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DADOS PRINCIPAIS:
Nome oficial: Estados Unidos Mexicanos.
Nacionalidade: mexicana.
Data nacional: 5 de fevereiro (Dia da Constituição); 16 de setembro (Independência); 20 de novembro (aniversário da Revolução).
Capital: Cidade do México.
Cidades principais: Cidade do México (aglomerado urbano: 16.908.000 em 1996; cidade: 9.815.795 em 1990); Guadalajara (1.633.216), Netzahualcóyotl (1.233.868), Puebla (1.122.569), Monterrey (1.088.143), León (1.042.132), Juárez (1.011.786) (1995).
Idioma: espanhol (oficial), línguas regionais (principal: náhuatl).
Religião: cristianismo 94,6% (católicos 89,7%, protestantes 4,9%), judaísmo 0,1%, sem filiação 3,2%, outras 2,1% (1990).

GEOGRAFIA:
Localização: sul da América do Norte.
Hora local: -3h.
Área: 1.953.162 km2.
Clima: tropical (maior parte), árido tropical (N), de montanhas.
Área de floresta: 554 mil km2 (1995).
Ponto mais elevado: Vulcão Citlaltépetl (Pico de Orizaba), com 5.610m.

POPULAÇÃO:
Total: 97.361.711 milhões (2000), sendo eurameríndios 60%, ameríndios 30%, europeus ibéricos 9%, outros 1% (1996).
Densidade: 49,35 hab./km2 (2000).
População urbana: 74,68% (2000).
População rural: 25,32% (2000).
Crescimento demográfico: 1,6% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 2,40 filhos por mulher (1999).
Expectativa de vida M/F: 71,3 anos / 77,6 anos (1999).
Mortalidade infantil: 2,3 por mil nascidos vivos (1999).
Analfabetismo: 9% (2000).
IDH (0-1): 0,784 (1998).

POLÍTICA:
Forma de governo: República presidencialista.
Divisão administrativa: 31 estados e 1 distrito federal.
Principais partidos: Revolucionário Institucional (PRI), Ação Nacional (PAN), da Revolução Democrática (PRD).
Legislativo: bicameral - Senado, com 128 membros; Câmara dos Deputados, com 500 membros. Ambos eleitos por voto direto para mandatos de 6 e 3 anos, respectivamente.
Constituição em vigor: 1917.

ECONOMIA:
Moeda: peso novo mexicano.
PIB: US$ 518,0 bilhões (2000).
PIB agropecuária: 5% (1998).
PIB indústria: 27% (1998).
PIB serviços: 68% (1998).
Crescimento do PIB: 2,5% ao ano (1990-1998).
Inflação: 8,96% ao ano (2000).
Exportações: US$ 152,859 bilhões (2000).
Importações: US$ 159,397 bilhões (2000).
Dívida externa: US$ 12,5 bilhões (2000).
Renda per capita: US$ 5.320 (2000).
Força de trabalho: 38 milhões (1998).
Taxa de desemprego: 2,1% (2000).
Agricultura: Principalmente café, algodão em pluma, cana-de-açúcar, tomate, milho, trigo, sorgo, feijão, batata e frutas cítricas.
Pecuária: bovinos, suínos, eqüinos, aves.
Pesca: 1,5 milhão t (1997).
Mineração: petróleo, gás natural, sal, prata zinco, cobre.
Indústria: automobilística, alimentícia, bebidas, siderúrgica, química, máquinas (elétricas), extração e refino de petróleo. Exportações: US$ 117,5 bilhões (1998).
Importações: US$ 129 bilhões (1998).
Principal parceiro comercial: EUA.

DEFESA:
Efetivo total: 175 mil (1998).
Gastos: US$ 3,8 bilhões (1998).

RELAÇÕES EXTERIORES:
Organizações: Apec, Banco Mundial, FMI, Grupo do Rio, Nafta, OCDE, OEA, OMC, ONU.
Embaixada: SES, Av. das Nações, Quadra 805, Lote 18, CEP 70412-900, Brasília-DF. Tel.: (61) 3204.5200; fax (61) 3302.5201.
E-mails: embramexbra@cabonet.com.br e consulmexbsb@uol.com.br.


