constitution, armed forces may only be deployed in a limited number of cases, mainly to defend the country and aid in cases of national emergency, such as in the wake of natural disasters. They may generally not be used as auxiliary police forces.

Within its self-declared status of permanent neutrality, Austria has a long and proud tradition of engaging in UN-led peacekeeping and other humanitarian missions. The Austrian Forces Disaster Relief Unit (AFDRU), in particular, an all-volunteer unit with close ties to civilian specialists (e.g. rescue dog handlers) enjoys a reputation as a quick (standard deployment time is 10 hours) and efficient SAR unit. Currently, larger contingents of Austrian forces are deployed in Bosnia and Kosovo.

Administrative divisions


As a federal republic, Austria is divided into nine states (German: Bundesländer). These states are then divided into districts (Bezirke) and statutory cities (Statutarstädte). Districts are subdivided into municipalities (Gemeinden). Statutory Cities have the competencies otherwise granted to both districts and municipalities. The states are not mere administrative divisions but have some legislative authority distinct from the federal government, in matters of culture, social care, youth and nature protection, hunting, building, and zoning ordinances. In recent years, it has been discussed whether today it is appropriate for a small country to maintain ten in parliaments.



L’Autriche, officiellement la République d’Autriche, (Österreich et Republik Österreich en allemand), est un état fédéral neutre d’Europe centrale, sans accès à la mer. Elle est entourée, dans le sens des aiguilles d'une montre, par l’Allemagne et la République tchèque au nord, la Slovaquie et la Hongrie à l’est, la Slovénie et l’Italie au sud, et par la in Suisse et le Liechtenstein à l’ouest. L'Autriche est membre de l’Union européenne (UE) et de la zone euro. Sa langue officielle est l'allemand, mais elle reconnaît aussi par la Charte européenne des langues régionales ou minoritaires : le croate, le hongrois et le slovène.


En 1815 — après le Congrès de Vienne — l’Autriche et les autres pays germanophones essayent à nouveau de former une confédération allemande, mais l’opposition austro-prussienne domine, la guerre austro-prussienne achève donc cette confédération en 1866 et résout la question allemande au détriment de l’Autriche.

Ainsi sous le règne de François-Joseph Ier, en 1867, l'Autriche se tourne vers le sud-est de l’Europe, de sorte que l’Empire d’Autriche se transforme et s’agrandit pour former la monarchie danubienne (Donaumonarchie), l’Autriche-Hongrie. François-Joseph meurt en 1916, à 86 ans, pendant la Première Guerre mondiale, après 68 ans de règne.

Son petit-neveu et successeur Charles Ier d'Autriche, 29 ans, après de vaines tentatives de retour à la paix, impuissant face à la dislocation de son empire, renonce au pouvoir le 12 novembre 1918.


Articles détaillés : Sauvetage économique de l'Autriche par la Société des Nations, Guerre civile autrichienne et Anschluss.

Considérablement réduite en taille après le Traité de Saint-Germain-en-Laye de 1919, l'Autriche connait une grave crise économique au lendemain de la Grande Guerre. Ce n'est que grâce à l'intervention de la Société des Nations que sa situation s'améliore à la fin des années 1920.

L'Autriche est rattachée à l'Allemagne hitlérienne de 1938 à 1945.

Occupée par les armées alliées, elle ne retrouve sa pleine souveraineté qu'en 1955.

Redevenue une « marche » de l'Europe, cette fois face au bloc soviétique, elle connaît un fort redressement économique pendant la guerre froide et enfin adhère à l'Union européenne en 1995.



L'Autriche est un pays neutre, qui ne fait, par exemple, pas partie de l’OTAN, à la différence de la plupart des pays européens5. La neutralité autrichienne est une conséquence directe des négociations pour le Traité d'État autrichien (Staatsvertrag), signé le 15 mai 1955 à Vienne.

Le pays est membre de l'Association européenne de libre-échange de 1960 à 1995, puis rejoint l'Union européenne le 1er janvier 19956.

Le Conseil national autrichien (Nationalrat, 183 sièges) est depuis le 28 septembre 20087 composé comme suit :
57 sièges au SPÖ (Parti social-démocrate autrichien) (29,3 % des suffrages) ;
51 sièges à l’ÖVP (Parti populaire autrichien) (26 %) ;
34 sièges au FPÖ (Parti libéral autrichien) (17,5 %) ;
21 sièges au BZÖ (Union Futur Autriche) (10,7 % ; le BZÖ a été créé le 4 avril 2005 par Jörg Haider lors d'une scission du FPÖ);
20 sièges à die Grünen (Les Verts) (10,4 %) .

Le président fédéral, Heinz Fischer, du SPÖ, fut élu le 25 avril 2004 avec 52,41 % des voix contre 47,59 % des voix pour Benita Ferrero-Waldner. Il fut intronisé le 8 juillet 2004, soit deux jours après le décès de son prédécesseur, Thomas Klestil. Le 25 avril 2010, Fischer était réélu avec 79,3 % des voix et maintenant il est président jusqu'à 2016.

L'Autriche est un pays observateur au sein de l'Organisation internationale de la francophonie.


Austria (en alemán: Österreich), oficialmente República de Austria (en alemán: Republik Österreich), es un estado miembro de la Unión Europea, con capital en Viena, que cuenta con una población de 8,3 millones de personas.

Austria no tiene salida al mar. Limita con la República Checa y Alemania al norte, Eslovaquia y Hungría al este, Eslovenia e Italia al sur, y Suiza y Liechtenstein al oeste. El territorio de Austria ocupa 83.871 km2 y tiene un clima predominante alpino. Solo el 32% del país está por debajo de los 500 metros de altitud, y el punto más alto es el pico Gross Glockner con 3.798 metros de altitud sobre el nivel del mar.3 La mayor parte de la población habla alemán4 que además es el idioma oficial, pero también se hablan otros idiomas que son oficiales en algunas zonas concretas como el croata, el esloveno y el húngaro.

Los orígenes de la actual Austria se remontan a la dinastía de los Habsburgo que convirtió al país en una parte fundamental del Sacro Imperio Romano Germánico. En 1867 el Imperio Austríaco se convirtió en el imperio austro-húngaro. El Imperio de los Habsburgo terminó en 1918 al finalizar la Primera Guerra Mundial. La Primera República de Austria se estableció en 1919. En 1938, mediante el proceso conocido como el Anschluss, el país fue ocupado por la Alemania Nazi. Esta ocupación duraría hasta el final de la Segunda Guerra Mundial, cuando Austria volvería a recuperar su independencia y estableciendo en 1955 la Segunda República de Austria.

En la actualidad Austria es un gobierno parlamentario con una democracia representativa compuesta por los nueve estados de Austria.3 5 La mayor ciudad de Austria es su capital, Viena, con una población de 1,6 millones de personas. Austria es uno de los países más ricos del mundo, con una renta per cápita de 43.723 $ (2010). El país además tiene una de las tasas más altas de Índice de Desarrollo Humano y el porcentaje de desempleo más bajo de los 17 países de la Eurozona, con un 4,2% de paro en febrero de 2012.6 Austria ha sido miembro de las Naciones Unidas desde 1955 y de la Unión Europea desde 1995. Es además miembro fundador de la OCDE. La moneda en curso es el euro, adoptada desde 1999.

Etimología

La aparición más antigua de la palabra «Ostarrîchi» está en este documento del año 996 suscrito por el emperador Otón III.
El nombre alemán de Austria, Österreich, deriva del idioma antiguo alto alemán en que se le denominaba Ostarrîchi, cuyo significado es territorio o dominio oriental. El primer manuscrito donde registra esta denominación es el "Ostarrîchi document" de 996 suscrito por el emperador Otón III. La finalidad del texto fue determinar el área gobernada por el conde de Babenberg Enrique I e, igualmente, someterla a la jurisdicción del obispo de Frisia. La zona indicada en el documento corresponde mayormente al actual estado austríaco (Land) llamado Búrguenland. El nombre Austria deriva de una errónea latinización de la palabra germánica “Este” (Öst) en “austrō” o “auster” (metaforicamente significan austral – austrālis- o meridional).