México, oficialmente Estados Unidos Mexicanos, é uma república constitucional federal localizada na América do Norte. O país é limitado a norte pelos Estados Unidos; ao sul e oeste pelo Oceano Pacífico; a sudeste pela Guatemala, Belize e Mar do Caribe; a leste pelo Golfo do México. Com um território que abrange quase 2 milhões de quilômetros quadrados, o México é o quinto maior país das Américas por área total e o 14º maior do país independente do mundo. Com uma população estimada em 111 milhões de habitantes, é o 11º país mais populoso do mundo e o mais populoso país da hispanofonia. O México é uma federação composta por trinta e um estados e um distrito federal (Distrito Federal). O México figura também como o segundo país mais populoso e rico da América Latina, em ambos os casos superado apenas pelo Brasil.
Na Mesoamérica pré-colombiana muitas culturas amadureceram e se tornaram civilizações avançadas como a dos olmecas, toltecas, teotihuacanos, zapotecas, maias e astecas, antes do primeiro contato com os europeus. Em 1521, a Espanha conquistou e colonizou o território mexicano a partir de sua base em Tenochtitlán e administrou-o como o Vice-Reino da Nova Espanha. Este território viria a ser o México com o reconhecimento da independência da colônia em 1821. O período pós-independência foi marcado pela instabilidade econômica, a Guerra Mexicano-Americana e a consequente cessão territorial para os Estados Unidos, uma guerra civil, dois impérios e uma ditadura nacional. Esta última levou à Revolução Mexicana em 1910, que culminou na promulgação da Constituição de 1917 e a emergência do atual sistema político do país. Eleições realizadas em julho de 2000 marcaram a primeira vez que um partido de oposição conquistou a presidência do Partido Revolucionário Institucional.
O México é uma das maiores economias do mundo e uma potência regional, e desde 1994, o primeiro país latino-americano membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), sendo um país de renda média-alta consolidada. O México é considerado um dos países recentemente industrializados e uma potência emergente. A nação tem o 13º maior PIB nominal e o maior 11º maior PIB por paridade de poder de compra. A economia está fortemente ligada à dos seus parceiros do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA), especialmente os Estados Unidos.[17][18] O país ocupa o quinto lugar no mundo e o primeiro das Américas em número de Patrimônios Mundiais da UNESCO, com 31 lugares que receberam esse título, e em 2007 foi o 10º país mais visitado do mundo, com 21,4 milhões de turistas internacionais.

História
Culturas pré-colombianas e colonização europeia

Fogueiras encontradas no Vale do México foram datadas por radiocarbono como sendo de 21 000 a.C., e alguns fragmentos de ferramentas de pedra foram encontrados perto das fogueiras, indicando a presença de humanos naquela época. Há cerca de 9 000 anos, antigos povos indígenas domesticaram o milho e iniciaram uma revolução industrial, levando à formação de muitas civilizações complexas. Entre 1.800 e 300 a.C., muitas evoluíram para avançadas civilizações pré-colombianas da Mesoamérica, tais como: os olmecas, os teotihuacanos, os maias, os zapotecas, os mixtecas, os toltecas e os astecas, as quais floresceram durante quase 4 000 anos antes do primeiro contato com europeus.