El término Ostarrîchi, de donde deriva Österreich/Austria, se originó probablemente en la denominación latina del territorio: Marchia Orientalis. Su traducción es marca oriental o límite oriental, ya que su situación geográfica la situaba en el límite sud-oriental del Sacro Imperio Romano. Esto motivó que un nombre alternativo para dicho territorio haya sido Ostmark. Sin embargo, el historiador austríaco Friedrich Heer, en su libro Der Kampf um die österreichische Identität (La lucha por la identidad austríaca), sostiene que la denominación germánica Ostarrîchi no fue una traducción de la denominación latina de Marchia Orientalis. Su origen se remonta a 2.500 años antes de Cristo con la cultura celta de los Hallstatt que denominaron a la zona como Norig, en que No- o Nor- significa oriental y Rig, que es el origen de la palabra alemana Reich, puede traducirse como dominio o territorio. La conquista romana habría latinizado el nombre como Noricum, pero sin perder el significado intrínseco. Lo que habría determinado el nombre primitivo de Ostarrîchi y, con ello, las actuales denominaciones de Österreich y Austria.

Historia


En tiempos prehistóricos, la tierra de Europa central que es ahora Austria fue ocupada antes de la romanización por diversas tribus celtas. Estuvo habitada inicialmente por ilirios, a los que más tarde se sumarían celtas procedentes del norte. El reino celta de Noricum fue reivindicado por el Imperio romano como provincia. A partir del año 15 a. C. pasó a ser una provincia del Imperio romano.

En la decadencia del Imperio (siglo IV), hunos, godos, lombardos y vándalos cruzaron la frontera en varias ocasiones. Después de la caída del Imperio romano, la zona fue invadida por los bávaros, eslavos y ávaros.

Alta Edad Media

Durante el periodo de las grandes migraciones, los eslavos emigraron a los Alpes al iniciarse la expansión de los ávaros en el siglo VII, mezclándose con la población celto-románica, y establecieron el reino de Karantania, que abarcaba gran parte del territorio austríaco del este y central. Mientras, la tribu germánica de los bávaros se había hecho fuerte en los siglos V y VI en el oeste del país y en Baviera, en tanto que el actual Vorarlberg había sido fundado por los alamanes. Estos grupos se mezclaron con la población retorrománica.

Bajo la presión de los ávaros, Karantania perdió su independencia ante Baviera en 745 y pasó a ser un margraviato. Durante los siglos siguientes, los asentamientos bávaros descendieron por el Danubio y ascendieron por los Alpes, un proceso por el cual Austria pasó a ser el país de habla germana que es hoy en día.

Los bávaros pasaron a estar bajo el control de los Carolingios y, en consecuencia, formaron un Ducado del Sacro Imperio Romano Germánico. El Duque Tasilón III de Baviera, que quería mantener la independencia bávara, fue derrotado y el poder pasó a Carlomagno en 788.

Carlomagno

Carlomagno conquistó la zona en 788 y alentó a la colonización y el cristianismo. Como parte oriental del imperio Franco, los principales ámbitos que ahora abarcan Austria fueron legados a la casa de Babenberg. La zona era conocida como la Marchia Orientalis y fue entregada a Leopoldo I de Austria en 976.

El primer vestigio con el nombre de Austria es de 996, en el que está inscrito como Ostarrîchi, refiriéndose al territorio de la marca de los Babenberg. El término occidental "Austria" no es históricamente determinado, aunque, al parecer, es una traducción de "Marchia orientalis", que sólo llegó mucho más tarde.

En la Edad Media, el Imperio carolingio se estableció en la región. Desde el siglo X al XIII Austria estuvo bajo el dominio de los Babenberg, que fueron sucedidos por la casa de los Habsburgo, cuya historia a partir de este momento y hasta el final de la Primera Guerra Mundial se funde con la de Austria.

Los siguientes siglos se caracterizan en primer lugar por la conformación del país. En 1156 el Privilegium Minus Austria eleva al territorio a la categoría de ducado. En 1192, la familia Babenberg también adquirió el ducado de Estiria.