A estas civilizações são creditadas muitas invenções e avanços em campos como a arquitetura (templos-pirâmides), matemática, astronomia, medicina e teologia. Os astecas foram notáveis pela prática de sacrifícios humanos em larga escala. No seu auge, Teotihuacan, que contém algumas das maiores estruturas piramidais construídas na América pré-colombiana, tinha uma população de mais de 150 000 pessoas. Estimativas da população antes da conquista espanhola apontam para 6 a 25 milhões de habitantes na região do atual México.
No início do século XVI, a partir do desembarque de Hernán Cortés, a civilização asteca foi invadida e conquistada pelos espanhóis. Introduzida de forma acidental pelos conquistadores espanhóis, a varíola devastou a Mesoamérica em 1520, matando milhões de astecas, incluindo o imperador, e foi-lhe creditada a vitória de Hernán Cortés sobre o império asteca. O território tornou-se parte do império espanhol, sob o nome de Nova Espanha. Grande parte da identidade, tradições e arquitetura do México foram criados durante o período colonial.
Independência
Em 16 de setembro de 1810, a independência da Espanha foi declarada pelo padre Miguel Hidalgo y Costilla, na pequena cidade de Dolores Hidalgo, Guanajuato. O primeiro grupo insurgente era formado por Hidalgo, o capitão do exército vicerreinal espanhol Ignacio Allende, o capitão de milícias Juan Aldama e "La Corregidora" Josefa Ortiz de Domínguez. Hidalgo e alguns de seus soldados foram capturados e executados por um pelotão de fuzilamento em Chihuahua, em 31 de julho de 1811. Após sua morte, a liderança foi assumida pelo padre José María Morelos, que ocupou as principais cidades do sul.
Em 1813, foi convocado o Congresso de Chilpancingo e, em 6 de novembro, foi assinada a Ata solene da declaração de independência da América Setentrional. Morelos foi capturado e executado em 22 de dezembro de 1815. Nos anos seguintes, a revolta esteve perto do colapso, mas em 1820 o vice-rei Juan Ruiz de Apodaca enviou um exército sob o comando do general crioulo Agustín de Iturbide contra as tropas de Vicente Guerrero. Em vez disso, Iturbide aproximou-se de Guerrero para juntar forças, e em 1821 os representantes da Coroa espanhola e Iturbide assinaram o Tratado de Córdoba, que reconheceu a independência do México, nos termos do Plano de Iguala.
Agustín de Iturbide autoproclamou-se imediatamente imperador do Primeiro Império Mexicano. Uma revolta contra ele, em 1823, estabeleceu os Estados Unidos Mexicanos. Em 1824, uma Constituição da República foi elaborada e Guadalupe Victoria tornou-se o primeiro presidente do recém-nascido país. As primeiras décadas do período pós-independência foram marcadas pela instabilidade econômica, que levou à guerra dos pastéis em 1836, e uma luta constante entre liberales, adeptos de uma forma de governo federal, e conservadores, adeptos de uma forma hierárquica de governo.
Em 1836 o general Antonio López de Santa Anna, um centralista e ditador por duas vezes, aprovou as Siete Leyes, uma alteração radical que institucionalizou a forma centralizada de governo. Quando ele suspendeu a Constituição de 1824, a guerra civil espalhou-se por todo o país, e três novos governos declararam a independência: a República do Texas, a República do Rio Grande e da República de Yucatán.
O Texas obteve com sucesso a sua independência e foi anexado pelos Estados Unidos. Uma disputa fronteiriça levou à Guerra Mexicano-Americana, que começou em 1846 e durou dois anos; a guerra foi terminada com a assinatura do Tratado de Guadalupe-Hidalgo, que forçou o México a ceder quase a metade de suas terras para os Estados Unidos, incluindo a Califórnia e o Novo México. Uma transferência muito menor de território, em partes do sul do Arizona e do Novo México - Compra Gadsden - ocorreu em 1854. A Guerra das Castas de Yucatán, a revolta maia, que começou em 1847, foi uma das mais bem sucedidas revoltas modernas de indígenas americanos. Rebeldes maias, ou cruzob, mantiveram enclaves relativamente independentes até à década de 1930.
Insatisfação com o retorno de Santa Anna ao poder levou ao liberal Plano de Ayutla, iniciando uma era conhecida como La Reforma, depois que uma nova Constituição foi elaborada em 1857 estabeleceu um estado secular, o federalismo como a forma de governo, e várias liberdades. Como os conservadores se recusaram a aceitar esta constituição, a Guerra da Reforma começou em 1858, durante a qual ambos os grupos tinham seus próprios governos. A guerra terminou em 1861 com a vitória dos liberales, liderados pelo presidente ameríndio Benito Juárez. Nos anos 1860 o México sofreu uma ocupação militar da França, que criou o Segundo Império Mexicano sob o domínio do arquiduque da Casa de Habsburgo Ferdinando Maximiliano da Áustria com o apoio do clero católico romano e dos conservadores, que mais tarde trocaram de lado e se juntaram ao liberales. Maximiliano rendeu-se, foi julgado em 14 de junho e executado em 19 de junho de 1867.
Porfirio Díaz, um general republicano durante a intervenção francesa, governou o México de 1876 a 1880 e depois de 1884 a 1911, em cinco reeleições consecutivas, período conhecido como Porfiriato, caracterizado por notáveis realizações econômicas, investimentos nas artes e ciências, mas também por desigualdade econômica e repressão política.
Revolução Mexicana e governo do PRI
A provável fraude eleitoral que levou à quinta reeleição de Díaz provocou a Revolução Mexicana de 1910, inicialmente liderada por Francisco I. Madero.
Díaz renunciou em 1911 e Madero foi eleito presidente, mas deposto e assassinado durante um golpe de Estado dois anos depois, dirigido pelo conservador general Victoriano Huerta. Evento esse que re-iniciou a guerra civil, envolvendo figuras como Francisco Villa e Emiliano Zapata, que formaram suas próprias forças. A terceira força, o exército constitucional liderado por Venustiano Carranza, conseguiu pôr fim à guerra, e radicalmente alterou a constituição de 1857 para incluir muitas das premissas e demandas sociais dos revolucionários, o foi eventualmente chamada de Constituição de 1917. Estima-se que a guerra matou 900 mil pessoas de uma população de 15 milhões de habitantes em 1910.
Assassinado em 1920, Carranza foi sucedido por um outro herói revolucionário, Álvaro Obregón, que por sua vez foi sucedido por Plutarco Elías Calles. Obregón foi reeleito em 1928, mas assassinado antes que ele pudesse assumir o poder. Em 1929, Calles fundou o Partido Nacional Revolucionário (PNR), mais tarde rebatizado de Partido Revolucionário Institucional (PRI), e iniciou um período conhecido como Maximato, que terminou com a eleição de Lázaro Cárdenas, que implementou várias reformas econômicas e sociais, e mais significativamente expropriou a indústria petrolífera na PEMEX em 18 de março de 1938, mas provocou uma crise diplomática com os países cujos cidadãos tinham perdido negócios pela medida radical de Cárdenas.

Entre 1940 e 1980, o México experimentou um substancial crescimento econômico que alguns historiadores chamam de "milagre mexicano". Embora a economia tenha continuado a florescer, a desigualdade social continuou a ser um fator de descontentamento. Além disso, o governo do PRI tornou-se cada vez mais autoritário e às vezes opressivo (i.e.: Massacre de Tlatelolco em 1968, que custou a vida de cerca de 30-800 manifestantes).
Democratização

As reformas eleitorais e os preços elevados do petróleo seguiram a administração de Luis Echeverría, a má gestão destas receitas levou a inflação e agravou a crise de 1982. Naquele ano, os preços do petróleo despencaram, as taxas de juros subiram e o governo honrou sua dívida. Presidente Miguel de la Madrid recorreu à desvalorização da moeda, que por sua vez, provocou inflação.
Na década de 1980, primeiras rachaduras na posição de monopólio político do PRI eram vistos como a eleição de Ernesto Ruffo Appel em Baja California e a fraude eleitoral em 1988, o que impediu o candidato de esquerda Cuauhtémoc Cárdenas de ganhar as eleições presidenciais nacionais, que perdeu para Carlos Salinas de Gortari, levando a protestos maciços na Cidade do México.
Salinas embarcou em um programa de reformas neoliberais, que fixou a taxa de câmbio, controlou a inflação e culminou com a assinatura do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA), que entrou em vigor em 1 de janeiro de 1994. No mesmo dia, o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) iniciou uma rebelião armada de duas semanas de duração contra o governo federal, e continuou como um movimento de oposição não violento contra o neoliberalismo e a globalização.
Em dezembro de 1994, um mês depois de Salinas ter sido sucedido por Ernesto Zedillo, a economia mexicana entrou em colapso, com um rápido pacote de regaste estadunidense autorizado pelo presidente Bill Clinton e com as principais reformas macroeconômicas iniciadas pelo presidente Zedillo, a economia recuperou-se rapidamente e atingiu um crescimento de quase 7% ao ano até o final de 1999.
Em 2000, após 71 anos, o PRI perdeu a eleição presidencial para Vicente Fox do Partido da Ação Nacional (PAN), de oposição. Após as eleições presidenciais, Felipe Calderón, do PAN, foi declarado vencedor, com uma margem apertada sobre o político esquerdista Andrés Manuel López Obrador, do Partido da Revolução Democrática (PRD). López Obrador, no entanto, contestou a eleição e se comprometeu a criar um "governo alternativo".
Geografia
O México está localizado a cerca de 23 ° N e 102 ° W na porção sul da América do Norte. Quase todo o México está na Placa Norte-americana, com pequenas partes da península de Baja California nas placas do Pacífico e de Cocos. Geofisicamente, alguns geógrafos incluem o território a leste do Istmo de Tehuantepec (cerca de 12% do total) na América Central. Geopoliticamente, no entanto, o México é totalmente considerado parte da América do Norte, juntamente com o Canadá e com os Estados Unidos. A área total do México é 1.972.550 km², tornando-o 14º maior país do mundo em área total, e inclui cerca de 6.000 km² de ilhas no Oceano Pacífico (incluindo o controle remoto Guadalupe e das Ilhas Revillagigedo), Golfo do México, Caribe e no Golfo da Califórnia. No norte, o país divide uma fronteira de 3141 km com os Estados Unidos. Os meandros do Río Bravo del Norte (conhecido como Rio Grande, nos Estados Unidos) definem a Fronteira Estados Unidos-México a leste de Ciudad Juárez até o Golfo do México. Uma série de marcadores naturais e artificiais delineam o resto da fronteira a oeste de Ciudad Juárez até o Oceano Pacífico. Ao sul, o México divide uma fronteira de 871 km com a Guatemala e outra com 251 km com Belize.
O México é atravessado de norte a sul por duas cadeias de montanhas conhecidas como Sierra Madre Oriental e Sierra Madre Ocidental, que são a extensão das Montanhas Rochosas do norte da América do Norte. De leste a oeste, no centro, o país é atravessado pelo Eixo Neovulcânico também conhecido como Serra Nevada. Uma quarta cordilheira, a Sierra Madre del Sur, vai de Michoacán até Oaxaca. Como tal, a maioria dos territórios do México central e do norte estão localizadas em altitudes elevadas, e as maiores elevações são encontradas no Eixo Neovulcânico: Pico de Orizaba (5.700 m), Popocatépetl (5.462 m), Iztaccíhuatl (5.286 ) e o Nevado de Toluca (4.577 m). Três grandes aglomerações urbanas estão localizadas nos vales entre essas quatro elevações: Toluca, Grande Cidade do México e Puebla.
Clima