Con la muerte de Federico II en 1246, la línea Babenberg se extinguió. Otakar II de Bohemia controló efectivamente la Prusia de Austria, Estiria y Carintia. Su reinado llegó a su fin al ser derrotado en Dürnkrut por Rodolfo I de Habsburgo en 1278. De allí en adelante, hasta la Primera Guerra Mundial, Austria fue en gran parte la historia de su dinastía gobernante, los Habsburgo.

Habsburgo

En los siglos XIV y XV, los Habsburgo empezaron a acumular otras provincias en las proximidades del Ducado de Austria. En 1438, el duque Alberto V de Austria fue elegido como sucesor de su suegro, el emperador Segismundo. Aunque el propio Alberto sólo reinó durante un año, a partir de entonces todos los emperadores del Sacro Imperio Romano fueron Habsburgo, con una sola excepción.

Asimismo, los Habsburgo comenzaron a acumular territorios lejos de sus tierras hereditarias. En 1477, el archiduque Maximiliano, hijo único del emperador Federico III, se casó con la heredera de Borgoña y, por lo tanto, adquirió la mayor parte de los Países Bajos para la familia. Su hijo Felipe el Hermoso, casado con Juana la Loca, heredera de la Corona de Castilla y de Aragón, amplió las posesiones territoriales de los Habsburgo, sobre todo de los españoles. En 1526, a raíz de la batalla de Mohács, los gobernantes de Austria ampliaron sus territorios, con lo que la parte de Bohemia y de Hungría no ocupada por los otomanos quedó bajo su dominio. La expansión otomana en Hungría dio lugar a frecuentes conflictos entre los dos poderes, particularmente evidente en la llamada Guerra Larga de 1593 a 1606.


En los siglos XVII y XVIII los Habsburgo ampliaron enormemente sus territorios ante la descomposición del poder otomano (1699 y 1718), y los repartos de la herencia hispana (1713-1714) y de Polonia (1772 y 1795). Los reinados de María Teresa I (1740-1780) y de su hijo José II (1765-1790) fueron un periodo de gran desarrollo social y político en la monarquía (abolición de la servidumbre, libertad de culto, abolición de la tortura, reformas administrativa y judicial, centralización administrativa..), dentro del espíritu del Despotismo Ilustrado.

Las guerras napoleónicas fueron una dura prueba para la supervivencia de la monarquía, pero la victoria reforzó a los Habsburgo, que con su canciller Metternich se convirtieron en los garantes de la restauración (1815-1848). El surgimiento de los nacionalismos y las derrotas exteriores entre 1848 y 1866 llevaron a la reorganización de la monarquía, naciendo el Imperio austrohúngaro que ocuparía el último periodo de la monarquía de los Habsburgo (1867-1918). Periodo caracterizado por los problemas políticos entre las diversas nacionalidades, pero también por un gran desarrollo económico y social, y un mayor desarrollo aún en el ámbito de la cultura.


Demografía

La población estimada de Austria en octubre de 2006 era de 8.292.322 personas. La población de la capital, Viena, es superior a 1,65 millones (2,2 millones contando los suburbios), y representa alrededor de una cuarta parte de la población del país, siendo conocida por su amplia oferta cultural y alto nivel de vida. En contraste con la capital, las demás ciudades austríacas no exceden el millón de habitantes: Graz, donde viven 250.099 habitantes, seguida de Linz (188.968), Salzburgo (150.000) e Innsbruck (117.346). Todas las demás ciudades tienen menos de 100.000 habitantes.

Los germanófonos representan, por mucho, el grupo lingüístico más grande del país, sumando aproximadamente el 90% de la población de Austria. Los estados federales austríacos de Carintia y Estiria son el hogar de una importante minoría nativa de habla eslovena, con alrededor de 14.000 miembros (censo de Austria; cifras no oficiales de grupos eslovenos hablan de más de 50.000). En el este del Bundesland Burgenland (anteriormente parte de la mitad húngara del Imperio austrohúngaro), cerca de 20.000 ciudadanos austríacos hablan húngaro y 30.000,croata. El resto de la población austríaca proviene de ascendencia extranjera, muchos de ellos de los países vecinos, especialmente del ex Bloque del Este. Los denominados trabajadores huéspedes (Gastarbeiter) y sus descendientes, así como los refugiados de las guerras yugoslavas y otros conflictos, también forman un importante grupo minoritario en Austria. Desde 1994, los Roma-Sinti (gitanos) constituyen una minoría étnica reconocida oficialmente en Austria.