O Trópico de Câncer efetivamente divide o país em zonas temperadas e tropicais. Terras ao norte do vigésimo quarto paralelo têm temperaturas mais baixas durante os meses de inverno com forte caída de neve nas serras e planaltos. Ao sul do vigésimo quarto paralelo, as temperaturas são constantes durante todo o ano e variam apenas em função da altitude. Isto dá o México um dos sistemas climáticos mais diversos do mundo.
Áreas ao sul do vigésimo quarto paralelo com elevações de até 1.000 m (a parte sul de ambas as planícies costeiras, bem como a Península de Yucatán), tem uma temperatura média anual entre 24-28 °C. As temperaturas permanecem elevadas aqui durante todo o ano, com apenas 5 °C de diferença entre o inverno e o verão, na temperatura média. Ambas as costas do México, com exceção do litoral sul da Baía de Campeche e do norte de Baja California, também são vulneráveis aos furacões graves durante o verão e o outono. As áreas baixas ao norte do vigésimo quarto paralelo são quentes e úmidas durante o verão, que geralmente têm menor temperatura média anual (20-24 °C) por causa de condições mais moderadas durante o inverno.
Muitas das grandes cidades no México, estão localizados no Vale do México ou nos vales adjacentes, com altitudes geralmente acima de 2.000 m . Isto lhes dá um clima temperado durante todo o ano, com temperaturas médias anuais (16-18 °C) e temperaturas frescas do à noite durante todo o ano.
Muitas partes do México, especialmente no norte, tem um clima seco com chuvas esporádicas, enquanto as partes das planícies tropicais do sul têm uma média de mais de 2.000 mm de precipitação anual. Por exemplo, muitas cidades no norte do país, como Monterrey, Hermosillo e Mexicali experimentam temperaturas de 40 °C ou mais no verão. No deserto de Sonora as temperaturas atingem 50 °C ou mais. O norte do México é caracterizado pelo deserto, porque está localizado em uma latitude em que todos os desertos ao redor do globo são formados.
Hidrografia
Os rios do México se agrupam em três aspectos: a vertente do Pacífico, a do Golfo e a vertente interior. O mais longo dos rios mexicanos é o rio Grande, da vertente do Golfo. Ele tem 3.034 km de extensão e serve como limite com os Estados Unidos. Outros rios desta vertente são o Usumacinta, que faz o limite com a Guatemala; o rio Grijalva, talvez seja o que tenha a maior quantidade de água do país; e o rio Pánuco, cuja bacia faz parte do Vale do México.
No Pacífico desembocam os rios Lerma e Balsas, que têm vital importância para as cidades das terras altas do México, os rios Sonora, Fuerte, Mayo e Yaqui, sustentam a próspera agricultura do noroeste do país e o rio Colorado, que é compartilhado com os Estados Unidos. Os rios interiores, ou seja, aqueles que não desembocam no mar, são curtos e têm pouco volume. Destacam-se o rio Casas Grandes no Chihuahua e o Nazas, em Durango. A maior parte dos rios do México têm pouco volume, e quase nenhum deles é navegável.
O México abriga numerosos lagos e lagoas em seu território, mas a maioria é pequena. O mais importante é o lago de Chapala, no estado de Jalisco, que devido à superexploração está em risco de desaparecer. Outros lagos importantes são o lago de Pátzcuaro, o Zirahuén e o Cuitzeo, todos eles em Michoacán. Além disso, a construção de represas tem proporcionado a formação de lagos artificiais, como o de Mil Islas, em Oaxaca.


Referência para busca:
México américa espanhol
Fotos de México.

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