Según el censo publicado por Statistik Austria en el año 2001, hay un total de 710.926 extranjeros viviendo en Austria, de los cuales 124.392 hablan alemán como lengua materna (mayormente inmigrantes de Alemania, algunos de Suiza y de la Provincia autónoma de Bolzano en Italia). El siguiente grupo más numeroso son los provenientes de la antigua Yugoslavia (240.863), la mayoría de Serbia (135.376) y Croacia (105.487), seguidos por los turcos (123.417), anglófonos (25.155), albaneses (24.446) y polacos (17.899). Con menos de 15.000 representantes destacan los 14.699 húngaros, 12.216 rumanos, 7.982 árabes, 6.902 eslovenos (no incluida la minoría autóctona Windisch), 6.891 eslovacos, 6.707 checos, 5.916 persas, 5.677 italianos, 5.466 rusos, 5.213 franceses, 4.938 chinos, 4.264 españoles y 3.503 búlgaros. Las poblaciones del resto de grupos cae bruscamente por debajo de las 3.000 personas.

La lengua materna de la población que prevalece es el alemán (88,6%), seguido del turco (2,3%), serbio (2,2%), croata (1,6%), húngaro (0,5%) y bosnio (0,4%).

El idioma oficial es el alemán, es hablado por casi todos los residentes del país. El terreno montañoso de Austria llevó al desarrollo de muchos dialectos alemanes distintos. No obstante, todos los dialectos en el país pertenecen al grupo de dialectos alemanes procedentes del bávaro, con excepción del dialecto hablado en el extremo occidental del Bundesland, Vorarlberg, que pertenece al grupo de dialectos alemánico. También existe una norma gramatical distinta para el alemán austríaca, con unas pocas diferencias al alemán hablado en Alemania.

A partir de 2006, algunos de los estados de Austria presentó pruebas para los nuevos ciudadanos, para asegurar su capacidad de idiomas, conocimiento cultural y, en consecuencia, su capacidad para integrarse en la sociedad austríaca.17

Política relativa a los grupos étnicos

Se estima que unos 14.000 a 40.000 eslovenos en el Estado austriaco de Carintia (Carintia los eslovenos), así como de los croatas (alrededor de 30.000) y los húngaros en Burgenland fueron reconocidos como una minoría y han disfrutado de derechos especiales a raíz del Tratado de Estado de Austria (Staatsvertrag) De 1955. Los eslovenos en el estado austríaco de Estiria (estimada en un número entre 1.600 y 5.000) no son reconocidos como una minoría y no gozan de derechos especiales, aunque el Tratado de Estado de 27 de julio de 1955 establece lo contrario.

El derecho de signos topográficos bilingües para las regiones donde esloveno-croata-austriacos y vivir junto a las germánicas población (como lo exige el Tratado de Estado de 1955) aún no se ha aplicado plenamente. Muchos tienen miedo de eslovenos carintianos reivindicaciones territoriales, que apunta al hecho de que las tropas yugoslavas entraron en el estado después de cada una de las dos guerras mundiales y teniendo en cuenta que algunos oficiales esloveno atlas mostrar partes de Carintia como territorio cultural esloveno. El actual gobernador, Jörg Haider, ha hecho de este un asunto de discusión pública en el otoño de 2005 por negarse a aumentar el número de signos topográficos bilingües en Carintia. Una encuesta por la Kärntner Humaninstitut realizó en enero de 2006 se establece que el 65% de carintianos no estamos a favor de un aumento de signos topográficos bilingües, ya que el original de los requisitos establecidos por el Tratado de Estado de 1955 ya se han cumplido de acuerdo a su punto de vista. Otro fenómeno interesante es la llamada "Windischen-Theorie" que se indica que los eslovenos se pueden dividir en dos grupos: los eslovenos y Windische reales (un tradicional nombre alemán de los eslavos), en base a las diferencias de lenguaje entre los eslovenos austríacos, que se enseñan esloveno estándar Lengua en la escuela y de los eslovenos que habla su dialecto local esloveno, pero se fue a las escuelas alemanas. Windische El término se aplicó a este último grupo como una forma de distinción. Esta teoría fue generalmente aceptada y nunca cayó en desuso hace algunas décadas.


L’Autriche, officiellement la République d’Autriche, (Österreich et Republik Österreich en allemand), est un état fédéral neutre d’Europe centrale, sans accès à la mer. Elle est entourée, dans le sens des aiguilles d'une montre, par l’Allemagne et la République tchèque au nord, la Slovaquie et la Hongrie à l’est, la Slovénie et l’Italie au sud, et par la Suisse et le Liechtenstein à l’ouest. L'Autriche est membre de l’Union européenne (UE) et de la zone euro respectivement depuis 1995 et le 1er janvier 1999. Sa langue officielle est l'allemand, mais elle reconnaît aussi par la Charte européenne des langues régionales ou minoritaires : le croate, le hongrois et le slovène.


Histoire


Durant l'Antiquité, l'Autriche est peuplée par les Celtes (civilisation de Hallstatt). Elle est ensuite partagée entre plusieurs provinces romaines, la Norique ainsi qu’une partie de la Pannonie et de la Rhétie. Elle est intégrée à la Francie orientale qui devient le Saint-Empire romain germanique, après les grandes invasions en tant que marche de l'empire carolingien.

Empire d'Autriche


L'Autriche-Hongrie en 1914
En 1815 — après le Congrès de Vienne — l’Autriche et les autres pays germanophones essayent à nouveau de former une confédération allemande, mais l’opposition austro-prussienne domine, la guerre austro-prussienne achève donc cette confédération en 1866 et résout la question allemande au détriment de l’Autriche. Vienne est trois ans après l'épicentre du krach du siècle.

Sous le règne de François-Joseph Ier, en 1867, l'Autriche se tourne vers le sud-est de l’Europe, de sorte que l’Empire d’Autriche se transforme et s’agrandit pour former la monarchie danubienne (Donaumonarchie), l’Autriche-Hongrie. François-Joseph meurt en 1916, à 86 ans, pendant la Première Guerre mondiale, après 68 ans de règne.

Son petit-neveu et successeur Charles Ier d'Autriche, 29 ans, après de vaines tentatives de retour à la paix, impuissant face à la dislocation de son empire, renonce au pouvoir le 12 novembre 1918.

Époque contemporaine

Articles détaillés : Sauvetage économique de l'Autriche par la Société des Nations, Guerre civile autrichienne et Anschluss.

Lors de la scission de l'Autriche-Hongrie en 1918, les députés autrichiens allemands du parlement de Cisleithanie (Reichsrat) élu en 1911 décidèrent de fonder un État d'Autriche allemande.

L'Assemblée rédige une constitution déclarant que« l'Autriche allemande est une république démocratique » (article 1) et qu'elle « est une partie de la République allemande » (article 2). Les alliés de la Première Guerre mondiale s'opposent à cette idée et le traité de Saint-Germain-en-Laye interdit le nom d'« Autriche allemande » et son unification éventuelle avec l'Allemagne (article 88), donnant naissance à l'ère de la Première République d'Autriche.

Considérablement réduite en taille après le Traité de Saint-Germain-en-Laye de 1919, l'Autriche connait une grave crise économique au lendemain de la Grande Guerre. Ce n'est que grâce à l'intervention de la Société des Nations que sa situation s'améliore à la fin des années 1920.

L'Autriche est rattachée à l'Allemagne hitlérienne de 1938 à 1945.

Occupée par les armées alliées, elle ne retrouve sa pleine souveraineté qu'en 1955.

Redevenue une « marche » de l'Europe, cette fois face au bloc soviétique, elle connaît un fort redressement économique pendant la guerre froide et enfin adhère à l'Union européenne en 1995.


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